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PROBLEMAQual o grau de importância do C.E.P. para aobtenção de Produtos com elevadaQualidade em uma Indústria Cerâmica do ...
OBJETIVO GERALRevelar a importância, para o sistema deprodução, do Controle Estatístico doProcesso.
OBJETIVOS ESPECÍFICOSEstudar a importância do Controle Estatístico do Processopara a redução das variáveis que interferem ...
JUSTIFICATIVAUma completa visão do sistema de qualidadeda empresa com a ótica de indicadoresestatísticos de desempenho.Inf...
QUANDO A QUALIDADE PASSOU A    TER MAIOR ÊNFASE?Final do Século XIX – Adoção do SistemaTaylor de “Gerenciamento Científico”.
“O QUE É QUALIDADE?” Depende de quem a contextualiza;                                      “Adequação ao uso”;Define o fra...
“O QUE É QUALIDADE?”                         É a soma de várias características de um produto ou                         s...
QUAL O CUSTO DE PRODUZIR    COM QUALIDADE?Qualidade não tem custo;Baixa qualidade implica em altos custos;Melhoramento da ...
COMO SURGIU O CONTROLE DA       QUALIDADE?      CONTROLE FEITO PELO          OPERADOR      RESPONSABILIDADE DO          SU...
CONTROLE ESTATÍSTICO DO      PROCESSOAnálise da Qualidade;Análise do Processo.
PROCEDIMENTOS      METODOLÓGICOSTipo de Pesquisa  Exploratória e Quantitativa.Instrumento de Coleta de Dados  Análise Docu...
A EMPRESAA História da Empresa  Cinquenta e Cinco anos de existência.
A EMPRESAO MercadoArgentina,Uruguai, Paraguai,Bolívia, Chile,Panamá, CostaRica, Honduras,Estados Unidos,Canadá, EmiradosÁr...
A EMPRESAOs ProdutosPavimentos erevestimentosde parede,esmaltados,polidos e/ouretificados,peçasespeciais eporcelanatos.   ...
O PROCESSOPARTES QUE COMPÕEM A CERÂMICA DE REVESTIMENTO:                                           ESMALTE                ...
O CONTROLE DA QUALIDADE  Através das   Através da Inspeção       Através dos Ensaios   Cartas de           Final          ...
O CONTROLE DA QUALIDADEForma de Análise dos dados obtidos pelo C.E.P.Fonte: Dados da Pesquisa
EXPERIÊNCIA    DA PESQUISA
RECLAMAÇÕES DE CLIENTESGRUPO/CLASSE DE                   QUANTIDADE                     QUANTIDADE                 %     %...
GRÁFICO DE PARETO DO MOTIVO DE           RECLAMAÇÕESFonte: Dados da Pesquisa
RESULTADO DAS OBSERVAÇÕES                   CAUSA                       PROVÁVEL   NÃO PROVÁVELFalta de Regulagem do Equip...
PONTOS CRÍTICOS A SEREM      ATACADOSMEDIÇÃOMÁQUINAMÃO-DE-OBRAMÉTODO Necessidades:  Reavaliação dos Sistemas de Medição;  ...
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IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE  ESTATÍSTICO DO PROCESSO EMSETORES CONSIDERADOS CRÍTICOSEspecificação dos Dados a serem coletadosF...
CONCLUSÃOImplantação do C.E.P = redução nos desvios causados;Setor de Fornos;Levantamento de dados e a análise das alterna...
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A importância do c.e.p. para a obtenção de produtos com elevada qualidade em uma indústria cerâmica do sul de santa catarina apresentação

  1. 1. A IMPORTÂNCIA DO C.E.P. PARA AOBTENÇÃO DE PRODUTOS COM ELEVADAQUALIDADE EM UMA INDÚSTRIA CERÂMICA DO SUL DE SANTA CATARINA ACADÊMICO: EDMILSON DIAS ORIENTADOR: PROF. M. ENGª DINO GORINI NETO 14/12/2009
  2. 2. TEMA A IMPORTÂNCIA DO C.E.P. PARA AOBTENÇÃO DE PRODUTOS COM ELEVADAQUALIDADE EM UMA INDÚSTRIA CERÂMICA DO SUL DE SANTA CATARINA
  3. 3. PROBLEMAQual o grau de importância do C.E.P. para aobtenção de Produtos com elevadaQualidade em uma Indústria Cerâmica do Sulde Santa Catarina?
  4. 4. OBJETIVO GERALRevelar a importância, para o sistema deprodução, do Controle Estatístico doProcesso.
  5. 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOSEstudar a importância do Controle Estatístico do Processopara a redução das variáveis que interferem na produção;Evidenciar quais as etapas do processo o CEP tem maiorimportância devendo ter um melhor acompanhamento;Identificar quais controles se enquadram melhor àscaracterísticas dos processos;Visualizar a forma de análise dos dados obtidos peloControle Estatístico do Processo;Propor mudanças que venham impactar significativamenteno processo produtivo.
  6. 6. JUSTIFICATIVAUma completa visão do sistema de qualidadeda empresa com a ótica de indicadoresestatísticos de desempenho.Informações que auxiliam os Gestores.
  7. 7. QUANDO A QUALIDADE PASSOU A TER MAIOR ÊNFASE?Final do Século XIX – Adoção do SistemaTaylor de “Gerenciamento Científico”.
  8. 8. “O QUE É QUALIDADE?” Depende de quem a contextualiza; “Adequação ao uso”;Define o fracasso ou sucesso de uma empresa; Meio indispensável para o gerenciamento industrial.
  9. 9. “O QUE É QUALIDADE?” É a soma de várias características de um produto ou serviço, que visa satisfazer as necessidades dos clientes Qualidade planejamento adequado e um controle apropriado em todas as partes que compõem o processo Gerenciamento da QualidadePlanejamento da Controle da Qualidade Melhoria daQualidade Qualidade-Identificação dos -Desempenho do -Estrutura adequada;clientes; produto; -Equipes de-Análise das -Comparação com osnecessidades; padrões; Melhorias;-Suprimento das -Correção de desvios. -Apoio aos projetos.necessidades;-Processo em massa.
  10. 10. QUAL O CUSTO DE PRODUZIR COM QUALIDADE?Qualidade não tem custo;Baixa qualidade implica em altos custos;Melhoramento da qualidade não vem degraça. Qualidade Venda LucroPRODUTO Sem Qualidade Retrabalho Desperdício
  11. 11. COMO SURGIU O CONTROLE DA QUALIDADE? CONTROLE FEITO PELO OPERADOR RESPONSABILIDADE DO SUPERVISOR INSPETOR DA QUALIDADE FERRAMENTAS ESTATÍSTICAS E INSPEÇÃO POR AMOSTRAGEM
  12. 12. CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSOAnálise da Qualidade;Análise do Processo.
  13. 13. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOSTipo de Pesquisa Exploratória e Quantitativa.Instrumento de Coleta de Dados Análise Documental.Ambiente da Pesquisa Indústria Cerâmica do Sul de Santa Catarina.
  14. 14. A EMPRESAA História da Empresa Cinquenta e Cinco anos de existência.
  15. 15. A EMPRESAO MercadoArgentina,Uruguai, Paraguai,Bolívia, Chile,Panamá, CostaRica, Honduras,Estados Unidos,Canadá, EmiradosÁrabes, ArábiaSaudita, Austrália,Aruba, Curaçao,Jamaica e outros. Fonte: ANFACER
  16. 16. A EMPRESAOs ProdutosPavimentos erevestimentosde parede,esmaltados,polidos e/ouretificados,peçasespeciais eporcelanatos. Fonte: ANFACER
  17. 17. O PROCESSOPARTES QUE COMPÕEM A CERÂMICA DE REVESTIMENTO: ESMALTE ENGOBE CORPO CERÂMICOETAPAS QUE COMPÕEM O PROCESSO: ETAPA 1 ETAPA 2 ETAPA 3 ETAPA 4 ETAPA 5 ETAPA 6FORNECEDOR RECEPÇÃO PREPARAÇÃO ATOMIZAÇÃO PRENSAGEM SECAGEMMAT. PRIMAS E DE DE MASSA MATERIAIS MATERIAIS ETAPA 12 ETAPA 11 ETAPA 10 ETAPA 9 ETAPA 8 ETAPA 7TRANSPORTE/ EXPEDIÇÃO INSPEÇÃO CLASSIFICAÇÃO FORNO / ESMALTAÇÃO CLIENTE E QUEIMA EMBALAGEM
  18. 18. O CONTROLE DA QUALIDADE Através das Através da Inspeção Através dos Ensaios Cartas de Final de Laboratório ControleColeta de Análise do Produto Absorção D’água;amostras; Acabado: Gretagem; Defeito de superfície; Resistência a Manchas;Análise dos Tonalidade; Resistência ao AtaqueDefeitos; Empenamento; Tamanho; Químico;Medição das Módulo de Resistência adimensões; Código de barras; Amarração do Pallet; Flexão (MRF);Registro. Qualidade de Carga de Ruptura; impressão; Resistência a Abrasão; P.E.I. Peso por Caixa; Embalagens. Resistência a Marca da Água; Inspeção por Dureza em Mohs. Amostragem
  19. 19. O CONTROLE DA QUALIDADEForma de Análise dos dados obtidos pelo C.E.P.Fonte: Dados da Pesquisa
  20. 20. EXPERIÊNCIA DA PESQUISA
  21. 21. RECLAMAÇÕES DE CLIENTESGRUPO/CLASSE DE QUANTIDADE QUANTIDADE % % ACUMULADO DEFEITOS ACUMULADA Variação das 32 32 57% 57% Medidas Variação de 8 40 14% 71% TonalidadeMistura de Classes 7 47 13% 84% Problemas de 5 52 9% 93%Composição TécnicaMistura de máquina 3 55 5% 98% Embalagem 1 56 2% 100% TOTAL 56 100%Fonte: Dados da Pesquisa
  22. 22. GRÁFICO DE PARETO DO MOTIVO DE RECLAMAÇÕESFonte: Dados da Pesquisa
  23. 23. RESULTADO DAS OBSERVAÇÕES CAUSA PROVÁVEL NÃO PROVÁVELFalta de Regulagem do Equipamento de Medição X Trepidação da Estrutura e Correias X Pó sobre os Sensores de Leitura das Medidas X Falta de Freqüência de Calibragem do X Equipamento de Medição Falta de Controle das Dimensões do Produto X Falta de Treinamento para os Operadores X Falta de Orientação Técnica do Produto X Falta de Informação X Calibragem Inadequada X Variação da Composição do Produto durante o X Processo ProdutivoFonte: Dados da Pesquisa
  24. 24. PONTOS CRÍTICOS A SEREM ATACADOSMEDIÇÃOMÁQUINAMÃO-DE-OBRAMÉTODO Necessidades: Reavaliação dos Sistemas de Medição; Reavaliação dos controles da qualidade; Aplicação do controle estatístico do processo em algumas áreas.
  25. 25. AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO O operador realiza as medidas de forma manual Relógio Comparador (Empeno) Paquímetro
  26. 26. AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO Comparação com os limites inferior e superior de controle Comparação das medidas realizadas de forma manual com a leitura do equipamento
  27. 27. AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO Placa Padrão utilizada para fazer a calibragem do equipamento Planar Trepidação excessiva dos equipamentos de medição
  28. 28. AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃOPlano de Ação para aprovar o sistema de medição PROBLEMA O QUE FAZER? CALIBRAÇÃO INADEQUADA DO FAZER PLACA DE VIDRO PARA UMA PLANAR CALIBRAGEM PERFEITA DO EQUIPAMENTO PLANAR, SENDO QUE O VIDRO É MAIS INDICADO PARA ESSE FIM, COMPARADO A PLACA DE ALUMÍNIO.SISTEMÁTICA ERRADA DO CALIBRE E FAZER UM SISTEMA INDEPENDENTEPLANAR ONDE OCORRE A TREPIDAÇÃO DA ESTRUTURA. DA ESTRUTURA E CORREIAS FALTA DE TREINAMENTO PARA OS MINISTRAR TREINAMENTO BÁSICO A OPERADORES TODO OP. III DENTRO DOS PRIMEIROS 30 DIAS DE TRABALHOFonte: Dados da Pesquisa
  29. 29. IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO EMSETORES CONSIDERADOS CRÍTICOSSetor de Fornos - queima do produto para aobtenção das características mecânicasadequadas e estabilidade química para asdiversas utilizações. Resistência à abrasão superficial; Resistência mecânica à flexão; Dimensões finais.
  30. 30. IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO EM SETORES CONSIDERADOS CRÍTICOSPlano de Ação para controle das dimensões do produto PROBLEMA O QUE FAZER? FALTA DE CONTROLE DAS IMPLANTAR CEP NO SETOR DO DIMENSÕES DO PRODUTO FORNO PARA MONITORAÇÃO DAS DIMENSÕES DO PRODUTO, MEDINDO PEÇAS DO LADO LIVRE, CENTRO E TRACIONADO.Fonte: Dados da Pesquisa
  31. 31. IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO EMSETORES CONSIDERADOS CRÍTICOSEspecificação dos Dados a serem coletadosFigura - Carta de Controle propostaFonte: Dados da Pesquisa
  32. 32. CONCLUSÃOImplantação do C.E.P = redução nos desvios causados;Setor de Fornos;Levantamento de dados e a análise das alternativas ;Análise das informações do C.E.P.;Sugestões para trabalhos futuros: Estudo das variáveis que interferem na variação de tonalidade, cotado neste trabalho como segunda causa de reclamações de clientes; Estudo das causas do problema “mistura de classes”, cotado neste trabalho como terceira causa de reclamações de clientes; Utilização de ferramentas estatísticas da qualidade para a construção e adequação dos limites superior e inferior de controle;
  33. 33. PERGUNTAS?
  34. 34. OBRIGADO!

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