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A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DAS
EMPRESAS DE PROJETO
Flávia SOUZA
Mestranda pela Escola Politécnica da USP. Av. Prof. Almeida Prado, travessa 2 n°83, CEP 05508-900 São
Paulo (SP) Brasil - Correio eletrônico: flavia.souza@poli.usp.br
Silvio MELHADO
Professor Associado da Escola Politécnica da USP Av. Prof. Almeida Prado, travessa 2 n°83, CEP 05508-
900 São Paulo (SP) Brasil - Correio eletrônico: silvio.melhado@poli.usp.br
RESUMO
Tendo em vista a relevância da informação para a gestão e fomentação do conhecimento nas
empresas, este artigo tem como objetivo discutir a necessidade e importância da informação para
a adequada gestão da empresa de projeto. Para tanto é apresentada revisão bibliográfica sobre o
assunto e posterior aplicação dos conceitos abordados, para este tipo de empresa.
Palavras-chaves: gestão da empresa de projeto, sistema de informação na empresa de projeto e
gestão do conhecimento na empresa de projeto.
1. Revisão Bibliográfica
1.1 Sistema de Informação
De acordo com Turban; MacLean; Wetherbe (2004), o sistema de informação coleta, processa,
armazena analisa e dissemina informações com um determinado objetivo dentro de um contexto e
como qualquer outro sistema inclui inputs (dados, instruções) e outputs (relatórios, cálculos). O
sistema opera dentro de um ambiente, não necessariamente computadorizado, mesmo que
atualmente a maioria os seja, processa os inputs, que são enviados para o usuário ou para outros
sistemas.
Para o perfeito entendimento do sistema de informações operando com objetivos pré-definidos, é
necessário compreender que as informações surgem a partir de dados organizados e
processados de forma a proporcionar valor às atividades da empresa e permitindo aos gestores
tomar decisões e realizar seu trabalho. O sistema de informações, se bem projetado, permite
ainda aos seus usuários gerar conhecimento.
Os sistemas de informações podem ser classificados a princípio como formais e informais. Os
sistemas de informação formais incluem procedimentos pré-definidos, entradas e saídas
padronizadas e definições fixas. Quanto aos informais, estes assumem diversas formas, que vão
desde de uma rede comunicação informal em uma empresa, até um grupo de amigos que troca
correspondência eletronicamente.
Para Oliveira (1998), os sistemas de informações gerenciais devem levar em consideração a
quantidade e qualidade de informações geradas, pois segundo mesmo autor, alguns devem ser
tomados em relação a esses fatores:
As informações ficam dispersas dentro da empresa o que exige grande esforço
para localizá-las;
As informações importantes são retidas com exclusividade;
As informações importantes geralmente chegam tarde;
As informações muitas vezes não são confiáveis.
1.2 O papel da informação na gestão
Drucker (1995) coloca que atualmente poucos entendem a informação. A maior parte das
empresas sabem como obter dados, mas precisam aprender a usá-los, pois uma base de dados,
por maior que seja, não é informação e para que se transforme em informação, precisa ser
organizada para um determinado objetivo, dirigida para desempenho específico e aplicada a uma
decisão. Para esse autor, as empresas, assim como os seus colaboradores, precisam conhecer a
informação e aprender a perguntar: De que informações necessitamos na empresa? Quando
necessitamos dela? Em que forma? E onde obtê-las?
De acordo com Evgeniou e Cartwright (2005), a empresa inteligente do ponto de vista da
informação possui habilidade para buscar, organizar, analisar e fazer uso de informações para
tomada de decisões. Os autores colocam que esta deve ser a busca constante para as
organizações em qualquer área de atuação, pois a detenção e controle da informação são
fundamentais para o sucesso de atividades que vão desde o sequenciamento do genoma humano
até a previsão e rastreamento de atentados terroristas.
1.3 Sistema de retroalimentação da informação e gestão do conhecimento
Segundo Drucker (1995), ao longo da história do ocidente, a cada poucos séculos ocorrem
transformações agudas e fazem com que toda a sociedade se rearranje em relação a sua visão
do mundo, seus valores básicos, suas estruturas sociais e políticas, suas artes, suas instituições
básicas. Para o autor, a época em que vivemos atualmente é um desses períodos de
transformação e não está limitada à sociedade ocidental e sua história, pois atualmente não existe
mais uma história “ocidental” ou uma “civilização ocidental”, mas apenas a história do mundo e a
civilização mundial.
A transformação pela qual estamos passando nos transforma em uma sociedade cujo principal
recurso para os indivíduos e para a economia em geral é o conhecimento. Drucker (1995) ainda
coloca que em função dessa transformação, a sociedade precisa estar organizada para a
inovação e para o abandono de tudo que é estabelecido, costumeiro, conhecido e confortável, ou
seja, a sociedade precisa estar preparada para transformações constantes e a função das
empresas nesse contexto é colocar o conhecimento para trabalhar em ferramentas, produtos e
processos, na concepção do trabalho, que por natureza muda rapidamente.
De acordo com Turban; MacLean; Wetherbe (2004), no contexto de sistema de informações, o
conhecimento é diferente de informações e dados. Enquanto que os dados são uma coleção de
fatos, parâmetros e estatísticas, as informações são dados organizados ou processados, precisos
e fornecidos no momento oportuno enquanto que o conhecimento é a informação que possui
contexto, é relevante e acionável. Ter conhecimento implica que o mesmo pode ser aplicado para
resolver problema, enquanto que ter a informação não possui a mesma conotação.
O processo de fomentação de conhecimento inicia-se normalmente associados às pessoas e se
esse processo não ocorrer de forma planejada e sistematizada, as pessoas ao saírem da empresa
levam consigo este conhecimento. Segundo Turban; MacLean; Wetherbe (2004), uma meta vital
relacionada à gestão do conhecimento é segurar esse valioso “know-how”, pois o conhecimento
está associado a retornos crescentes para empresa, pois é um recurso que, ao ser utilizado, a
tendência é que aumente o seu valor. De acordo com os autores, conhecimento é uma informação
em ação, portanto é necessária a contínua atualização da base de conhecimento da empresa
para torná-la competitiva sendo o valor do conhecimento inestimável, pois há um grande o número
de aspectos intangíveis associados à sua aquisição.
As modernas tecnologias de colaboração podem auxiliar as iniciativas de gestão do
conhecimento, no entanto, segundo Turban; MacLean; Wetherbe (2004) colocam que o
aprendizado das empresas depende menos da tecnologia e mais das questões pessoais e
organizacionais de predisposição de aprendizado.
Para os autores, a expressão “empresa que aprende está associado à gestão do conhecimento e
baseia-se nos conceitos de aprendizado organizacional e memória organizacional. A expressão
refere-se à capacidade de uma empresa aprender com suas experiências passadas.
2 Análise da aplicação dos conceitos abordados em sistemas de
informação para empresas de projeto
Para Cragg e Zinatelli o desenvolvimento de modelos de sistemas de informação negligencia a
realidade e limitações das pequenas e médias empresas e existem fatores preponderantes que
interferem no adequado desenvolvimento e implementação dos seus sistemas. Ocorre que, em
função falta de conhecimento em relação ao assunto, os critérios de contratações para
desenvolvimento e aquisições de equipamentos e aplicativos são realizados de forma equivocada.
Quanto à gestão do sistema de informações, os autores colocam que em maior parte é
negligenciada, ficando a cargo de um profissional sem formação específica na área.
Verifica-se que para a definição eficaz do sistema de informações de uma empresa é necessária a
compreensão da importância da informação na sua atividade fim e nos processos relacionados à
sua gestão. Para realização desta análise nas empresas de projeto e compreensão da
importância da informação neste contexto, será utilizada parte do método proposto por Turban;
MacLean; Wetherbe (2004) denominado como modelo de planejamento para análise de requisitos
da informação. A utilização deste modelo objetiva identificar a arquitetura geral da informação e as
necessidades atuais e futuras da informação na empresa. O modelo contemplando as seguintes
etapas:
1.Definir subsistemas organizacionais subjacentes;
2.Definir Matriz de Subsistemas;
3.Definir e avaliar as necessidades de informação para os subsistemas
organizacionais;
4.Definir as categorias principais de informação;
5.Desenvolver categorias de informação por matriz de subsistema.
Matriz Subsistema e categoria de informações requeridas para realização das atividades de Comercial / Marketing
Tipo de Informação
(Prosp) (Relac) (C.A. Proj) (Des)
Responsabilidades
Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De
Definir produtos e serviços
Estabelecer estratégia para inserção de produtos e
serviços no mercado
Identificar novos mercados e produtos
Mapear características dos clientes (técnicas,
comerciais)
Estabelecer relacionamento com clientes potenciais
Elaborar propostas técnicas
Negociar propostas técnicas
Finalizar negociação e elaborar contrato
Acompanhar reincidência de contratações
Acompanhar periodicidade de contratações
Acompanhar relacionamento comercial com cliente
Legenda : Prospecção (Prosp) ; Relacionamento(Relac); Contratação e Acompanhamento de Projeto (C.A. Proj); Desempenho (Des); Procedência interna (Pi); Procedência
externa (Pe); Destino interno (Di), Destino externo (De)
Matriz Subsistema e categoria de informações requeridas para realização das atividades de Recursos Humanos
Tipo de Informação
(Plan) (Desenv) (Obri.L/S) (Des)
Responsabilidades
Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De
Analisar o mercado de trabalho e suas
exigências quanto à formação profissional
Estabelecer programa de necessidades quanto
à formação e atualização
Estabelecer perfil dos profissionais atuantes na
empresa
Selecionar e Recrutar profissionais
Definir plano de atuação e remuneração
Registrar e atualizar informações trabalhistas e
legais
Fazer folha de pagamento
Avaliar desempenho dos profissionais
Legenda : Planejamento (Plan) ; Desenvolvimento(Desenv); Obrigações Legais e Sociais (Obrig.L/S); Desempenho (Des); Procedência interna (Pi); Procedência externa (Pe);
Destino interno (Di), Destino externo (De)
Matriz Subsistema e categoria de informações requeridas para realização das atividades de Processo Projeto
Tipo de Informação
(Plan) (Oper) (Ass Tec) (Des)
Responsabilidades
Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De
Coletar entradas para desenvolvimento de
projeto
Planejar as diversas etapas de trabalho
Planejar equipe interna
Planejar tempo de desenvolvimento de cada
etapa
Manter contato e troca constante de
informações com as demais disciplinas de
projeto
Acompanhar o desenvolvimento de projeto
Realizar as diversas etapas do projeto
Realizar as entregas de projeto
Fornecer o serviços de assistência técnica
durante a fase de obra e manutenção
Analisar a qualidade técnica e/ou financeira das
soluções de projeto do ponto de vista do
contratante
Analisar a qualidade técnica das soluções de
projeto do ponto de vista dos usuários do
projeto
Analisar a qualidade técnica e/ou financeira das
soluções de projeto do ponto de vista dos
usuários do produto
Acompanhar relacionamento técnico/ pessoal
com os demais membro da equipe de projeto
Acompanhar produtividade da equipe
Acompanhar retrabalhos e motivos
Acompanhar relacionamento técnico com o
cliente
Legenda : Planejamento (Plan) ; Operacional(Oper); Assistência Técnica (Ass. Téc); Desempenho (Des); Procedência interna (Pi); Procedência externa (Pe); Destino interno (Di),
Destino externo (De)
Matriz Subsistema e categoria de informações requeridas para realização das atividades de
Administração Financeira
Tipo de Informação
(Plan) (Ges) (Cont/L) (Des)
Responsabilidades
Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De
Organizar o plano de contas da empresa
Programar as necessidades de recursos financeiro
em períodos pré- estabelecidos
Definir orçamento da empresa em períodos pré-
estabelecidos
Realizar pagamentos
Realizar recebimentos
Acompanhar fluxo de caixa
Definir e realizar investimentos
Organizar pagamentos de impostos
Organizar contabilidade
Acompanhar desempenho financeiro de cada
projeto
Acompanhar desempenho financeiro da empresa
Legenda : Planejamento (Plan) ; Gestão(Ges); Contábil e Legal (Cont/l); Desempenho (Des); ); Procedência interna (Pi); Procedência externa (Pe); Destino interno (Di), Destino
externo (De)
3 Conclusões
Através do modelo de planejamento para análise de requisitos da informação aplicado à
processos genéricos de empresas de projeto, verifica-se que a informação é recurso
preponderante para realização de sua atividade fim e operações de apoio. Para os processos
analisados, ocorre grande incidência de informações cuja procedência e destinos são internos,
caracterizando um sistema de trabalho com alto grau de troca de informações entre as diversas
áreas da empresa, ou seja, existe alto grau de interface de informações que deve ser gerenciado
por um sistema capaz de processar, organizar e fornecer as informações em tempo hábil e com
qualidade requerida. Mesmo as atividades cuja a fonte de informação e destino são externos,
existe a necessidade de um sistema captação, armazenamento e comunicação de forma que
possibilite a troca e tomada de decisão de maneira segura e eficaz.
Quando analisada o fluxo de informações deste tipo de empresa para determinação da arquitetura
do sistema, deve-se levar em consideração que durante a realização do planejamento e posterior
operação de sua atividade fim (processo do projeto), ocorre grande incidência de informações de
procedência e destinos externos, portanto o sistema deve ser projetado de forma que possibilite
adequada comunicação com agentes externos à empresa que participam de atividades em
comum.
Quanto à capacidade do sistema, verifica-se que o volume do rotinas em cada um dos
subprocessos analisados se mantém independentemente do número de projetos que a empresa
possui, mas a demanda e quantidade gerada de informações cresce na medida do crescimento do
número de projetos.
As empresas de projeto, quando analisadas do ponto de vista da necessidade e fluxo de
informações, caracterizam-se por sistemas de trabalho colaborativos e com necessidade de
comunicação interna e externa constante. Segundo Turban; MacLean; Wetherbe (2004), a
colaboração resumida é pelos esforços de dois ou mais indivíduos no desempenho de atividades
tendentes à execução de tarefas específicas. Neste tipo de empresa ocorre a realização do
trabalho predominantemente em grupo realizado por indivíduos especialistas em diversas áreas e
atuantes diferente localidades geográficas com um objetivo comum.
Diante de tais características, o sistema de informações além de fornecer acesso e confiabilidade
para a informação, deve dispôr de um sistema de comunicação que leve em consideração os
seguintes aspectos: os participantes no processo, as fontes e destinos da comunicação, a
localização dos remetentes e destinatários, tempo entre o envio e recebimento da informação e o
meio que viabilizará a comunicação.
Quanto à gestão do conhecimento nas empresas de projeto, predominam algumas características
que podem ser encaradas fatores que facilitam o processo de aprendizado organizacional. Por
serem em maior parte de pequeno e médio porte, a propagação do conhecimento é facilitada .A
maior parte dos colaboradores são especialistas sendo que a maioria desses profissionais
possuem natural pré- disposição para aprendizado, facilitando assim a disseminação da cultura do
aprendizado nas empresas. Os projetos são únicos, portanto faz parte da rotina de trabalho o
aprendizado contínuo durante a sua realização. Outra questão que facilita o processo de
aprendizado nessas empresas é o fato dos trabalho serem realizados por equipes
multidisciplinares e esta é uma outra oportunidade de captação e aperfeiçoamento do
conhecimento.
Por outro lado, é necessário o desenvolvimento da cultura de planejamento, gestão e avaliação do
conhecimento nessas empresas, pois apesar de serem inúmeras as vias de entrada de
conhecimento, caso não ocorra de forma organizada, a disseminação, acessibilidade e
possibilidade de transformação do conhecimento em vantagem competitiva torna-se inviável.
As empresas de projeto devem manter uma memória organizacional, na qual deve estar contida
de forma organizada todo conhecimento adquirido da empresa. Esta memória deve estar
permanentemente em operação na aquisição fornecimento de conhecimento.
Figura 3 Processo de Aprendizado Organizacional em Empresas de Projeto
Como colocado na Figura 3, o aprendizado é um processo a ser planejado, gerido e avaliado
constantemente. Quanto às formas de aquisição de conhecimento para a empresa de projeto,
ocorrem constantemente em função da realização da atividade projetual, mas todo este
Planejar
o
aprendizado;
Aperfeiçoamento
e treinamento dos
profissionais
Inovação
tecnológica no
setor
Parceiros de
trabalho,
usuários e
contratantes
Sistematização
dos
problemas;
Experimentação
criativa;
Aprendizado
com
experiências
passadas;
Memória
técnica;
Aprendizado
com
as
melhores
práticas
do
mercado;
Transferência
rápida
e
eficaz
do
conhecimento
para
toda
a
empresa.
memória
organizacional
Experiências
anteriores
Avaliação
conhecimento somente será bem aproveitado se ocorrer planejamento das entradas (identificação
da fontes ), gestão do processo (organização das informações para serem transformadas em
conhecimento) e retroalimentação do processo (acessibilidade do conhecimento).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
EVGENIOU,T., CARTWRIGHT Barriers to Information Management . European Management Journal,
Volume 23, N°3, pp 293-299,2005.
LEVY,M., POWELL,P. Information system strategy for small and medium sized enterprises : na
organisational perspective Journal of Strategic Information System N°9, pp 63-84,2000.
Cragg,P., Zinatelly, N. The evolution of information system in small Information & Management N°29, pp
1-8,1995.
TURBAN,E.,MCLEAN,E.,WETHERBE,J. Tecnologia da informação para gestão. Transformado os
negócios da economia digital.3°Edição.Porto Alegre. Editora Bookman,2004.
OLIVEIRA, D. P.R. Sistemas de informações gerenciais. 5°Edição. São Paulo. Editora Atlas,1998.
SPRAGUE Jr.R.H., Carlson, E.D. Buuilding Effetctive Suport System. 1°Edição. New Jersey. Prentice
Hall, Inc.,1982.
DRUCKER, P. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo. Editora
Pioneira,1999.

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  • 1. A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO DAS EMPRESAS DE PROJETO Flávia SOUZA Mestranda pela Escola Politécnica da USP. Av. Prof. Almeida Prado, travessa 2 n°83, CEP 05508-900 São Paulo (SP) Brasil - Correio eletrônico: flavia.souza@poli.usp.br Silvio MELHADO Professor Associado da Escola Politécnica da USP Av. Prof. Almeida Prado, travessa 2 n°83, CEP 05508- 900 São Paulo (SP) Brasil - Correio eletrônico: silvio.melhado@poli.usp.br RESUMO Tendo em vista a relevância da informação para a gestão e fomentação do conhecimento nas empresas, este artigo tem como objetivo discutir a necessidade e importância da informação para a adequada gestão da empresa de projeto. Para tanto é apresentada revisão bibliográfica sobre o assunto e posterior aplicação dos conceitos abordados, para este tipo de empresa. Palavras-chaves: gestão da empresa de projeto, sistema de informação na empresa de projeto e gestão do conhecimento na empresa de projeto. 1. Revisão Bibliográfica 1.1 Sistema de Informação De acordo com Turban; MacLean; Wetherbe (2004), o sistema de informação coleta, processa, armazena analisa e dissemina informações com um determinado objetivo dentro de um contexto e como qualquer outro sistema inclui inputs (dados, instruções) e outputs (relatórios, cálculos). O sistema opera dentro de um ambiente, não necessariamente computadorizado, mesmo que atualmente a maioria os seja, processa os inputs, que são enviados para o usuário ou para outros sistemas. Para o perfeito entendimento do sistema de informações operando com objetivos pré-definidos, é necessário compreender que as informações surgem a partir de dados organizados e processados de forma a proporcionar valor às atividades da empresa e permitindo aos gestores tomar decisões e realizar seu trabalho. O sistema de informações, se bem projetado, permite ainda aos seus usuários gerar conhecimento. Os sistemas de informações podem ser classificados a princípio como formais e informais. Os sistemas de informação formais incluem procedimentos pré-definidos, entradas e saídas padronizadas e definições fixas. Quanto aos informais, estes assumem diversas formas, que vão desde de uma rede comunicação informal em uma empresa, até um grupo de amigos que troca correspondência eletronicamente. Para Oliveira (1998), os sistemas de informações gerenciais devem levar em consideração a quantidade e qualidade de informações geradas, pois segundo mesmo autor, alguns devem ser tomados em relação a esses fatores: As informações ficam dispersas dentro da empresa o que exige grande esforço para localizá-las; As informações importantes são retidas com exclusividade;
  • 2. As informações importantes geralmente chegam tarde; As informações muitas vezes não são confiáveis. 1.2 O papel da informação na gestão Drucker (1995) coloca que atualmente poucos entendem a informação. A maior parte das empresas sabem como obter dados, mas precisam aprender a usá-los, pois uma base de dados, por maior que seja, não é informação e para que se transforme em informação, precisa ser organizada para um determinado objetivo, dirigida para desempenho específico e aplicada a uma decisão. Para esse autor, as empresas, assim como os seus colaboradores, precisam conhecer a informação e aprender a perguntar: De que informações necessitamos na empresa? Quando necessitamos dela? Em que forma? E onde obtê-las? De acordo com Evgeniou e Cartwright (2005), a empresa inteligente do ponto de vista da informação possui habilidade para buscar, organizar, analisar e fazer uso de informações para tomada de decisões. Os autores colocam que esta deve ser a busca constante para as organizações em qualquer área de atuação, pois a detenção e controle da informação são fundamentais para o sucesso de atividades que vão desde o sequenciamento do genoma humano até a previsão e rastreamento de atentados terroristas. 1.3 Sistema de retroalimentação da informação e gestão do conhecimento Segundo Drucker (1995), ao longo da história do ocidente, a cada poucos séculos ocorrem transformações agudas e fazem com que toda a sociedade se rearranje em relação a sua visão do mundo, seus valores básicos, suas estruturas sociais e políticas, suas artes, suas instituições básicas. Para o autor, a época em que vivemos atualmente é um desses períodos de transformação e não está limitada à sociedade ocidental e sua história, pois atualmente não existe mais uma história “ocidental” ou uma “civilização ocidental”, mas apenas a história do mundo e a civilização mundial. A transformação pela qual estamos passando nos transforma em uma sociedade cujo principal recurso para os indivíduos e para a economia em geral é o conhecimento. Drucker (1995) ainda coloca que em função dessa transformação, a sociedade precisa estar organizada para a inovação e para o abandono de tudo que é estabelecido, costumeiro, conhecido e confortável, ou seja, a sociedade precisa estar preparada para transformações constantes e a função das empresas nesse contexto é colocar o conhecimento para trabalhar em ferramentas, produtos e processos, na concepção do trabalho, que por natureza muda rapidamente. De acordo com Turban; MacLean; Wetherbe (2004), no contexto de sistema de informações, o conhecimento é diferente de informações e dados. Enquanto que os dados são uma coleção de fatos, parâmetros e estatísticas, as informações são dados organizados ou processados, precisos e fornecidos no momento oportuno enquanto que o conhecimento é a informação que possui contexto, é relevante e acionável. Ter conhecimento implica que o mesmo pode ser aplicado para resolver problema, enquanto que ter a informação não possui a mesma conotação. O processo de fomentação de conhecimento inicia-se normalmente associados às pessoas e se esse processo não ocorrer de forma planejada e sistematizada, as pessoas ao saírem da empresa levam consigo este conhecimento. Segundo Turban; MacLean; Wetherbe (2004), uma meta vital relacionada à gestão do conhecimento é segurar esse valioso “know-how”, pois o conhecimento está associado a retornos crescentes para empresa, pois é um recurso que, ao ser utilizado, a tendência é que aumente o seu valor. De acordo com os autores, conhecimento é uma informação em ação, portanto é necessária a contínua atualização da base de conhecimento da empresa para torná-la competitiva sendo o valor do conhecimento inestimável, pois há um grande o número de aspectos intangíveis associados à sua aquisição. As modernas tecnologias de colaboração podem auxiliar as iniciativas de gestão do conhecimento, no entanto, segundo Turban; MacLean; Wetherbe (2004) colocam que o
  • 3. aprendizado das empresas depende menos da tecnologia e mais das questões pessoais e organizacionais de predisposição de aprendizado. Para os autores, a expressão “empresa que aprende está associado à gestão do conhecimento e baseia-se nos conceitos de aprendizado organizacional e memória organizacional. A expressão refere-se à capacidade de uma empresa aprender com suas experiências passadas. 2 Análise da aplicação dos conceitos abordados em sistemas de informação para empresas de projeto Para Cragg e Zinatelli o desenvolvimento de modelos de sistemas de informação negligencia a realidade e limitações das pequenas e médias empresas e existem fatores preponderantes que interferem no adequado desenvolvimento e implementação dos seus sistemas. Ocorre que, em função falta de conhecimento em relação ao assunto, os critérios de contratações para desenvolvimento e aquisições de equipamentos e aplicativos são realizados de forma equivocada. Quanto à gestão do sistema de informações, os autores colocam que em maior parte é negligenciada, ficando a cargo de um profissional sem formação específica na área. Verifica-se que para a definição eficaz do sistema de informações de uma empresa é necessária a compreensão da importância da informação na sua atividade fim e nos processos relacionados à sua gestão. Para realização desta análise nas empresas de projeto e compreensão da importância da informação neste contexto, será utilizada parte do método proposto por Turban; MacLean; Wetherbe (2004) denominado como modelo de planejamento para análise de requisitos da informação. A utilização deste modelo objetiva identificar a arquitetura geral da informação e as necessidades atuais e futuras da informação na empresa. O modelo contemplando as seguintes etapas: 1.Definir subsistemas organizacionais subjacentes; 2.Definir Matriz de Subsistemas; 3.Definir e avaliar as necessidades de informação para os subsistemas organizacionais; 4.Definir as categorias principais de informação; 5.Desenvolver categorias de informação por matriz de subsistema. Matriz Subsistema e categoria de informações requeridas para realização das atividades de Comercial / Marketing Tipo de Informação (Prosp) (Relac) (C.A. Proj) (Des) Responsabilidades Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Definir produtos e serviços Estabelecer estratégia para inserção de produtos e serviços no mercado Identificar novos mercados e produtos Mapear características dos clientes (técnicas, comerciais) Estabelecer relacionamento com clientes potenciais Elaborar propostas técnicas Negociar propostas técnicas Finalizar negociação e elaborar contrato Acompanhar reincidência de contratações Acompanhar periodicidade de contratações Acompanhar relacionamento comercial com cliente Legenda : Prospecção (Prosp) ; Relacionamento(Relac); Contratação e Acompanhamento de Projeto (C.A. Proj); Desempenho (Des); Procedência interna (Pi); Procedência externa (Pe); Destino interno (Di), Destino externo (De)
  • 4. Matriz Subsistema e categoria de informações requeridas para realização das atividades de Recursos Humanos Tipo de Informação (Plan) (Desenv) (Obri.L/S) (Des) Responsabilidades Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Analisar o mercado de trabalho e suas exigências quanto à formação profissional Estabelecer programa de necessidades quanto à formação e atualização Estabelecer perfil dos profissionais atuantes na empresa Selecionar e Recrutar profissionais Definir plano de atuação e remuneração Registrar e atualizar informações trabalhistas e legais Fazer folha de pagamento Avaliar desempenho dos profissionais Legenda : Planejamento (Plan) ; Desenvolvimento(Desenv); Obrigações Legais e Sociais (Obrig.L/S); Desempenho (Des); Procedência interna (Pi); Procedência externa (Pe); Destino interno (Di), Destino externo (De) Matriz Subsistema e categoria de informações requeridas para realização das atividades de Processo Projeto Tipo de Informação (Plan) (Oper) (Ass Tec) (Des) Responsabilidades Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Coletar entradas para desenvolvimento de projeto Planejar as diversas etapas de trabalho Planejar equipe interna Planejar tempo de desenvolvimento de cada etapa Manter contato e troca constante de informações com as demais disciplinas de projeto Acompanhar o desenvolvimento de projeto Realizar as diversas etapas do projeto Realizar as entregas de projeto Fornecer o serviços de assistência técnica durante a fase de obra e manutenção Analisar a qualidade técnica e/ou financeira das soluções de projeto do ponto de vista do contratante Analisar a qualidade técnica das soluções de projeto do ponto de vista dos usuários do projeto Analisar a qualidade técnica e/ou financeira das soluções de projeto do ponto de vista dos usuários do produto Acompanhar relacionamento técnico/ pessoal com os demais membro da equipe de projeto Acompanhar produtividade da equipe Acompanhar retrabalhos e motivos Acompanhar relacionamento técnico com o cliente Legenda : Planejamento (Plan) ; Operacional(Oper); Assistência Técnica (Ass. Téc); Desempenho (Des); Procedência interna (Pi); Procedência externa (Pe); Destino interno (Di), Destino externo (De)
  • 5. Matriz Subsistema e categoria de informações requeridas para realização das atividades de Administração Financeira Tipo de Informação (Plan) (Ges) (Cont/L) (Des) Responsabilidades Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Pi Pe Di De Organizar o plano de contas da empresa Programar as necessidades de recursos financeiro em períodos pré- estabelecidos Definir orçamento da empresa em períodos pré- estabelecidos Realizar pagamentos Realizar recebimentos Acompanhar fluxo de caixa Definir e realizar investimentos Organizar pagamentos de impostos Organizar contabilidade Acompanhar desempenho financeiro de cada projeto Acompanhar desempenho financeiro da empresa Legenda : Planejamento (Plan) ; Gestão(Ges); Contábil e Legal (Cont/l); Desempenho (Des); ); Procedência interna (Pi); Procedência externa (Pe); Destino interno (Di), Destino externo (De) 3 Conclusões Através do modelo de planejamento para análise de requisitos da informação aplicado à processos genéricos de empresas de projeto, verifica-se que a informação é recurso preponderante para realização de sua atividade fim e operações de apoio. Para os processos analisados, ocorre grande incidência de informações cuja procedência e destinos são internos, caracterizando um sistema de trabalho com alto grau de troca de informações entre as diversas áreas da empresa, ou seja, existe alto grau de interface de informações que deve ser gerenciado por um sistema capaz de processar, organizar e fornecer as informações em tempo hábil e com qualidade requerida. Mesmo as atividades cuja a fonte de informação e destino são externos, existe a necessidade de um sistema captação, armazenamento e comunicação de forma que possibilite a troca e tomada de decisão de maneira segura e eficaz. Quando analisada o fluxo de informações deste tipo de empresa para determinação da arquitetura do sistema, deve-se levar em consideração que durante a realização do planejamento e posterior operação de sua atividade fim (processo do projeto), ocorre grande incidência de informações de procedência e destinos externos, portanto o sistema deve ser projetado de forma que possibilite adequada comunicação com agentes externos à empresa que participam de atividades em comum. Quanto à capacidade do sistema, verifica-se que o volume do rotinas em cada um dos subprocessos analisados se mantém independentemente do número de projetos que a empresa possui, mas a demanda e quantidade gerada de informações cresce na medida do crescimento do número de projetos. As empresas de projeto, quando analisadas do ponto de vista da necessidade e fluxo de informações, caracterizam-se por sistemas de trabalho colaborativos e com necessidade de comunicação interna e externa constante. Segundo Turban; MacLean; Wetherbe (2004), a colaboração resumida é pelos esforços de dois ou mais indivíduos no desempenho de atividades tendentes à execução de tarefas específicas. Neste tipo de empresa ocorre a realização do trabalho predominantemente em grupo realizado por indivíduos especialistas em diversas áreas e atuantes diferente localidades geográficas com um objetivo comum. Diante de tais características, o sistema de informações além de fornecer acesso e confiabilidade para a informação, deve dispôr de um sistema de comunicação que leve em consideração os
  • 6. seguintes aspectos: os participantes no processo, as fontes e destinos da comunicação, a localização dos remetentes e destinatários, tempo entre o envio e recebimento da informação e o meio que viabilizará a comunicação. Quanto à gestão do conhecimento nas empresas de projeto, predominam algumas características que podem ser encaradas fatores que facilitam o processo de aprendizado organizacional. Por serem em maior parte de pequeno e médio porte, a propagação do conhecimento é facilitada .A maior parte dos colaboradores são especialistas sendo que a maioria desses profissionais possuem natural pré- disposição para aprendizado, facilitando assim a disseminação da cultura do aprendizado nas empresas. Os projetos são únicos, portanto faz parte da rotina de trabalho o aprendizado contínuo durante a sua realização. Outra questão que facilita o processo de aprendizado nessas empresas é o fato dos trabalho serem realizados por equipes multidisciplinares e esta é uma outra oportunidade de captação e aperfeiçoamento do conhecimento. Por outro lado, é necessário o desenvolvimento da cultura de planejamento, gestão e avaliação do conhecimento nessas empresas, pois apesar de serem inúmeras as vias de entrada de conhecimento, caso não ocorra de forma organizada, a disseminação, acessibilidade e possibilidade de transformação do conhecimento em vantagem competitiva torna-se inviável. As empresas de projeto devem manter uma memória organizacional, na qual deve estar contida de forma organizada todo conhecimento adquirido da empresa. Esta memória deve estar permanentemente em operação na aquisição fornecimento de conhecimento. Figura 3 Processo de Aprendizado Organizacional em Empresas de Projeto Como colocado na Figura 3, o aprendizado é um processo a ser planejado, gerido e avaliado constantemente. Quanto às formas de aquisição de conhecimento para a empresa de projeto, ocorrem constantemente em função da realização da atividade projetual, mas todo este Planejar o aprendizado; Aperfeiçoamento e treinamento dos profissionais Inovação tecnológica no setor Parceiros de trabalho, usuários e contratantes Sistematização dos problemas; Experimentação criativa; Aprendizado com experiências passadas; Memória técnica; Aprendizado com as melhores práticas do mercado; Transferência rápida e eficaz do conhecimento para toda a empresa. memória organizacional Experiências anteriores Avaliação
  • 7. conhecimento somente será bem aproveitado se ocorrer planejamento das entradas (identificação da fontes ), gestão do processo (organização das informações para serem transformadas em conhecimento) e retroalimentação do processo (acessibilidade do conhecimento). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS EVGENIOU,T., CARTWRIGHT Barriers to Information Management . European Management Journal, Volume 23, N°3, pp 293-299,2005. LEVY,M., POWELL,P. Information system strategy for small and medium sized enterprises : na organisational perspective Journal of Strategic Information System N°9, pp 63-84,2000. Cragg,P., Zinatelly, N. The evolution of information system in small Information & Management N°29, pp 1-8,1995. TURBAN,E.,MCLEAN,E.,WETHERBE,J. Tecnologia da informação para gestão. Transformado os negócios da economia digital.3°Edição.Porto Alegre. Editora Bookman,2004. OLIVEIRA, D. P.R. Sistemas de informações gerenciais. 5°Edição. São Paulo. Editora Atlas,1998. SPRAGUE Jr.R.H., Carlson, E.D. Buuilding Effetctive Suport System. 1°Edição. New Jersey. Prentice Hall, Inc.,1982. DRUCKER, P. Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo. Editora Pioneira,1999.