VIDA RELIGIOSA INSERIDA E SOLIDÁRIA VR- Inserção em Meios Populares e Novos Espaços de Presença Solidária Respigar a memór...
 
 
 
 
 
 
“ MESTRE ONDE MORAS? VINDE E VEDES”
A INSERÇÃO hoje: Onde a VR consagrada está inserido e quer se Inserir?
Fonte da VR: “ O Cotidiano de Nazaré” A PALAVRA DE DEUS A EUCARISTIA A VIDA DE COMUNIDADE
Relatório dos Regionais
<ul><li>Distâncias geográficas </li></ul><ul><li>Falta de recursos humanos e financeiros </li></ul><ul><li>Conflitos de te...
<ul><li>Mundo urbano com grande densidade populacional </li></ul><ul><li>Luta por Políticas Públicas de inclusão </li></ul...
As experiência que continuam <ul><li>Opção pelos pobres  -  ligação fé e vida </li></ul><ul><li>Celebrações da Palavra </l...
<ul><li>Parcerias com poder público </li></ul><ul><li>Educação e Saúde Popular (escolas e hospitais públicos) </li></ul><u...
c)  As novas experiências <ul><li>Acento à preservação do meio-ambiente e postura profética frente aos projetos de morte <...
Palavra dos Assessores
Visão Mistica: Respigando,celebrando,Sonhando Palavras da Irmã Zenilda Luzia Petry- IFSJ
<ul><li>A inserção é a forma mais mística da VR. </li></ul><ul><li>Mística tem a ver com o mirar, o olhar, deixar se afeta...
Contribuição do Grupo <ul><li>A VRI precisa de uma mística forte do empobrecido, senão está morta. </li></ul><ul><li>Algun...
<ul><li>A mística da escuta, da misericórdia, do afeto, ternura e acompanhamento, do ser presença fecunda, da sedução, con...
Visão Sociológica <ul><li>Desafios de Ordem Social para a VRI e Solidária </li></ul>Palavras do Pe. Alfredinho J. Gonçalve...
<ul><li>Poema de seis palavras:  </li></ul><ul><li>seis janelas dentro da situação de  crise  econômica, de valores, parad...
1. O Espelho <ul><li>A crise nos leve ao espelho, retrovisor: para recuperar a identidade: existe uma defasagem flagrante ...
2. Encruzilhada <ul><li>Estamos numa encruzilhada, temos que fazer opção. Que caminho iremos seguir? Berço ou fronteira? (...
3. Deserto <ul><li>Nada é tão fértil como o deserto! É no deserto que se cultiva a esperança, a vida criadora. É aí que ma...
4. Utopia <ul><li>Há multidões sem lugar (sem terra, sem teto, sem comida, sem saúde, etc). Porém, o não-lugar é o melhor ...
5. Linguagem <ul><li>Linguagem.  Ainda estamos limitados/as à linguagem verbalizada. Precisa abrir espaços para outras lin...
6. Protagonismo <ul><li>Quem são os protagonistas das mudanças de hoje? O que estamos fazendo para que o povo seja protago...
Contribuição do Grupo <ul><li>Princípio e modo de trabalhar: protagonismo; parcerias / redes </li></ul><ul><li>Compromisso...
Visão Socio-Ambiental <ul><li>Religiosas e Religiosos diante do Desafio Ambiental </li></ul>Palavras de Roberto Malvezzi -...
<ul><li>Está claro que a questão ambiental faz parte do nosso cotidiano. </li></ul><ul><li>A questão ecológica surge no mo...
<ul><li>Pontos sem volta: se a interferência vai até certo ponto que a terra não agüenta mais, ela reage: mudança de clima...
Contribuição do Grupo <ul><li>Cuidar da terra e defender a vida: </li></ul><ul><li>Ações locais: </li></ul><ul><li>  Elimi...
<ul><li>A nível de CRB:   </li></ul><ul><li>CRB Nacional: Carta para deputados e senadores, de apoio á Emenda Constitucion...
<ul><li>A nível da CNBB: </li></ul><ul><li>  propor CF sobre ecologia com os desdobramentos de subsídios para diferentes g...
Visão Eclesiologica   <ul><li>Vida Religiosa Inserida:  </li></ul><ul><li>Testemunho fiel da Igreja Comunidade </li></ul>P...
<ul><li>In-ser-ir:  primeiro entrar, ir para dentro, depois mostrar a cara, quem somos nós, nosso jeito de ser igreja, dep...
<ul><li>“ IN” na igreja antiga significa: </li></ul><ul><li>Igreja doméstica –  radicalidade  (em termos das relações, de ...
<ul><li>Missionariedade   – As pessoas procuraram a comunidade para se fortalecer. O modelo de ser igreja chamava atenção....
<ul><li>2- “SER”  -  destacou-se um pouco a relação da CRB com a hierarquia, que, às vezes, passa por incompreensões. Três...
<ul><li>Que passagens temos que fazer: a passagem da pastoral para evangelização; a passagem do fazer apostólico para o se...
Contribuição do Grupo <ul><li>VRI peneirando suas experiências à luz da Palavra de Deus: Igreja Comunidade; itinerante, da...
Visão Teologica <ul><li>Inserção nos Meios Populares </li></ul><ul><li>“ Lugar Teológico” para a VR </li></ul>Palavra da I...
<ul><li>Será que Deus está conosco na Inserção? Eu já duvidei disso!! Mas o povo não tem dúvida. </li></ul><ul><li>Por que...
<ul><li>O que aprendemos na Inserção: ligar fé e vida/celebrar; redescobrir no rosto dos pobres o divino; redescobrimos co...
Contribuição do Grupo <ul><li>Deus ainda está conosco na inserção? Que rosto tem? </li></ul><ul><li>Antes, acolher o quest...
<ul><li>Que caminhos avistamos na nossa frente ? </li></ul><ul><li>Evangelizar, sem se deixar dominar pela hierarquia da I...
<ul><li>A VRI  assumida como um projeto missionário nas nossas Províncias </li></ul><ul><li>Refletir, como lidar com a sus...
Visão Biblica <ul><li>A Missão da Tribo de Levi e a Missão da VR no Mundo </li></ul>Palavra do Frei Carlos Mesters - OC
<ul><li>A releitura Bíblica da vivência da Tribo de Levi traz luz para nós. Levi significa aderir à missão de irradiar a p...
Contribuição do Grupo <ul><li>- todas as tribos ganharam terra, menos a tribo de Levi... Nós temos terra? Ou somos como a ...
<ul><li>- muita conversa dá “conversão” </li></ul><ul><li>- quem vive em tendas, desloca-se com facilidade </li></ul><ul><...
Fila do Povo  (32 intervenções) <ul><li>- divulgação: de experiências diversas, de  sítios  eletrônicos importantes para a...
<ul><li>- reflexões sobre a identidade da inserção nos dias de hoje e os desafios que a geração atual enfrenta para levar ...
<ul><li>- a VRI é chamada a ser sinal de comunhão; necessidade de estar nas instâncias de decisão </li></ul><ul><li>- apel...
Encerramento ir. Eurides: <ul><li>:  o sonho sonhado foi vivido com intensidade aqui, por  324  pessoas; sentimento de ale...
Encerramento Ir. Dayse: <ul><li>A minha sina... encerrar o encontro. Percebemos rostos novos, rostos jovens. Esse seminári...
“ NÃO DEIXE MORRER A PROFESIA” D. HELDER
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ApresentaçãO Encontro Nacional

  1. 1. VIDA RELIGIOSA INSERIDA E SOLIDÁRIA VR- Inserção em Meios Populares e Novos Espaços de Presença Solidária Respigar a memória, Celebrar o presente, Sonhar profecia
  2. 8. “ MESTRE ONDE MORAS? VINDE E VEDES”
  3. 9. A INSERÇÃO hoje: Onde a VR consagrada está inserido e quer se Inserir?
  4. 10. Fonte da VR: “ O Cotidiano de Nazaré” A PALAVRA DE DEUS A EUCARISTIA A VIDA DE COMUNIDADE
  5. 11. Relatório dos Regionais
  6. 12. <ul><li>Distâncias geográficas </li></ul><ul><li>Falta de recursos humanos e financeiros </li></ul><ul><li>Conflitos de terra: Ameaças e perseguições à Igreja e lideranças do povo </li></ul><ul><li>Destruição da Amazônia/meio ambiente </li></ul><ul><li>Questão migratória </li></ul><ul><li>Infiltração das empresas e grupos estrangeiros </li></ul><ul><li>O tráfico de seres humanos </li></ul>Os desafios
  7. 13. <ul><li>Mundo urbano com grande densidade populacional </li></ul><ul><li>Luta por Políticas Públicas de inclusão </li></ul><ul><li>Superar estruturas pesadas da VR </li></ul><ul><li>Machismo </li></ul><ul><li>Religiosidade tradicional </li></ul><ul><li>Violência </li></ul><ul><li>Corrupção </li></ul>
  8. 14. As experiência que continuam <ul><li>Opção pelos pobres - ligação fé e vida </li></ul><ul><li>Celebrações da Palavra </li></ul><ul><li>Inserção na periferia urbana e rural, e com os povos indígenas e quilombolas </li></ul><ul><li>Participação nas CEB’s e acompanhamento da caminhada das comunidades </li></ul><ul><li>Formação de lideranças </li></ul><ul><li>Ser presença profética no meio do povo, nas pastorais e nos movimentos sociais </li></ul><ul><li>Trabalho com juventudes, crianças e adolescentes </li></ul>
  9. 15. <ul><li>Parcerias com poder público </li></ul><ul><li>Educação e Saúde Popular (escolas e hospitais públicos) </li></ul><ul><li>Luta por inclusão social </li></ul><ul><li>Pastoral dos Migrantes </li></ul><ul><li>Inserção nos conflitos de terra e lutas sociais e parcerias com ONG´s </li></ul><ul><li>Organização das mulheres </li></ul><ul><li>Trabalho com meninas adolescentes em situações de risco </li></ul>
  10. 16. c) As novas experiências <ul><li>Acento à preservação do meio-ambiente e postura profética frente aos projetos de morte </li></ul><ul><li>Novo modo de presença e de atuação no mundo urbano: projetos sociais, economia solidária, políticas públicas </li></ul><ul><li>luta pela erradicação do tráfico de seres humanos </li></ul><ul><li>Comunidades intercongregacionais </li></ul>
  11. 17. Palavra dos Assessores
  12. 18. Visão Mistica: Respigando,celebrando,Sonhando Palavras da Irmã Zenilda Luzia Petry- IFSJ
  13. 19. <ul><li>A inserção é a forma mais mística da VR. </li></ul><ul><li>Mística tem a ver com o mirar, o olhar, deixar se afetar pelo que se vê. </li></ul><ul><li>Ser sensível às manifestações de Deus no mundo, ser sensível em ver o que o mundo não vê; ficar do lado dos excluídos, famintos, desajustados e no meio deles/delas. </li></ul><ul><li>A mística nos leva à luta, a partir do pequeno, a partir do cotidiano, vivido com encantamento, com emoção. </li></ul><ul><li>A mística requer sedução : atração para – a verdade, o amor; a mística cativa; A sedução abala; Muitas vezes a VR e/ou a Igreja se mostra séria e rigorosa demais: está faltando sedução na VR e na igreja!! Foi por sedução pelos pobres que grandes profetas, grandes líderes, se deixaram arrastar, até o fim. Que vacinas nós tomamos que nos tornamos imunes à sedução? </li></ul>
  14. 20. Contribuição do Grupo <ul><li>A VRI precisa de uma mística forte do empobrecido, senão está morta. </li></ul><ul><li>Alguns traços: olhar o pobre e olhar de Deus; textos proféticos (Isaías - não quebrar a cana rachada, não apagar a mecha que ainda fumega; Ezequiel – os ossos ressequidos que ressurgem); a firme convicção que “ Ele está no meio de nós ”; deixar-se seduzir pela mística da alegria, do compromisso, do testemunho, do mirar os crucificados do lugar onde estamos. </li></ul>
  15. 21. <ul><li>A mística da escuta, da misericórdia, do afeto, ternura e acompanhamento, do ser presença fecunda, da sedução, conversão, no conflito e na perseguição. “Se perseguiram a mim, perseguirão a vós”. </li></ul><ul><li>Descobrir a passagem de Deus na mística do povo dentro de sua realidade. </li></ul><ul><li>Porque a VR continua essa inserção no mundo dos pobres? Deixar-se seduzir; Inculturar-se, respeitando a realidade do povo; ser testemunho profético que é possível ser pobre, transformar a realidade com a força do pobre sofredor na cruz donde brota a vida, a ressurreição . </li></ul>
  16. 22. Visão Sociológica <ul><li>Desafios de Ordem Social para a VRI e Solidária </li></ul>Palavras do Pe. Alfredinho J. Gonçalves - CS
  17. 23. <ul><li>Poema de seis palavras: </li></ul><ul><li>seis janelas dentro da situação de crise econômica, de valores, paradigmática: </li></ul>
  18. 24. 1. O Espelho <ul><li>A crise nos leve ao espelho, retrovisor: para recuperar a identidade: existe uma defasagem flagrante entre a VR inserida e a VR institucional: muitas perguntas, poucas respostas. Antes o foco estava voltado para o social, o bem comum. Hoje, o foco da sociedade é: estar numa boa. O bem estar social foi substituído pelo bem estar individual </li></ul>
  19. 25. 2. Encruzilhada <ul><li>Estamos numa encruzilhada, temos que fazer opção. Que caminho iremos seguir? Berço ou fronteira? (Berço da igreja: berço medieval, triunfal, museu) A VRI precisa optar, com ousadia, para fronteira ! </li></ul>
  20. 26. 3. Deserto <ul><li>Nada é tão fértil como o deserto! É no deserto que se cultiva a esperança, a vida criadora. É aí que maturam as sementes, debaixo da terra. A semente cresce para baixo antes de crescer para cima. É do chão que as mudanças nascem. É no deserto que se cultiva a esperança. Um projeto começa por criar raízes no sofrimento do povo, se não o vento o leva . Os projetos têm de vir de baixo, não de cima. </li></ul>
  21. 27. 4. Utopia <ul><li>Há multidões sem lugar (sem terra, sem teto, sem comida, sem saúde, etc). Porém, o não-lugar é o melhor lugar para pensar o novo lugar. Há mais abertura para o novo entre os do não lugar. </li></ul>
  22. 28. 5. Linguagem <ul><li>Linguagem. Ainda estamos limitados/as à linguagem verbalizada. Precisa abrir espaços para outras linguagens. Estamos em AM, o povo está em FM. </li></ul>
  23. 29. 6. Protagonismo <ul><li>Quem são os protagonistas das mudanças de hoje? O que estamos fazendo para que o povo seja protagonista? A VRI deve avançar nos espaços decisórios de poder </li></ul>
  24. 30. Contribuição do Grupo <ul><li>Princípio e modo de trabalhar: protagonismo; parcerias / redes </li></ul><ul><li>Compromissos: tráfico de seres humanos; povos indígenas; biomas / meio-ambiente; políticas públicas; migração e trabalho escravo </li></ul>
  25. 31. Visão Socio-Ambiental <ul><li>Religiosas e Religiosos diante do Desafio Ambiental </li></ul>Palavras de Roberto Malvezzi - CPT
  26. 32. <ul><li>Está claro que a questão ambiental faz parte do nosso cotidiano. </li></ul><ul><li>A questão ecológica surge no momento que se compreende a terra como finita, limitada. </li></ul><ul><li>Teoria da Gaia: A terra nasceu, se formou, adoece, envelhece e morre, como qualquer outro ser vivo. (comparando com a vida de uma pessoa, ela já tem uns 80 anos.) Nós não somos os donos da terra. A terra tem leis próprias. Nós podemos apenas interferir. </li></ul>
  27. 33. <ul><li>Pontos sem volta: se a interferência vai até certo ponto que a terra não agüenta mais, ela reage: mudança de clima! Todos os outros problemas são irrelevantes frente ao aquecimento global. </li></ul><ul><li>É precisa uma nova teologia da criação, totalmente nova!! </li></ul><ul><li>Quanto à nossa fé: reler a aliança, aliança com todos os seres vivos, não somente para o ser humano. Esperança de São Paulo: esperança de que Deus, apesar de tudo, vai estar conosco. Fica a pergunta: O que podemos fazer? No nosso bioma, a nível global e como trabalhar isso nas nossas Igrejas, nas Comunidades? </li></ul>
  28. 34. Contribuição do Grupo <ul><li>Cuidar da terra e defender a vida: </li></ul><ul><li>Ações locais: </li></ul><ul><li> Eliminar os descartáveis/enlatadas; alertar-se sobre o consumismo; incentivar a organização da coleta seletiva de lixo; oficinas com materiais não biodegradáveis; projetos de educação para cidadania e cuidados com a natureza; incentivar o reflorestamento </li></ul>
  29. 35. <ul><li>A nível de CRB: </li></ul><ul><li>CRB Nacional: Carta para deputados e senadores, de apoio á Emenda Constitucional para o Cerrado, Caatinga e Pampa, como patrimônio nacional. </li></ul><ul><li>CRB Regional e Núcleos: abaixo-assinado de apoio à PEC 115/150; site para divulgação de iniciativas ecológicas; retiros para espiritualidade ecológica; inclusão da questão ecológica nos processos de formação; criar um GT para ecologia </li></ul>
  30. 36. <ul><li>A nível da CNBB: </li></ul><ul><li> propor CF sobre ecologia com os desdobramentos de subsídios para diferentes grupos; integrar questões ecológicas nas orientações e subsídios litúrgicos. </li></ul><ul><li>ONGs, Movimentos Populares: integrar-se nos Conselhos Municipais do Meio Ambiente, promovendo políticas públicas </li></ul>
  31. 37. Visão Eclesiologica <ul><li>Vida Religiosa Inserida: </li></ul><ul><li>Testemunho fiel da Igreja Comunidade </li></ul>Palavras da Irmã Marían Ambrósio - DP
  32. 38. <ul><li>In-ser-ir: primeiro entrar, ir para dentro, depois mostrar a cara, quem somos nós, nosso jeito de ser igreja, depois ir para agir: três palavras chaves: </li></ul>
  33. 39. <ul><li>“ IN” na igreja antiga significa: </li></ul><ul><li>Igreja doméstica – radicalidade (em termos das relações, de bens); a VR deve ser marcada pela mesma radicalidade. </li></ul><ul><li>Em comunidade – em relação se resistia à perseguição, é em casa, em comunidade que a igreja antiga se organizava: rede de casa/igrejas domésticas . </li></ul>
  34. 40. <ul><li>Missionariedade – As pessoas procuraram a comunidade para se fortalecer. O modelo de ser igreja chamava atenção. A palavra de Deus tinha o poder de aumentar o número de comunidades. </li></ul><ul><li>Essa é a Igreja Oficial - Original!! É dessa Igreja que Aparecida está falando! </li></ul>
  35. 41. <ul><li>2- “SER” - destacou-se um pouco a relação da CRB com a hierarquia, que, às vezes, passa por incompreensões. Três desafios: </li></ul><ul><li>VR profética: nosso protesto, nossa denúncia. </li></ul><ul><li>Conflito não significa não estar em comunhão. Comunhão é fruto de diálogo. Temos que ser especialistas em diálogo. Infelizmente nós temos estruturas hierárquicas dentro de nós. </li></ul><ul><li>Que passagens temos que fazer: a passagem da pastoral para evangelização; a passagem do fazer apostólico para o ser discípulo; passagem da ação missionária para a missão inculturada ; passagem do eclesiocentrismo para o reinocentrico. </li></ul>
  36. 42. <ul><li>Que passagens temos que fazer: a passagem da pastoral para evangelização; a passagem do fazer apostólico para o ser discípulo; passagem da ação missionária para a missão inculturada ; passagem do eclesiocentrismo para o reinocentrico. </li></ul><ul><li>3- IR”: Para onde devemos ir? Devemos nos desacomodar e sair da rotina! Se não sabemos mais pra onde ir, devemos ir para rua! Lá se clareia tudo. </li></ul>
  37. 43. Contribuição do Grupo <ul><li>VRI peneirando suas experiências à luz da Palavra de Deus: Igreja Comunidade; itinerante, da partilha, da linguagem inculturada, da autonomia financeira, da resistência, caminhando junto com os pobres, da profecia e testemunha do Reino. </li></ul>
  38. 44. Visão Teologica <ul><li>Inserção nos Meios Populares </li></ul><ul><li>“ Lugar Teológico” para a VR </li></ul>Palavra da Irmã Annette Havenn - ISM
  39. 45. <ul><li>Será que Deus está conosco na Inserção? Eu já duvidei disso!! Mas o povo não tem dúvida. </li></ul><ul><li>Por que fomos para inserção? Primeira motivação: Abertura da Igreja – anos 60 – somos filhas do Vaticano II. Segunda motivação: Grito dos Bispos em Medellin no qual ecoava o grito dos pobres. Terceira motivação: a mística do seguimento de Jesus. </li></ul>
  40. 46. <ul><li>O que aprendemos na Inserção: ligar fé e vida/celebrar; redescobrir no rosto dos pobres o divino; redescobrimos comunidade; a missão se tornou mais feminina; aprendemos a fazer novo jeito de formação. </li></ul><ul><li>Por que a tentação de desanimar? O quadro mudou, mas nós nos acomodamos também. (ativismo - trocar espiritualidade por livros de auto-ajuda – missa – os “ismos” da pós-modernidade – rede de parcerias: temos paciência de não estar no comando?) </li></ul>
  41. 47. Contribuição do Grupo <ul><li>Deus ainda está conosco na inserção? Que rosto tem? </li></ul><ul><li>Antes, acolher o questionamento: será que Deus está mesmo conosco?, e não nos apressarmos em dizer que já está, e que isto é obvio. É preciso um olhar crítico. </li></ul><ul><li>Qual o contato que temos no cotidiano com os excluídos, pobres, e que Deus apresentamos ou vivenciamos na nossa missão? Qual nosso relacionamento na inserção? Muitas vezes estamos só com quem está na frente, lideres sociais e eclesiais. </li></ul>
  42. 48. <ul><li>Que caminhos avistamos na nossa frente ? </li></ul><ul><li>Evangelizar, sem se deixar dominar pela hierarquia da Igreja </li></ul><ul><li>Sair da questão pastoral para a missionariedade. </li></ul><ul><li>Ter formação adequada </li></ul><ul><li>Repensar a questão da formação das religiosas que vêm da inserção e das que vão para a inserção </li></ul><ul><li>Gastar tempo, ouvir as pessoas, resistência, ser comunhão, saber parar, para voltar à fonte </li></ul><ul><li>Buscar caminho para um diálogo sobre a questão intercongregacional </li></ul>
  43. 49. <ul><li>A VRI assumida como um projeto missionário nas nossas Províncias </li></ul><ul><li>Refletir, como lidar com a sustentabilidade (frente às obras sociais...) </li></ul><ul><li>Apresentar o Deus libertador, frente a um sistema dominante, olhando as causas da miséria. </li></ul><ul><li>Alimentar nossa paixão por Cristo e pelo povo... </li></ul><ul><li>Oportunizar espaços de diálogo nas congregações e regionais para refletir as ações de inserção. </li></ul>
  44. 50. Visão Biblica <ul><li>A Missão da Tribo de Levi e a Missão da VR no Mundo </li></ul>Palavra do Frei Carlos Mesters - OC
  45. 51. <ul><li>A releitura Bíblica da vivência da Tribo de Levi traz luz para nós. Levi significa aderir à missão de irradiar a presença libertadora de Javé. Levi não recebe terra porque sua herança é Javé. Levi está presente em todas as tribos como fermento </li></ul><ul><li>Sua missão: acompanhar o povo para manter viva a memória de Deus </li></ul><ul><li>A missão da tribo de Levi renasce no exílio. Qual o Deus que irradiamos: o Deus da Vida ou o Deus da Lei? </li></ul>
  46. 52. Contribuição do Grupo <ul><li>- todas as tribos ganharam terra, menos a tribo de Levi... Nós temos terra? Ou somos como a tribo de Levi? Qual a nossa visibilidade hoje? </li></ul><ul><li>- nosso ativismo atrapalha na escuta, na convivência. </li></ul><ul><li>- resgatar o valor da pessoa humana </li></ul><ul><li>- não se incomodar de ser incomodada </li></ul><ul><li>- sair de nossas seguranças, juntar forças em redes </li></ul>
  47. 53. <ul><li>- muita conversa dá “conversão” </li></ul><ul><li>- quem vive em tendas, desloca-se com facilidade </li></ul><ul><li>- qual o significado ou a dimensão de “espaço” para nós? </li></ul><ul><li>- o que significa o sagrado para nós, e para o povo? </li></ul><ul><li>- qual nossa experiência de Deus Libertador? Na nossa vida, na vida do povo? Qual a qualidade da libertação? </li></ul>
  48. 54. Fila do Povo (32 intervenções) <ul><li>- divulgação: de experiências diversas, de sítios eletrônicos importantes para a caminhada popular,... </li></ul><ul><li>- denúncias: trabalho escravo; tráfico de seres humanos; situação dos negros, indígenas, mulheres na sociedade e na Igreja; não-aceitação da VRI por parte de setores do clero (VRI banida das paróquias); discriminação dos povos indígenas, inclusive por parte da igreja e da VR </li></ul><ul><li>- agradecimentos: às diferentes gerações da VRI,... </li></ul>
  49. 55. <ul><li>- reflexões sobre a identidade da inserção nos dias de hoje e os desafios que a geração atual enfrenta para levar em frente o caminho da VRI; é preciso cuidar para que a VR não se distancie do cotidiano das pessoas pobres e continue in- SER -ção e não vire “ in-fazer-ção ” </li></ul><ul><li>- notícias e esclarecimentos da CRB nacional </li></ul><ul><li>- desafios: os novos espaços e da presença da VR no espaço público; a articulação entre VRI e CEBs: preocupação (muitas lideranças não estão nas bases, não têm tempo para visitar, escutar, etc. </li></ul>
  50. 56. <ul><li>- a VRI é chamada a ser sinal de comunhão; necessidade de estar nas instâncias de decisão </li></ul><ul><li>- apelos: maior abertura à inter-congregacionalidade; re-aproximação às periferias, ante a diminuição do número de religiosas e religiosos inseridasas em meio popular </li></ul>
  51. 57. Encerramento ir. Eurides: <ul><li>: o sonho sonhado foi vivido com intensidade aqui, por 324 pessoas; sentimento de alegria e de gratidão; chegou o momento do “ir”, voltar para os nossos lugares, com novo élan, confirmadas que a periferia, a fronteira e o deserto não podem ser mirados do mesmo jeito, pois, temos que afirmar mais do que nunca que Deus está no meio de nós, no mundo do não-lugar! Aqui o trabalho do GT termina, a inserção continua </li></ul>
  52. 58. Encerramento Ir. Dayse: <ul><li>A minha sina... encerrar o encontro. Percebemos rostos novos, rostos jovens. Esse seminário foi gestado por muitos anos de inserção, desde os anos 70. A VRI foi gestada no Regional Recife, em Natal-RN. O Regional Recife fez vários encontrões grandes, com participação de mais que 300 pessoas, me lembro de René Guerre. Esse Seminário nacional é fruto dessa caminhada. Nosso agradecimento às pioneiras, às pessoas que intuíram a necessidade de um seminário em nível nacional. Grata ao GT. Agradecimento ao Regional Recife. Agradecemos às assessoras, assessores. Abraço de agradecimento às irmãs e funcionárias das casas que nos acolheram, às equipes de serviço de secretaria e documentação, e demais irmãs que contribuíram para a realização do Seminário, destacando a colaboração de irmã Bernadete Gaspar. Trago no meio de nós ainda Dom Helder, com seu sonho de um segundo concílio de Jerusalém, no ano de 2000. Sonhamos com novos seminários a nível nacional. Que nós trilhemos caminhos novos... </li></ul>
  53. 59. “ NÃO DEIXE MORRER A PROFESIA” D. HELDER

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