ADAPTA CORRETORA E<br />OS BENEFÍCIOS NO MUNDO CORPORATIVO<br />
1 - CENÁRIO DO SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR<br />2 - APRESENTAÇÃO DA ADAPTA CORRETORA<br />
ONDE ESTAMOS ERRANDO? ESTRUTURA DO SISTEMA.<br />
ONDE ESTAMOS ERRANDO? ESTRUTURA DO SISTEMA<br />
ONDE ESTAMOS ERRANDO? ESTRUTURA DO SISTEMA<br />
ONDE ESTAMOS ERRANDO? A MEDICINA NO ESTADO DA ARTE.<br />
ONDE ESTAMOS ERRANDO? CUSTO TECNOLÓGICO<br /><ul><li>DESTAQUE</li></ul>“...Marcos Magalhães, Presidente da Philips, de olh...
ONDE ESTAMOS ERRANDO? CUSTO TECNOLÓGICO<br /><ul><li>DESTAQUE – Relatório aos investidores</li></ul>“...Forte expansão das...
O que isso tem a ver com Sinistro?<br /><ul><li>Hospitais/clínicas especializadas são responsáveis pelo atendimento de “al...
Não havendo organização racional da assistência, cresce o nº de exames desnecessários;
É preciso definir prioridades e garantir a qualidade;
Usar o mínimo de recursos diagnósticos e de tratamento
Os avanços tecnológicos e as novas drogas não são substitutivos.</li></li></ul><li>ONDE ESTAMOS ERRANDO? IMPACTO DO ENVELH...
ONDE ESTAMOS ERRANDO? NÃO CONSIDERAR A PREDOMINÂNCIA FEMININA<br />
O que isso tem a ver com Sinistro?<br /><ul><li>85 % dos idosos têm pelos menos uma doença crônica. Entretanto, o número d...
65% dos idosos apresentam hipertensão, mas apenas 18% a tratam;
Custo médio de hospitalização por idoso/ano é 500% maior que o de crianças de 0 a 14 anos;</li></li></ul><li>ONDE ESTAMOS ...
ONDE ESTAMOS ERRANDO?FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO<br />
ONDE ESTAMOS ERRANDO? FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO<br />
ONDE ESTAMOS ERRANDO? OCORRÊNCIAS<br />
ONDE ESTAMOS ERRANDO? EXAMES<br />
O que isso tem a ver com Sinistro?<br /><ul><li>Para atuar na diminuição do consumo de serviços de saúde           interfe...
Prevenção tem melhores resultados em relação a custo-benefício;
Investir em atenção primária           melhor custo-efetividade.</li></li></ul><li>ONDE ESTAMOS ERRANDO? MENSURAR PERFIL E...
Identificar o que a população vem consumindo e buscar ações para interferir nos padrões de consumo.<br />Através de Inquér...
EPIDEMIOLOGIA<br />
O que isso tem a ver com sinistro?<br /><ul><li>Investimento em programas de prevenção em todos os países desenvolvidos   ...
Relacionada a continuidade da assistência         articulação entre os serviços;
Tempo entre diagnóstico e tratamento         interfere nos resultados.</li></li></ul><li>“NÓS” CRÍTICOS NA ADMINISTRAÇÃO D...
“NÓS” CRÍTICOS NA ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA<br />OUTROS:<br /><ul><li>Benefícios de permanência no plano – planos contribut...
Aposentados e agregados
Demitidos
Passivo atuarial de benefícios a aposentados em companhias de capital aberto</li></li></ul><li>CARACTERÍSTICAS DO SETOR DE...
Desperdício – hiper-utilização tecnológica em substituição à relação médico-paciente
Cultura – comportamento do usuário privilegia a cura e não a prevenção
Conflito – entre os agentes produtivos que oneram-se mutuamente
Barreira a ampliação de base de clientes – alto custo
Tendência continuada de aumento dos custos – envelhecimento da população e avanço tecnológico </li></li></ul><li>CARACTERÍ...
As pessoas que adoecem, ingressam pela porta + cara do sistema: o Pronto Socorro dos Hospitais
Custos administrativos imensos, dado que não existem formulários padrão ou planos padrão. Cada Operadora tem suas próprias...
Sistemas de informação estratégicas e de inteligência deficientes (ausência de pesquisas contínuas)</li></li></ul><li>CARA...
Necessidade de elevados investimentos em TI e aprimoramento da gestão de serviços
Elevada pressão das fontes de financiamento pela redução e/ou desaceleração dos custos de assistência
Elevação da complexidade de operação e prestação de serviços</li></li></ul><li>CARACTERÍSTICAS DO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENT...
Poucos esforços na prevenção
Falta de controles
Conflito conceitual:</li></ul>		OBJETIVO			SAÚDE<br />		REMUNERAÇÃO		DOENÇA<br />
OS CORPORATIVOS CARACTERIZAM-SE POR:<br /><ul><li>Sistemas de informação estratégicas e de inteligência frágeis, com conse...
Benefício não é caracterizado como ATIVO
Análise jurídica deficiente
Políticas de contenção não baseadas em pesquisa
Cultura de assistencialismo
Pouca ou nenhuma integração dos agentes internos
Conflito conceitual: PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE</li></li></ul><li>OS CORPORATIVOS CARACTERIZAM-SE POR:<br /><ul><li>Con...
Gestão da SINISTRALIDADE
Gestão da RECEITA
Gestão das DESPESAS E DOS CUSTOS</li></li></ul><li>COMPARATIVO CENÁRIO NA SAÚDE versus PREOCUPAÇÕES DOS CLIENTES CORPORATI...
TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DO BENEFÍCIO SAÚDE<br />Tendências Globais<br /><ul><li> Desaparecimento do mercado de pessoa fí...
 Crescimento de cadeias hospitalares controladas por investidores
 Estruturação de operações visando ganhos de produtividade em todos os players (hospitais/laboratórios/clínicas/operadoras)
 Aspectos contratuais suplantando aspectos atuariais
 Sindicalização das negociações</li></li></ul><li>TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DO BENEFÍCIO SAÚDE<br />Tendências Específicas...
 ênfase em sistemas de gestão de saúde como ferramenta básica na administração do risco
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Adapta - Palestras Corporativas

438 visualizações

Publicada em

Palestra sobre o SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR realizada para executivos de grandes corporações, dentre elas a ALCAN CABLE, ELEKTRO, COMGÁS, AVERAGE, BLUE TREE TOWERS.

Publicada em: Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
438
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
48
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
8
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Adapta - Palestras Corporativas

  1. 1. ADAPTA CORRETORA E<br />OS BENEFÍCIOS NO MUNDO CORPORATIVO<br />
  2. 2. 1 - CENÁRIO DO SISTEMA DE SAÚDE SUPLEMENTAR<br />2 - APRESENTAÇÃO DA ADAPTA CORRETORA<br />
  3. 3. ONDE ESTAMOS ERRANDO? ESTRUTURA DO SISTEMA.<br />
  4. 4. ONDE ESTAMOS ERRANDO? ESTRUTURA DO SISTEMA<br />
  5. 5. ONDE ESTAMOS ERRANDO? ESTRUTURA DO SISTEMA<br />
  6. 6. ONDE ESTAMOS ERRANDO? A MEDICINA NO ESTADO DA ARTE.<br />
  7. 7. ONDE ESTAMOS ERRANDO? CUSTO TECNOLÓGICO<br /><ul><li>DESTAQUE</li></ul>“...Marcos Magalhães, Presidente da Philips, de olho em um mercado de US$ 350 Bilhões: estamos nos reinventando..”<br />“...em cinco anos, a área médica se tornou a segunda receita da empresa...”<br />“...Gigante holandesa de eletrônicos agora mira em hospitais e clínicas e transforma o setor de saúde na prioridade mundial...”<br />“...1,2 bilhão foi o faturamento da empresa no Brasil em 2004, o equivalente a 60% de toda a receita gerada na América Latina..”<br />
  8. 8. ONDE ESTAMOS ERRANDO? CUSTO TECNOLÓGICO<br /><ul><li>DESTAQUE – Relatório aos investidores</li></ul>“...Forte expansão das marcas farmacêuticas oncológicas e cardiovasculares cresce dois dígitos..”<br />“...o trastuzumab (Herceptin), passará a ser usado plenamente nos próximos 2 anos, sendo previsível 78 casos novos a cada 100 mil mulheres...”<br />“...Novas drogas como o Cetuximab (Erbitux), Bevacizumab (Avastin), Gefitinib (Iressa), Erlotinib (Tarceva), irão tornar o custo da oncologia crescente...”<br />“...as maiores incidências de novos casos, cujos diagnósticos mais frequentes, cólon, reto e pulmão orientam o surgimento e aplicação de novas drogas..”<br />
  9. 9. O que isso tem a ver com Sinistro?<br /><ul><li>Hospitais/clínicas especializadas são responsáveis pelo atendimento de “alto risco” e diagnoses 45 a 60% dos custos médicos assistenciais;
  10. 10. Não havendo organização racional da assistência, cresce o nº de exames desnecessários;
  11. 11. É preciso definir prioridades e garantir a qualidade;
  12. 12. Usar o mínimo de recursos diagnósticos e de tratamento
  13. 13. Os avanços tecnológicos e as novas drogas não são substitutivos.</li></li></ul><li>ONDE ESTAMOS ERRANDO? IMPACTO DO ENVELHECIMENTO POPULAÇÃO<br />
  14. 14. ONDE ESTAMOS ERRANDO? NÃO CONSIDERAR A PREDOMINÂNCIA FEMININA<br />
  15. 15. O que isso tem a ver com Sinistro?<br /><ul><li>85 % dos idosos têm pelos menos uma doença crônica. Entretanto, o número dos que têm limitação funcional séria não chega a 20%;
  16. 16. 65% dos idosos apresentam hipertensão, mas apenas 18% a tratam;
  17. 17. Custo médio de hospitalização por idoso/ano é 500% maior que o de crianças de 0 a 14 anos;</li></li></ul><li>ONDE ESTAMOS ERRANDO? ACESSO<br />
  18. 18. ONDE ESTAMOS ERRANDO?FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO<br />
  19. 19. ONDE ESTAMOS ERRANDO? FREQUÊNCIA DE UTILIZAÇÃO<br />
  20. 20. ONDE ESTAMOS ERRANDO? OCORRÊNCIAS<br />
  21. 21. ONDE ESTAMOS ERRANDO? EXAMES<br />
  22. 22. O que isso tem a ver com Sinistro?<br /><ul><li>Para atuar na diminuição do consumo de serviços de saúde interferir no tipo de consumo;
  23. 23. Prevenção tem melhores resultados em relação a custo-benefício;
  24. 24. Investir em atenção primária melhor custo-efetividade.</li></li></ul><li>ONDE ESTAMOS ERRANDO? MENSURAR PERFIL EPIDEMIOLOGICO<br />
  25. 25. Identificar o que a população vem consumindo e buscar ações para interferir nos padrões de consumo.<br />Através de Inquéritos populacionais, Estudos de Morbidade (hospitalar e ambulatorial), extratificados segundo faixa etária, sexo, escolaridade, renda e atividade funcional<br />PREVALÊNCIA<br />EPIDEMIOLOGIA<br />
  26. 26. EPIDEMIOLOGIA<br />
  27. 27. O que isso tem a ver com sinistro?<br /><ul><li>Investimento em programas de prevenção em todos os países desenvolvidos diminuição de custo da doença;
  28. 28. Relacionada a continuidade da assistência articulação entre os serviços;
  29. 29. Tempo entre diagnóstico e tratamento interfere nos resultados.</li></li></ul><li>“NÓS” CRÍTICOS NA ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA<br />
  30. 30.
  31. 31. “NÓS” CRÍTICOS NA ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA<br />OUTROS:<br /><ul><li>Benefícios de permanência no plano – planos contributários
  32. 32. Aposentados e agregados
  33. 33. Demitidos
  34. 34. Passivo atuarial de benefícios a aposentados em companhias de capital aberto</li></li></ul><li>CARACTERÍSTICAS DO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR<br /><ul><li>Excesso de oferta na alta renda e demanda reprimida para a baixa renda
  35. 35. Desperdício – hiper-utilização tecnológica em substituição à relação médico-paciente
  36. 36. Cultura – comportamento do usuário privilegia a cura e não a prevenção
  37. 37. Conflito – entre os agentes produtivos que oneram-se mutuamente
  38. 38. Barreira a ampliação de base de clientes – alto custo
  39. 39. Tendência continuada de aumento dos custos – envelhecimento da população e avanço tecnológico </li></li></ul><li>CARACTERÍSTICAS DO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR<br /><ul><li>1/3 dos doentes da população, consomem 28% dos custos médicos
  40. 40. As pessoas que adoecem, ingressam pela porta + cara do sistema: o Pronto Socorro dos Hospitais
  41. 41. Custos administrativos imensos, dado que não existem formulários padrão ou planos padrão. Cada Operadora tem suas próprias regras
  42. 42. Sistemas de informação estratégicas e de inteligência deficientes (ausência de pesquisas contínuas)</li></li></ul><li>CARACTERÍSTICAS DO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR<br /><ul><li>Mudança do perfil do tratamento – Cirúrgico/clínico para Genético/molecular (novas drogas/novas técnicas em radioterapia) e ampliação da capacidade em medicina diagnóstica
  43. 43. Necessidade de elevados investimentos em TI e aprimoramento da gestão de serviços
  44. 44. Elevada pressão das fontes de financiamento pela redução e/ou desaceleração dos custos de assistência
  45. 45. Elevação da complexidade de operação e prestação de serviços</li></li></ul><li>CARACTERÍSTICAS DO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR<br /><ul><li>Num mercado perfeito o empreendedor maximiza seus lucros pela minimização dos custos. No mercado imperfeito da saúde o empreendedor maximiza lucros pelo aumento de custos.
  46. 46. Poucos esforços na prevenção
  47. 47. Falta de controles
  48. 48. Conflito conceitual:</li></ul> OBJETIVO SAÚDE<br /> REMUNERAÇÃO DOENÇA<br />
  49. 49. OS CORPORATIVOS CARACTERIZAM-SE POR:<br /><ul><li>Sistemas de informação estratégicas e de inteligência frágeis, com conseqüente deficiência da análise estratégica
  50. 50. Benefício não é caracterizado como ATIVO
  51. 51. Análise jurídica deficiente
  52. 52. Políticas de contenção não baseadas em pesquisa
  53. 53. Cultura de assistencialismo
  54. 54. Pouca ou nenhuma integração dos agentes internos
  55. 55. Conflito conceitual: PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DE SAÚDE</li></li></ul><li>OS CORPORATIVOS CARACTERIZAM-SE POR:<br /><ul><li>Conceituação e análise EPIDEMIOLÓGICA deficiente
  56. 56. Gestão da SINISTRALIDADE
  57. 57. Gestão da RECEITA
  58. 58. Gestão das DESPESAS E DOS CUSTOS</li></li></ul><li>COMPARATIVO CENÁRIO NA SAÚDE versus PREOCUPAÇÕES DOS CLIENTES CORPORATIVOS<br />RESULTADO: Conflito constante entre os agentes do sistema de saúde e os patrocinadores do sistema<br />
  59. 59. TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DO BENEFÍCIO SAÚDE<br />Tendências Globais<br /><ul><li> Desaparecimento do mercado de pessoa física
  60. 60. Crescimento de cadeias hospitalares controladas por investidores
  61. 61. Estruturação de operações visando ganhos de produtividade em todos os players (hospitais/laboratórios/clínicas/operadoras)
  62. 62. Aspectos contratuais suplantando aspectos atuariais
  63. 63. Sindicalização das negociações</li></li></ul><li>TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DO BENEFÍCIO SAÚDE<br />Tendências Específicas<br /><ul><li> O marketing hospitalar tornará produtos “commodities” na saúde mais lucrativos ou mais onerosos;
  64. 64. ênfase em sistemas de gestão de saúde como ferramenta básica na administração do risco
  65. 65. Novos modelos de contratação:
  66. 66. Disease Management (Foco na doença crônica e por definição a primeira atenção está voltada a um grupo específico de pacientes e a segunda, a um paciente em específico)
  67. 67. Gate Keeper (Entrada no sistema com o médico de atendimento primário, com o controle do acesso a especialistas e serviços de alta tecnologia)
  68. 68. Ciclo de fluxos de caixa à valor presente cada vez mais curtos </li></li></ul><li>TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DO BENEFÍCIO SAÚDE<br />Tendências Competitivas<br /><ul><li> Aprofundamento das diferenças competitivas entre as operadoras
  69. 69. Concentração da oferta de serviços e gerenciamento da demanda
  70. 70. Novos modelos de concurrent review (auditoria)</li></li></ul><li>TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DO BENEFÍCIO SAÚDE<br />Tendências Corporativas<br /><ul><li> Disseminação das decisões em saúde na empresa
  71. 71. Conscientização dos usuários
  72. 72. Ampliação do “premium and cost sharing” – maior contribuição</li></ul> dos funcionários nos valores de prêmios pagos e participação<br /> no custo de assistência<br /><ul><li> Serviços de saúde ocupacional – programas de revisão da</li></ul> saúde e atuação em ações de prevenção e detecção precoce<br /> de doenças e menos no controle do consumo.<br /><ul><li> Financeiro cada vez mais presente nas decisões
  73. 73. Jurídico cada vez mais presente nas decisões
  74. 74. Plano de metas por resultado > inclusão do saúde</li></li></ul><li>QUEM SOMOS<br />. Fundada em 2001<br />Core competence – Atendimento privilegiando a qualidade do relacionamento.<br />. 2002<br />Foco Negócios – Saúde - Voltado a pequenos grupos (Executivos)<br />. 2005<br />Foco Negócios – Benefícios - Médias e grandes corporações<br />. Para atender novo objetivo, a ADAPTA potencializou os recursos Humanos e Tecnológicos qualificando a ASSISTÊNCIA À PESSOAS como prioridade em seu negócio. <br />
  75. 75. MISSÃO<br /><ul><li> Assistir pessoas, visando o equilíbrio de</li></ul>interesses entre as corporações, seus<br />colaboradores e as seguradoras / operadoras.<br />
  76. 76. OBJETIVO<br /><ul><li> Ser um parceiro ESTRATÉGICO para as corporações contratantes</li></li></ul><li>IMPLANTANDO NOVOS CONCEITOS<br />
  77. 77. TRADUZINDO CONCEITOS<br />PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE<br />PREVENIR – Antecipar, preparar, evitar, dispor de modo que evite (dano, mal), impedir que se realize<br />AÇÕES CONJUNTAS DIRECIONADAS À QUALIDADE DE VIDA<br />=<br />+<br />PROMOVER – dar impulso a; trabalhar a favor de; favorecer o progresso; fazer avançar....<br />
  78. 78. ATUAÇÃO MERCADOLÓGICA<br />OS COMPONENTES BÁSICOS DO SISTEMA DE GESTÃO DE BENEFÍCIOS CORPORATIVOS<br />
  79. 79. COMO VEMOS O SISTEMA<br />
  80. 80.
  81. 81.
  82. 82.
  83. 83.
  84. 84. GESTÃO DA SAÚDE<br /><ul><li>O mercado atual trabalha tão somente ações “reativas” sobre estudos que se utilizam de parâmetros disponibilizados pelas Operadoras;
  85. 85. A ADAPTA posicionou-se estrategicamente com o lançamento do GIBmc, uma poderosa ferramenta de gestão da saúde que busca a integração das informações disponibilizadas pelos agentes da cadeia produtiva – operadoras, corporações, seus colaboradores e dependentes, possibilitando:
  86. 86. Pró-atividade visto que é possível detectar tendências de uma população corporativa
  87. 87. Ações Preventivas altamente direcionadas
  88. 88. Manutenção do equilíbrio econômico-financeiro da carteira.</li></li></ul><li>COMPONENTES DE PLANEJAMENTO<br /><ul><li>INDICADORES DE AÇÕES BÁSICAS EM SAÚDE UTILIZADOS PELA ANVISA E OMS.
  89. 89. ANÁLISEEPIDEMIOLÓGICADA CARTEIRA - LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO SEXO, IDADE, FUNÇÃO DO COLABORADOR E ATIVIDADE PRINCIPAL DA CORPORAÇÃO.</li></ul> <br /><ul><li>ANAMNESEDA CARTEIRA - LEVANTAMENTO DOS DADOS DA SAÚDE DE CADA PARTICIPANTE DO BENEFÍCIO.</li></li></ul><li>DESENHO DO PLANEJAMENTO<br />Contexto ambiental<br />Fatores Sócio-Econômicos<br />Fatores Individuais-comportamentais<br />Determinantes<br />de<br />Saúde<br />Morbidade<br />Estado Funcional<br />Bem-estar<br />Mortalidade<br />Condições de <br />Saúde da <br />População<br /><ul><li> O que motiva as pessoas a procurarem os serviços de saúde?</li></li></ul><li>DESENHO DO PLANEJAMENTO<br />Como medimos demanda em saúde?<br /><ul><li>Inquéritos populacionais – estudos transversais
  90. 90. Fatores de risco / fatores que definem padrões de consumo
  91. 91. Motivo de procura aos serviços de saúde
  92. 92. Exames preventivos
  93. 93. Consultas Médicas de rotina
  94. 94. Atendimentos de emergência
  95. 95. Internações
  96. 96. Estudos de morbidade
  97. 97. Hospitalar
  98. 98. Ambulatorial</li></li></ul><li>INDIVÍDUO<br />TITULARES<br />DEPENDENTES<br />Médico do Trabalho<br />Médico de Atendimento<br />Primário<br />Prontuário<br />Prontuário<br />Exame admissional <br />e periódico<br />Questionário de <br />Avaliação e exame<br />clínico<br />DADOS<br />
  99. 99. DESENHO DO PLANEJAMENTOGestão da Carteira<br />A análise de todas as informações obtidas permeia a elaboração de um planejamento com uma visão macro mais precisa, de forma a implementar ações mais eficazes na proteção da população saudável, evitando-se os casos críticos e diminuindo o impacto nos custos dos casos crônicos. <br />
  100. 100. DESENHO DO PLANEJAMENTOGestão da Carteira<br />MÓDULO 1<br />Planejamento<br />Básico<br />MÓDULO 3<br />Anamnese<br />do Indivíduo<br />MÓDULO 2<br />Planejamento<br />Epidemiológico<br />Segmentação da Carteira<br />POPULAÇÃO<br />ATIVOS<br /> Dependentes<br />APOSENTADOS<br /> Dependentes<br />AGREGADOS<br /> Dependentes<br />PROCEDIMENTOS<br />GERAL<br /> Especialidades<br />PLANEJAMENTO<br />Ações<br />direcionadas<br />
  101. 101.
  102. 102.
  103. 103. ATUAÇÃO MERCADOLÓGICA<br /><ul><li>OPERACIONAL
  104. 104. Redução de custos
  105. 105. Aumento de produtividade
  106. 106. TÁTICO
  107. 107. Visão de custos a curto e médio prazos
  108. 108. Informações gerenciais on-line
  109. 109. Potencializa o RH
  110. 110. ESTRATÉGICO
  111. 111. Visão de custos a longo prazo
  112. 112. Agregar valor a Corporação</li></li></ul><li>CASE - COMGÁS<br />
  113. 113. CASE - COMGÁS<br />
  114. 114. CASE - COMGÁS<br />
  115. 115. PRÊMIO<br />SINISTRO X PRÊMIO<br />SINISTRO<br />1.200.000,00<br />1.000.000,00<br />76,4%<br />800.000,00<br />65,7%<br />63,4%<br />68,2%<br />59,7%<br />60,8%<br />69,9%<br />600.000,00<br />57,5%<br />64,2%<br />53,6%<br />400.000,00<br />23,3%<br />200.000,00<br />-<br />JAN/2005<br />FEV/2005<br />MAR/2005<br />ABR/2005<br />MAI/2005<br />JUN/2005<br />JUL/2005<br />AGO/2005<br />SET/2005<br />OUT/2005<br />NOV/2005<br />DEZ/2005<br />CASE - COMGÁS<br />43,3%<br />SINISTRALIDADE MÉDIA ANUAL = 58,78%<br />
  116. 116. CASE COMGÁS<br />FUNDAMENTOS PARA MINIMIZAR RESISTÊNCIAS<br />INFORMAÇÃO<br />RELACIONAMENTO /DIÁLOGO<br />
  117. 117. CASE COMGÁS<br />INTEGRAÇÃO DOS AGENTES<br />Corretora / RH (sponsor) +<br />Líderes de diferentes áreas do negócio<br />Reconhecimento e respeito mútuo entre empresa x colaborador<br />
  118. 118. Obrigado!<br />

×