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Palestra prof. Moyses Simantob

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  • Key Issue: How can organizations in Mercosur harness and exploit IT to generate competitive advantage in a globalized economy? Three factors make timely availability of IT skills a paramount concern for CIOs: technology evolves requiring continuous offer of new skills; IT usage grows continuously, generating resource competition; and human resources costs increasingly become the critical IT component. The IT skills crisis is more dramatic in Mercosur countries, where training budgets are traditionally insufficient and IT usage grows at 10 percent to 20 percent a year. When we mention IT skills, we actually mean a combination of competencies: IT Skills — specific skills, directly applied to core tasks in the IT area; Business Knowledge — knowledge that will help align IT with the organization's business ; Enterprise Knowledge — knowledge of functions, standards, ways and means that helps move forward with a task; and Professional Skills — skills that support the IT task (e.g., project management, team leadership and controls). Various sources have those skills in different quantities. All that changes over time, and they cost different amounts of money. In a dynamic sourcing plan, sources must be balanced all the time to ensure that IT plans are completely and continously supported, efficiency and quality service levels are achieved, and IT innovation is adequately brought into the organization.
  • http://www.youtube.com/watch?v=sc4HxPxNrZ0&feature=player_embedded
  • De acordo com projeções da Divisão de População das Nações Unidas, a população mundial provavelmente vai chegar a 10 bilhões antes da virada do século. http://www.youtube.com/watch?v=UAIv15fWfHg&feature=player_embedded
  • Hoje, as preocupações mais prementes humanos são questões transnacionais que compartilhamos em raça, religião e nacionalidade. Como mais e mais pessoas se juntar aqueles de nós que já estão aqui, novos desafios irão surgir e resolver os problemas existentes se tornará cada vez mais urgente. Proporcionar às pessoas com acesso a alimentos saudáveis ​​e água limpa; gestão da mudança do clima e seus impactos; tratamento da doença; geração e uso de energia com sabedoria, trabalhando com a diminuição naturais recursos; lidar com a poluição - os desafios globais.
  • Há problemas que podem, e devem, ser resolvido. Como indivíduos, temos um papel fundamental na criação de um mundo sustentável caracterizado por equilíbrio e paz para todos. Somos parte de uma comunidade grande, interligados onde as ações tomadas em um país ou região pode ter um impacto imediato sobre as outras partes do globo. Temos capacidade nova e sem precedentes, individual e coletivamente, para acessar e analisar informações, fazer conexões e buscar idéias e conectar e envolver as comunidades para resolver problemas como nunca antes. 7 bilhões é uma oportunidade para nos unir como uma comunidade global para o exercício da objetivo de promover o bem-estar no curto prazo e desenvolver uma base a partir da visão de longo prazo.
  • Há uma série de problemas diferentes que estão sendo causados ​​por um número cada vez maior de pessoas em um mundo finito porte. Muitos destes problemas podem ser resolvidos, e novas soluções surgirão ao longo do tempo. Redução das desigualdades e encontrar formas de garantir o bem-estar das pessoas vivas hoje - assim como as gerações que se seguem - vai exigir novas formas de pensar e de cooperação global sem precedentes. O momento de agir é agora.
  • A população mundial estará no topo da marca de sete bilhões no próximos meses. 7 bilhões é uma conquista e um desafio. Enquanto alguns vão se concentrar sobre o número, vamos aproveitar esta oportunidade mostrar as histórias, as ligações e as pessoas por trás deste número.
  • Ao invés de competir contra a multidão de corporações, organizações e indivíduos que trabalham para melhor a humanidade, os 7 mil milhões de Ações da campanha é projetado paraacender uma luz brilhante sobre o bom obras que já estão fazendo, e incentivar mais pessoas a se juntarem a eles.
  • All about pushing things out at people. A one way process. Shove, shout, sell.
  • Redução dos ciclos da economia(crescimento, recessão, depressão e retomada) Necessidade de diminuir os ciclos de inovação
  • Instead of using marketing to shove things out and yell, it’s about creating things that draw people in. Things that make them want to come learn/see/engage more.
  • A bicicleta é um meio de transporte limpo e barato, o difícil é fazê-la deixar de ser um transporte particular, como o carro, e passar a ser um transporte público, como o metro. Em Barcelona o sistema BICING faz muito sucesso. É possível alugar bicicletas em postos especiais e depois basta devolve-las em um posto semelhante em qualquer lugar da cidade. Menos poluição, menos trânsito e também uma forma de exercício para a população, sem contar a educação de dever cuidar do bem público como um bem privado. http://www.gizmodo.com.br/conteudo/made-brazil-como-transformar-bicicleta-em-transporte-publico-0
  • Composição é mais barata que metrô e é projetada para ser instalada quatro metros acima da via de circulação por Redação Galileu Para conter o avanço do caos no trânsito sem arcar com os grandes investimentos necessários para a construção do metrô subterrâneo, uma empresa chinesa projetou um trem suspenso com espaço para que os carros passem por baixo. O projeto, batizado de “3D Express Coach” é da Huashi Future Parking Equipment, da cidade chinesa de Shenzhen. O trem, movido a energia elétrica e solar, teria velocidade média de 40 km/h, podendo chegar a uma velocidade máxima de 60 km/h. Segundo o projeto, a composição terá 6 metros de largura e será suspensa a cerca de 4 metros de altura para que carros com até 2 metros de altura passem sob o trem. O “3D Express Coach” pode ser aprovado no fim de agosto e deve começar a ser construído ainda no final de 2010 em um distrito de Pequim, segundo o  Gizmodo . A composição, que tem capacidade para 1.200 passageiros, custa cerca de 10% do valor de um metrô subterrâneo, segundo a empresa chinesa responsável pelo projeto. O trem, diz a empresa, poderia funcionar com trilhos colocados nas laterais de ruas e avenidas já existentes, sem necessidade de grandes escavações e desapropriações de terrenos. No site da Galileu tem um vídeo de como funciona o trem. Assista! Será que o projeto dará certo, sem aumentar os riscos de acidentes graves e envolvendo mais pessoas. Se der, é uma boa opção para outros países, como o Brasil, que precisa melhorar o transporte público.
  • Dish Network Looking to the Crowd An initiative by Dish Network is indicative of how marketers remain enamored of crowdsourcing as a way to generate ideas for advertising campaigns, commercials, logos, packaging and the other trappings of peddling products and services. Dish Network has an agency of record for crowdsourcing, Victors and Spoils, a new shop in Boulder, Colo. Victors and Spoils was asked to manage and curate a crowdsourcing exercise in creating a possible new logo for Dish. Victors and Spoils is working with a company in Chicago, CrowdSpring, which says it has access to 58,000 designers and writers for its crowdsourcing projects. The logo competition drew 3,175 entries, says Ross Kimbarovsky, who co-founded of CrowdSpring with Mike Sanson, from 559 participating creative types. There are to be $10,000 in awards in the form of four prizes of $2,500 each.
  • Nos últimos anos, a Fiat vem realizando ações que a posicionam como uma empresa que ajuda o cliente a pensar duas vezes antes de pisar fundo no acelerador. Para consolidar essa imagem, a empresa tem focado em ações que promovem o consumo sustentável de forma inovadora, contando com importantes parcerias para viabilizar estes projetos. Em outubro de 2008, a empresa italiana lançou um sistema em parceria com a Microsoft, chamado EcoDrive, que mede como o usuário dirige seu carro. Em linhas gerais, o Ecodrive recolhe informações sobre aceleração, desaceleração e mudanças na velocidade e rapidez, a partir da conexão de um drive USB padrão no carro. Ao fazer o upload dos dados no computador, o usuário enxerga como está dirigindo e recebe dicas para uma condução mais eficiente, em termos de economia e resultado, como freios mais suaves ou velocidade constante em retas. O EcoDrive foi um sucesso, até certo ponto, esperado.  Com a consciência ecológica se consolidando entre pessoas e empresas, os consumidores se tornam cada vez mais interessados em controlar o seu uso de energia pessoal, seja pelo custo ou pela consciência. Seguindo uma receita parecida, a partir deste mês, na Espanha, a Fiat também passou a oferecer aos donos do Fiat 500 uma bicicleta elétrica, enquanto seus carros estão em revisão na concessionária. Através de uma parceria com a marca de bicicleta Trek, a Fiat não cobra nada de seus clientes em troca das bikes, que tem um alcance de 70 km e recarga durante os intervalos quando ligada na tomada. De acordo com a Fiat, esta  ação  foi motivada pela demonstração do comprometimento da marca com a mobilidade sustentável. Se fizer sucesso, a empresa replicará o empréstimo de bicicletas por toda a Europa. Além de entregar valor à marca Fiat, esta parceria atrai a atenção de consumidores que ainda não estão familiarizados com uma bicicleta elétrica, incentivando-os a experimentar o produto. Parcerias como essas geram oportunidades para os dois lados, tanto para uma marca já consolidada quanto para uma empresa nova no mercado. Se você está lançando um produto inovador, fique atento a este tipo de oportunidade. Torná-lo conhecido e testado por seu público-alvo será seu maior desafio, e o “pulo do gato” pode estar em realizar com sucesso ótimas parcerias, como a firmada entre Fiat e Trek.
  • Toyota Motor  continues on the journey to repair its reputation with a campaign using the theme “Ideas for good,” which will seek suggestions from consumers. The campaign, to be introduced on Monday, invites consumers to come up with new ways to use five existing Toyota Motor technologies, like the advanced parking guidance system that is available on the Toyota Prius; a lifelike human model, nicknamed Thums, that the company’s engineers employ in crash tests; and a solar-powered ventilation system, also from the Prius. The intent, in other words, is to come up with ideas to use automotive technologies outside the realm of cars and trucks. Toyota Motor is pledging that it will try to bring to fruition the five best ideas submitted by consumers, as judged by an independent panel. The campaign is being created by the Toyota agency Saatchi & Saatchi, part of the Publicis Groupe, out of its Los Angeles office. The effort marks another attempt by Toyota Motor to polish its tarnished brand and corporate image after the recalls and other problems that hurt its reputation as well as sales. In October, Toyota Motor was the only major automaker to suffer a sales decline in the United States compared with the same month last year. “ Our focus is on continuing to build Toyota brand opinion” after “all the negative publicity we’ve had this year,” said Bill Fay, group vice president for marketing at Toyota Motor Sales USA in Torrance, Calif. The goal of the campaign is “showing how we can improve the quality of life” of consumers, he added, beyond what its products contribute. Beginning on Monday, consumers can go to a section of the  Toyota Web site to learn more about the five technologies. They will have until Feb. 28 to submit ideas, which will then be judged by a panel put together by Innocentive, a company in Waltham, Mass. The judges will narrow the submissions to 25, said Bob Zeinstra, national manager for advertising and strategic planning at Toyota Motor Sales USA. The 25 will be announced in April. “Then, we’ll let the community vote to pick the five winners,” he added, sometime in May or June. The company has not earmarked a specific amount of money to help bring the winning ideas to life, Mr. Zeinstra said. “Instead, we’ll see what the ideas are and budget around that.” The campaign includes examples of how some Toyota Motor technologies are being employed outside the automotive field, among them the Thums technology being used at the  Wake Forest University  Baptist Medical Center.
  • Teoricamente, quanto mais os médicos aprenderem sobre o corpo humano mais base terão para identificar seus problemas. Mas é quase impossível manter-se atualizado com a avalanche constante de novas informações. Só na área da neurologia, o número de transtornos identificados mais do que duplicou em dez anos, saltando para 1,8 mil, sendo que a maior parte deles é extremamente rara. É verdade que os médicos, se tomados como comunidade, sa-bem mais, mas o que um indivíduo isolado sabe corresponde a uma pequena porção de toda a informação médica disponível. E se os médicos usassem a tecnologia para explorar o conhecimento dos colegas e com isso formular diagnósticos mais rápidos e mais precisos?  O dr. Michael Segal, de 54 anos, é um neuropediatra de Chestnut Hill, Massachusetts. Ele vem trabalhando essa questão de forma intermitente há 20 anos. O resultado é o SimulConsult, uma ferramenta online de crowdsourcing (estratégia que recorre ao público para a realização de pesquisas ou outros tipos de trabalho) para a identificação de transtornos neurológicos. O software mostra o potencial que tem a internet para mudar a forma como as doenças são diagnosticadas. O médico insere no sistema os sintomas do paciente e testa os resultados. O software gera, então, os possíveis diagnósticos e a probabilidade de cada um deles.  Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI74756-16368-1,00-O+MEDICO+DO+FUTURO.html
  • Fisherman in Tokyo are taking photos of the fish they catch and posting them to a retail website before they even return to port. Fishermen’s benefit: no fish broker nor auction market process is required. Buyers’ benefit: fish and seafood you’ve ordered on the website before 9am will be delivered to your home within the same day. (It is expected to be delivered within 12 hours from being caught by fishermen to a consumer’s kitchen.)   C.O.D. available.
  • VÍDEO EM CIMA DA IMAGEM
  • http://www.greenpeace.org/international/campaigns/toxics/electronics/how-the-companies-line-up/
  • A quinta edição da pesquisa ImagePower Green Brands mostrou que somos o país mais preocupado com as questões relacionadas ao meio ambiente e um dos poucos que se propõe a pagar mais por produtos ecologicamente responsáveis.  De acordo com a pesquisa, 60% da população brasileira prioriza a resolução de questões relacionadas às mudanças climáticas e ao desmatamento. A pesquisa ainda questionou os entrevistados a respeito das marcas que eles consideravam mais verdes e, no Brasil, as empresas Natura, Nestlé, Petrobras foram citadas, entre outras. http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/imagepower-green-brands-empresas-produtos-verdes-brasil-570760.shtml
  • A Bayer acaba de abrir as inscrições para a 7ª edição do Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais, uma parceria mundial entre a Empresa alemã e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Para se inscrever, o jovem deve descrever o projeto ambiental do qual participa, incluindo quais atividades realiza, os benefícios da iniciativa e quais resultados já alcançados. Os vencedores dos quatro melhores projetos irão representar o Brasil no Encontro Internacional de Jovens Embaixadores Ambientais na Alemanha, em novembro deste ano.
  • O canadense Bruce Mau está criando as escolas do futuro com base no redesenho de seus espaços. Em seu último livro, The Third Teacher, ele ensina como inovar em ambientes de aprendizagem. Isso pode ser muito útil para você e sua empresa A expressão design o remete a móveis ultramodernos, arquitetura sofisticada ou a objetos de grife? Então apague essa ideia, porque ela está ultrapassada. O design transcendeu a materialidade e sua nova onda é projetar experiências a serviço de um mundo mais criativo, inovador e sustentável. Com isso, a premissa “comprar para ser feliz” está com os dias contados. Um estudo realizado pelo departamento de psicologia da Universidade Colúmbia Britânica concluiu que o gasto com experiências – shows, curso de francês, degustação de vinhos ou um quarto de hotel em Bora Bora – produz uma satisfação mais duradoura do que comprar objetos. Isso indica que as pessoas hoje estão mais interessadas em criar aprendizados e lembranças que vão levar para a vida toda. Grandes nomes do design contemporâneo já despertaram para essa nova ordem, e à frente das mudanças está Bruce Mau, um designer canadense que mora atualmente em Chicago, onde é professor da Escola do Instituto de Arte. Depois de renovar marcas e produtos de clientes como Coca-Cola, McDonald’s, MTV, Herman Miller e Universidade do Arizona, Mau está criando as escolas do futuro, baseado em um novíssimo conceito que usa o design como metodologia para projetar experiências que tragam mais perenidade à satisfação. “Ao desenhar um espaço, projetamos a maneira como as pessoas estão sendo induzidas a se comportar naquele lugar. O mundo de hoje pede autonomia e criatividade, então precisamos desenhar esse resultado”, disse Mau a Época NEGÓCIOS.
  • Objetivo será iniciar conceitos de que uma empresa inovadora deve ter um ambiente que tenha reconhecimento de iniciativa e criatividade nas equipes.
  • Global Green Day, a ação – que acontece hoje em todas as lojas Starbucks do mundo – dará café de graça. Como assim? Com o objetivo de incentivar os consumidores a reduzirem o uso de copos de papel, a empresa convidou os seus clientes a usarem a  tumbler (copo térmico) ao invés dos tradicionais copos das lojas, presenteando-os com uma dose do café do dia. Segundo Ricardo Carvalheiro, presidente da Starbucks Coffee Brasil: “Estamos animados que a Starbucks Brasil está participando dessa iniciativa global. A maioria das pessoas desconhece que há opção de pedir suas bebidas em  mugs  (canecas) ou usar suas próprias tumblers  Starbucks nas nossas lojas. Esse tipo de iniciativa ajuda a disseminar essa informação”.
  • O projeto ainda não está pronto, há diversos pontos que ainda precisam ser modificados, mas a idéia do engenheiro elétrico Scott Brusaw, de Sagle, Idaho (EUA) poderá trazer mudanças na forma de captação de energia solar. Brusaw acredita que substituir o asfalto comum por célula solar em estradas é o caminho para a energia renovável. Entretanto, as células não suportam o peso e o impacto dos caminhões e outros veículos, por isso precisam ser reforçadas e encontrar uma forma de melhorar a aderência do pneu no vidro, as células precisam ter a textura de um asfalto. Se os painéis realmente derem certo será capaz de produzir cerca de 7,6 quilowatts-hora de energia diária e esta energia permitirá a recarga de veículos elétricos nas estradas.
  • Uma equipe de engenheiros britânicos criou o Bio-Bug, um carro ecológico que usa gás metano extraído de lixo orgânico e dejetos humanos como combustível. O "Bio-Bug" é um New Beetle adaptado e pode alcançar uma velocidade máxima de 183 km/h. O biogás usado no veículo é produzido a partir de restos de alimento, lixo orgânico e fezes de animais. O gás é gerado pela digestão anaeróbica de bactérias, que consomem oxgênio e "quebram" as moléculas de materiais biodegradáveis para produzir o metano. A tecnologia de transfomar dejetos humanos em combustível já foi utilizada anteriormente, mas esta é a primeira vez que um carro roda com gás metano sem perder performance. 
  • A empresa afirma que os aparelhos emitem 15% menos CO2 durante a fabricação e têm uma série de características verdes: “a fabricação não usa agentes químicos cancerígenos e poluidores, os celulares são pintados com tinta à base d’água e feitos com plástico reciclável, têm display de energia e carregadores eficientes, possuem um manual interno digital para não gastar papel e suas caixas são menores que o comum”. Só essas características fazem o produto ser ecológico? “ Ainda temos uma grande estrada a percorrer para desenvolvermos um produto “verde” ou sustentável, como já havia dito ao blog. Mas não está errado em assumir que eles são melhores para o ambiente do que os celulares comuns”, afirma Casey Harrell, coordenador da campanha internacional de eletrônicos do Greenpeace. O guia do Greenpeace para eletrônicos mais verdes indica a Sony Ericsson como a segunda empresa melhor colocada no ranking. Apesar de ser a melhor companhia em relação a agentes químicos, ela ainda precisa aumentar o número de postos de recolhimento de lixo eletrônico. “No Brasil, por exemplo, sequer oferece o serviço. Esse tipo de ação é essencial para evitar que o lixo eletrônico seja despejado, queimado ou exportado para outros países”, pontua Harrell. Entretanto, a companhia anunciou que, a partir do ano que vem, tentará fazer todos os seus produtos seguindo os mesmos princípios  Greenheart . Ou seja, ela parece estar comprometida a melhorar uma posição que, em relação a sustentabilidade, já é favorável.
  • O Aeros (Airborne Robotic Oil Spill Recovery System) é uma frota de pequenos robôs parecidos com embarcações capazes de cercar o petróleo derramado no mar com cordões e filtrá-lo. Em desenvolvimento pela empresa de combate a desastres ambientais  Global Response Group  (GRG), os robôs usam centrífugas para separar retirar o petróleo da água do mar e armazená-lo para ser reaproveitado. é capaz de filtrar cerca de 11 mil litros de óleo por minuto. A empresa responsável pelo Areros está contruindo um protótipo para ser testado em um vazamento experimental ano que vem. 
  • Na capital do Egito, uma comunidade é responsável pela coleta e reciclagem de cerca de 90% do lixo da cidade: os Zabbaleen (palavra árabe para “catadores de  lixo ”). Ainda que vivam com menos de 1 dólar por dia, as casas do Zabbaleen contam hoje com água quente, gás e luz elétrica, tudo proporcionado pelo lixo. Através de iniciativa da Solar Cities, ONG norteamericana, foram construídos  aquecedores solares  e  biodigestores  (que queimam lixo e proporcionam gás e eletricidade para a comunidade) a partir dos dejetos de Cairo.
  • Toyota Motor  continues on the journey to repair its reputation with a campaign using the theme “Ideas for good,” which will seek suggestions from consumers. The campaign, to be introduced on Monday, invites consumers to come up with new ways to use five existing Toyota Motor technologies, like the advanced parking guidance system that is available on the Toyota Prius; a lifelike human model, nicknamed Thums, that the company’s engineers employ in crash tests; and a solar-powered ventilation system, also from the Prius. The intent, in other words, is to come up with ideas to use automotive technologies outside the realm of cars and trucks. Toyota Motor is pledging that it will try to bring to fruition the five best ideas submitted by consumers, as judged by an independent panel. The campaign is being created by the Toyota agency Saatchi & Saatchi, part of the Publicis Groupe, out of its Los Angeles office. The effort marks another attempt by Toyota Motor to polish its tarnished brand and corporate image after the recalls and other problems that hurt its reputation as well as sales. In October, Toyota Motor was the only major automaker to suffer a sales decline in the United States compared with the same month last year. “ Our focus is on continuing to build Toyota brand opinion” after “all the negative publicity we’ve had this year,” said Bill Fay, group vice president for marketing at Toyota Motor Sales USA in Torrance, Calif. The goal of the campaign is “showing how we can improve the quality of life” of consumers, he added, beyond what its products contribute. Beginning on Monday, consumers can go to a section of the  Toyota Web site to learn more about the five technologies. They will have until Feb. 28 to submit ideas, which will then be judged by a panel put together by Innocentive, a company in Waltham, Mass. The judges will narrow the submissions to 25, said Bob Zeinstra, national manager for advertising and strategic planning at Toyota Motor Sales USA. The 25 will be announced in April. “Then, we’ll let the community vote to pick the five winners,” he added, sometime in May or June. The company has not earmarked a specific amount of money to help bring the winning ideas to life, Mr. Zeinstra said. “Instead, we’ll see what the ideas are and budget around that.” The campaign includes examples of how some Toyota Motor technologies are being employed outside the automotive field, among them the Thums technology being used at the  Wake Forest University  Baptist Medical Center.
  • http://www.fastcodesign.com/1663355/looking-to-do-more-social-good-ideo-launches-a-non-profit-arm http://www.ideo.com/work/human-centered-design-toolkit/
  • http://www.fastcodesign.com/1663403/could-you-create-a-brand-that-celebrates-reuse-instead-of-consumption
  • http://vimeo.com/24542706
  • Happy Planet Index (or Economics as if People and the Planet Mattered) July 13th, 2011, posted by Annie Leonard Last week, I finally got to meet the people at the New Economics Foundation, whose motto is “economics as if people and the planet mattered.” These are the guys in London who create the fascinating Happy Planet Index, or HPI, which evaluates countries based on 3 components: their level of health, level of well-being and rate of resource consumption. Basically, the HPI is a measure of how effectively a country converts resources into human well being. As you can see from the HPI map, some countries do this very efficiently and some countries – like mine – less so The cool thing about the Happy Planet Index is that is demonstrates that good lives don’t have to cost the earth; it’s not inevitable that we trash the planet and each other in order to have good, happy, long lives. There are some countries in which people achieve high levels of happiness and health while using a fraction of the resources as do other countries with similar levels of well being. The Happy Planet Index, like Gross National Happiness and the Genuine Progress Indicator, are ways to measure how a society is doing beyond just its rate of economic activity. Today, the primary measure of how a city, country or the whole planet is doing is the Gross Domestic Product, or GDP. The problem with limiting our measuring to economic activity is that we miss a lot of crucial information on what life is actually like for real people. The quality of education, environmental health, stress levels, income inequity, trust in government, social fabric, vibrancy of the culture are all things missed by measuring economic indicators alone. Unlike the GDP, the Happy Planet Index identifies health and a positive experience of life as universal goals. You know, that really shouldn’t seem so radical, yet it is. Can you imagine how very different our economic policies would be if their overriding goal was to promote health and well being, rather than increased economic activity? Crunching data from all over the world, the latest Happy Planet Index concludesthat : It is possible to live long, happy lives with a much smaller ecological footprint than found in the highest-consuming nations.  For example, people in the Netherlands live on average over a year longer than people in the U.S. and have similar levels of life satisfaction – and yet their per capita ecological footprint is less than half the size. Even more dramatic is the difference between Costa Rica and the U.S. People in Costa Rica also live slightly longer than those in the U.S., and report much higher levels of life satisfaction, and yet have a consumption footprint which is less a quarter than those in the U.S. Clearly, my country – the U.S. – does not fare well on measures like the Happy Planet Index. We simply use and waste way too much stuff. But when I see data like this, I feel hopeful. One of the good things about rating so low on the scale is that the only place to go is up. We could do things so much better. With a good mix of humility and curiosity -  plus a sense of urgency that today’s ecological situation requires –  we can learn much from other countries about living longer, healthier, happier lives with less consumption. Check out the Happy Planet Index to see where your country falls and to get ideas on living better with less. http://www.storyofstuff.com/blog/?p=823
  • http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110713/not_imp744231,0.php
  • http://blogs.hbr.org/govindarajan/2010/08/the-300-house-a-hands-on-lab-f.html
  • Adolescentes formando banda de garagem não é novidade. Mas a  The Garbage Men  (ou Os Homens do Lixo, em tradução literal) não é igual às outras. Ollie, Austin, Harrison, Evan e Jack – garotos da cidade de Sarasota, Flórida, nos EUA – produzem seus próprios instrumentos utilizando apenas lixo e material reciclado.  A guitarra e o baixo, por exemplo, são feitos de caixa de cereal matinal. Já a bateria usa latas e tampas de lixo, enquanto o saxofone foi fabricado com vidros de remédio, balões e um brinquedo de rodinhas chamado Corn Popper. E, por incrível que pareça, sai som de tudo isso. As apresentações costumam ser em meio a centros comerciais movimentados.  O vídeo abaixo, em que os meninos interpretam a música “(I Can't Get No) Satisfaction”, dos Rolling Stones, foi filmado em um show na frente da loja de brinquedos Toy Lab, no centro de Sarasota, em 30 de junho de 2011.  http://www.youtube.com/watch?v=IGuERsUWqCI&feature=player_embedded
  • O acesso a livros e jornais pode ser um fator diferencial para moradores de rua que desejam sair dessa situação. Foi o que aconteceu com Robson Mendonça, que conseguiu deixar esta condição, reestruturar sua vida e criar o Movimento Estadual de População em Situação de Rua. Segundo Robson, essas pessoas encontram muitas dificuldades para entrar em contato com os livros. Como a maioria não tem documento de identidade, não consegue ter acesso às bibliotecas públicas. Para resolver este problema Robson, em parceria com a Green Mobility e a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, criou a Bicicloteca. Um passeio pelo Centro e… Tudo começou quando Lincoln Paiva, idealizador da Green Mobility, andava pelo centro da cidade de São Paulo ao lado de Eduardo Jorge (secretário municipal do verde e meio ambiente) em direção à biblioteca Mário de Andrade. No meio do percurso foram abordados por Robson, que pediu ajuda para colocar em prática seu projeto de distribuição de livros. Lincoln, que já desenvolveu diversas ações voltadas para a mobilidade e sustentabilidade nos grandes centros urbanos, decidiu então ajudá-lo a pensar uma solução para o problema. A biblioteca móvel foi instalada num triciclo com um baú acoplado em sua traseira e prateleiras com capacidade para levar até 150 quilos de livros. “A ideia é que a Bicicloteca possa ser um pólo cultural móvel. Um ponto de transformação social na cidade, que ajude a reinserir os moradores de rua na sociedade”, explica Lincoln. A engenhoca, que deverá circular pelo centro da cidade distribuindo livros para os moradores de rua, também inclui um megafone para chamar a atenção de possíveis interessados. Quando uma pessoa recebe a doação, é feito também um cadastro no site para ajudar na busca por parentes perdidos, demanda muito freqüente entre os que vivem na rua já há algum tempo.
  • Que tal ajudar os moradores de rua da sua cidade oferecendo alimentos que você mesmo cultivou? Essa é a ideia da mais nova iniciativa do movimento  Grow Local Colorado , nos EUA: mobilizar os cidadãos para criar pequenas  hortas  nos  parques públicos  do município de Colorado e enviar toda a produção para os  centros de assistência aos moradores de rua . O projeto pretende oferecer  alimentos orgânicos de qualidade  para os sem-tetos e, ainda, aumentar o sentimento de  respeito  dos moradores pelos  espaços públicos  da cidade. Isso porque a ideia é que os próprios cidadãos tomem conta das hortas e, consequentemente, dos parques. As plantações ainda são cultivadas em pontos estratégicos, para que cresçam em harmonia com os canteiros de plantas e flores do local e, assim, não comprometam a paisagem. Por enquanto, a iniciativa –  que começou no segundo semestre de 2010  – possui 14 hortas, espalhadas por oito parques do município, que já ajudaram diversos centros de assistência aos moradores de rua da região. O próximo grupo que será beneficiado pela iniciativa já foi escolhido: é o  Denver’s Gathering Place , que abriga crianças e mulheres que não têm onde morar e receberá cerca de 680 kg de alimentos.  Os cidadãos do Colorado que estão participando da iniciativa estão para lá de satisfeitos e garantem que, além de ajudar os moradores de rua da cidade e contribuir para a preservação dos parques, a iniciativa faz bem a eles próprios. Isso porque, segundo eles, cultivar hortas é uma atividade muito prazerosa, que ainda está aproximando os moradores da cidade de todas as idades.
  • O Catarse funciona assim: você envia seu projeto, diz quanto precisa e até quando quer arrecadar este dinheiro. Aí você divulga o projeto e as pessoas podem optar por apoiar com qualquer valor a partir de R$ 10 e receber recompensas por isto. Se até o prazo escolhido você tiver atingido o valor que precisa, você recebe o dinheiro. Senão, todo mundo recebe o dinheiro de volta. De forma bem simples, é o termo para usarquando a gente fala de iniciativas de financiamento colaborativas. Traduzindo para o português seria algo como “financiamento pela multidão”. A ideia é que várias pessoas contribuam, com pequenas quantias, de maneira colaborativa, a viabilizar uma ideia, um negócio, um projeto. O Wikipédia – que, por sinal, é uma iniciativa “ crowd ” – define  crowdfunding  como uma ação de cooperação coletiva realizada por pessoas que contribuem financeiramente, usualmente via internet, para apoiar iniciativas de outras pessoas ou organizações. Projeto mais bem sucedido: 132%- São Paulo Polifônica por Leticia Arcoverde Múltiplas vozes, sons e ruídos se misturam na capital paulistana. Colabore! Nos ajude a criar um mapa sonoro que irá redescobrir esta cidade. Projeto com maior valor alcançado: R$ 25.785 - Cidades para Pessoas por Natália Garcia E se sua cidade se tornasse a cidade dos seus sonhos em 15 anos? Acredite, é possível. Conheça histórias que deram certo.
  • Kickstarter é a maior plataforma de financiamento para projetoscriativos do mundo. Todos os meses, dezenas de milhares demilhões de pessoas incríveis de dólares para projectos do mundoda música, cinema, arte, tecnologia, design, produtos alimentares,editorial e em outros campos criativos. Uma nova forma de comércio e de patrocínio. Não se trata deinvestimento ou de crédito. Criadores do Projeto manter 100% da propriedade e controle sobre seu trabalho. Em vez disso, elesoferecem produtos e experiências que são únicas para cada projeto. Todos os financiamentos ou nada. Em Kickstarter, o projeto deveatingir sua meta de financiamento antes do tempo acabar oumudanças sem as mãos de dinheiro. Por quê? Ela protege todos os envolvidos. Os criadores não são esperados para desenvolverseu projeto sem os fundos necessários, e que permite a qualquer pessoa para testar conceitos sem risco. Todo e qualquer projeto é a criação independente de alguémcomo você. Os projetos são grandes e pequenos, sérios ecaprichosos, o tradicional eo experimental. 
  • O Kiva.org foi o primeiro site do mundo de microcrédito pessoa -para-pessoa (P2P), ele usa a internet para ligar pequenas empresas do terceiro mundo a investidores filantrópicos do primeiro. O Kiva.org usa a conectividade da internet para aproximar os mais necessitados daqueles que tem uma melhor condição financeira.
  • A UNIQUE OPPORTUNITY Launching in April of this year, Myoo Create (that's "me + you") has ties to another crowdsourcing company, Jovoto, which hosted the recent Starbucks Beta Cup challengethat ended last week. Jovoto works with companies on business-innovation focused ideas, running contests that range from product naming to brand development. But as more companies came to Jovoto with more challenges related to environmental and social change, they saw the need for a distinct community, just as Myoo Create was launching. So Jovoto shared their platform and technology with Myoo Create in a fruitful, timely partnership. Myoo Create also benefits from funding provided byAdventure Ecology, a company best known for its sailing endeavors on the plastic-bottle boat Plastiki.
  • Chamada "Skype in the classroom", a rede foi criada para permitir a troca de experiências entre educadores interessados em trabalhar de forma cooperativa com colegas de outras partes do mundo. Segundo a empresa, o serviço estreou com 3.900 professores em 99 países. "A comunidade foi desenvolvida como resposta a um grupo apaixonado de professores que já usam o Skype em sala de aula, e que também colaboraram para sua formação", afirmou a empresa, em blog. Até o começo da tarde desta quinta-feira (31/3), o total de professores que aderiram à rede somava cerca de 6,3 mil, com 120 projetos abertos.
  • Um vagão de trem abandonado foi o ponto de partida para a criação de um cinema itinerante e sustentável em Londres. Durante três finais de semana em setembro, o ‘The Deptford Project’ exibirá diferentes filmes escolhidos pela empresa Silent Cinema. Os artistas Jamie Elliot e Liam Healy decoraram e revitalizaram o vagão. Designers criaram bancos de madeira para acomodar os espectadores e outro grupo de artistas usou retalhos de tecido para criar almofadas e outros objetos decorativos. Quem assistir aos filmes ainda vai apreciar pratos frescos preparados com ingredientes plantados em regiões próximas à instalação. As informações são do  LSN Global , site da  Agência Voltage , em parceria com  The Future Laboratory .
  • Uma campanha internacional chamada Girl Effect busca estimular a discussão e aconscientização da sociedade a respeito desse tema e convida à  mobilização  para o futuro dessas garotas. O mote da campanha é que as garotas têm um potencial poder de  transformação social , especialmente atuando na comunidade onde vivem.  Mas, para isso, é necessário que se deem chances e oportunidades para que elas possam gerar novas condições para além da realidade na qual estão inseridas.  Para a campanha, a educação é o meio de possibilitar que adolescentes pobres virem o jogo e que possam criar condições melhores para as gerações futuras de meninas. 
  • In Afghanistan, living off the grid isn't a tree hugger's dream -- it's reality. but a renewable-power startup called Sustainable Energy Services Afghanistan is lighting up Afghans' lives, with help from the sun and the wind.
  • uma parceria entre a Frog Design, Aricent, PopTech, iTeach, Praekelt, Nokia Siemens e outros Projeto Masiluleke, que significa "dar uma mão", em zulu usar a tecnologia móvel para combater a pior epidemia de HIV na o mundo em KwaZulu Natal, África do Sul, onde as taxas de infecção são mais de 40 por cento. Esta não é a primeira tentativa de resolver os problemas do HIV lá, mas depois de enviar uma equipe para a África do Sul para fazer uma extensa pesquisa sobre o solo com especialistas locais, acreditamos que o sistema que criamos é a solução mais eficaz até o momento. Quase 90 por cento das pessoas na África do Sul possui um telefone celular, permitindo Project M para usar a tecnologia móvel de três maneiras fundamentais: incentivar a utilização de baixo custo, kits de teste de diagnóstico (que sapos criados; veja vídeo abaixo); andar pacientes através de o processo de teste em casa, e para orientar as pessoas nos cuidados devem eles precisam e estimular comportamentos saudáveis ​​preventiva se não.
  • A receita do mobile payment deve quase triplicar até 2015. Os dados são da empresa de pequisa Juniper Research, e incluem compras de bens digitais, transferência de dinheiro ou pagamento via NFC realizados pelo celular. De acordo com o estudo, serão gerados US$ 670 bilhões em 2015. Se atingida, a estimativa representará um crescimento de 180% na comparação com os US$ 240 bilhões projetados para este ano, impuslionado pela maior utilização dos celulares para transações diárias. A expectativa é que serviços de pagamento móvel via NFC sejam lançados em 20 países nos próximos 18 meses, e somente este segmento garantirá transações de US$ 50 bilhões em 2014. Segundo o levantamento, os pagamentos por celular via NFC crescerão 2,7 vezes entre 2011 e 2015. Além disso, a Juniper Research prevê que somente a compra de bens e serviços digitais por meio de celulares responderá por 40% do total movimentado pelo setor de mobile payment em 2015. http://www.baguete.com.br/noticias/telecom/05/07/2011/mobile-payment-quase-triplicara-ate-2015
  • En pocas palabras: back-to-basics There will be a major shift in the way people live their lives and the choices they make. We are already seeing this, surely out of pure necessity but because of this most of us are scaling back and just simply going back to basics. What does this have to do with a greener lifestyles? Everything.  Going green, is quite simply going back to basics . Figuring out then, what is truly a need and what is an indulgence and excess and what we can live without. The true green movement is basically that: how to do more with less and finding out that less is more by reducing waste (excess) and clutter. As this crisis progresses, there will be a true necessity for going green and that is not by buying organics either but by eventually choosing and establishing a simpler lifestyle . It is unfortunate though, that although many people are hurting financially, that it would take such a extreme to finally realize what is important.
  • 1.     View compliance as a business opportunity When it comes to environmental policy, regulations eventually migrate to the toughest standard.  Companies can choose to ignore or delay their response but eventually they will have to be compliant.  An early and corporate-wide embrace of compliance based on a single and forward-looking target can bring many benefits including economies of scale, operational efficiencies and improved corporate image. 2.     Search and reapply the lessons of others Despite the relative newness of environmental regulations and sustainability strategies, companies can still leverage considerable learnings from other firms, both within and outside their markets.  Firms, however, should tailor these best practices to fit their business model, competitive environment and culture. 3.     Inculcate sustainability throughout the organization Senior management support is important but insufficient in itself to catalyzing innovation.  In addition to being aligned, employees need to be incentivized and empowered to germinate and use innovation to drive sustainability and business results.    Furthermore, firms need to weave sustainability metrics and targets into their planning and performance measurement systems to ensure the change sticks and progress is measured. 4.     Implement ‘quick wins’ that have a positive business case Quick wins are critical to proving a business case, generating learning and securing momentum. Smart companies start with small pilots, course-correct as they learn, and scale rapidly. 5.     Design sustainability into your offering Although it is a laborious and expensive process, designing sustainability into the product is often the best way to reap significant business and environmental benefits.  Moreover, there are often considerable opportunities within the customer experience – sales, service and support – to reduce cost, minimize waste and message your environmental credentials. 6.     Leverage your partners Working with your supply chain and channel partners through collaborative problem-solving and planning is a critical step to maximizing the breadth of innovation and improving overall compliance. Part of this process involves setting bold yet achievable sustainability targets with your partners.  This will help secure their attention and commitment while triggering their own innovation activities. 7.     Explore new business & operating models Environmental regulations can be highly disruptive to a market, leading to a reordering of customer needs, a change in the industry cost structure or the introduction of new technologies.  To leapfrog competition while minimizing business risk, companies must consider adjusting their go-to-market strategies to reflect the new realities as well as to exploit market openings.
  • Key Issue: How can organizations in Mercosur harness and exploit IT to generate competitive advantage in a globalized economy? Three factors make timely availability of IT skills a paramount concern for CIOs: technology evolves requiring continuous offer of new skills; IT usage grows continuously, generating resource competition; and human resources costs increasingly become the critical IT component. The IT skills crisis is more dramatic in Mercosur countries, where training budgets are traditionally insufficient and IT usage grows at 10 percent to 20 percent a year. When we mention IT skills, we actually mean a combination of competencies: IT Skills — specific skills, directly applied to core tasks in the IT area; Business Knowledge — knowledge that will help align IT with the organization's business ; Enterprise Knowledge — knowledge of functions, standards, ways and means that helps move forward with a task; and Professional Skills — skills that support the IT task (e.g., project management, team leadership and controls). Various sources have those skills in different quantities. All that changes over time, and they cost different amounts of money. In a dynamic sourcing plan, sources must be balanced all the time to ensure that IT plans are completely and continously supported, efficiency and quality service levels are achieved, and IT innovation is adequately brought into the organization.
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    1. 1. MUDANÇA EVISÃO SISTÊMICA PDL| DIMENSÃO NÓS Prof. Moysés Simantob BRASIL FOODS |Embu – 17/10/2012
    2. 2. PRINCÍPIOS DA VIDA (OUVIR) INOVAÇÃO NO ECOSSISTEMA
    3. 3. TRILHA INTELECTUAL (TROCAR) INOVAÇÃO TRANSFORMATIVA
    4. 4. REALIZAR O FUTUROEMERGENTE (AGIR) INOVAÇÃO PARA NOVOS MERCADOS
    5. 5. University of Alaska Anchorage, 1987/www.educause.edu/ir/library/powerpoint/NLI0230a.pps
    6. 6. Organização em Tempos de Mudança PDL| DIMENSÃO NÓS Prof. Moysés Simantob BRASIL FOODS |Embu – 17/10/2012
    7. 7. Sobre o palestrante |Moysés Simantob • Publicou “Guia Valor Econômico de Inovação • Atualmente é professor convidado de cursos MBA nas Empresas”, pela editora Globo em 2003 in company na FGV, USP e Unisinos. •Publicações e estudos Organizações Inovadoras • Em sua empresa de assessoria de inovação Sustentáveis, fala em congressos e palestras para estratégica, Simantob tem trabalhado para SEBRAE nacional. companhias e instituições como: Banco Itaú • Jurado e constituinte na definição dos critérios Unibanco, Banco BTG pactual e Grupo SOLVI de avaliação do prêmio “As Empresas Mais (Essencis Ambiental), Banco do Brasil, Wal-Mart Inovadoras do Brasil”, criado pela revista Época Brasil, Federação da Indústria do Paraná, SEBRAE Negócios e publicado em 2009, com a parceira SP, Federação da indústria de Minas Gerais entre da FGV, Great Place To Work e Fundação outros. Nacional da Qualidade e, em 2010, com a •Sua especialidade está na prática da inovação no consultoria A.T.Kearney. modelo de gestão das organizações, o que • Sua carreira acadêmica está vinculada à FGV, significa alinhar aspectos de ambiente, estratégia, desde 2002, como cofundador do Fórum de estrutura, cultura, liderança, processos e métricas Inovação da Escola de Administração de na direção de uma organização mais inovadora, Empresas de São Paulo e autor e professor de colaborativa e inspirada pelo desenvolvimento várias disciplinas de Inovação, Sustentabilidade e sustentável. Empreendedorismo. • Tem assessorado líderes do governo de órgãos de fomento à inovação e à competitividade industrial.
    8. 8. Contando uma história... Organizações em tempos de Mudança Organizações Inovadoras e Pensamento Sistêmico Organizações Inovadoras precisam ser Sustentáveis
    9. 9. Eu noMundo
    10. 10. ecossitema
    11. 11. É precisotransformara maneirade pensar
    12. 12. Rumo a um mundo de 7 bilhões de pessoas!
    13. 13. 7 bilhões é um desafio.
    14. 14. 7 bilhões é uma oportunidade!
    15. 15. 7 bilhões é umachamada à ação.
    16. 16. 7 bilhões é o começo.
    17. 17. 7 bilhões exigirãodo que uma inovação mais por mês.
    18. 18. Quais sãoos paísesque maisinovam?
    19. 19. Por queinovar?
    20. 20. A nova realidade de mercado A empresas podem e devem interferir e mudar aspectos de competição de seu setor Fatores macroeconômicos e cenário político desfavoráveis não devem bloquear as iniciativas de inovação Tomada de risco com responsabilidade deve ser institucionalizada para aumentar as expectativas de novas receitas para shareholders ‘Experimentar’ atender demandas locais de consumidores “low end”, metas de players globais, pode minimizar os riscos do repertório de inovação Qualificações para a adoção de novas tecnologias, necessitam ser mais consistentes e flexíveis Fonte: Pesquisa Monitor
    21. 21. Aumento da Competição INOVAR OU ESTAGNAR As mudanças dos cenários competitivos, as tecnologias emergentes e as megatrends requerem mecanismos anti-inércia e de boa interpretação de sinais.
    22. 22. líder ouseguidor?
    23. 23. Brasil entre China, India e SEda Asia
    24. 24. Brasil na encruzilhada entre China, índia eSE Asiático: líder ou seguidor ?Da Imitação a Inovação - LINSU KIMDe país pobre e subdesenvolvido até o início dadécada de 1960, a Coréia do Sul passou a ser umdos mais avançados e prósperos do mundo.O aprendizado tecnológico e o progressotécnico endógeno são os fatores fundamentaisdessa transformação.LINSU KIMIndia, SE Asia - Asian firms that previously used a fast follower strategy, similar toBrazil, are increasingly choosing the path of innovation leadership
    25. 25. Quem busca incorporar acapacidade de Inovar?Empresas que:São líderes ou almejam a liderançaAtuam em mercados instáveis, em mudançaacelerada e com muitas indefiniçõesBuscam estabelecer padrões de indústria ou interferir decisivamente naconfiguração da indústriaBuscam desenvolver sistematicamente novas oportunidades de negócio,alavancando as competências existentes, não se limitando a ‘ortodoxias’ e‘regras de mercado’Querem implantar um processo de inovação que gere um fluxopermanente de idéias , experiências e negócios, diminuindo os ‘vales’ entrereceitas advindas de ‘sucessos’ Fonte: Pesquisa Monitor
    26. 26. Líderes inovadores arriscamum pouco mais… “...e isso exige que se trabalhe com o que é desconhecido, que se experimente mudar o status quo, onde o maior risco é o de não inovar.” Capra, FritjofAdequação O Tao da Física Estagnação Limite do Caos Caos Mudança lenta e Mudança rápida e incremental radical
    27. 27. Estratégias Estratégias Similares Diferentes Escala Velocidade Eficiência Experimentação Diligência Imaginação Controle Criação Alinhamento Diversidade Hierarquia Network
    28. 28. inovaçãonão éciência outecnologia Prof. Silvio Meira
    29. 29. ...innovation is impossible if you think about it from a technology approach... {and} 4/5 of innovations originate from customers{!...} » Langdon Morris, co-autor de 4th Generation R&D: Managing Knowledge, Technology and Innovation
    30. 30. inovação é sociedade& economia Prof. Silvio Meira
    31. 31. OLD MARKETING PRODUCT PACKAGING DISTRIBUTION CRM ADVERTISING CONSUMER
    32. 32. MODERN MARKETING PRODUCT PACKAGING DISTRIBUTION CRM ADVERTISING CONSUMER
    33. 33. Criando Oceanos Azuis  Oceano Vermelho: ◦ Representa todos os setores já existentes ◦ Produtos se transformam em commodities / “briga de foice” – Alta concorrência  Oceano Azul: ◦ É o espaço de mercado do desconhecido ◦ Criação de demanda / Altamente Lucrativo ◦ Competição irrelevante ◦ Lançamento de 14% negócios o Impacto sobre a 62% receita o Impacto sobre o 39% lucro
    34. 34. Inovação de Valor• Movimento estratégico: Conjunto de decisões e ações gerenciais que resultam em importantes produtos e serviços capazes de criar novos mercados.• Inovação de valor: Alinhar inovação com utilidade, com preços e com ganhos de custo (Mesma ênfase a Inovação e Valor) / Exige que a empresa reoriente todo seu sistema de atividades para este fim. Estrat. Oceano Vermelho Competir no mercado Estrat. Oceano Azul Criar mercados inexplorados existente Tornar a concorrência Vencer os concorrentes irrelevante Aproveitar a demanda Criar novas demandas existente Romper o trade-off valor-custo Exercer o trade-off valor-custo Estratégia de diferenciação e Estratégia de diferenciação ou baixo custo baixo custo A estratégia do Oceano Azul consiste em ao mesmo tempo em reduzir os custos e aumentar o valor para os compradores.
    35. 35. Fonte: Blue Ocean Strategy, illustrates Cirque Soleil’s strategy in another way.
    36. 36. o desafio é aprender a vercomo vemos
    37. 37. DINÂMICA RELÓGIO
    38. 38. Um olhar ao nosso redor
    39. 39. Presença Autores: Peter M. Senge, JosephJaworski e Betty Sue Flowers INICIO
    40. 40. BetttySue Flowers lembra que :“os cenários costumam alterara consciência das pessoas…. …o segredo consiste em ver um futuro diferente, não comoinevitável, mas como carregado de possibilidades genuínas…”
    41. 41. “Por que os senhores não previram a crise financeira global, indagou a rainha da Inglaterra aos economistas da LBS”...
    42. 42. Transforme o negócio da sua vida e a vida do seu negócio
    43. 43. inércia mesmice[a fraqueza dos modelos mentais ]
    44. 44. o livro é um antídoto (1) contra a inércia organizacional... ...que é um tipo de resistência à mudança provocada por normas e procedimentos internos
    45. 45. o livro é um antídoto (2) contra a mesmice organizacional...... relaciona-se à tendência de reproduzir soluções usadas com sucesso no passado, mesmo que não sejam mais válidas para as condições atuais
    46. 46. Nós estamos cercados de suposições a respeito de porque certas coisas existem e de como funcionam. Acostumamos-nos a aceitar e a não questionar estas suposições. Na verdade, temos grande dificuldade de enxergar e reconhecê-las. Commuita freqüência, elas são invocadascomo razões e justificativas para queas coisas sejam mantidas como estão, imutáveis.
    47. 47. É preciso criar seu próprio radar detendências
    48. 48. Top 20 Tren
    49. 49. O RADAR AMBIENTAL DAEMPRESA Ao buscar o consenso sobre quais são as principais forças de impacto, empresas procuram agrupá- las conforme as “famílias” de forças macroambientais
    50. 50. É precisotransformar a maneira de pensar
    51. 51. o cenário parece bom epode ser ainda melhor
    52. 52. inovação reversa
    53. 53. lembrando que ...” as empresas americanaslevavam seus produtos para a Europa e para oJapão, onde os consumidores são similares aos dos EUA… essa mesma abordagem não funciona nos mercados emergentes,porque toda a estrutura da economia e os problemas dos consumidores são diferentes … mesmo em relação ao Brasil ,cujo PIB per capita é cerca de 10 mil US$ (o dosEUA é quase 50 mil US$), há um grande desnível – não são todos os produtos que podem ser adaptados e comercializados…”
    54. 54. Então, onde as empresas européias enorte-americanas desenvolverão suas pesquisas no futuro? Onde for possível tornar local tanto o desenvolvimento de produtos como o fornecimento , e também as capacidades estratégicas de marketing.(mas isso tem sido retardado : pela recessão econômica e pressão por empregos na Europa e EUA )
    55. 55. Uma resposta : a Rede Européiade Living Labs Sascha Haselmayer: O fundador dos Living Labs
    56. 56. Living LabsLiving Labs são ambientes para inovação aberta  emsituações da vida real, a inovação é orientada para o utilizadorque está dentro do processo de co-criação de novos serviços, produtos e infra-estruturas sociais em um contexto regional.Catalisar a sinergia das PME Redes Colaborativas e ComunidadesVirtuais que podem ser Públicas, Privadas e de Parcerias.Nos últimos anos os Living Labs tornaram-se um poderosoinstrumento para a efetiva participação do  usuário em todas asfases da investigação, desenvolvimento e processo de inovação,contribuindo assim para a competitividade e crescimento. 
    57. 57. Rede Institucional do LivingLab Modelo para testar e validar Investigação académica Investigação académica Capital de Risco Capital de Risco Programa de Corporate Research Programa Globais de Ph.D. Projectos e Public/Private E-Procurement IST/UTL
    58. 58. Operacionalização doLiving Lab Criação de valor, captura de valor, business modeling e investigação de mass-customization Temática Validação do mercado Living Lab baseada na experiência do utilizador Validação do utilizador Quase-experimentação Estudos de laboratório Neuroeconomia e Psicossociologia Validação de standards Emoção, atenção e cognição, eye-tracking e relatórios Conceptualização Pre-lab Validação de conceitoBrainstorming, cenários contingenciais, papers e avaliações eclécticas A abordagem de investigação é selecionada de acordo com a temática central do Living Lab IST/UTL
    59. 59. Atividades de I&D emLivingLabs MIT LivingLabs global network Cooperação ao nível Europeu, • AMI- Com,Mosaic,NetWork4Value,Comist • Eranets (BrainBridge) • SO New working environments Dimensão Internacional • Intelcities • Celtic/ Eureka , Itea ,Interreg, Pathfinder, ESR Lifelabs Nordit (Kick off 23.11.04 Luleå) LTU, CDU, CKIR,City representants, Ericsson, Telia Sonera, Nokia, IBM etc. Dimensão Nórdica LivingLab research forum Finland: Taik, Hiit, VTT, CKIR, Culminatum, Dimes and Cities. Capital Area Helsinki Campus and Development platform strategies. DIMES (Testbed Finland): Nokia teleoperators,Finnish Broadcasters and publishists, IBM,Tietoenator e 4 das maiores cidades Dimensão Finlandesa finlandesas (Tampere, Turku, Helsinki e Maarianhamina) IST/UTL
    60. 60. O conhecimentoé um processo eprogride pelacapacidade decontextualizar e Será preciso criar asenglobar. condições adequadas para sua geração, transferência, retenção e aplicação, sendo permanentemente revisitado e revisado pelo pensamento.
    61. 61. saber depende da capacidade de...perceber, compreender estático refletir, questionar potencial agir,transformar cinético
    62. 62. Gibbons: modos de produção deconhecimento…• Modo 1 • Modo 2 – contexto acadêmico – contexto da aplicação – barreiras disciplinares – multidisciplinaridade – homogeneidade de – heterogeneidade de percepções percepções – controle de qualidade e – qualidade e relevância relevância pelos pares definidos externamente – estrutura e organização – organizações ad-hoc e hierárquica e estática estruturas planas – responsabilidade interna – responsabilidade externa – liberdade (acadêmica) e – usuários e interesses definem a “desafio do conhecimento” agenda... http://www.intermedia.uio.no/konferanser/skikt-02/skikt-research-conferance.html
    63. 63. a criação de conhecimentopassa por… 5Cs 1. conflitos criativos – fricção deliberada, espaço para novas idéias 1. colisões – interações F2F: cafés da XEROX e UPS 1. comunidades de prática – gente motivada, entusiasta e “bons” problemas 1. constelações – redes sociais informais, grupos de usuários... 1. combinações – 1-4 mais... IMPROVISAÇÃO e LIBERDADE de COMUNICAÇÃO.
    64. 64. qual o desafio para a organização?
    65. 65. ½23
    66. 66. Organizações Ambidestras Orgânica MecanicistaInovação como Capacidade Inovação como processo Imagine Des Des Habilidades Ferramentas ale de Inovação de Inovação enh Esc enh “Inovoduto” e e Medidas Processos te Av Av de Inovação de Inovação en all a im er iie e p Ex
    67. 67. Nem org. industriais, nem pós-industriais – ambas coexistemEstratégias Estratégias Similares DiferentesEscala VelocidadeEficiência ExperimentaçãoDiligência ImaginaçãoControle CriaçãoAlinhamento DiversidadeHierarquia Network
    68. 68. “Velho” Capital “Novo” Capital Capital Empreendedor (Ativistas, alquimistas, etc.) Capital de Imaginação (Visionários, heréticos, etc.) Capital Intelectual (Marcas, competências, etc.) Capital Estrutural (Redes, instalações, etc.)
    69. 69. O mundo está cada vezmais incerto funcionando em regime imperfeito produzindo serviços e produtos cada vez maisinacabados. O mundo está em formato BETA.
    70. 70. EMPRESAS 21st+ INOVADORAS E SUSTENTÁVEIS OIS
    71. 71. Veja o que a pesquisadoraR. Moss Kanter ensina: 5Fs
    72. 72. ¿COMO
    73. 73. DESIGNTHINKING
    74. 74. Designer Jornal
    75. 75. Tudo issopra quê?
    76. 76. E-TopiaAutor: William J. Mitchell INICIO
    77. 77. Se for assim, (e será) ocomportamento das pessoas pode (até) mudar.
    78. 78. China tem projeto de trem que anda por cima de carros
    79. 79.  Membros Zipcar podem rapidamente fazer uma reserva, escolhendo os carros que estão mais próximos de sua localização. O cliente vai até a localização do carro reservado e realiza seus Zipcards na frente de um decalque especial que fica na janela. Somente após a validação do sistema que as portas são destravas e é permitido a ignição. O membro usa o automóvel e o devolve para o mesmo local. Todas as informações são enviadas para os servidores do Zipcar e para a conta do cliente que é automaticamente cobrado. At&t
    80. 80. A Zipcar está revolucionando as locações de veículos nos EUA fazendo o avesso da concorrência. (Istoé Dinheiro)O público-chave para empresas como a Zipcar, que domina o setor e conta com mais de 500 milassociados e 8.000 veículos, são os universitários, jovens famílias e casais em grandes cidades,onde transporte público é ruim e estacionamento caros e raros. A Prefeitura de Nova York adquiriu mais de 10 mil contratos do tipo da Zipcar e anunciou um acordo- piloto para poupar US$ 500 mil (R$ 843 mil) em quatro anos. Um estudo da consultoria britânica Frost & Sullivan citado pela revista "Economist" prevê que o mercado de compartilhamento movimentará US$ 6 bilhões (R$ 10,1 bilhões) e terá 10 milhões de usuários até 2016.
    81. 81. Organizações Inovadoras e Pensamento Sistêmico PDL| DIMENSÃO NÓS Prof. Moysés Simantob BRASIL FOODS |Embu – 17/10/2012
    82. 82. lembrando que étempo de...
    83. 83. redecolaboração criatividadeinovação mídia
    84. 84. Vídeo RedesSociais
    85. 85. O crowdsourcingconta com os insightsde voluntários de todoo planeta.Um livro fruto dainovaçãocolaborativa.
    86. 86. “A colaboração em massa, ou o crowdsourcing, está se desenvolvendo de forma crescente, como evidencia o sucesso da Wikipédia, do Linux, do MySpace e doYouTube. Este livro mostra que o esforço colaborativo de uma comunidade, cujas idéias, compreensões econhecimento são compartilhados coletivamente, geraresultados superiores do que os de um indivíduo. Muitasempresas já vêm se beneficiando do poder coletivo, masnem todas obtiveram sucesso. Há muitas ciladas a seremevitadas e obstáculos a serem sobrepostos para cultivar a sabedoria das comunidades. ” Extrato do livro “Nós somos mais inteligentes do que Eu”
    87. 87. Interessantesaber... Sanford, Linda. 2006. Building an Innovation Company for the 21st Century. MIT-IBM Innovation
    88. 88. Empresa criou sua logomarca com pesquisas feitas porcrowdsourcing
    89. 89. Twitter, Facebook, MySpace...redes sociais usadas pelas empresas para ganharem maisfidelidade e transparência com clientes, para entender as reais necessidades do seu público e tornando ideias de seus clientes e colaboradores em insumos para o desenvolvimento de inovações.
    90. 90. O My Starbucks Ideas é um projeto interativo da Starbucks que pede a ajuda dos clientes para definir o futuro daempresa.Através do site, qualquer um pode sugerir idéias, votar nas A empresa obteve mais de 130 mil sugestões demelhores e discutir com outros consumidores as melhores como melhorar e, 700 jápropostas. foram implantadas!As idéias são organizadas em categorias, ranqueadasatravés da votação popular e acumulam pontos. Oscomentários de cada proposta também são abertos, emuitas contam com uma participação massiva do público.A Starbucks colocou uma equipe chamada “IdeaPartners” para se dedicar a análise das idéias. Sãofuncionários de diversas áreas da empresa, incluindo BradStevens, vice-presidente de marketing, que decidem,comentam e respondem individualmente cada proposta no Fonte: brainstorm9blog do projeto.
    91. 91. O website 3M Inovação foi desenhado com objetivo de apresentarcases, conceitos e materiais sobre criatividade, além da história dainovação no Brasil e no mundo.  Dentro do espaço de downloads,os internautas terão à disposição uma lista de documentos, taiscomo os 10 mandamentos da inovação, a cultura de inovação da Fonte: www.baguete.com.brempresa e arquivos sobre inovação sustentável.
    92. 92. A IBM é uma empresa global com quase 400.000 funcionários em cerca de200 países e pelo menos um terço trabalha remotamente. Como colocaresta massa de pessoas em contato, trocando idéias e compartilhandoinformações e experiências?A solução é social computing!Os funcionários da IBM, no mundo todo usam ferramentas de redes sociaisintensamente, como uma rede social interna chamada Beehive, mas alémdisso é comum o uso de redes externas, como Orkut, Face book, Linkedine Twitter . Atualmente existem mais de 10.000 blogs internos e cercade 15.000 WikiCentral.JAM - brainstorming virtualOs funcionários participaram proativamente da definição dos valores daempresa que são:a)Dedication to every client’s successb)Innovation that matters, for our company and the worldc)Trust and responsability in all relationships. Fonte: IBM
    93. 93. Case Fiat: ações e parcerias inovadoraspara apoiar o consumo sustentável A Fiat também passou a oferecer aos donos do Fiat 500 uma bicicleta elétrica, enquanto seus carros estão em revisão na concessionária. Uma parceria com a marca de bicicleta Trek. Fonte: http://www.endeavor.org.br/blog/case-fiat-acoes-e-parcerias-inovadoras-para-apoiar-o-consumo-sustentavel
    94. 94. "Ideias para o bem"
    95. 95. O médico do futuro www.simulconsult.com
    96. 96. Vídeo Vitrine
    97. 97. E issotudo é ...
    98. 98. a inovação aberta faz crescer a gestão em importância e complexidade Características - A empresa pode patentear inovações desenvolvidas por outras empresas ou laboratórios de pesquisas e - internalizar inovações mais rapidamente. O conceito de ““Open Innovation” se baseia na utilização de O conceito de Open Innovation” se baseia na utilização de caminhos internos ou externos para avançar no desenvolvimento caminhos internos ou externos para avançar no desenvolvimento de inovações de inovações Fonte: Henry Chesbrough
    99. 99. A inovação pode e deve ser geridapor um fluxo contínuo de experimentos,como no modelo do funil... Revisão por pares para refinamento Revisão de aprovação pela alta gerência lançamento 1a Etapa 2a Etapa 3a Etapa Geração de idéias, Desenvolvimento Detalhamento dos conceitos e tecnologia rápido e focado de limites dos projetos e projetos de vários tecnologia necessária tipos
    100. 100. Onde o erro não se configurecomo um fracassoNúmero deopções Não há experiências sem sucesso, apenas experiências 1,000 Idéias com resultados diferentes das expectativas. 100 Experimentos log 10 Empreendimentos (Ventures) 1 Novos Negócios Incrementos de risco © 2001, Strategos, todos direitos reservados.
    101. 101. Model of Five Stages in the Innovation-Decision Process, by individuals. Previous practice. Felt needs/problems. Innovativeness. Norms of social systems Communication Channels PRIOR CONDITIONS I. KNOWLEDGE II. PERSUASION III. DECISION IV. IMPLEMENTATION V. CONFIRMATION Adoption Continued Adoption Characteristics Characteristics of the of the Later Adoption Decision-Making Decision-Making Unit Unit Perceived Perceived Characteristics Characteristics Discontinuance of the of the Innovation Innovation Rejection Continued Rejection Diffusion of Innovations, Everett M. Rogers www.ideachampions.com
    102. 102. Five Stages in theInnovation Process in Organizations Decision I. INITIATION II. IMPLEMENTATION #1 #2 #3 #4 #5 REDEFINING/ AGENDA-SETTING MATCHING C LARIFYING ROUTINIZING RESTRUCTURING Problemas Inovação é Relação entre Organizacionais Encontro de um modificada Organização e A Inovação criam a problema Inovação é perde sua necessidade organizacional Organização é definida Identidade percebida com uma Inovação alterada mais claramente de Inovações
    103. 103. o novo modelo tem vantagens: ele“cria furos” no funil da inovação Other firm´s market Our new Licence, spin market out, divest Internal technology base Internal/external Our current venture handling market External technology insourcingExternal technology base Henry Chesbrough, 2004
    104. 104. assim, planejar a inovação é planejar o (seu) processo deaprendizagem (e de sua empresa)...
    105. 105. VídeoManufacturing
    106. 106. então …
    107. 107. OI
    108. 108. Fast
    109. 109. SAC por SMS Serviço gratuito tem como objetivo esclarecerdúvidas, sugestões e críticas para o consumidor em Fonte: http://www.proxxima.com.br qualquer momento.
    110. 110. Vender o peixe antes de sair do mar
    111. 111. Sample Lab•Loja de amostras onde o cliente testa os produtosexpostos.•Clientes pagam mensalidades para ter acesso aosprodutos.•Fabricantes pagam para expor seus produtos e parareceber o feedback dos consumidores.•A Sample Lab chega a atrair 700 visitantes por dia.
    112. 112. Liberdade!
    113. 113. AMBIENTE FÍSICO“CULTURA AONDE O ESPAÇO IMPORTA.” IDEO
    114. 114. Google
    115. 115. Facebook
    116. 116. Cartoon network Google Disney Cartoon network
    117. 117. 3M
    118. 118. Friendly
    119. 119. Qual seria a principalreclamação dos funcionáriosde uma empresa? Salários baixos? Jornada de trabalho exaustiva? ....Muitas pesquisas feitas sobre oassunto apontam essas razões,mas... Levantamento realizado pela consultoria Mind Performance com 1.250 empregados de treze companhias brasileiras.
    120. 120. ...NOVIDADE?!A principal reclamaçãodos empregados são...os outros funcionários(ops!) Levantamento realizado pela consultoria Mind Performance com 1.250 empregados de treze companhias brasileiras.
    121. 121. CONVIVÊNCIA + SOLIDÁRIA
    122. 122. Loucamente inovadora a T- MOBILE, empresa alemã deFlash Mobs celulares, revolucionou suas campanhas publicitárias. A empresa reúne centenas de pessoas, seus cliente na grande maioria, com o intuito de participarem de seus comerciais, no que chamam de “flash mob”, algo como uma“mobilização relâmpago”. O resultado dessa idéia extraordinária e inovadora não poderia ser outro, os vídeos das campanhas publicitárias da empresa provocam altíssima repercussão pelo YouTube. Fonte: www.moysessimantob.com.br
    123. 123. VídeoSing-alone
    124. 124. E issoredefinirá aagendaintelectual eprofissional detodos que sepreocupamcom o modusoperandi e omodus vivenditambém
    125. 125. Best Buy
    126. 126. Fun
    127. 127. Mascomo ser divertido assim?
    128. 128. COMO FALAR MUITO SEM DIZER NADA -EMBROMATION
    129. 129. BUSINESS BINGO Imprima o quadro abaixo antes de começar a reunião, seminário, conferência, etc. Sempre que ouvir a palavra ou expressão contida numa das casas, marque a mesma com um (X). Quando completar uma linha, coluna ou diagonal, grite "BINGO"! Testemunho de jogadores satisfeitos:  "A reunião só tinha começado há 5 minutos quando ganhei!";  "A minha capacidade para escutar aumentou muito desde comecei a jogar o Business Bingo";  "A atmosfera da última reunião foi muito tensa porque 14 pessoas estavam à espera de preencher a 5ª casa";  "O diretor geral ficou surpreso ao ouvir oito pessoas gritando "BINGO", pela 3ª vez em uma hora";  "Agora, vou a todas as reuniões da minha organização, mesmo que não me convoquem".
    130. 130. Então ser divertidocom inteligência pode ser…
    131. 131. Linguística: A palavra é o fundamentalVisual-espacial: conseguir visualizá-la mesmo que não esteja impressa. Lógico-matemática: Talento para o raciocínioCorpóreo-cinestésica: O corpo é a ferramentaInterpessoal: É bom em se relacionar com as pessoasIntrapessoal: É o tipo de pessoa que se conhece muito bemMusical: Tem facilidade para identificarsons
    132. 132. seinteligênciaé…
    133. 133. "uma capacidade mental bastante geral que, entre outras coisas, envolve a habilidade deraciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstrata, compreender idéiascomplexas, aprender rápido e aprender com a experiência. Não é uma mera aprendizagem literária, uma habilidade estritamenteacadêmica ou um talento para sair-se bem em provas. Ao contrário disso, o conceito refere-se a uma capacidade mais ampla e mais profunda de compreensão do mundo à sua volta - pegar no ar, pegar o sentido das coisas ou perceber"  "Mainstream Science on Intelligence"
    134. 134. INTELIGÊNCIA
    135. 135. Vídeo SextoSentido
    136. 136. sendo assim, agente até podeinventarmoda...
    137. 137. E vem + novas experiências: Realidade AumentadaA realidade aumentada proporciona uma nova forma de visualizar imagens. Fonte: http://menke.tumblr.com/
    138. 138. VídeoBradesco
    139. 139. se podemosrepensar processos empresariais, por que não repensarrotinas vivenciais?!
    140. 140. naprática
    141. 141. VídeoFun Theory
    142. 142. Organizações Inovadoras precisam ser Sustentáveis PDL| DIMENSÃO NÓS Prof. Moysés Simantob BRASIL FOODS |Embu – 17/10/2012
    143. 143. OIS
    144. 144. mas...
    145. 145. Pra que revisitar os processos deinovação com a lente dasustentabilidade?
    146. 146. ATÉQUANDO...
    147. 147. MAIORMELHOR
    148. 148. Vídeo Flash
    149. 149. Buscando a Evolução do Conceito de  Sustentabilidade 1945-1960s 2000’s- Presente Negação da Poluição Além da Produção como problema da Verde sociedade •Produção mais Limpa •Base da pirâmide “Smell of money” “Ecoeficiência (dissimulação) (Força positiva) OBRIGAÇÃO REORIENTAÇÃO Oportunidade Mid 1980s-1990s 1970-80s Regulação do Produção Verde End-of-pipe •Prevenção da poluição •Ecoeficiência “Pagar para reduzir (Ganha - Ganha) o impacto negativo” (trade-off)
    150. 150. emseulivro …
    151. 151. Modelo de Sustentabilidade FONTE: Stuart L. Hart e Mark Milstein
    152. 152. O modelo de Hart defende a criação de valor sustentável Tecnologia Limpa Visão sustentávelMonitorar Valores Concentração de Conselho de Propriedade Administração Prevenção da Poluição Supervisão do ProdutoControlar Padrões Remuneração Executiva Estrutura Multidivisional Decisões Administrativas Stuart Hart
    153. 153. Refazendo a equação doValor para Valor Sustentável BENEFÍCIO VALOR = x Efeitos socioambientais CUSTO NO PROCESSO DE SELEÇÃO HOJE: NO PROCESSO DE SELEÇÃO FUTURO:  Consumidor compara produtos  Consumidor compara produtos /serviços concorrentes considerando os efeitos no  É extremamente exigente nessa ecossistema avaliação  Considera matéria prima naturais  Escolhe a opção que lhe oferece a combustíveis fósseis e uso eficiente melhor Equação de Valor ou dos recursos Melhor Benefício / Custo  Escolhe a opção que lhe oferece a melhor Equação de Valor  Escolhe opção que oferece melhor Sustentável Experiência de Compra  Escolhe a opção que oferece melhor relacionamento mais transparente com a empresa
    154. 154. aumenta aconsciência social
    155. 155. Annie Leonard é especialistaem saúde ambiental esustentabilidade, passou osúltimos 20 anos investigandofábricas e lixões do mundotodo. Coordenadora datodoFundação para a Produçãoe Consumo sustentável, quetem como objetivopossibilitar um mundosustentável e mais justo.
    156. 156. O projeto foi criado por Annie Leonard para aumentar o impacto dofilme e ampliar o discurso público sobre uma série de normasambientais, econômicas e as preocupações sociais, com intuito deenvolver a comunidade na construção de uma sociedade maissustentável e justa.The Story of Stuff Project é constituído por mais de 150.000 pessoas,incluindo ativistas , associamos e organizações de justiça social eambiental.Patrocinado pelo Tides Center, o sustento do projeto vem das doaçõesde fundações públicas e privadas, contribuições da sociedade e venda
    157. 157. Annie lançou um novo projeto em julho de 2012, o filme “The Story of Change” é um documentário sobre os problemas nas práticas comerciais, que estão deteriorando o nosso futuro. No filme ela mostra que devemos ser mais preocupados com a cidadania, ao invés de fazer compras.
    158. 158. VÍDEO STORY O
    159. 159. Guia do Greenpeace para eletrônicos mais verdes
    160. 160. Aideia é
    161. 161.  Resultado de um estudo com 250 executivos do mundo inteiro:44% pensam que a sustentabilidade é fundamental para os negóciose 78% disseram que ela é vital para ocrescimento no futuro. No Brasil, o número de executivosque acreditam na sustentabilidade como fator fundamental para osnegócios chegou a 64%. Na Europa, por exemplo, a média foi deapenas 25%. Quando questionados se poderiam cobrar um preço premium dosclientes pelo produto ou serviço sustentável, 70% dos países dosmercados emergentes responderam que “concordam”. No Brasil, oíndice foi de 56% e em primeiro lugar apareceram os EUA com 67%.No Japão, o índice foi de 36%. Os executivos que responderam a o país que maispesquisa também apontaram os EUA comose esforça para ser mais sustentável . O Brasilficou em décimo lugar, atrás de países como China, índiae França. (Pesquisa Accenture,2012)
    162. 162. Brasileiros querem mais opções de produtos verdes
    163. 163. 96% dos brasileiros entrevistadosafirmam que estão preocupados com asmudanças climáticas e 96% consideramque serão impactados diretamente emsuas vidas;9 /10 brasileiros dizem que estariamdispostos a mudar para um fornecedorque utiliza energia renovável;98% dos consumidores brasileiros dizemque mudariam de produto, por um queminimiza o impacto sobre as mudançasclimáticas, mas apenas 48% haviafeito isso nos últimos 12 mesesanteriores, por falta de oferta deprodutos sustentáveis. Fonte: Accenture End-Consumer Observatory on Climate  Change 2009
    164. 164. por falta deoferta deprodutossustentáveis, quecaibam noorçamento
    165. 165. Acontece que hoje ainda não tem sido possível que um produtocumpra critérios de sustentabilidadeem todo o seu ciclo de vida, ou seja, da extração da matéria prima ao seu descarte final, tendo em vista o estado atual de desenvolvimento tecnológico e econômico. Por isso, as empresas buscam identificar um elemento de sustentabilidade, que seja devidamente comprovado.
    166. 166. dando visibilidade para ao menos um critério ambiental  do                           Ciclo de Vida do Produto menos impactante ao meio ambiente    Extração de matéria-prima Produção Disposição Distribuição reciclagem Utilização reuso http://www.mel.nist.gov/programs/slim.htm
    167. 167. Mais de 100 mil visitantes
    168. 168. Produtos VerdesSão  produtos  que  cumprem  com  sua  responsabilidade  pela preservação do meio ambiente, por meio de critérios:Para  a  Philips,  os  produtos  aprovados em pelo menos Para  a  Philips,  os  produtos  aprovados em pelo menosduas Green Focal Areas e  que  mostram  um  duas Green Focal Areas e  que  mostram  um desempenho satisfatório quanto à duração de seu desempenho satisfatório quanto à duração de seuciclo de vida são considerados Green Products. ciclo de vida são considerados Green Products.
    169. 169. então, como a sustenta- bilidadeadiciona valor ao negócio?
    170. 170. Oportunidade denegócios na Base da Pirâmide Prahalad e Hart argumentam que para fazer negócios com 4 bilhões de pessoas pobres do mundo, que representam 2/3 da população mundial, com receita abaixo de US$ 1500/ano, serão necessárias inovações radicais em tecnologia e no modelo de negócios das empresas.
    171. 171. VídeoBase da Pirâ
    172. 172. num mundo de bloqueios é preciso resgatar criatividade inovação
    173. 173. Em The Third Teacher, o canadense Bruce Mau usa o designcomo metodologia para projetar experiências que tragam mais perenidade à satisfação O design transcendeu a materialidade e sua nova onda é projetar experiências a serviço de um mundo mais criativo, inovador e sustentável!
    174. 174. 70/30
    175. 175. Vídeo Ken
    176. 176. K12Reinventar a educação estimulando acriatividade Idade do grupo  Número da  Ano de  Porcentagem de  testado amostragem aplicação do  assuntos de  teste “alta  criatividade” 5 anos 1.600 crianças 1973 98% 10 anos 1.600 crianças 1978 30% 15 anos 1.600 crianças  1983 12% 25 + anos 280.000 adultos 1985 2% Estudo longitudinal de Land and Jarman entre 1968 - 1985
    177. 177. Crise global da água potável1.1 bilhãoPessoas não tem acesso a águapotável4 bilhõesCasos por ano de diarréia440 milhõesDias de escola perdidos por ano devido a doençasrelacionadas a água1.8 milhõesVidas perdidas devido a doenças como a diarréia
    178. 178. Até agora mais de 23  milhões de filtros foram distribuidos em países da  Africa.
    179. 179. Potential Applications• Escolas rurais• Pessoal miltar• Kit de emergência/ resgate• Atividades aventureiras• Material de contingência
    180. 180. Para problemas complexos, é necessário mudar amaneira de pensar!
    181. 181. App Store Apple “uma fábrica de nanopagamentos”O sucesso da AppStore, da Apple,provou que as pessoasestão dispostas apagar pequenas Fonte: http://latam.apple.com/pr/articulo/?id=1624&r=brquantias por bensdigitais ou serviços naWeb. Em 22 de janeirode 2011, a Apple®anunciou que seusconsumidores fizerammais de 10 bilhões dedownloads deaplicativos, por preçosentre U$ 0,99 e 4,99.A previsão é que em2015 serão 25 bi appsbaixados. Apple, 2011
    182. 182. Vídeo Soap Hindustan
    183. 183. Histórico• Fundada em 1973 – Fundador e Chairman Ray Anderson, protagonista da mudança desde 1994• Joint venture entre Carpets International Plc. e grupo de investidores norte americanos• Diversos donos atualmente• Líder mundial em cobertura de superfícies• Meta: Ser a primeira empresa a eliminar qualquer impacto que ela possa ter ao ambiente em 2020
    184. 184. Um caso modelo Nossa promessa é eliminar qualquer impacto negativo de nossa empresa no meio ambiente até 2010  Eliminar toda a forma de desperdício  Eliminar substâncias tóxicas  Usar energias renováveis  Redesenhar processos e produtos para fechar o “ciclo vida”  Transportar pessoas e produtos de maneira eficiente para reduzir o desperdício e emissões  Sensibilizar os Stakeholders (partes interessadas)  Criar um novo modelo de negócios
    185. 185. Interface Sustainability• Sustentabilidade é um processo• Ter consciência de como a Terra funciona• Ter consciência do impacto humano: Ações Matéria Produto Resíduos
    186. 186. Modelo de empresa do século 20
    187. 187. 7 frentes para uma Empresa Modelo séc. 21Eliminating Waste: Eliminar toda a forma de desperdício em qualquer área daempresa;Benign Emissions: Eliminar substâncias tóxicas de produtos, veículos e fábricas;Renewable Energy: Usar energias renováveis no processo produtivo como porexemplo solar, eólica, biomassa e geotérmica;Closing the Loop: Redesenhar processos e produtos para fechar o “ciclotecnológico” usando recovered and bio-based materials;Resource-Efficient Transportation: Transportar pessoas e produtos de maneiraeficiente para reduzir o desperdício e emissões;Sensitizing Stakeholders: Criar uma cultura que integre princípios desustentabilidade e melhorando as vidas e a maneira de viver das pessoas;Redesign Commerce: Criar um novo modelo de negócios que demonstre eapoie os valores de um comércio baseado em sustentabilidade.
    188. 188. VídeoInterface
    189. 189. então até aqui…
    190. 190. InspiraçãoA equipe de suporte e serviços compartilhados doABN estava envolvida no desenvolvimento de projetos socioambientais e depois do contato com o livro OBanqueiro dos Pobres,de Muhammad Yunus,iniciou a implantação do microcrédito no banco.
    191. 191. As ideias de Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz,sempre foram inovadoras. Ele criou, no final da década de 1970, oBanco Grameen e o conceito de microcrédito - fornecimento depequenos empréstimos aos pobres, principalmente mulheres, paraque iniciem negócios próprios e tirem sua família da miséria. DeBangladesh, a ideia do microcrédito se espalhou por diversos países eatualmente favorece milhões de famílias em todo o mundo.Porém, o “banqueiro dos pobres” não estava satisfeito. Acreditavaque se podia fazer muito mais e queria provar que é possível acabarcom a pobreza no mundo e colocá-la “nos museus”, como elemesmo diz. Daí surgiu sua nova ideia revolucionária: a empresa social,que deverá transformar o capitalismo que conhecemos.Mas o que é uma empresa social? É aquela que obtém rendimentoscom seus produtos e serviços, mas não paga dividendos aosacionistas e não visa o maior lucro possível, como fazem as empresas.Dedica-se à criação de produtos e serviços que beneficiem apopulação, combatendo problemas sociais como a pobreza e apoluição ou melhorando o sistema de saúde e a educação.Neste livro, Yunus conta um pouco de sua trajetória e descreve olançamento das primeiras empresas sociais. Ele aborda a parceriacom a Danone para a venda de iogurtes nutritivos por preçoacessível a crianças subnutridas em Bangladesh, a construção dehospitais oftalmológicos que salvarão milhares de pobres da cegueirae dá sugestões de como chegar a um mundo sem pobreza (porexemplo, por meio da inclusão digital).Esta obra, que conta com um caderno de fotos em papel especial,permite que vislumbremos o fantástico futuro que Yunus deseja parao nosso planeta, transformado por milhares de empresas sociais. Seriauma forma de capitalismo nova e muito mais humana.
    192. 192. Mas, qual o modelo?"... O capitalismo global atravessa uma conjuntura semelhante às enfrentadas em 1914. Entre 1914 e 1945, guerra mundial, a depressão, o fascismo, e comunismo quase conseguiram eliminar o capitalismo da face da Terra. Os problemas que o capitalismo global enfrenta agora (o terrorismo internacional, a reação contra a globalização, as alterações ambientais em escala mundial) não são menos assustadoras. Construtivamente envolver estes desafios será a chave para garantir que o capitalismo continue a prosperar no próximo século, para benefício de todos. "
    193. 193. GRAMEEN – DANONE: Um iogurte para todos•Multinacional de origem francesa, líder mundial emprodutos lácteos frescos, vice-líder em águas, nutriçãoinfantil e hospitalar.•Sua missão é levar saúde e nutrição para o maior númerode pessoas.•Presente em mais de 120 países.•Aproximadamente 90 mil colaboradores em todo omundo.•Terceiro maior grupo alimentício da Europa.•Sétimo maior fabricante de alimentos do mundo e oprimeiro em países como a França, Espanha e Itália.
    194. 194. Nasce assim a base da Empresa SocialÉ uma empresa projetada para atender a uma metasocial. Nesse caso, a meta é melhorar a nutrição das famílias pobres nas aldeias de Bangladesh. Umaempresa social não paga nenhum dividendo. Vende produtos a preços que fazem dela um negócioautosustentável. Os proprietários da empresa podem receber de volta a quantia que investiram no negócio após um período; contudo, os investidoresnão recebem nenhum lucro na forma de dividendos. Em vez disso, qualquer lucro obtido permanece naempresa, a fim de financiar sua expansão, criar novos produtos ou serviços e trazer o bem ao mundo. M. Yunus
    195. 195. Um Iogurte para todos: Shokti Dói• Este iogurte foi testado pela Global Alliance for Improved Nutrition para comprovar que o seu consumo regular permitiria superar determinadas carências alimentares.• Prevenção de grandes causas de mortalidade infantil no Bangladesh: como a diarréia.• A cadeia de produção deste produto, permitiu a construção da indústria, o fornecimento do leite, a distribuição do produto e, melhor de tudo, promoveu o emprego local.
    196. 196. Microcrédito Produtivo• É uma modalidade de financiamento que busca facilitar o acesso dos pequenos empreendedores (formais e informais) ao crédito.
    197. 197. Goóc, usa pneus usados parafabricar calçados e bolsas Goóc, cria produtos a partir de material reciclável em especial as sandálias de pneus. No Brasil são consumidos mais de 30 milhões de pneus por ano e, em média, cada brasileiro consome um pneu a cada cinco anos, o que gera um grande acúmulo desse material inutilizado no ambiente. A Goóc quer garantir que o Brasil seja referência na produção de calçados de pneu reciclado, pretende reciclar 40 milhões de pneus até a Copa de 2014, no Brasil. Eles devem ser suficientes para a produção de 210 milhões de pares de sandálias. Fonte: IG
    198. 198. Reciclagem de coco descartadonas praias A empresa Biococo foi implantada na Incubalix, primeira incubadora de econegócios do país, sediada no aterro Marca Ambiental. Atualmente processa 60 toneladas, por mês, descartadas no aterro sanitário pela prefeitura do Espírito Santo. O reaproveitamento começa com o processo de desfiagem e secagem. Depois, as fibras são trançadas e recebem látex, transformando-se em biomanta, que pode ser utilizada principalmente na recuperação de áreas degradadas. Fonte: Faça Diferente
    199. 199. Jeans EcológicoO jeans Kuyichi é feito na Holanda, comalgodão natural plantado e produzido comtécnicas artesanais por índios do Peru, sem aadição de agrotóxicos nem de fibras sintéticas.O tingimento é feito com coloração natural eas lavagens das calças não usam produtosquímicos, o que possibilita que a água sejareutilizada. O design é outra inovação,antenado sempre com as últimas tendênciasda moda para sair do estereótipo deecologicamente correto, mas esteticamentefeio. Fonte: Terra
    200. 200. A moral da história...
    201. 201. Design para uma vida melhor
    202. 202. Global Green DayStarbucks incentiva, mundialmente, clientes a usarem a caneca e o copo térmico ao invés dos tradicionais copos de papel, presenteando-os com uma dose do café do dia. Eco blogs
    203. 203. Segundo o engenheiro elétrico Scott Brusaw, de Sagle, Idaho (EUA), se ospainéis realmente derem certo será capaz de produzir cerca de 7,6 quilowatts-hora de energia diária e esta energia permitirá a recarga de veículos elétricos nas estradas. Asfalto mais sustentável
    204. 204. Carro que usa lixo como combustível
    205. 205. Sony Ericsson tem aparelhos com uma série de características verdes: emitem15% menos CO2 durante a fabricação - “a fabricação não usa agentes químicoscancerígenos e poluidores, os celulares são pintados com tinta à base d’água efeitos com plástico reciclável, têm display de energia e carregadores eficientes, possuem um manual interno digital para não gastar papel e suas caixas são menores que o comum”. Revista Galileu
    206. 206. Robô comedor de óleo pode ajudar a conter vazamentos no mar Fonte: Aeros (Airborne Robotic Oil Spill Recovery System)
    207. 207. Catadores de lixo no Cairo, apoiados por ONGnorteamericana, constróem aquecedores solarescom material reciclado Revista Super Interessante
    208. 208. A companhia de energia elétrica que abriu uma academia
    209. 209. Vídeo bike
    210. 210. “Save as WWF, save a tree”
    211. 211. "Ideias para o bem"
    212. 212. Cresceu em 51% a divulgação de anúncios pró-sustentabilidade, segundo pesquisa do instituto de pesquisa Market Analysis Fonte: Meio & Mensagem
    213. 213. Tudo issopra quê?
    214. 214. IDEO lança um projeto sem Fins Lucrativos
    215. 215. Uma marca que comemora Reutilizaçãoao invez de Consumo?
    216. 216. Um projeto social com Kinect
    217. 217. Happy Planet Index
    218. 218. Moradia Popular verde
    219. 219. Uma casa de $ 300VIJAY GOVINDARAJAN
    220. 220. Banda adolescente produz próprios instrumentos com lixo
    221. 221. Apple anunciou que a App Store ultrapassou os 10 bilhões dedownloads e agora a meta é chegar em 6 meses a 15 bilhões.
    222. 222. Bicicloteca pode transformar a vida de moradores de rua
    223. 223. Cidadãos cultivam hortas em parquespúblicos para alimentar moradores de
    224. 224. Uma ferramenta de crowdsourcing para acompanhar doenças infecciosas em tempo real ao redor do mundo.
    225. 225. Myoo Usa Crowdsourcing parasoluções de sustentabilidade
    226. 226. COMPETIÇÃO E MOSTRA deCINEMA e NOVAS MÍDIAS-------------------------------------------Feira INTERATIVA/SENSORIAL------------------------------------SEMINÁRIO INTERNACIONAL.
    227. 227. Vagão de trem vira cinema itinerante e sustentável
    228. 228. Transformando Energia Sustentável no Afeganistão Fonte:http://www.fastcompany.com/magazine/154/let-the-sun-shine.html
    229. 229. Projeto MasilulekeMensagens de textopara distribuirinformação sobre oHIV / Aids Fonte:http://www.frogdesign.com/work/project-m.html
    230. 230. Mobile payment quase triplicará até 2015
    231. 231. qual o desafio daorganização?
    232. 232. A inovação faz parte daestratégia das empresas brasileiras?
    233. 233. e um mundo maiscomplexo... Pela velocidade das mudanças econômicas, tecnológicas, sociais e ambientais tem forçado os Peter Schwartz administradores a ter de aprender cada vez mais rápido. Tal aprendizado exige métodos que permitam representar e avaliar a complexidade cada vez maior do ambiente que os cerca. E há uma recusa em enfrentar a complexidade! Começando pelas escolas, que retalham disciplinas que não se conversam e, sofisticado pelas empresas, que isolam pessoas em organogramas fazendo-os donos de funções. Nos dois casos, torna-se impossível apreender o que deveria “ ser tecido junto”, isto é, o complexo.
    234. 234. Sai a linearidade entra emcena a Dinâmica de Sistemas MISSÃO OBJETIVOS DIRETRIZES PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Análise das Capacitações IMPLEMENTAÇÃO Internas Análise Planejamento Ambiental Dirigido por PERFORMANCE Cenários C u r e n t 5 0 % 7 5 % Ciclo de 9 5 % 1 0 % V e n d a s 1 M Vendas 7 5 0 , Milhares ($) 5 0 , 0 2 5 0 , 0 1 1 5 . 7 0 3 5 . 4 5 2 . 6 0 0 30 T m iM e( ê s ) 60 Meses Mapeamento Simulações Causal SBDS – Prof. Júlio Figueiredo
    235. 235. Construção de cenários[de simples a complexos]O Ambiente de Negócios  Ambiente Global • Economia • Tecnologia • Cultura  Ambiente de Mercado • Consumidores • Competidores • Fornecedores  Ambiente da Empresa • Produção • Distribuição • Comunicação SBDS – Prof. Júlio Figueiredo

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