Quilombos no Brasil Profª. Drª. Elsa Gonçalves Avancini Professora de História do Brasil e História da África
Origens dos quilombos <ul><li>Os quilombos surgiram como forma de resistência à escravidão por toda parte onde havia escra...
Modesto Broccos. O Engenho de Mandioca,1892
Ilha de São Tomé,1545, primeiros levantes de escravos .
Mocambos <ul><li>As colinas da ilha viraram  refúgio dos rebeldes que se escondiam nas matas da ilha, onde faziam seus  mo...
 
Mukambo e quilombo <ul><li>A palavra  mukambo  na linguagem  quimbundo  significa  cumeeira  ou a  forquilha de encaixe do...
<ul><li>No Brasil o termo torna-se sinônimo de povoado de negros inssurretos, e mais tarde foi substituído por  quilombo <...
Mocambos
<ul><li>nome original do acampamento militar dos guerreiros Jagas dos reinos de Matamba e Caçanje </li></ul>
<ul><li>Reinos de Matamba e Caçanje </li></ul><ul><li>. </li></ul>
Origem da palavra <ul><li>De acordo com MUNANGA, Quilombo é uma palavra originária dos povos de língua bantu. Esses povos ...
<ul><li>Contudo periodicamente havia lutas para ver quem era o mais forte e por isso começaram também a se formar comunida...
<ul><li>Entre eles destacaram-se o guerreiros  jagas  ou imbangalas  de Angola e os lundas do Congo (Sec. XVII) muito temi...
Guerreiros Jagas,1660 <ul><li>Aquarela. Ilustração do manuscrito de Cavvazzi, </li></ul><ul><li>Módena, Coleção Carlos Ara...
 
<ul><li>Contudo a técnica militar dos jagas passou também para a organização do quilombo que se tornou também um acampamen...
Quilombos no Brasil <ul><li>Os estudo dos quilombos no Brasil desde a décadade 80 vêm sofrendo várias alterações conceitua...
Deslocamentos concetuais <ul><li>Atualmente os autores se referem a  deslocamentos conceituais  que buscam a ruptura com o...
<ul><li>Quilombo é um conceito que recebe outros sentidos diferentes do aspecto exclusivamente inssurrecional apontado pel...
<ul><li>“ houve escravo que não fugiu, que permaneceu autonomo dentro da esfera da grande propriedade e com atribuiçòes di...
<ul><li>Além disso há muitas situações de comunidades negras formadas por famílias de escravos alforriados que compraram s...
O Buraco do Tatu , 1743-1763... – planta mostra a organização do quilombo.  Ver REIS,J.J. in Liberdade por um Fio, 591-505
<ul><li>Segundo alguns autores quilombo significa organização fraterna, solidária e coletiva dos quilombolas numa perspect...
Quilombo do Jabaquara
Terras de preto <ul><li>São terras doadas,entregues ou adquiridas por comunidades negras após a abolição e desagregação do...
Definições de quilombo <ul><li>O Conselho Ultramarino portugues em 1740 definiu  Quilombo como  “habitação de negros fugid...
Elementos definidores   <ul><li>1)  a fuga – quilombo sempre estaria vinculado a escravos fugidos </li></ul><ul><li>2) núm...
Leitura crítica <ul><li>A presença do pilão e outras benfeitorias do quilombo indicavam que este tinha uma organizaçao des...
<ul><li>Este dado põe por terra o argumento do isolamento dos quilombos e da vadiagem dos quilombolas, que, ao contrário, ...
<ul><li>Essas benfeitorias das áreas quilombolas eram tào importantes que o governo imperial recomendava que as tropas de ...
<ul><li>Segundo  Almeida  o declínio da produçao algodoeira no norte e nordeste desde o sec XVII acarretou perda do poder ...
100 anos após a aboçição <ul><li>Art.68 da Constituição de 1988  – Aos remanescentes de quilombo que estejam ocupando suas...
Ressignicações do Termo <ul><li>Recentemente o termo quilombo tem assumido novos significados. Não se refere apenas a resí...
Ressemantização do conceito <ul><li>Definições do GT Comunidades Negras Rurais ( ABA) 1994: </li></ul><ul><li>Classifica c...
Comunidades quilombolas cadastradas <ul><li>Registros de 2.228  comunidades   quilombolas  espalhadas por todas as regiões...
N° de comunidades quilombolas por estado <ul><li>Maranhão 642 </li></ul><ul><li>Bahia 396  </li></ul><ul><li>Pará 294  </l...
Abordagens historiograficas <ul><li>A concepçao oficial </li></ul><ul><li>A tese do isolacionismo </li></ul><ul><li>A tese...
<ul><li>Na Constituição de 1988, 100 anos depois o quilombo já surge como sobrevivencia, como “ remanescente” (…) acentua-...
O processo de identificaçao quilombola: o critério da auto-atribuição <ul><li>“ Os procedimentos  de classificação que int...
Bibliografia <ul><li>ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de.. Os quilombos e as novas etnias. In: Quilombos identidade étnica e ...
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Aula Quilombos no Brasil - Prof. Elsa Avancini

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Aula ministrada pela prof. Elsa Avancini no curso Educação, Diversidade e Relações Interculturais - Canoas-RS

Aula Quilombos no Brasil - Prof. Elsa Avancini

  1. 1. Quilombos no Brasil Profª. Drª. Elsa Gonçalves Avancini Professora de História do Brasil e História da África
  2. 2. Origens dos quilombos <ul><li>Os quilombos surgiram como forma de resistência à escravidão por toda parte onde havia escravos. No Brasil os primeiros quilombos surgirão desde o inicio do período colonial,quando o país era colônia de Portugal, e o trabalho escravo africano foi usado como mão de obra compulsória nas lavouras de cana, na extração da borracha e do ouro, na produção do açúcar, fumo, algodão e charque conforme a região do Brasil. </li></ul>
  3. 3. Modesto Broccos. O Engenho de Mandioca,1892
  4. 4. Ilha de São Tomé,1545, primeiros levantes de escravos .
  5. 5. Mocambos <ul><li>As colinas da ilha viraram refúgio dos rebeldes que se escondiam nas matas da ilha, onde faziam seus mocambos. </li></ul><ul><li>Por isso essa palavra, </li></ul><ul><li>já em documentos portugueses </li></ul><ul><li>de 1554, passou a significar </li></ul><ul><li>ajuntamento de escravos fugidos </li></ul><ul><li>(Alencastro,2000:66) </li></ul>
  6. 7. Mukambo e quilombo <ul><li>A palavra mukambo na linguagem quimbundo significa cumeeira ou a forquilha de encaixe do teto da casa qu e caracterizava a moradia fixa das famílias ou da comunidade passou também a designar o refúgio dos rebeldes de . São Tomé </li></ul>
  7. 8. <ul><li>No Brasil o termo torna-se sinônimo de povoado de negros inssurretos, e mais tarde foi substituído por quilombo </li></ul>
  8. 9. Mocambos
  9. 10. <ul><li>nome original do acampamento militar dos guerreiros Jagas dos reinos de Matamba e Caçanje </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Reinos de Matamba e Caçanje </li></ul><ul><li>. </li></ul>
  11. 12. Origem da palavra <ul><li>De acordo com MUNANGA, Quilombo é uma palavra originária dos povos de língua bantu. Esses povos provenientes principalmente de Angola e do Congo foram trazidos para cá e escravizados. </li></ul><ul><li>Eram os Lundas, Ovibundu, Mbundu, Kongo, Imgbala entre outros. Na África esses povos viviam em comunidades e tinham uma organização coletivista, sendo governados por chefes de linhagens ( famílias) e por um rei que em geral era um grande guerreiro. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>Contudo periodicamente havia lutas para ver quem era o mais forte e por isso começaram também a se formar comunidades de guerreiros compostos por um grande líder militar e guerreiros provenientes de vários povos da mesma região. </li></ul><ul><li>. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Entre eles destacaram-se o guerreiros jagas ou imbangalas de Angola e os lundas do Congo (Sec. XVII) muito temidos por todos. Estes mais tarde se tornaram auxiliares dos portugueses na captura de escravos </li></ul>
  14. 15. Guerreiros Jagas,1660 <ul><li>Aquarela. Ilustração do manuscrito de Cavvazzi, </li></ul><ul><li>Módena, Coleção Carlos Araldi </li></ul><ul><li>( Alencastro. L. F. </li></ul><ul><li>O Trato dos Viventes, 2000) </li></ul>
  15. 17. <ul><li>Contudo a técnica militar dos jagas passou também para a organização do quilombo que se tornou também um acampamento fortificado de escravos fugidos, característica também encontrada no quilombo brasileiro </li></ul>
  16. 18. Quilombos no Brasil <ul><li>Os estudo dos quilombos no Brasil desde a décadade 80 vêm sofrendo várias alterações conceituais relativas as inúmeras situações históricas constatadas nas pesquisas etnográficas de antropólogos e historiadores engajados na temática e na pesquisa de campo emprenndida em vários estados do Brasil com apoio de Universidades e de orgãos governamentais encarregados da demarcação das áreas habitadas por populações tradicionais descedentes de escravos. </li></ul>
  17. 19. Deslocamentos concetuais <ul><li>Atualmente os autores se referem a deslocamentos conceituais que buscam a ruptura com os fundamentos biológicos, raciais e linguisticos que norteiam a definiçao de quilombo desde o período colonial, e introduzem outras clivagens teóricas onde sobressaí o processo de identidade cultural dos grupos envolvidos ( Almeida, 2002:78) </li></ul>
  18. 20. <ul><li>Quilombo é um conceito que recebe outros sentidos diferentes do aspecto exclusivamente inssurrecional apontado pelas autoridades portuguesas. </li></ul><ul><li>As atuais definições apontam para inúmras situações onde os agrupamentos quilombolas nem sempre se constituíram de negros fugidos( Almeida, 2002:61) </li></ul>
  19. 21. <ul><li>“ houve escravo que não fugiu, que permaneceu autonomo dentro da esfera da grande propriedade e com atribuiçòes diversas; houve aquele que sonhou fugir e nào conseguiu fazê-lo; há aquele que fugiu e foi recapturadso; e houve esse que nào pode fugir porque ajudou os outroa a fugirem e o seu papel era ficar”(Almeida, 2002:62) </li></ul>
  20. 22. <ul><li>Além disso há muitas situações de comunidades negras formadas por famílias de escravos alforriados que compraram suas terras ou que as receberam por herança dos seus senhores. O Quilombo Chico Rei em MG cujas terras foram compradas com o ouro de uma velha mina, permitiu a compra da alforria dos demais. Nessas terras mantiveram um território negro </li></ul><ul><li>e produção autônoma. </li></ul>
  21. 23. O Buraco do Tatu , 1743-1763... – planta mostra a organização do quilombo. Ver REIS,J.J. in Liberdade por um Fio, 591-505
  22. 24. <ul><li>Segundo alguns autores quilombo significa organização fraterna, solidária e coletiva dos quilombolas numa perspectiva de igualitarismo econômico e social </li></ul><ul><li>(Nascimento,1980, Santos 1985) </li></ul>
  23. 25. Quilombo do Jabaquara
  24. 26. Terras de preto <ul><li>São terras doadas,entregues ou adquiridas por comunidades negras após a abolição e desagregação do latifundio , ou extensões que permaneceram em isolamento relativo, mantendo regras de direito consuetudinário com apropriação comum dos recursos . </li></ul>
  25. 27. Definições de quilombo <ul><li>O Conselho Ultramarino portugues em 1740 definiu Quilombo como “habitação de negros fugidos que passem de cinco em partes despovoadas, ainda que nào tenham ranchos levantados e nem se achem pilões nele” </li></ul>
  26. 28. Elementos definidores <ul><li>1) a fuga – quilombo sempre estaria vinculado a escravos fugidos </li></ul><ul><li>2) número mínimo de fugidos: cinco e mais tarde até dois em outras definições </li></ul><ul><li>3) Localização sempre marcada pelo isolamento geográfico, for a do circuito da produção e do domínio das plantations </li></ul><ul><li>4) Ranchos- lugar de moradia consolidado ou não </li></ul><ul><li>5) pilão – instrumento destinado a transformação do arroz colhido em alimento </li></ul>
  27. 29. Leitura crítica <ul><li>A presença do pilão e outras benfeitorias do quilombo indicavam que este tinha uma organizaçao destinada a garantir a reproduçào de sua vida material, seja através do consumo do necessário a sua sobrevivencia, seja através de transações comerciais que realizavam com as fazendas e povoados vizinhos onde colocavam sua produção agricola e extrativa </li></ul>
  28. 30. <ul><li>Este dado põe por terra o argumento do isolamento dos quilombos e da vadiagem dos quilombolas, que, ao contrário, mantinham suas roças de milho, feijão, arroz, realizavam colheitas, desenvolviam atividades criatórias, e atividades extrativas na mata ou nas minas </li></ul>
  29. 31. <ul><li>Essas benfeitorias das áreas quilombolas eram tào importantes que o governo imperial recomendava que as tropas de linha não as destruíssem, pois as moradias,, poços, roças e pilões seriam utilizados pelos novos colonos que o governo enviaria para esses lugares após a derrota e expulsão dos quilombolas. </li></ul>
  30. 32. <ul><li>Segundo Almeida o declínio da produçao algodoeira no norte e nordeste desde o sec XVII acarretou perda do poder de coersão dos grandes senhores e a intensificação do uso da pequena produção agrícola realizada pelos proprios escravos, caracterizando a presença de um campesinato negro bem antes da aboliçao ( 2002:52) e nem tão distante da casa grande ( 2002:54) </li></ul>
  31. 33. 100 anos após a aboçição <ul><li>Art.68 da Constituição de 1988 – Aos remanescentes de quilombo que estejam ocupando suas terras é reconhecida sua propriedade definitiva . </li></ul>
  32. 34. Ressignicações do Termo <ul><li>Recentemente o termo quilombo tem assumido novos significados. Não se refere apenas a resíduos ou resquícios arqueológicos de ocupação temporal ou ocupação biológica, nem à ocupações relativas à áreas inssurecionais, </li></ul><ul><li>mas a grupos que desenvolvem práticas cotidianas de resistência na manutensão e reprodução dos seus modos de vida característicos e na consolidação de um território próprio de uso comum, baseado em laços de parentesco e soliedariedade . </li></ul>
  33. 35. Ressemantização do conceito <ul><li>Definições do GT Comunidades Negras Rurais ( ABA) 1994: </li></ul><ul><li>Classifica como quilombos comunidades: </li></ul><ul><li>Constituídas de segmentos negros </li></ul><ul><li>Grupos étnicos com critérios próprios de pertencimento; </li></ul><ul><li>Coletividades que conformaram diferentes modos de vida e de territorialidade baseadas no uso comum da terra. </li></ul>
  34. 36. Comunidades quilombolas cadastradas <ul><li>Registros de 2.228 comunidades quilombolas espalhadas por todas as regiões do país. As informações foram organizadas em um mapa UNB/2005 </li></ul><ul><li>De acordo com Sanzio, a diferença de 1.388 registros entre o primeiro cadastro, em 2000, e o segundo, em 2005, pode ser explicada por políticas afirmativas e outras ações da sociedade pelo fortalecimento da identidade negra. </li></ul><ul><li>“ Tivemos um movimento mais organizado dessa população e também começamos a verificar o resultado das transformações na educação sobre os afro-brasileiros ” </li></ul><ul><li>( Projeto Geografia Afro-brasileira e Educação desenvolvido por professores e estudantes de graduação e pós-graduação ligados ao Ciga/UNB) . </li></ul>
  35. 37. N° de comunidades quilombolas por estado <ul><li>Maranhão 642 </li></ul><ul><li>Bahia 396 </li></ul><ul><li>Pará 294 </li></ul><ul><li>Minas Gerais 135 </li></ul><ul><li>Pernambuco91 </li></ul><ul><li>Rio Grande do Sul 90 </li></ul><ul><li>Piauí 78 </li></ul><ul><li>São Paulo 70 </li></ul><ul><li>Rio Grande do Norte 64 </li></ul><ul><li>Mato Grosso 59 </li></ul><ul><li>Ceará 54 </li></ul>
  36. 38. Abordagens historiograficas <ul><li>A concepçao oficial </li></ul><ul><li>A tese do isolacionismo </li></ul><ul><li>A tese da não reação </li></ul><ul><li>A tese da invisibilizaçao do sujeito </li></ul><ul><li>Os estudos Pós abolição </li></ul><ul><li>Pesquisas sobre o tráfico </li></ul><ul><li>Pesquisas sobre família escrava </li></ul>
  37. 39. <ul><li>Na Constituição de 1988, 100 anos depois o quilombo já surge como sobrevivencia, como “ remanescente” (…) acentua-se o que já foi. Julgo que (…) se deveria trabalhar com o conceito de quilombo considerando o que ele é no presente. (…) tem que haver um deslocamento. Não é discutir o que já foi e sim discutir o que é, e como essa autonomia foi sendo construída historicamente ”. </li></ul><ul><li>( 2002:53) </li></ul>
  38. 40. O processo de identificaçao quilombola: o critério da auto-atribuição <ul><li>“ Os procedimentos de classificação que interessam são aqueles construídos pelos proprios sujeitos a partir dos proprios conflitos e não necessariamente aqueles a que são produto de classificações externas muitas vezes estigmatizantes” </li></ul><ul><li>(Almeida,2002:68 ) </li></ul>
  39. 41. Bibliografia <ul><li>ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de.. Os quilombos e as novas etnias. In: Quilombos identidade étnica e territorialidade. Eliane Cantarino O'Dwyer (Org.). Rio de Janeiro: Editora FGV/ABA, 2002. p,p.43-81 ARRUTI, J.M. A Emergencia dos “Remanescentes”. Notas para o diálogo entre indígenas e quilombolas. MANA,#(2):7-38,1997www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-93131997000200001...sci </li></ul><ul><li>GOMES, Flávio dos santos. “Amostras Humanas”: índios, negros e relações interétnicas no Brasil colonial, RJ, Civilização brasileira, 2001. </li></ul><ul><li>LEITE, Ilka Boaventura. Os quilombos no Brasil: questões conceituais e normativas. Etnográfica, Vol. IV (2), 2000, pp. 333-354 </li></ul><ul><li>MUNANGA, Kabenguele. Rediscutindo A Mestiçagem No Brasil: Identidade Nacional Versus Identidade Negra. São Paulo, Autêntica, 2004 </li></ul><ul><li>________. 1995/1996. Origem e Histórico do quilombo na África. Ver. USP, n. 28, São Paulo: USP </li></ul><ul><li>RIOS, Ana Maria, MATTOS, Hebe Maria. O Pós abolição como problema Histórico: balanços e perspectivas. Topoi, v.5, n.8 jan-jun, 2004, p 170-198SCHMITT,Alessandra; TURATTI, Maria cecília manzoli ; CARVALHO maria celina pereira de. A Atualização do conceito de quilombo: identidade e território nas definições teóricas www..scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s1414. </li></ul><ul><li>GOMES, Flávio dos santos. “Amostras Humanas”: índios, negros e relações interétnicas no Brasil colonial, RJ, Civilização brasileira, 2001. </li></ul>

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