Desenvolvimento Tecnologico em Empresas Construtoras - Case Tecnisa

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Apresenta brevemente o histórico do desenvolvimento tecnológico na empresa Tecnisa. Aponta os principais resultados deste processo, incluindo inovações tecnológicas desenvolvidas pela Tecnisa na área da Contrução Civil.

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Desenvolvimento Tecnologico em Empresas Construtoras - Case Tecnisa

  1. 1. O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Em empresa Construtora Abril 2008
  2. 2. O QUE SE ENTENTE POR DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO? Conceitos “ PROCESSO EVOLUTIVO FUNDAMENTADO NO AVANÇO CONTÍNUO E INCREMENTAL DAS TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE SEUS PRODUTOS E INDUZIDO PELA NECESSIDADE DE MANTER-SE COMPETITIVA NOS MERCADOS ONDE ATUA” [SABBATINI, 1989]
  3. 3. <ul><li>O processo de racionalização da empresa, iniciou-se de maneira formal em meados da década de 90, com a criação do Departamento de Desenvolvimento Tecnológico. </li></ul><ul><li>Nesse período foi iniciado o programa Tecnisa de Racionalização, que esteve orientado a partir de três linhas mestras: </li></ul><ul><li>Tecnologia de produção </li></ul><ul><li>Organização da Produção </li></ul><ul><li>Implementação das inovações construtivas </li></ul>Histórico do DDT
  4. 4. Atualmente, o Departamento de Desenvolvimento Tecnológico é composto por dois engenheiros e 5 estagiários. Com a contribuição dos consultores externos Dr. Mário Collantes (Dynamica) e Profa. Dra. Mércia M.B.S. Barros (Escola Politécnica – USP), o departamento vem sempre otimizando seus processos construtivos e buscando alternativas tecnológicas para manter-se competitiva num mercado cada vez mais desafiador. Assim, o objetivo do DDT é “Aprimorar, desenvolver e avaliar de maneira sistêmica, produtos, técnicas, e métodos construtivos, a fim de subsidiar técnica e economicamente escolhas da empresa, racionalizando de maneira contínua seus processos construtivos.”
  5. 5. FLUXOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
  6. 6. FLUXOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
  7. 7. O PAPEL DO DDT NA TECNISA EM 2007 <ul><li>planilha de indicadores gerais de desempenho por área </li></ul><ul><li>desenvolvimento de novos fornecedores: Areia/blocos/cal </li></ul><ul><li>suporte às dúvidas técnicas </li></ul><ul><li>cronograma de contratações técnicas de equipamentos de fundação / escavação (participação) </li></ul><ul><li>caderno de detalhes de impermeabilização </li></ul><ul><li>procedimentos drywall, contrapiso acústico, contrapiso bombeado; </li></ul><ul><li>procedimentos com fotos p/ treinamento </li></ul><ul><li>revisão controles de qualidade </li></ul><ul><li>atenuação de ruído em tubulações hidráulicas </li></ul><ul><li>padrões de qualidade </li></ul><ul><li>contrapiso acústico </li></ul><ul><li>Suporte técnico </li></ul><ul><li>Correção de causas de problemas </li></ul><ul><li>junta jeene p/ dilatações. </li></ul><ul><li>suporte às dúvidas de procedimentos </li></ul><ul><li>projetos de canteiro </li></ul><ul><li>estudo de gruas e logística </li></ul>DIRETORIA QUALIDADE DIFERENCIAIS TECNISA CONTRATOS TÉCNICOS PROJETO OBRA AST <ul><li>economias potenciais – R$ 900 mil </li></ul><ul><li>verificação das composições </li></ul>ORÇAMENTO O Processo de Desenvolvimento Tecnológico e a interação com outros departamentos em 2007
  8. 8. O Laboratório para ensaios - DDT
  9. 9. Documentação – Portal Intranet Como forma de divulgação dos estudos, melhores práticas e indicadores de processos, materiais e produtividade, o DDT disponibiliza um portal: “Gestão do Conhecimento” para acesso da equipe técnica .
  10. 10. Inovação Tecnológica Quais são as principais inovações e os desenvolvimentos tecnológicos construtivos empregados pela Tecnisa?
  11. 11. Exemplos de Inovação Tecnológica Construtiva <ul><li>Alvenaria Racionalizada </li></ul><ul><li>Sistema de Revestimento de Fachada </li></ul><ul><li>Racionalização dos processos: Inovação incremental x economias </li></ul><ul><li>Processos construtivos voltados às exigências de novas demandas </li></ul>
  12. 12. ALVENARIA RACIONALIZADA Entendemos que “erguer” uma parede, qualquer um consegue, mas... PRODUZIR UMA ALVENARIA RACIONALIZADA É TAREFA PARA AS MELHORES CONSTRUTORAS <ul><li>Projeto de paginação; </li></ul><ul><li>Compatibilidade de subsistemas; </li></ul><ul><li>Otimização dos equipamentos e ferramentas; </li></ul><ul><li>Controle e Gestão do processo; </li></ul><ul><li>Técnicas construtivas diferenciadas </li></ul>
  13. 13. TRADICIONAL RACIONALIZADA ALVENARIA RACIONALIZADA
  14. 14. ALVENARIA RACIONALIZADA
  15. 15. ALVENARIA RACIONALIZADA
  16. 16. MARCAÇÃO DE ALVENARIA X OUTROS SISTEMAS As interferências são sempre analisadas, previamente, na fase de projeto, visando racionalizar os processos posteriores
  17. 17. PRÁTICAS DE UMA ALVENARIA RACIONALIZADA CONTRAMARCOS METÁLICOS E PRÉ-MOLDADOS SÃO ALGUNS DOS COMPONENTES DA ALVENARIA RACIONALIZADA
  18. 18. <ul><ul><li>Em função da planicidade da alvenaria e da precisão atingida pelas estruturas, os revestimentos de argamassa alcançaram economia no consumo de materiais da ordem de 60% </li></ul></ul><ul><ul><li>Eficiência Ambiental conseguida pela racionalização construtiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>Execução de alvenaria e serviços de revestimentos argamassados: Melhoria de 50% na produtividade. </li></ul></ul><ul><ul><li>qualidade do produto final. </li></ul></ul><ul><ul><li>Início de uma integração muito maior entre os projetos, que compatibilizavam as soluções antes de se tornarem executivos – “Pensar antes” </li></ul></ul>RESULTADOS DA ALVENARIA RACIONALIZADA
  19. 19. REVESTIMENTO DE FACHADA
  20. 20. <ul><li>Desenvolvimento tecnológico para adoção de argamassa dosada em canteiro - avaliações: </li></ul><ul><li>Tipos de cal e marcas; </li></ul><ul><li>Tipos de areia e fornecedores de areia; </li></ul><ul><li>Traços x tempo de puxamento, resistências de aderência, módulo; </li></ul><ul><li>Tempo máximo para reutilização de argamassa; </li></ul><ul><li>Espessura máxima para aplicação de uma só vez; </li></ul><ul><li>Dosadores volumétricos de areia e cimento; </li></ul><ul><li>Tempo de mistura e grau de homogeneização; </li></ul><ul><li>Considerações: </li></ul><ul><li>Estrutura organizacional permitiu uma implantação rápida e com sucesso (comprometimento, organização, disciplina); </li></ul><ul><li>Atualmente cerca de 40 torres executadas com esse método; </li></ul>
  21. 21. <ul><li>CARACTERÍSTICAS: </li></ul><ul><li>Procedimentos de execução e de controle; </li></ul><ul><li>Equipamentos / Ferramentas; </li></ul><ul><li>Projetos referentes à fachada; </li></ul><ul><li>Projeto de canteiro; </li></ul><ul><li>ETAPAS EM DESTAQUE: </li></ul><ul><li>Controle de recebimento de materiais; </li></ul><ul><li>Ensacamento; </li></ul><ul><li>Argamassa dosada em central; </li></ul><ul><li>Abastecimento de balancins por queda livre; </li></ul>
  22. 22. Gabarito metálico para moldura de argamassa de janela EXEMPLO DE EQUIPAMENTOS / FERRAMENTAS Projeção de argamassa, com caneca.
  23. 23. Caixote para argamassa (experimental) Mangueira corrugada associada a funil LOGÍSTICA DE ABASTECIMENTO DE ARGAMASSA
  24. 24. PROJETOS PARA A PRODUÇÃO
  25. 25. <ul><li>Seguem a NR18; </li></ul><ul><li>Estuda-se o acesso por aberturas de janela; </li></ul><ul><li>Trabalham na colocação de molduras; </li></ul><ul><li>Pneus para deslizamento; </li></ul><ul><li>Quinas de balancim protegidas com pneus e arcos de eletroduto e aço; </li></ul><ul><li>Sistema “gilhotina” para contenção de quedas </li></ul>
  26. 26. Obrigado!! [email_address] (3708 1051)

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