Fundamentos de Marketing Preconceito Barbarizante Luis Henrique Coutinho Corrêa Alves
1-Introdução <ul><li>Ao falarmos de publicidade, não podemos deixar de cita-la como um importante instrumento de marketing...
1-Introdução <ul><li>Ocorre que a publicidade tem um forte poder de persuasão sobre os consumidores, e isto tem o poder de...
1-Introdução <ul><li>O uso da publicidade desta forma tem causado debates e acusações de que o seu poder de persuasão faz ...
1-Introdução <ul><li>Em grau de necessidade, os produtos se classificam da seguinte forma: </li></ul><ul><li>Essencial: Gê...
2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Em relação ao marketing, existe uma distorção chamada de “preconceito da essencialidade...
2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Por conta disso, deduz-se que o marketing tem a obrigação de atender em primeiro lugar ...
2-Preconceito Barbarizante <ul><li>A partir daí tem-se tentado hierarquizar as necessidades humanas, objetivo alcançado po...
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3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação aos preços, a publicidade é o principal instrumento para lançar ...
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3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação à escolha do consumidor, não podemos esquecer do papel informati...
3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação ao efeito social, a publicidade tem influenciado o consumidor de...
3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação aos ciclos econômicos, a publicidade é o instrumento do empresár...
4-Conclusão <ul><li>A publicidade atende aos interesses da sociedade no momento em que ela gera concorrência, concorrência...
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4-Conclusão <ul><li>No final das contas, as necessidades mais essenciais do homem de hoje não são as mais essenciais como ...
5-Bibliografia <ul><li>VASCONCELLOS, Manoel Maria de.  Marketing Básico. Conceito Editorial, Rio de Janeiro. 2006. </li></ul>
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  1. 1. Fundamentos de Marketing Preconceito Barbarizante Luis Henrique Coutinho Corrêa Alves
  2. 2. 1-Introdução <ul><li>Ao falarmos de publicidade, não podemos deixar de cita-la como um importante instrumento de marketing, pois na concorrência mercadológica entre produtos, é a publicidade quem levará ao consumidor as características, vantagens e até mesmo informará ao consumidor sobre a sua existência e a sua finalidade. </li></ul>
  3. 3. 1-Introdução <ul><li>Ocorre que a publicidade tem um forte poder de persuasão sobre os consumidores, e isto tem o poder de fazer com que certos produtos levem vantagem na guerra da concorrência mesmo sem ter o melhor preço, simplesmente usando de um forte marketing a seu favor, mostrando supostas vantagens sobre a concorrência. </li></ul>
  4. 4. 1-Introdução <ul><li>O uso da publicidade desta forma tem causado debates e acusações de que o seu poder de persuasão faz com que produtos mais caros sejam consumidos sem necessidade, e até de que produtos de menor necessidade são consumidos em detrimento de produtos de maior necessidade, ou seja, por causa do poder de persuasão da publicidade, o consumidor deixa de consumir produtos essenciais para consumir supérfluos, e isso acaba prejudicando a economia e a nação como um todo. </li></ul>
  5. 5. 1-Introdução <ul><li>Em grau de necessidade, os produtos se classificam da seguinte forma: </li></ul><ul><li>Essencial: Gêneros alimentícios por exemplo, não se pode viver sem eles; </li></ul><ul><li>Necessário: Roupas e computadores por exemplo, são necessários, mas isso não é uma característica universal; </li></ul><ul><li>Conveniente: Oferecem conforto, são o “algo mais”; </li></ul><ul><li>Supérfluo ou de luxo: A maior característica é o prestígio que o produto traz a seu usuário; </li></ul>
  6. 6. 2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Em relação ao marketing, existe uma distorção chamada de “preconceito da essencialidade”, pois o marketing é tido como uma ferramenta criada para atender às necessidades da humanidade, e estas são muitas, e em diferentes áreas e graus. </li></ul>
  7. 7. 2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Por conta disso, deduz-se que o marketing tem a obrigação de atender em primeiro lugar as necessidades mais importantes antes de buscar atender as mais supérfluas. Existe também um consenso de que uma necessidade só se manifesta se outra mais urgente já tiver sido atendida, mesmo nos níveis mais baixos ou fisiológicos do homem. </li></ul>
  8. 8. 2-Preconceito Barbarizante <ul><li>A partir daí tem-se tentado hierarquizar as necessidades humanas, objetivo alcançado por Abraham Maslow em 1954, demonstrado através do quadro abaixo: </li></ul>
  9. 9. 2-Preconceito Barbarizante
  10. 10. 2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Observando o quadro acima, podemos observar melhor as necessidades humanas e tirar as conclusões que interessam ao marketing. E com isso ponderar melhor sobre o “preconceito da essencialidade”, pois, através deste quadro, podemos ver que as necessidades humanas mais essenciais são as mesmas que os animais tem, e à medida que o grau de necessidade vai diminuindo, aumentam as recompensas ligadas à complexidade humana e a realização pessoal do indivíduo. </li></ul>
  11. 11. 2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Analisando desse ponto de vista, entende-se como o marketing e a publicidade leva o homem a desejar o supérfluo, e com isso surge a questão se não deveria o homem se preocupar com o que é realmente necessário, deixar de lado os supérfluos e passar a viver como os animais ou continuar a ter o supérfluo como essencial. </li></ul>
  12. 12. 2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Lógico que a nossa escolha tem sido viver pelo supérfluo, buscando o conforto, status etc., pois a visão do marketing ligado ao desperdício é tratado como preconceito ingênuo e ideológico. O marketing na verdade, busca usufruir dos recursos disponíveis para satisfazer todas as necessidades humanas, e não uso melhor do que este para tais recursos. </li></ul>
  13. 13. 2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Ainda assim, a publicidade é acusada de gerar uma competição entre produtos, onde a ênfase são diversas como embalagem mais bonita e outros argumentos, mas não pelo menor preço. Essa competição causaria confusão ao consumidor que não teria somente o preço como parâmetro de escolha, e geraria custo aos fabricantes destes produtos com a própria publicidade, custo esse que representa um capital que poderia ser investido em melhorias sociais como melhores salários e mais vagas de emprego. </li></ul>
  14. 14. 2-Preconceito Barbarizante <ul><li>Em defesa da publicidade argumenta-se que isso cria diferenciação, e com isso surgem: nome, marca e imagem, e isso traz como conseqüência a fidelização do cliente, que sabe que aquele é o produto certo para atender às suas necessidades. Isso faz com que o melhor fabricante tenha maior lucro com maior volume de vendas, e que com isso possa trazer aprimoramentos ao seu produto e até redução de preços devido ao grande volume de vendas. </li></ul>
  15. 15. 3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação à procura, é inegável que a publicidade com o seu poder de persuasão faz com que haja aumento da procura por um produto, e conseqüentemente das suas vendas. Esse aumento de vendas expande o mercado e a demanda, possibilitando a redução de preços devido ao aumento da escala de produção. </li></ul>
  16. 16. 3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação aos custos, é lógico que a publicidade tem os seus, mas não temos como mensurar o impacto desses custos nas vendas, pois não se sabe ao certo qual seria o volume de vendas caso não houvesse a publicidade. Alguns dizem que a publicidade até diminui estes custos à medida que se elimina vendedores e outros intermediários que facilitariam uma venda. </li></ul>
  17. 17. 3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação aos custos de produção, conforme foi citado acima, a publicidade faz com que se aumente a escala de produção, e escala de produção maior também significa custos menores por unidade, e preços mais baixos. </li></ul>
  18. 18. 3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação aos preços, a publicidade é o principal instrumento para lançar um novo produto no mercado, porém, um novo produto teve custos de desenvolvimento que levarão um certo tempo para serem recuperados, e ainda existe a concorrência, que irá lançar produtos concorrentes sem terem tido os mesmos custos de desenvolvimento. Nestes casos, a publicidade é um instrumento de mercado importante para segurar o preço. Marcas e patentes também são recursos importantes nesses casos. </li></ul>
  19. 19. 3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação à qualidade e a variedade dos produtos, a publicidade tem importante papel no momento em que estimula a competição entre as marcas. Isso faz com que se busque inovações, variedade e qualidade, ou seja, diferenciais que farão com que certo produto tenha a preferência do consumidor. </li></ul>
  20. 20. 3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação à escolha do consumidor, não podemos esquecer do papel informativo da publicidade, que sempre enfatiza a qualidade dos seus produtos, cabendo ao consumidor escolher aquele produto que mais lhe agrada e atende às suas necessidades. </li></ul>
  21. 21. 3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação ao efeito social, a publicidade tem influenciado o consumidor de tal forma que o supérfluo de uma geração tem se tornado na necessidade da próxima. </li></ul>
  22. 22. 3-Resultados Econômicos da Publicidade <ul><li>Em relação aos ciclos econômicos, a publicidade é o instrumento do empresário que quer adotar estratégias mais agressivas de vendas a fim de girar o seu estoque e angariar fundos para novos investimentos. </li></ul>
  23. 23. 4-Conclusão <ul><li>A publicidade atende aos interesses da sociedade no momento em que ela gera concorrência, concorrência esta que gera guerra de preços e diversificação de produtos. Os preços baixos sempre serão o interesse do consumidor, e a diversidade serve para atender a diversidade humana, pois sendo assim cada indivíduo terá a opção de escolher o produto que mais lhe atende, e ao mesmo tempo terá satisfeita a sua vaidade ao ter um produto com o seu perfil, diferenciado. </li></ul>
  24. 24. 4-Conclusão <ul><li>A concorrência gerada pela publicidade é saudável também para as empresas, pois estas na busca pelo crescimento estarão sempre em busca do lucro, enquanto que o consumidor busca vantagens como preço e qualidade. As empresas que melhor atenderem a estes interesses estarão melhor posicionadas no mercado, atendendo melhor a este processo de troca. </li></ul>
  25. 25. 4-Conclusão <ul><li>No final das contas, as necessidades mais essenciais do homem de hoje não são as mais essenciais como as fisiológicas, e sim as mais supérfluas, ou seja, aquelas que envolvem vaidade e realização pessoal. E o marketing como instrumento que busca atender as necessidades humanas tem se adaptado a isso e trabalhado na parte mais “supérflua” dessas necessidades. </li></ul>
  26. 26. 5-Bibliografia <ul><li>VASCONCELLOS, Manoel Maria de. Marketing Básico. Conceito Editorial, Rio de Janeiro. 2006. </li></ul>

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