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10 de Março de 2024
Lição 10
A CEIA DO SENHOR - A SEGUNDA
ORDENANÇA DA IGREJA
TEXTO ÁUREO
“Porque, todas as vezes que comerdes este pão e
beberdes este cálice, anunciais a morte do
Senhor, até que venha.” (1 Co 11.26)
VERDADE PRÁTICA
A Ceia do Senhor, como uma
ordenança, celebra a comunhão do
crente com o Senhor ressuscitado.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Lc 22.19,20 Uma ordenança de Jesus
Terça - 1 Co 11.24 A Ceia do Senhor como um memorial
Quarta - 1 Co 11.26 Proclamando a morte do Senhor
Quinta - At 2.42 Celebrando a comunhão cristã
Sexta - 1 Co 11.27 Mantendo a reverência na Ceia do
Senhor
Sábado - 1 Co 5.7,8 Celebrando de maneira festiva
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Coríntios 11.17-34
17 - Nisto, porém, que vou dizer-vos, não vos louvo, porquanto vos
ajuntais, não para melhor, senão para pior.
18 - Porque, antes de tudo, ouço que, quando vos ajuntais na igreja,
há entre vós dissensões; e em parte o creio.
19 - E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são
sinceros se manifestem entre vós.
20 - De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a
Ceia do Senhor.
21 - Porque, comendo, cada um toma antecipadamente a sua própria
ceia; e assim um tem fome, e outro embriaga-se.
22 - Não tendes, porventura, casas para comer e para beber? Ou
desprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm?
Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisso não vos louvo.
23 - Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que
o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
24 - e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o
meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
25 - Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice,
dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei
isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.
26 - Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes
este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha.
27 - Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do
Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do
Senhor.
28 - Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma
deste pão, e beba deste cálice.
29 - Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para
sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.
30 - Por causa disso, há entre vós muitos fracos e doentes e
muitos que dormem.
31- - Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não
seríamos julgados.
32 - Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo
Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
33 - Portanto, meus irmãos, quando vos ajuntais para comer,
esperai uns pelos outros.
34 - Mas, se algum tiver fome, coma em casa, para que vos não
ajunteis para condenação. Quanto às demais coisas, ordená-las-
ei quando for ter convosco.
INTRODUÇÃO
Assim como o Batismo em águas, a Ceia do Senhor também é uma
ordenança dada por Jesus à sua Igreja. Ao longo da história, a Igreja tem
a Ceia do Senhor como uma das celebrações mais significativas. Nesse
sentido, o cristão pode contemplar a Ceia sob três perspectivas. Primeira,
um olhar para trás, quando contempla Cristo entregando-se em sacrifício
vicário na cruz; segunda, um olhar para o presente, quando vê sua real
condição diante de Deus e como foi alcançado pela graça de Deus;
terceira, um olhar para o futuro, quando mantém sua expectativa e
esperança na Segunda Vinda de Cristo. Nesse sentido, a Ceia do Senhor
é uma cerimônia que deve ser celebrada com reverência, júbilo e
expectativa. PALAVRA-CHAVE: Comunhão
I - A NATUREZA DA CEIA DO SENHOR NA
TRADIÇÃO CRISTÃ
1. Na tradição romana. O romanismo compreende de
forma literal as expressões ditas por Jesus em referência
aos elementos da Ceia do Senhor: “isto é o meu corpo”
(Lc 22.19); “Este cálice é [...] meu sangue” (Lc 22.20).
Assim, segundo esse entendimento, durante o cerimonial
os elementos da Ceia se convertem no corpo e no sangue
de Cristo. Esse ensino é conhecido como
transubstanciação. Há pelo menos dois problemas com
essa interpretação.
O primeiro de natureza lógica, pois quando Jesus celebrou
a última Páscoa, Ele estava presente e, portanto, não
poderia estar fisicamente no pão e muito menos no cálice,
já que fisicamente ele se encontrava lá. Por outro lado,
entender essas palavras de forma literal e, não como
metáforas, cria problemas de natureza exegética. Jesus
disse, por exemplo, que ele era a porta (Jo 10.9).
Evidentemente, Ele não se referia a uma porta literal.
2. Na tradição protestante. A tradição luterana
diverge da católica quando nega que os elementos da
Ceia, o pão e o vinho, se tornem ou se convertam no
corpo e no sangue de Cristo. Contudo, afirma que o
corpo físico de Jesus está presente no pão da Ceia.
Esse entendimento luterano é denominado de
consubstanciação. Como se vê, Lutero não conseguiu
se desvencilhar por completo da tradição católica
quando dá uma versão modificada da sua antiga crença.
3. A posição pentecostal. A tradição pentecostal entende
que o pão e o vinho não se convertem fisicamente no corpo
de Jesus nem tampouco Jesus está presente fisicamente neles.
Assim, o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de
Jesus. Contudo, Jesus se faz presente espiritualmente nos
símbolos da Ceia (Mt 18.20). Essa é a posição da maioria dos
pentecostais. Também enfatizamos o aspecto memorial na
celebração da Ceia do Senhor. Nesse sentido, a Ceia do
Senhor é para quem está em comunhão, e não para dar
comunhão. Esse entendimento se ajusta ao ensino do Novo
Testamento sobre a Ceia do Senhor.
SINOPSE I
A Ceia do Senhor é celebrada em nossa
igreja sob uma perspectiva memorial em
que Jesus está espiritualmente presente.
II - O PROPÓSITO DA CEIA DO SENHOR
1. Celebrar a expiação de Cristo. Ao escrever sobre a Ceia
do Senhor, o apóstolo Paulo destacou como propósito dessa
celebração “anunciar a morte do Senhor” (1 Co 11.26). Nesse
caso, a Ceia do Senhor aponta para o Calvário. Ela celebra a
vitória de Cristo na cruz sobre o pecado, a morte e o Diabo
(Hb 2.14,15). Por intermédio da morte de Cristo na cruz,
fomos justificados e reconciliados com Deus (2 Co 5.21).
Portanto, na Ceia do Senhor celebramos a vitória de Jesus na
cruz, que também é a nossa vitória (Ap 12.11).
2. Proclamar a segunda vinda de Cristo. A Ceia do
Senhor proclama a sua segunda vinda (1 Co 11.26).
Logo, há um sentido escatológico na celebração da
Ceia do Senhor. Quando essa bendita esperança é
perdida, a igreja se seculariza. Assim, na Ceia do
Senhor, a Igreja mantém um olhar no passado,
quando contempla a vitória de Jesus na cruz, mas
também mantém o seu olhar no futuro, esperando e
ansiando por sua Segunda Vinda. Ao contemplar o
retorno de Cristo, a Igreja lembra que é peregrina
nesta Terra e que a sua pátria não é aqui (Fp 3.20,21).
3. Celebrar a comunhão cristã. Uma das razões que levou
o apóstolo Paulo a escrever a sua Primeira Carta aos
Coríntios estava relacionada à questão de divisões entre os
irmãos daquela igreja (1 Co 1.11). Esse era um problema
recorrente entre os coríntios e estava presente também
durante a celebração da Ceia do Senhor. Paulo os reprova
por isso (1 Co 11.17). O clima fraterno e de comunhão
deixara de existir (At 2.42; 1 Jo 1.7). Nesse sentido, alguns
não esperavam pelos outros para celebrarem a Ceia juntos
(1 Co 11.21). Quando há o espírito de divisão, litígios e
intrigas entre os crentes, a celebração da Ceia do Senhor
perde todo o seu sentido.
SINOPSE II
O propósito da Ceia do Senhor passa pela lembrança
da expiação de Cristo, nossa comunhão com Ele e a
promessa de sua segunda vinda.
III - O MODO DE CELEBRAÇÃO DA CEIA
DO SENHOR
1. O que é participar “indignamente”? Concernente à celebração da
Ceia do Senhor, Paulo advertiu sobre o perigo de participar da Ceia
indignamente (1 Co 11.27). O termo português “indignamente” é a
tradução do advérbio grego anaxiós. Um advérbio indica a maneira ou
modo como se faz uma coisa enquanto um adjetivo indica o seu estado.
Nesse sentido, esse advérbio modifica o verbo comer e está relacionado
ao modo ou maneira como os coríntios estavam comendo a Ceia do
Senhor - de maneira desordenada, quando não esperavam um pelos
outros; de maneira indisciplinada, quando comiam mais do que os outros
e de maneira irreverente quando se embriagavam (1 Co 11.18,21,22).
2. Uma celebração reverente. Se em lugar de um advérbio,
que indica modo ou maneira, Paulo tivesse usado um adjetivo,
que indica estado, qualidade ou natureza, então ninguém
poderia participar da Ceia, pelo fato de que ninguém é digno (1
Co 11.27). Como mostramos, não é esse o caso. É verdade que
não participamos da Ceia do Senhor porque somos dignos,
mas pela graça de Deus. Contudo, ninguém seja tentado em
pensar que, pelo fato de ser um pecador alcançado pela graça,
pode participar da Ceia vivendo deliberadamente em pecado.
Se a simples maneira irreverente de celebrar a Ceia atrai o juízo
divino, o que dizer então de quem participa com pecados não
confessados? Pecado não confessado atrai o juízo divino.
3. Celebração festiva. A Ceia do Senhor celebra a
morte e ressurreição de Jesus e não o seu funeral. A
Ceia celebra o Cristo que morreu, mas que
ressuscitou (1 Co 15.1-4). Deve, portanto, ser uma
celebração reverente, contudo, festiva (1 Co 5.7-8).
Nosso Redentor vive e, por isso, devemos
demonstrar isso na Celebração da Ceia do Senhor.
Nela, portanto, deve haver um ambiente de
reverência e, ao mesmo tempo, de abundante alegria.
SINOPSE III
A celebração da Ceia do Senhor
deve acontecer de modo reverente e,
ao mesmo tempo, festivo.
CONCLUSÃO
Nesta lição, sob diferentes perspectivas, vimos alguns aspectos
que revelam o sentido e propósito da Ceia do Senhor. Não é
um sacramento, que de forma mágica concede graça aos que
dela participam nem tampouco uma vacina para dar comunhão
a quem não tem. Na verdade, o direito de celebrar essa
importante ordenança é o resultado da graça que foi concedida
a cada crente. É necessário ter esse discernimento quando se
participa desse rito cristão. Trata, pois, de um ato que não pode
ser celebrado de qualquer jeito ou maneira, nem tampouco por
quem vive deliberadamente em pecado.
REVISANDO O CONTEÚDO
1. Qual é a posição da maioria dos pentecostais em
relação aos elementos da Ceia do Senhor?
O pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de
Jesus. Contudo, Jesus se faz presente
espiritualmente nos símbolos da Ceia (Mt 18.20). E
também há o aspecto memorial da Ceia do Senhor.
2. Para o que a Ceia do Senhor aponta?
A Ceia do Senhor aponta para o Calvário.
3. Que tipo de sentido está presente na Ceia do Senhor?
A Ceia do Senhor proclama a sua segunda vinda (1 Co 11.26).
Logo, há um sentido escatológico na celebração da Ceia do
Senhor.
4. Qual foi a advertência de Paulo em relação à Ceia do
Senhor?
Concernente à celebração da Ceia do Senhor, Paulo advertiu
sobe o perigo de participar da Ceia indignamente (1 Co 11.27).
5. O que a Ceia do Senhor celebra?
A Ceia do Senhor celebra a morte e ressurreição de Jesus e
não o seu funeral. A Ceia celebra o Cristo que morreu, mas
que ressuscitou (1 Co 15.1-4).
REFERÊNCIAS
CPAD. O CORPO DE CRISTO - Origem, Natureza e Missão da Igreja
no Mundo. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus
(CPAD), 2024. (Lições Bíblicas, Adultos CPAD).
SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL (org.). Bíblia De Estudo Plenitude
Revista E Atualizada. Barueri, SP: SBB, 2005.
Slides elaborados por Celso Napoleon
EBD | 1° Trimestre De 2024 | CPAD Adultos | Tema: O
CORPO DE CRISTO - Origem, Natureza e Missão da
Igreja no Mundo | Escola Bíblica Dominical | Lição 10 -
A Ceia do Senhor – A Segunda Ordenança da Igreja
LIÇÕES:
Lição 1- A Origem da igreja
Lição 2 - Imagens Bíblicas da Igreja
Lição 3 - A Natureza da Igreja
Lição 4 - A Igreja e o Reino de Deus
Lição 5 - A Missão da Igreja de Cristo
Lição 6 - Igreja: Organismo e Organização
Lição 7 - O Ministério da Igreja
Lição 8 - A Disciplina na Igreja
Lição 9 - O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja
Lição 10 - A Ceia do Senhor – A Segunda Ordenança da Igreja
Lição 11 - O Culto da Igreja Cristã
Lição 12 - O Papel da Pregação no Culto
Lição 13 - O Poder de Deus na Missão da Igreja

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  • 1. 10 de Março de 2024 Lição 10 A CEIA DO SENHOR - A SEGUNDA ORDENANÇA DA IGREJA
  • 2. TEXTO ÁUREO “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha.” (1 Co 11.26)
  • 3. VERDADE PRÁTICA A Ceia do Senhor, como uma ordenança, celebra a comunhão do crente com o Senhor ressuscitado.
  • 4. LEITURA DIÁRIA Segunda - Lc 22.19,20 Uma ordenança de Jesus Terça - 1 Co 11.24 A Ceia do Senhor como um memorial Quarta - 1 Co 11.26 Proclamando a morte do Senhor Quinta - At 2.42 Celebrando a comunhão cristã Sexta - 1 Co 11.27 Mantendo a reverência na Ceia do Senhor Sábado - 1 Co 5.7,8 Celebrando de maneira festiva
  • 5. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE 1 Coríntios 11.17-34 17 - Nisto, porém, que vou dizer-vos, não vos louvo, porquanto vos ajuntais, não para melhor, senão para pior. 18 - Porque, antes de tudo, ouço que, quando vos ajuntais na igreja, há entre vós dissensões; e em parte o creio. 19 - E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós. 20 - De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a Ceia do Senhor. 21 - Porque, comendo, cada um toma antecipadamente a sua própria ceia; e assim um tem fome, e outro embriaga-se.
  • 6. 22 - Não tendes, porventura, casas para comer e para beber? Ou desprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisso não vos louvo. 23 - Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; 24 - e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. 25 - Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. 26 - Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha.
  • 7. 27 - Portanto, qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. 28 - Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice. 29 - Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. 30 - Por causa disso, há entre vós muitos fracos e doentes e muitos que dormem. 31- - Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.
  • 8. 32 - Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo. 33 - Portanto, meus irmãos, quando vos ajuntais para comer, esperai uns pelos outros. 34 - Mas, se algum tiver fome, coma em casa, para que vos não ajunteis para condenação. Quanto às demais coisas, ordená-las- ei quando for ter convosco.
  • 9. INTRODUÇÃO Assim como o Batismo em águas, a Ceia do Senhor também é uma ordenança dada por Jesus à sua Igreja. Ao longo da história, a Igreja tem a Ceia do Senhor como uma das celebrações mais significativas. Nesse sentido, o cristão pode contemplar a Ceia sob três perspectivas. Primeira, um olhar para trás, quando contempla Cristo entregando-se em sacrifício vicário na cruz; segunda, um olhar para o presente, quando vê sua real condição diante de Deus e como foi alcançado pela graça de Deus; terceira, um olhar para o futuro, quando mantém sua expectativa e esperança na Segunda Vinda de Cristo. Nesse sentido, a Ceia do Senhor é uma cerimônia que deve ser celebrada com reverência, júbilo e expectativa. PALAVRA-CHAVE: Comunhão
  • 10. I - A NATUREZA DA CEIA DO SENHOR NA TRADIÇÃO CRISTÃ 1. Na tradição romana. O romanismo compreende de forma literal as expressões ditas por Jesus em referência aos elementos da Ceia do Senhor: “isto é o meu corpo” (Lc 22.19); “Este cálice é [...] meu sangue” (Lc 22.20). Assim, segundo esse entendimento, durante o cerimonial os elementos da Ceia se convertem no corpo e no sangue de Cristo. Esse ensino é conhecido como transubstanciação. Há pelo menos dois problemas com essa interpretação.
  • 11. O primeiro de natureza lógica, pois quando Jesus celebrou a última Páscoa, Ele estava presente e, portanto, não poderia estar fisicamente no pão e muito menos no cálice, já que fisicamente ele se encontrava lá. Por outro lado, entender essas palavras de forma literal e, não como metáforas, cria problemas de natureza exegética. Jesus disse, por exemplo, que ele era a porta (Jo 10.9). Evidentemente, Ele não se referia a uma porta literal.
  • 12. 2. Na tradição protestante. A tradição luterana diverge da católica quando nega que os elementos da Ceia, o pão e o vinho, se tornem ou se convertam no corpo e no sangue de Cristo. Contudo, afirma que o corpo físico de Jesus está presente no pão da Ceia. Esse entendimento luterano é denominado de consubstanciação. Como se vê, Lutero não conseguiu se desvencilhar por completo da tradição católica quando dá uma versão modificada da sua antiga crença.
  • 13. 3. A posição pentecostal. A tradição pentecostal entende que o pão e o vinho não se convertem fisicamente no corpo de Jesus nem tampouco Jesus está presente fisicamente neles. Assim, o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Jesus. Contudo, Jesus se faz presente espiritualmente nos símbolos da Ceia (Mt 18.20). Essa é a posição da maioria dos pentecostais. Também enfatizamos o aspecto memorial na celebração da Ceia do Senhor. Nesse sentido, a Ceia do Senhor é para quem está em comunhão, e não para dar comunhão. Esse entendimento se ajusta ao ensino do Novo Testamento sobre a Ceia do Senhor.
  • 14. SINOPSE I A Ceia do Senhor é celebrada em nossa igreja sob uma perspectiva memorial em que Jesus está espiritualmente presente.
  • 15. II - O PROPÓSITO DA CEIA DO SENHOR 1. Celebrar a expiação de Cristo. Ao escrever sobre a Ceia do Senhor, o apóstolo Paulo destacou como propósito dessa celebração “anunciar a morte do Senhor” (1 Co 11.26). Nesse caso, a Ceia do Senhor aponta para o Calvário. Ela celebra a vitória de Cristo na cruz sobre o pecado, a morte e o Diabo (Hb 2.14,15). Por intermédio da morte de Cristo na cruz, fomos justificados e reconciliados com Deus (2 Co 5.21). Portanto, na Ceia do Senhor celebramos a vitória de Jesus na cruz, que também é a nossa vitória (Ap 12.11).
  • 16. 2. Proclamar a segunda vinda de Cristo. A Ceia do Senhor proclama a sua segunda vinda (1 Co 11.26). Logo, há um sentido escatológico na celebração da Ceia do Senhor. Quando essa bendita esperança é perdida, a igreja se seculariza. Assim, na Ceia do Senhor, a Igreja mantém um olhar no passado, quando contempla a vitória de Jesus na cruz, mas também mantém o seu olhar no futuro, esperando e ansiando por sua Segunda Vinda. Ao contemplar o retorno de Cristo, a Igreja lembra que é peregrina nesta Terra e que a sua pátria não é aqui (Fp 3.20,21).
  • 17. 3. Celebrar a comunhão cristã. Uma das razões que levou o apóstolo Paulo a escrever a sua Primeira Carta aos Coríntios estava relacionada à questão de divisões entre os irmãos daquela igreja (1 Co 1.11). Esse era um problema recorrente entre os coríntios e estava presente também durante a celebração da Ceia do Senhor. Paulo os reprova por isso (1 Co 11.17). O clima fraterno e de comunhão deixara de existir (At 2.42; 1 Jo 1.7). Nesse sentido, alguns não esperavam pelos outros para celebrarem a Ceia juntos (1 Co 11.21). Quando há o espírito de divisão, litígios e intrigas entre os crentes, a celebração da Ceia do Senhor perde todo o seu sentido.
  • 18. SINOPSE II O propósito da Ceia do Senhor passa pela lembrança da expiação de Cristo, nossa comunhão com Ele e a promessa de sua segunda vinda.
  • 19. III - O MODO DE CELEBRAÇÃO DA CEIA DO SENHOR 1. O que é participar “indignamente”? Concernente à celebração da Ceia do Senhor, Paulo advertiu sobre o perigo de participar da Ceia indignamente (1 Co 11.27). O termo português “indignamente” é a tradução do advérbio grego anaxiós. Um advérbio indica a maneira ou modo como se faz uma coisa enquanto um adjetivo indica o seu estado. Nesse sentido, esse advérbio modifica o verbo comer e está relacionado ao modo ou maneira como os coríntios estavam comendo a Ceia do Senhor - de maneira desordenada, quando não esperavam um pelos outros; de maneira indisciplinada, quando comiam mais do que os outros e de maneira irreverente quando se embriagavam (1 Co 11.18,21,22).
  • 20. 2. Uma celebração reverente. Se em lugar de um advérbio, que indica modo ou maneira, Paulo tivesse usado um adjetivo, que indica estado, qualidade ou natureza, então ninguém poderia participar da Ceia, pelo fato de que ninguém é digno (1 Co 11.27). Como mostramos, não é esse o caso. É verdade que não participamos da Ceia do Senhor porque somos dignos, mas pela graça de Deus. Contudo, ninguém seja tentado em pensar que, pelo fato de ser um pecador alcançado pela graça, pode participar da Ceia vivendo deliberadamente em pecado. Se a simples maneira irreverente de celebrar a Ceia atrai o juízo divino, o que dizer então de quem participa com pecados não confessados? Pecado não confessado atrai o juízo divino.
  • 21. 3. Celebração festiva. A Ceia do Senhor celebra a morte e ressurreição de Jesus e não o seu funeral. A Ceia celebra o Cristo que morreu, mas que ressuscitou (1 Co 15.1-4). Deve, portanto, ser uma celebração reverente, contudo, festiva (1 Co 5.7-8). Nosso Redentor vive e, por isso, devemos demonstrar isso na Celebração da Ceia do Senhor. Nela, portanto, deve haver um ambiente de reverência e, ao mesmo tempo, de abundante alegria.
  • 22. SINOPSE III A celebração da Ceia do Senhor deve acontecer de modo reverente e, ao mesmo tempo, festivo.
  • 23. CONCLUSÃO Nesta lição, sob diferentes perspectivas, vimos alguns aspectos que revelam o sentido e propósito da Ceia do Senhor. Não é um sacramento, que de forma mágica concede graça aos que dela participam nem tampouco uma vacina para dar comunhão a quem não tem. Na verdade, o direito de celebrar essa importante ordenança é o resultado da graça que foi concedida a cada crente. É necessário ter esse discernimento quando se participa desse rito cristão. Trata, pois, de um ato que não pode ser celebrado de qualquer jeito ou maneira, nem tampouco por quem vive deliberadamente em pecado.
  • 24. REVISANDO O CONTEÚDO 1. Qual é a posição da maioria dos pentecostais em relação aos elementos da Ceia do Senhor? O pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Jesus. Contudo, Jesus se faz presente espiritualmente nos símbolos da Ceia (Mt 18.20). E também há o aspecto memorial da Ceia do Senhor. 2. Para o que a Ceia do Senhor aponta? A Ceia do Senhor aponta para o Calvário.
  • 25. 3. Que tipo de sentido está presente na Ceia do Senhor? A Ceia do Senhor proclama a sua segunda vinda (1 Co 11.26). Logo, há um sentido escatológico na celebração da Ceia do Senhor. 4. Qual foi a advertência de Paulo em relação à Ceia do Senhor? Concernente à celebração da Ceia do Senhor, Paulo advertiu sobe o perigo de participar da Ceia indignamente (1 Co 11.27). 5. O que a Ceia do Senhor celebra? A Ceia do Senhor celebra a morte e ressurreição de Jesus e não o seu funeral. A Ceia celebra o Cristo que morreu, mas que ressuscitou (1 Co 15.1-4).
  • 26. REFERÊNCIAS CPAD. O CORPO DE CRISTO - Origem, Natureza e Missão da Igreja no Mundo. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), 2024. (Lições Bíblicas, Adultos CPAD). SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL (org.). Bíblia De Estudo Plenitude Revista E Atualizada. Barueri, SP: SBB, 2005.
  • 27. Slides elaborados por Celso Napoleon EBD | 1° Trimestre De 2024 | CPAD Adultos | Tema: O CORPO DE CRISTO - Origem, Natureza e Missão da Igreja no Mundo | Escola Bíblica Dominical | Lição 10 - A Ceia do Senhor – A Segunda Ordenança da Igreja
  • 28. LIÇÕES: Lição 1- A Origem da igreja Lição 2 - Imagens Bíblicas da Igreja Lição 3 - A Natureza da Igreja Lição 4 - A Igreja e o Reino de Deus Lição 5 - A Missão da Igreja de Cristo Lição 6 - Igreja: Organismo e Organização Lição 7 - O Ministério da Igreja Lição 8 - A Disciplina na Igreja Lição 9 - O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja Lição 10 - A Ceia do Senhor – A Segunda Ordenança da Igreja Lição 11 - O Culto da Igreja Cristã Lição 12 - O Papel da Pregação no Culto Lição 13 - O Poder de Deus na Missão da Igreja