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Resumindo: “ Os gays querem entrar em uma loja e ter um bom atendimento [..] E os casais do mesmo sexo buscam ambientes em...
Algumas empresas que já apostam no setor (com sucesso, é claro!)
Shade Andrea Cavalcante <ul><li>Graduanda em Relações Públicas.  </li></ul><ul><li>No momento é Planejamento de Relacionam...
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Material de apoio à apresentação pública. Visa expor alguns dados e fatos sobre o setor de Atendimento ao Cliente, em atenção específica ao eixo LGBTTS.

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The pink public: Estarão as empresas preparadas pra atender?!

  1. 1. The Pink Public  Estarão as empresas preparadas para atender?!
  2. 2. Pra referenciar: <ul><li>Só nos EUA estimasse que o “Pink Money” movimente US$ 700 BI anualmente </li></ul><ul><li>(World Travel Market) e no Brasil estima-se que esse número esteja na casa dos US$ </li></ul><ul><li>6,5 BI ao ano (ABRAT-GLS 08) </li></ul><ul><li>O público GLS viaja em média 6 vezes ao ano em viagens de longa-distância, o heterossexual viaja apenas 1,4 vezes . </li></ul><ul><li>CMI (Community Marketing Inc.) </li></ul><ul><li> “ Clientes gays gastam em média 25% do valor do imóvel </li></ul><ul><li>em acabamento e modificação da planta. Clientes </li></ul><ul><li>héteros, gastam em média 12%” </li></ul><ul><li> Romeu Busarello, diretor de marketing da Tecnisa </li></ul><ul><li>Além do já consagrado roteiro de boates, bares e saunas, a cada </li></ul><ul><li>dia surgem novos negócios voltados aos homossexuais, incluindo </li></ul><ul><li>loja de roupa, editora, companhia de seguro, restaurante e até </li></ul><ul><li>mesmo pet-shops.  </li></ul>
  3. 3. Provocando: <ul><li>Para se tornar .. </li></ul><ul><li>Basta hastear uma bandeira do arco-íris na porta ? </li></ul><ul><li>Ter funcionários gays? Tocar música de “buatchy”? Vender ingresso pra festinha? </li></ul><ul><li>Fazer anúncio na véspera da parada gay? </li></ul><ul><li>“ Uma borracharia, por exemplo, pode ser gay friendly, não precisa vender pneu nas cores do arco-íris” </li></ul><ul><li>Douglas Drummond, Presidente da Câmara de Comércio LGBT do Brasil. </li></ul>
  4. 4. Desconstruindo: Mitos sobre a comunidade <ul><li>“ Livres para gastar: Eles não tem filhos em sua grande maioria, tendo um orçamento mais aberto para </li></ul><ul><li>gastar com diversão, itens de luxo e cultura. O gay gasta em média 40% a mais que os héteros durante </li></ul><ul><li>suas férias.” – Ahram, gay não constitui família né !? </li></ul><ul><li>“ Custo e benefício: Os gays gostam de coisas boas e apreciam a qualidade, não se importando com os preços. O gay consegue planejar gastos, sempre preferindo o pagamento à vista ou em poucas parcelas.” - A velha máxima, “todo gay é fashionista” </li></ul><ul><li>“ Referência: Gays são naturalmente formadores de opinião. Normalmente de formação cultural variada, </li></ul><ul><li>o gay consegue conversar sobre diversos assuntos. Moda, comunicação,arquitetura, design, beleza, cultura </li></ul><ul><li>e arte são campos onde muitos gays manifestam grande interesse e conhecimento” – Ser gay é ser Cult?! </li></ul><ul><li>“ Decisão de compra : Quando moram com os pais, são responsáveis pelas compras. Acompanham e opinam na hora de decidir. Junto com as mães, são responsáveis pela decisão do orçamento familiar, em razão da proximidade entre os dois.” - Todo jovem e toda a geração y possuem comportamento similar. Então todos eles são gays?! </li></ul><ul><li>“ Fidelidade: São fiéis a marcas, produtos e empresas que os tratam bem e com qualidade. Uma </li></ul><ul><li>comunicação dirigida ou simpatia pela marca ou pelo produto são suficientes para garantir o sucesso do </li></ul><ul><li>produto com este público e com o público mais qualificado.” – [todo gay é fashionista]² </li></ul>
  5. 5. <ul><li>“ Adeptos de serviços: Moram sozinhos e gostam de sair para as refeições ou pedem comida por </li></ul><ul><li>delivery. Ainda compram pela internet. São ótimos para testar novos serviços já que adoram </li></ul><ul><li>participar de pesquisas qualitativas.”   - Ahram, todo gay é consumista compulsivo </li></ul><ul><li>“ Publicidade: Se gostam do seu produto, divulgam muito mais que o público hétero. O boca-a-boca acontece 24h por dia quando gostam de um produto. A todo momento estão em contato com pessoas e fazem questão de falar do que apreciam.” </li></ul><ul><li>– Claro! Consumistas compulsivos têm que contar o que compram!   </li></ul><ul><li>“ Olho aberto: Sempre experimentam os lançamentos para poder comentar. Os gays gostam de </li></ul><ul><li>estar em dia com as novidades, por isso, experimentam bastante novos produtos. Sempre em busca </li></ul><ul><li>de um produto melhor, os gays são verdadeiros testes de qualidade.” </li></ul><ul><li>– Porque gay que é gay vive no shopping! </li></ul><ul><li>“ Participação: Opinam e gostam de contribuir com a qualidade de serviços e produtos que utilizam. Sempre contribuem com o crescimento alheio. A sinceridade às vezes pode ser exagerada, mas desde cedo o gay aprendeu que é preciso ouvir o outro e a conviver com críticas.” </li></ul><ul><li>– Yeah! Afinal de contas, alfinetar é preciso! </li></ul><ul><li>“ Fatia do mercado: Representam 10% do mercado consumidor e ainda influenciam o restante da </li></ul><ul><li>fatia do mercado. ” - Ver todas as outras. </li></ul><ul><li>ALOOOOWWW !!! Quem disse que é só a sexualidade que define o comportamento? </li></ul>
  6. 6. Resumindo: “ Os gays querem entrar em uma loja e ter um bom atendimento [..] E os casais do mesmo sexo buscam ambientes em que podem agir naturalmente; buscam segurança física e moral” - Bill Pereira, professor da Fucape Business School. (ES) A sociedade criou um mito para este segmento. “É como se resumisse o público GLS ao bem sucedido, divertido, bem-vindos em todo lugar. Os gays de baixa-renda e os travestis são descartados do mercado” - Fabio Mariano, professor da Pós em Ciências do Consumo Aplicadas da ESPM (SP) As organizações gay friendly se diferenciam pela ausência de preconceitos e clichês associados aos homossexuais. “Muitas vezes a discriminação acontece de forma sutil, mas não menos ofensiva, como olhares de lado. Se eu estou dentro do seu estabelecimento, disposto a gastar meu dinheiro, eu exijo bom atendimento” - Douglas Drumond, Presidente da Câmara de Comércio LGBT do Brasil
  7. 7. Algumas empresas que já apostam no setor (com sucesso, é claro!)
  8. 8. Shade Andrea Cavalcante <ul><li>Graduanda em Relações Públicas.  </li></ul><ul><li>No momento é Planejamento de Relacionamento em Mídias Sociais na DMI </li></ul><ul><li>Comunicação.  </li></ul><ul><li>Tem experiência como Planejamento | Atendimento e Assessoria de Comunicação. </li></ul><ul><li>Com 3 anos de experiência na área de Gestão e Melhoria do Atendimento ao </li></ul><ul><li>Público, presta consultorias e ministra cursos na área de Atendimento ao Cliente. </li></ul><ul><li>Para saber mais, entre em contato ! </li></ul><ul><li>Meadiciona.com/shadeandrea | [email_address] </li></ul>

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