Capelania hospitalar aula de introdu+ç+âo

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Capelania hospitalar aula de introdu+ç+âo

  1. 1. CCapelaniaapelania HHospitalarospitalar Disse Jesus:Disse Jesus: ““VVinde, benditos do meu Pai...inde, benditos do meu Pai... pporque estive enfermo,orque estive enfermo, ee me visitastes”me visitastes” (Mt.25:34-36)(Mt.25:34-36) O espírito firme sustém o homem na sua doença, masO espírito firme sustém o homem na sua doença, mas o espírito abatido quem o pode suportar?o espírito abatido quem o pode suportar? (Pv.18:14)(Pv.18:14) Capelania
  2. 2. O que é Capelania HospitalarO que é Capelania Hospitalar   O ministério de Capelania Hospitalar consiste na assistência espiritual, solidária, voluntária aos enfermos e ou familiares, hospitalizados ou não, mediante a aplicação do conforto da Palavra de Deus, sem preconceito de raça, cor ou religião. Capelania
  3. 3. Capelania Hospitalar    1. O atendimento da Capelania é oferecido ao paciente internado no hospital bem como aos seus familiares. 2. O serviço é estendido aos profissionais da saúde e funcionários que o desejarem. Capelania
  4. 4. Benefícios para o HospitalBenefícios para o Hospital Os pacientes engajam-se ao tratamentoOs pacientes engajam-se ao tratamento médico, aceitam melhor a hospitalização,médico, aceitam melhor a hospitalização, enfrentam a enfermidade com mais esperançaenfrentam a enfermidade com mais esperança e força, tendo qualidade de vida e propósitoe força, tendo qualidade de vida e propósito para viver.para viver. ““Seja feita a Tua vontade”Seja feita a Tua vontade” Capelania
  5. 5. Benefícios para o HospitalBenefícios para o Hospital 1. O Hospital conta com a seleção e1. O Hospital conta com a seleção e capacitação de visitadores e capelãescapacitação de visitadores e capelães devidamente preparados e orientados comdevidamente preparados e orientados com seu acesso controlado.seu acesso controlado. 2. Os profissionais da saúde também são2. Os profissionais da saúde também são assistidos em sua espiritualidade e em seusassistidos em sua espiritualidade e em seus conceitos emocionais, trazendo mais ciênciaconceitos emocionais, trazendo mais ciência ao atendimento.ao atendimento. Capelania
  6. 6. Projeto de Capelania HospitalarProjeto de Capelania Hospitalar MissãoMissão Inspirar  “vida”  através  do  amor,  consolo, Inspirar  “vida”  através  do  amor,  consolo,  esperança, com seriedade e solidariedade.esperança, com seriedade e solidariedade. Acrescentar  a  autoestima  e  a  fé  dos Acrescentar  a  autoestima  e  a  fé  dos  enfermos hospitalizados e seus familiares.enfermos hospitalizados e seus familiares. Capelania
  7. 7. Projeto de Capelania HospitalarProjeto de Capelania Hospitalar VisãoVisão Promover  o  crescimento  espiritual  e  fé Promover  o  crescimento  espiritual  e  fé  nas  vidas  visitadas  nos  leitos,  também nas  vidas  visitadas  nos  leitos,  também  aos  familiares.  Apoio  emocional  e aos  familiares.  Apoio  emocional  e  espiritual  ao  trabalho  das  equipes espiritual  ao  trabalho  das  equipes  hospitalares.hospitalares. Capelania
  8. 8. Projeto de Capelania HospitalarProjeto de Capelania Hospitalar ValoresValores Fé (propósito), ética, espírito voluntário,Fé (propósito), ética, espírito voluntário, comprometimento, respeito, honra, ecomprometimento, respeito, honra, e acima de tudo amor.acima de tudo amor. Capelania
  9. 9. Fundamentação da Capelania hospitalarFundamentação da Capelania hospitalar AAmormor aoao PPróximo.róximo. Capelania
  10. 10. MetodologiaMetodologia Visita quando solicitado. AtendimentoVisita quando solicitado. Atendimento individual para ouvir, apoiar, orar porindividual para ouvir, apoiar, orar por pacientes, propondo assistência aospacientes, propondo assistência aos familiares e aos colaboradores do hospital.familiares e aos colaboradores do hospital. Oferecer ao paciente literatura cristã.Oferecer ao paciente literatura cristã. Capelania
  11. 11. Abrangência da Capelania hospitalar No Hospital De Ávila, aos pacientes,No Hospital De Ávila, aos pacientes, acompanhantes, funcionários eacompanhantes, funcionários e familiares.familiares. Capelania
  12. 12. Objetivo GeralObjetivo Geral Prestar Assistência Espiritual, e solidária aosPrestar Assistência Espiritual, e solidária aos enfermos, com ênfase no amparo social aosenfermos, com ênfase no amparo social aos familiares carentes e se necessário tambémfamiliares carentes e se necessário também aos profissionais da saúde, sem distinção deaos profissionais da saúde, sem distinção de raça ou credo.raça ou credo. Capelania
  13. 13. PARA ESTA OBRA PRECISAMOS DEPARA ESTA OBRA PRECISAMOS DE 1. Ter a certeza e a convicção da chamada de Deus1. Ter a certeza e a convicção da chamada de Deus para o Ministério – Jô 15.16para o Ministério – Jô 15.16 2. Ser dedicado a oração e leitura da palavra de2. Ser dedicado a oração e leitura da palavra de Deus – Os 6-3Deus – Os 6-3 3. Ser cordial amável e humilde e atencioso3. Ser cordial amável e humilde e atencioso Mateus 11-29Mateus 11-29 4. Ser amigo dos profissionais da área da saúde no4. Ser amigo dos profissionais da área da saúde no hospital.hospital. Capelania
  14. 14. A pessoaA pessoa 5. Estar sempre disponível a atender o5. Estar sempre disponível a atender o chamado do hospital e familiares.chamado do hospital e familiares. 6. Procurar apresentar-se sempre bem6. Procurar apresentar-se sempre bem higienizado e com boa aparência.higienizado e com boa aparência. 7. Procurar estar sempre sorrindo e de bom7. Procurar estar sempre sorrindo e de bom humor para com todos. Ml. 3-18.humor para com todos. Ml. 3-18. Capelania
  15. 15. A pessoa doente no hospitalA pessoa doente no hospital 8. Lembrando sempre que as pessoas doentes8. Lembrando sempre que as pessoas doentes estão fragilizadas e muitas vezes angustiadas eestão fragilizadas e muitas vezes angustiadas e sem esperançasem esperança 9. A capelania está no hospital para levar uma9. A capelania está no hospital para levar uma palavra de conforto, fé e esperança.palavra de conforto, fé e esperança. Capelania
  16. 16. Legislação da CapelaniaLegislação da Capelania Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção deArt. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aosqualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade doestrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e àdireito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:propriedade, nos termos seguintes: VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação deVII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosaassistência religiosa nas entidades civis e militares denas entidades civis e militares de internação coletiva.internação coletiva. Constituição Federal de 1988 Capelania
  17. 17. LEI FEDERAL Nº 9.982, DE 14/JULHO/2000LEI FEDERAL Nº 9.982, DE 14/JULHO/2000 Dispõe sobre a prestação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicasDispõe sobre a prestação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas, bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militarese privadas, bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militares O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A -O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A - Faço saber que oFaço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1Art. 1oo Aos religiosos de todas as confissões assegura-Aos religiosos de todas as confissões assegura- se o acesso aos hospitais da rede pública ou privada,se o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis oubem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aosmilitares, para dar atendimento religioso aos internados, desde que em comum acordo com estes, ouinternados, desde que em comum acordo com estes, ou com seus familiares no caso de doentes que já não maiscom seus familiares no caso de doentes que já não mais estejam no gozo de suas faculdades mentais.estejam no gozo de suas faculdades mentais. Capelania
  18. 18. Parágrafo únicoParágrafo único. (Vetado). (Vetado) Art. 2Art. 2oo Os religiosos chamados a prestar assistência nasOs religiosos chamados a prestar assistência nas entidades definidas no art. 1entidades definidas no art. 1oo deverão, em suasdeverão, em suas atividades, acatar as determinações legais eatividades, acatar as determinações legais e normas internas de cada instituição hospitalar ounormas internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não pôr em risco as condições dopenal, a fim de não pôr em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar oupaciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional.prisional. Capelania
  19. 19. Lei Federal...Lei Federal... Art. 3Art. 3oo (Vetado)(Vetado) Art. 4Art. 4oo O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazoO Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias.de noventa dias. Art. 5Art. 5oo Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 14 de julho de 2000; 179Brasília, 14 de julho de 2000; 179oo da Independência e 112da Independência e 112oo da República.da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSOFERNANDO HENRIQUE CARDOSO José Gregori, Geraldo Magela da Cruz Quintão, José SerraJosé Gregori, Geraldo Magela da Cruz Quintão, José Serra Capelania
  20. 20. O doente em fase terminal: estágiosO doente em fase terminal: estágiosCapelania
  21. 21. Como proceder na visitação na UTIComo proceder na visitação na UTICapelania
  22. 22. Assistindo a família e acompanhantesAssistindo a família e acompanhantesCapelania
  23. 23. A pessoa do visitadorA pessoa do visitador Capelania
  24. 24. A pessoa do visitador na UTIA pessoa do visitador na UTICapelania
  25. 25. A pessoa do visitadorA pessoa do visitador  Pergunte se ele deseja que faça umaPergunte se ele deseja que faça uma oração?oração?  Ore baixo, lentamente e suave, não mudeOre baixo, lentamente e suave, não mude o tom da vóso tom da vós  Evite tocar no doente, todavia se eleEvite tocar no doente, todavia se ele desejar, e suas mãos estão limpas, devedesejar, e suas mãos estão limpas, deve tocar suavementetocar suavemente Capelania
  26. 26. Parabéns à você!Parabéns à você! Glória a Deus por sua vida,Glória a Deus por sua vida, pelo seu chamado objetivandopelo seu chamado objetivando servir seu próximo, que portasservir seu próximo, que portas sejam abertas nestesejam abertas neste ministério que Deus te chamaministério que Deus te chama Capelania
  27. 27. O Senhor vos abençoe!O Senhor vos abençoe! Favo de mel são as palavrasFavo de mel são as palavras agradáveis. Doçura para aagradáveis. Doçura para a alma e saúde paraalma e saúde para os ossos.os ossos. (Pv.16:24).(Pv.16:24). Capelania

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