Ordem e Matrimonio

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Apresentação utilizada pelo seminarista Mateus, na catequese de crisma.

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Ordem e Matrimonio

  1. 1. A Ordem e o Matrimôniosão sacramentosinstituídos para os outros.Estes sacramentos visama construção do Povo deDeus.
  2. 2. É através deste sacramento que a missãoconfiada por Cristo aos seus Apóstolos continuaa ser exercida na Igreja, até ao fim dos tempos.
  3. 3. Ordem indica um corpo eclesial, do qual sepassa a fazer parte, através de uma consagração(Ordenação), a qual, por um particular dom doEspírito Santo, permite exercer um podersagrado em nome e com autoridade de Cristopara o serviço do povo de Deus.
  4. 4. Qualquer homembatizado e católico quea Igreja chamar.Ninguém pode exigir arecepção destesacramento.
  5. 5. Compete aos Bispos,sucessores dosApóstolos, conferir osgraus da Ordem.
  6. 6. O sacramento da Ordem é composto portrês graus:DIACONADOPRESBÍTERADOEPISCOPADO
  7. 7. Por excelência o ministro da Palavra;O Diácono pode: proclamar o Evangelho,preparar o Altar, assistir casamentos, darbênçãos e realizar batizados e exéquias.“...tal como na Igreja primitiva, que haja, ao ladodos Presbíteros, pessoas que assumamsobretudo tarefas eclesiais de teor sociopastoral.”
  8. 8. Exercerá seu ministérionuma Igreja Particular, emcomunhão com o Bispo.Anunciará a Palavra deDeus, celebrará ossacramentos e presidiráprincipalmente à SagradaEucaristia.
  9. 9. Possuidor da plenitude do sacramento da Ordem,é sucessor dos Apóstolos.A Igreja o encarrega dos serviços do ensino, dasantificação e da direção, já que a ele é confiadauma Igreja Particular, onde desempenhará seuministério pastoral, ajudado pelos padres ediáconos; é o ponto de unidade dessa Igreja.Somente o Bispo pode conceder o sacramentoda Ordem.
  10. 10. A Igreja CatólicaRomana exige estaforma de vida dos seusbispos e padres; asIgrejas CatólicasOrientais, apenas deseus bispos.O diaconadopermanente pode serconferido a homenscasados.
  11. 11. Deus dispôs o homem e a mulher um para ooutro “de modo que já não são dois, mas uma sócarne” (Mt19,6).Assim, devem viver no amor, ser fecundos etornar-se sinal de Deus.
  12. 12. A união matrimonial do homem e da mulher,fundada e dotada de leis próprias pelo Criador,está por sua natureza ordenada à comunhão eao bem do casal e à geração e bem dos filhos.Segundo desígnio ordinário de Deus, a uniãomatrimonial é indissolúvel “O que Deus uniu ohomem não separe” (Mc 10,9).
  13. 13. É a vontade de se entregarmútua e definitivamente,com o objetivo de viver umaaliança de amor fiel efecundo.É indispensável einsubstituível, para que oMatrimônio seja válido;deve ser um ato humano,consciente e livre.
  14. 14. Sua celebração litúrgicaé pública; os ministrossão, um para o outro,homem e mulher; napresença do sacerdote(ou testemunhaqualificada pela Igreja)para que este invoque abenção de Deus para ocasal; e demaistestemunhas.
  15. 15. O sacramento doMatrimônio gera entre ocasal um vínculoperpétuo e exclusivo. Opróprio Deus sela oconsenso dos esposos.Portanto, o Matrimônioconcluído e consumadojamais pode serdissolvido.
  16. 16. A Igreja admite a separação física dos esposos,por motivos graves.Mas eles, enquanto vive o cônjuge, não estãolivres para contrair uma nova união, a menos queseu Matrimônio seja nulo, de acordo com o CDC(cânones 1055 a 1124), e como tal sejadeclarada pela autoridade eclesiástica.
  17. 17. Adultério e poligamia;Rejeição da fecundidade;Divórcio;
  18. 18. Fiel ao Senhor, a Igreja não pode reconhecercomo Matrimônio a união dos divorciadosrecasados civilmente.“Se alguém repudia sua mulher e se casa comoutra, é adúltero com respeito à primeira; e se amulher repudia seu marido e se casa com outro,ela é adultera” (Mc 10, 11-12)Eles não podem receber a absolviçãosacramental, nem se aproximar da comunhãoeucarística.
  19. 19. “A Igreja, contudo, reafirma a suapráxis, fundada na SagradaEscritura, de não admitir àcomunhão eucarística os divorciadosque contraíram nova união. (...), domomento em que seu estado econdições de vida contradizemobjetivamente aquela união de amorentre Cristo e a Igreja, significada eatuada na Eucaristia.”
  20. 20. “... Proíbe os pastores, por qualquer motivo oupretexto mesmo pastoral, de fazer em favor dosdivorciados que contraem um nova união,cerimônias de qualquer gênero. Estas dariam aimpressão de celebração de novas núpciassacramentais válidas, e consequentementeinduziriam em erro sobre a indissolubilidade domatrimônio contraído validamente.”
  21. 21. “As uniões estáveis entre pessoas do mesmosexo recebem agora em nosso paísreconhecimento de Estado. Tais uniões nãopodem ser equiparadas à família, que sefundamenta no consentimento matrimonial, nacomplementaridade e na reciprocidade entre umhomem e uma mulher, abertos à procriação eeducação dos filhos”.

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