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Ciência Aberta: práticas de investigação e arquivos de dados em ciências sociais - CONFOA 2017

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Ciência Aberta: práticas de investigação e arquivos de dados em ciências sociais
Pedro Moura Ferreira, Cláudia Rocha Oliveira

Publicada em: Ciências
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Ciência Aberta: práticas de investigação e arquivos de dados em ciências sociais - CONFOA 2017

  1. 1. Pedro Moura Ferreira Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULISBOA) SESSÃO PECHA KUCHA 4| 5 de Outubro de 2017 Ciência Aberta: práticas de investigação e arquivos de dados em ciências sociais
  2. 2. Do acesso aberto à Ciência Aberta Acesso aberto a publicações Princípios Orientadores para a Ciência Aberta Política Nacional de Ciência Aberta 10/10/2017 2
  3. 3. Ciência + transparente 10/10/2017 3
  4. 4. Resultados de investigação + acessíveis 10/10/2017 4
  5. 5. Cidadãos + envolvidos 10/10/2017 5
  6. 6. 10/10/2017 6 Fortalecimento da relação entre Ciência e Cultura
  7. 7. Estruturas promotoras da ciência aberta 10/10/2017 7 Arquivos de dados E- infraestruturas Bibliotecas
  8. 8. Arquivos de dados um papel estratégico 10/10/2017 8
  9. 9. Proximidade com investigadores Promoção da partilha de bases de dados Promoção da transparência da investigação 10/10/2017 9
  10. 10. Arquivos de dados para além do depósito 10/10/2017 10
  11. 11. Sensibilizam os investigadores para: 10/10/2017 11 Perguntas éticas Consentimentos informados Privacidade e confidencialidade
  12. 12. Práticas e representações dos investigadores 10/10/2017 12
  13. 13. 75% dos inquiridos concorda ou concorda totalmente em partilhar dados em acesso aberto, se estiverem garantidos os pressupostos éticos, confidencialidade e propriedade intelectual dos dados. 10/10/2017 13 European Comission (2012), Survey on Open Access in FP7 (N=194)
  14. 14. Investigadores com dados qualitativos tendem a partilhar menos os seus dados; Principais barreiras para não partilhar dados: ausência de consentimento informado; dados confidenciais e sensíveis; esforço e custo associados à preparação dos dados para disponibilização. 10/10/2017 14 Van den Eynden, Veerle et al. (2016), Towards Open Research: what ESRC-funded researchers tell us (N=259)
  15. 15. Razões dos investigadores para não partilharem dados: comprometer objetivos de pesquisa; confidencialidade dos dados; razões técnicas. 10/10/2017 15 Olesk, Arko (2017), A Survey of Open Science Attitudes and Practices among Estonian Scientists (N=671)
  16. 16. Restrições enunciadas podem ser mitigadas 10/10/2017 16
  17. 17. Promovendo boas práticas 10/10/2017 17
  18. 18. Apoio na preparação de consentimentos informados; Consultadoria aos comités de ética; Apoio aos projetos de investigação na preparação da documentação a entregar aos participantes (ex.: onde vão ser arquivados os dados). 10/10/2017 18
  19. 19. 10/10/2017 19
  20. 20. Disponibilizando serviços especializados 10/10/2017 20
  21. 21. Por um lado, tornar o acesso a dados exclusivo a investigadores. Por outro, tornar possível o acesso remoto a dados sensíveis (ex.: dados saúde) via datacentre. 10/10/2017 21
  22. 22. Considerações finais • Open if possible, protected if needed (DANS) • Política Nacional de Ciência Aberta deve prever outras possibilidades de acesso aos dados que não seja o acesso aberto “Meta a 3 anos, 2016-2018: Cumprimento a 100% da publicação de dados resultantes de projetos com financiamento público, num repositório em acesso aberto;” http://www.portugal.gov.pt/media/18506199/20160210-mctes- ciencia-aberta.pdf 10/10/2017 22

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