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Os Povos Bárbaros
 Os povos bárbaros eram de origem germânica e habitavam as
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Os FRANCOS
 Um dos povos germânicos (“bárbaros”).
 Constituíram um Estado organizado.
 Fizeram uma forte
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A Dinastia Merovíngia
 Clóvis:
 Reis indolentes e major domus.
 Pepino de Heristal:
 Carol Martel:
 Neto de Meroveu.
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A imagem mostra o Rei Clóvis sendo batizado.
Era o início de uma longa união entre a Igreja Católica
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Charles de Steuben, Batalha de Poitiers, outubro
732. Óleo sobre tela, pintada entre 1834 e
1837, hoje no Musée du château...
A Dinastia Merovíngia (Continuação)
 Pepino, o Breve:
 Depôs o último rei merovíngio, Childerico III.
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A Dinastia Carolíngia
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 O fundador da dinastia.
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 Carlos Magno:
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 Foi a divisão do Império
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Introdução
 Povos fora das fronteiras (sem cultura greco-
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 Pepino, o Breve: O fundador da dinastia; Forte
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  1. 1.  Povos fora das fronteiras (sem cultura greco-romana).  Germânicos – principal grupo (suevos, lombardos, teutônicos, francos, godos, visigodos, ostrogodos, vândalos, burgúndios, anglos, saxões...).  Economia agropastoril.  Comércio pouco desenvolvido e ausência de moeda.  Ausência de escrita.  Politeístas.  Inicialmente sem propriedade privada.  Poder político = guerreiros.  Direito Consuetudinário (tradição).  COMITATUS (laços de dependência entre guerreiros). Os Povos Bárbaros
  2. 2. Os Povos Bárbaros  Os povos bárbaros eram de origem germânica e habitavam as regiões norte e nordeste da Europa e noroeste da Ásia, na época do Império Romano.  Viveram em relativa harmonia com os romanos até os séculos IV e V da nossa era. Chegaram até a realizar trocas e comércio com os romanos, através das fronteiras. Muitos germânicos eram contratados para integrarem o poderoso exército romano.  Os romanos usavam a palavra “bárbaros” para todos aqueles que habitavam fora das fronteiras do império e que não falavam a língua oficial dos romanos: o latim.  A convivência pacífica entre esses povos e os romanos durou até o século IV, quando uma horda de hunos pressionou os outros povos bárbaros nas fronteiras do Império Romano. Neste século e no seguinte, o que se viu foi uma invasão, muitas vezes violenta, que acabou por derrubar o Império Romano do Ocidente, 476.
  3. 3. Os FRANCOS  Um dos povos germânicos (“bárbaros”).  Constituíram um Estado organizado.  Fizeram uma forte aliança com a Igreja Católica.  Dinastias:  Merovíngia.  Carolíngia.
  4. 4. A Dinastia Merovíngia  Clóvis:  Reis indolentes e major domus.  Pepino de Heristal:  Carol Martel:  Neto de Meroveu.  Primeiro líder bárbaro a “converter-se” ao Cristianismo.  Fundador da dinastia.  Dividiu o reino em condados.  Tornou o cargo de major domus vitalício e hereditário.  Venceu os árabes na Batalha de Poitiers (732) e recebeu o título de “Salvador da Cristandade Ocidental” da Igreja Católica. ClovisroidesFrancs(465-511)selonFrançois-LouisDejuinne(1786-1844).Peinture réaliséeen1835conservéeàVersailles,muséenationalduchâteauetdesTrianons.
  5. 5. A imagem mostra o Rei Clóvis sendo batizado. Era o início de uma longa união entre a Igreja Católica e os francos e, posteriormente, os carolíngios.
  6. 6. Charles de Steuben, Batalha de Poitiers, outubro 732. Óleo sobre tela, pintada entre 1834 e 1837, hoje no Musée du château de Versailles (Museu do Palácio de Versalhes, França).
  7. 7. A Dinastia Merovíngia (Continuação)  Pepino, o Breve:  Depôs o último rei merovíngio, Childerico III.  Fundou a nova dinastia.
  8. 8. A Dinastia Carolíngia  Pepino, o Breve:  O fundador da dinastia.  Forte aliado da Igreja Católica.  Doou à Igreja Católica o Patrimônio de São Pedro.  Fortaleceu as relações pessoais de dependência, através de doações de benefícios aos cavaleiros fiéis. Pepino estabelece o Patrimônio de São Pedro, formados por um aglomerado de territórios, basicamente no centro da península Itálica, que se mantiveram como um estado independente entre os anos de 756 e 1870, sob a autoridade civil dos Papas, e cuja capital era Roma.
  9. 9. A Dinastia Carolíngia (Continuação)  Carlos Magno:  Conquistas territoriais.  Fez do Reino dos Francos a mais extensa unidade administrativa da Europa ocidental.  Forte aliança com a Igreja Católica.  Foi coroado Imperador dos Romanos no natal de 800 pelo Papa Leão III.  Distribuição de títulos de condes, duques e marqueses.  Forte controle sobre a nobreza.  Missi dominici (emissários do senhor).  Renascimento Carolíngio.
  10. 10. • Além da estabilidade política adquirida na época de Carlos Magno houve também um verdadeiro Renascimento Cultural. • Os nobres, em geral analfabetos (incluindo o Imperador) foram estimulados a ler e a escrever. • O Imperador criou escolas para a nobreza (Palatinas) e para o clero (Episcopais), estimulando a educação do Império.  Renascimento Carolíngio. • Nessa época temos o início das traduções dos monges copistas, principalmente de textos de autores greco- romanos. • Temos um estímulo a ourivesaria, a fabricação de joias, além do advento das iluminuras, textos seguidos de imagens coloridas em miniatura.
  11. 11. A Dinastia Carolíngia (Continuação)  Luís, o Piedoso:  Fortemente influenciado pela Igreja Católica.  Um monarca fraco.  Fortalecimento da nobreza e do alto clero.  Novas invasões e pilhagens: os vikings (escandinavos), os sarracenos (piratas muçulmanos) e os magiares (húngaros).  Após sua morte, seus três filhos disputaram o império.
  12. 12. A Dinastia Carolíngia (Continuação)  O Tratado de Verdun (843):  Foi a divisão do Império Carolíngio entre os netos de Carlos Magno.  Carlos, o Calvo, ficou com a França Ocidental (que deu origem ao Reino da França).  Luís, o Germânico, com a França Oriental (a futura Alemanha).  Lotário, com a França Central, repartida após a sua morte, entre Carlos e Luís. O Tratado de Verdun (843): Território de Carlos, o Calvo. Território de Lotário. Território de Luís, o Germânico. Estados Pontifícios.
  13. 13. Alguma considerações finais  A autoridade real esfacelou-se rapidamente.  Condes, duques e marqueses usurparam os poderes reais e passaram a exercê-los em nível local.  Em 877, os domínios, chamados então de feudos, tornaram-se hereditários.  Em 911, o rei Carlos, o Simples, incapaz de deter os ataques vikings, cedeu lhes o ducado da Normandia.  No mesmo ano ocorreu também o fim do ramo germânico dos carolíngios, com a morte de Luís, o Jovem.  Em 987, morreu Luís V, o último soberano carolíngio da França Ocidental. Os aristocratas escolheram Hugo Capeto, Conde de Paris, como rei.  Encerrava-se aí a dinastia carolíngia e tinha início a dinastia feudal por excelência, na França, os capetíngios.
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  15. 15. www. historiasdomedeiros .blogspot.com Introdução  Povos fora das fronteiras (sem cultura greco- romana).  Germânicos – principal grupo (suevos, lombardos, teutônicos, francos, godos, visigodos, ostrogodos, vândalos, burgúndios, anglos, saxões...).  Economia agropastoril.  Comércio pouco desenvolvido e ausência de moeda.  Ausência de escrita.  Politeístas.  Inicialmente sem propriedade privada.  Poder político = guerreiros.  Direito Consuetudinário (tradição).  COMITATUS (laços de dependência entre guerreiros).  Os povos bárbaros eram de origem germânica e habitavam as regiões norte e nordeste da Europa e noroeste da Ásia, na época do Império Romano.  Viveram em relativa harmonia com os romanos até os séculos IV e V da nossa era. Chegaram até a realizar trocas e comércio com os romanos, através das fronteiras. Muitos germânicos eram contratados para integrarem o poderoso exército romano.  Os romanos usavam a palavra “bárbaros” para todos aqueles que habitavam fora das fronteiras OS BÁRBAROS do império e que não falavam a língua oficial dos romanos: o latim.  A convivência pacífica entre esses povos e os romanos durou até o século IV, quando uma horda de hunos pressionou os outros povos bárbaros nas fronteiras do Império Romano. Neste século e no seguinte, o que se viu foi uma invasão, muitas vezes violenta, que acabou por derrubar o Império Romano do Ocidente, 476. Os FRANCOS  Um dos povos germânicos (“bárbaros”).  Constituíram um Estado organizado.  Fizeram uma forte aliança com a Igreja Católica.  Dinastias: Merovíngia e Carolíngia. A Dinastia Merovíngia  Clóvis: Neto de Meroveu; Primeiro líder bárbaro a “converter-se” ao Cristianismo; Fundador da dinastia; Dividiu o reino em condados.  Reis indolentes e major domus.  Pepino de Heristal: Tornou o cargo de major domus vitalício e hereditário.  Carol Martel: Venceu os árabes na Batalha de Poitiers (732) e recebeu o título de “Salvador da Cristandade Ocidental” da Igreja Católica.  Pepino, o Breve: Depôs o último rei merovíngio, Childerico III; Fundou a nova dinastia.
  16. 16. www. historiasdomedeiros .blogspot.com A Dinastia Carolíngia  Pepino, o Breve: O fundador da dinastia; Forte aliado da Igreja Católica; Doou à Igreja Católica o Patrimônio de São Pedro; Fortaleceu as relações pessoais de dependência, através de doações de benefícios aos cavaleiros fiéis.  Carlos Magno: Conquistas territoriais; Fez do Reino dos Francos a mais extensa unidade administrativa da Europa ocidental; Forte aliança com a Igreja Católica; Foi coroado Imperador dos Romanos no natal de 800 pelo Papa Leão III; Distribuição de títulos de condes, duques e marqueses; Forte controle sobre a nobreza; Missi dominici (emissários do senhor); Renascimento Carolíngio.  Além da estabilidade política adquirida na época de Carlos Magno houve também um verdadeiro Renascimento Cultural. Os nobres, em geral analfabetos (incluindo o Imperador) foram estimulados a ler e a escrever. O Imperador criou escolas para a nobreza (Palatinas) e para o clero (Episcopais), estimulando a educação do Império. Nessa época temos o início das traduções dos monges copistas, principalmente de textos de autores greco-romanos. Temos um estímulo a ourivesaria, a fabricação de joias, além do advento das iluminuras, textos seguidos de imagens coloridas em miniatura. OS BÁRBAROS (Continuação)  Luís, o Piedoso: Fortemente influenciado pela Igreja Católica; Um monarca fraco; Fortalecimento da nobreza e do alto clero; Novas invasões e pilhagens: os vikings (escandinavos), os sarracenos (piratas muçulmanos) e os magiares (húngaros); Após sua morte, seus três filhos disputaram o império.  O Tratado de Verdun (843): Foi a divisão do Império Carolíngio entre os netos de Carlos Magno.  Carlos, o Calvo, ficou com a França Ocidental (que deu origem ao Reino da França).  Luís, o Germânico, com a França Oriental (a futura Alemanha).  Lotário, com a França Central, repartida após a sua morte, entre Carlos e Luís. Alguma considerações finais  A autoridade real esfacelou-se rapidamente.  Condes, duques e marqueses usurparam os poderes reais e passaram a exercê-los em nível local.  Em 877, os domínios, chamados então de feudos, tornaram-se hereditários.  Em 911, o rei Carlos, o Simples, incapaz de deter os ataques vikings, cedeu lhes o ducado da Normandia.  No mesmo ano ocorreu também o fim do ramo germânico dos carolíngios, com a morte de Luís, o Jovem.  Em 987, morreu Luís V, o último soberano carolíngio da França Ocidental. Os aristocratas escolheram Hugo Capeto, Conde de Paris, como rei.  Encerrava-se aí a dinastia carolíngia e tinha início a dinastia feudal por excelência, na França, os capetíngios.

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