Republica lmbg2010

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Republica lmbg2010

  1. 1. O digital e as redes como mecanismos de inovação na participação pública Luis Borges Gouveia lmbg.blogspot.com | lmbg@ufp.pt | @lbgouveia 3 de Novembro de 2010
  2. 2. sumário • O digital e as redes • Algumas ideias... poucas certezas! • Uma proposta O Digital e as redes como mecanismos de inovação na participação pública Vivemos tempos de desafio. Será mesmo possível defender que no nosso tempo, o tempo de mudança já se anunciou e que deu agora lugar a um contexto que exige acção e resposta a solicitações cujos contornos mudam de forma rápida e imprevisível. As lideranças e a organização política tem pela sua frente, novos e desconhecidos desafios a considerar. O digital (enquanto forma de explorar computadores e redes para comunicar e interagir) e as redes (enquanto forma alternativa à tradicional organização hierárquica), puxam ao limite as nossas concepções de como nos poderemos organizar e dar resposta ao mundo actual. Distribuição, colaboração e governação adquirem assim novos significados que urge explorar. De forma livre são apresentados os pontos de vista do autor sobre o impacte e oportunidades associadas com aspectos como o território, a sua sustentabilidade e a noção de bem público face às novas formas de participação pública.
  3. 3. O mundo em que vivemos (Gouveia, 2008) Queda do muro de Berlin Ataque às Torres Gémeas Crise financeira Crise económica e social fronteiras físicas segurança e defesa economia qualidade de vida Nov, 1989 Set, 2001 Set, 2008 (?)Set, 2009/11 ? Gouveia, L. (coord). (2009). Modelos de Governação na Sociedade da Informação e do Conhecimento. Estudo APDSI. Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação. Abril.
  4. 4. Sociedade da Informação Uma sociedade que predominantemente utiliza o recurso às tecnologias da informação e comunicação para a troca de informação em formato digital e que suporta a interacção entre indivíduos com recurso a práticas e métodos em construção permanente (Gouveia e Gaio, 2004)
  5. 5. Sociedade da Informação Uso intensivo de tecnologias de informação e comunicação Uso crescente do digital Organização em rede
  6. 6. Digital: “ O rolo compressor ”
  7. 7. Do analógico para o digital • aprender... – no analógico, memorizar para aprender – no digital, esquecer para aprender • trabalhar... – no analógico, tomar tempo para trabalhar – no digital, trabalhar sem tomar o tempo
  8. 8. Poder e redes Paul Baran (1964) Das relações UM-COM-TODOS Para as relações TODOS-COM-TODOS CENTRALIZADA DESCENTRALIZADA DISTRIBUÍDA
  9. 9. O que são as redes? • sistema que liga entre si de forma múltipla, coisas ou pessoas – rede económica (rede de lojas) – rede de relacionamentos (rede social) – rede de difusão (rede de emissores de rádio) – rede de comunicação (rede viária) – rede digital (Internet) – rede electrónica (computador) / biológica (ser humano) • comunicar com ou dentro de um grupo – as redes relacionam-se com outras redes e podem conter subredes • sugere um padrão regular de organização que agrupa elementos individuais • representação: grafo – conjunto de pontos (vértices), ligados por arcos (arestas ou setas) http://www.inf.ufsc.br/grafos/definicoes/definicao.html
  10. 10. A rede das redes! Rede neural, cérebro! http://www.bordalierinstitute.com Cópias: a Internet (redes de computadores) e a WWW (rede como teia de conteúdos) e a Internet das coisas (rede como associação de objectos) Galeria de imagens de redes digitais http://www-personal.umich.edu/~mejn/networks/
  11. 11. Precisamos de saber mais sobre redes! • Desafios do ead Equilíbrio Coesão Evolução Propagação Representação Explicar Prever Avaliar
  12. 12. www.serendipidade.com/2008/12/ A condição humana Celso Alvarez Cíccamo, 2004
  13. 13. (social) networking? Networking notWorking !? : - ( Michael Tchong h t t p : / / w w w . u b e r c o o l . c o m /
  14. 14. A importância do indivíduo A(s) rede(s) aumentam o valor do indivíduo O Indivíduo aumenta valor da(s) rede(s)
  15. 15. Forças de coesão • Proximidade • Escala humana • Confiança A produção social transforma mercados e liberdade, Y. Benkler, 06
  16. 16. FAZER MAIS + COM MENOS – (“informação ou se usa ou se perde...”) Colaborar, explorar e partilhar! inovação, criatividade,... desperdício,... conhecimento,...
  17. 17. “Não podemos resolver problemas, utilizando o mesmo tipo de pensamento e práticas com que foram criados” Albert Einstein (1879 – 1955)
  18. 18. Interacção tradicional durante a campanha Debates TV TV clips Sitios web de campanha Facebook, twitter Emails, telefone Emails, telefone Blogs Facebook, twitter, Sitios web de campanha candidatos Cidadãos Cidadãos candidatos
  19. 19. Proposta Melhorar a interacção entre candidatos e cidadãos durante e após o período eleitoral. cidadãoscandidatos  abordagem centrada nos cidadãos e nos candidatos  reunir num único local os intervenientes de uma eleição  comunicação em rede estruturada e multidireccional  deliberação baseada em perguntas, sugestões, respostas e programas eleitorais
  20. 20. www.liberopinion.net | www.liberopinion.pt Democracy for a New Age
  21. 21. Governómetro permite o acompanhamento e deliberação sobre o desempenho do governo Eleições concentra os stakeholders principais das eleições num só lugar e permite a sua comunicação multilateral
  22. 22. Perguntas & Respostas Sugestões & Comentários Programas eleitorais Liberopinion – Eleições 2.0
  23. 23. • Cidadãos submetem questões e ideias sobre um leque predeterminado de tópicos. • Cidadãos votam o seu interesse em questões e sugestões de modo a criarem uma lista de questões e sugestões mais relevantes • Candidatos respondem a questões e comentam as sugestões • Candidates publicam o seu programa eleitoral organizado por tópicos • Cidadãos comparam os programas eleitorais dos candidatos • Zonas de debate (círculos de interacção) – Para candidatos – Para cidadãos e candidatos Eleições 2.0, características principais
  24. 24. Indicadores estatísticos Objectivos Medidas Governómetro
  25. 25. • Gráficos visualizam os principais indicadores estatísticos. • Cidadãos submetem a sua própria análise sobre a evolução dos indicadores estatísticos. • Cidadãos fornecem o seu ponto de vista sobre se os objectivos do governo são cumpridos. • Cidadãos debatem as medidas propostas pelo Governo e Parlamento Governómetro, características principais
  26. 26. Nota Biográfica Luis Borges Gouveia homepage: http://homepage.ufp.pt/~lmbg blogue: http://lmbg.blogspot.com email: lmbg@ufp.edu.pt twitter: @lbgouveia facebook: http://www.facebook.com/lbgouveia slideshare: http://www.slideshare.net/lmbg Professor Associado com Agregação na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Fernando Pessoa. Possui Agregação em Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro (UA, 2010); é Doutorado em Ciências da Computação pela University of Lancaster (UK, 2002) e Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pela FEUP (UP, 1995). Os seus interesses de I&D incluem as relações entre o espaço físico e o digital e a forma como o digital pode potenciar as relações humanas.

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