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LEONARDO TOSO DUARTEANÁLISE DA LOGÍSTICA DE ENTREGA DA EMPRESA FRIOSIMPERADOR LTDAProjeto de Trabalho de Conclusão de Curs...
SUMÁRIO1 INTRODUÇÃO 31.1 Tema 41.2 Problema 41.3 Objetivo geral 41.4 Objetivos específicos 41.5 Justificativa 42 ORGANIZAÇ...
31 INTRODUÇÃOO presente estudo realizar-se-á na empresa Frios Imperador, distribuidora deprodutos alimentícios no atacado ...
41.1 TemaLogística de entrega da empresa Frios Imperador Ltda.1.2 ProblemaComo é a logística de entregas da empresa Frios ...
5sempre almeja diminuir os custos organizacionais aumentando o seu faturamento eganhando espaços mercadológicos perante se...
62 ORGANIZAÇÃO EM ESTUDOA empresa em estudo com razão social Flores e Chaves Ltda Me, inscrita sobo CNPJ: 13.815.715/0001-...
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83.2 Conceitos de logísticaPara Ballou (1993), a geração logística de juntar a totalidade das atividadesrelacionadas ao fl...
9De acordo com o autor já acima citado, Dornier (2000), a essência da logísticaé fornecer um serviço, independentemente do...
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11Ademais, segundo Alvarenga e Novaes (1994), os veículos para a distribuiçãofísica de uma empresa deverão também, além do...
12O roteamento dos veículos, de acordo com Ballou (1993) envolve fatorescomo a determinação do número de veículos necessár...
13de oportunidade. O principal fator não é somente de compreender cada custo deforma isolada e existente dentro de cada em...
144 METODOLOGIA4.1 Perspectiva do estudo.O objeto de estudo se utilizará do tipo de pesquisa exploratória e descritiva,que...
154.2. Delimitação do estudo.Este estudo será desenvolvido na empresa Frios Imperador Ltda, sob oCNPJ: 13.815.715/0001-44 ...
16REFERÊNCIASALVARENGA, Antonio Carlos; NOVAES, Antonio Galvão N. Logística Aplicada:Suprimento e distribuição física. 2.E...
17CRONOGRAMAATIVIDADES MESES2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12Definição do Tema XDefinição de Objetivos X XFundamentação Bibliográfi...
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Projeto final leonardo - logística de entrega ultima versao ii

  1. 1. UNIPAR - UNIVERSIDADE PARANAENSECURSO DE ADMINISTRAÇÃOLEONARDO TOSO DUARTEANÁLISE DA LOGÍSTICA DE ENTREGA DA EMPRESA FRIOSIMPERADOR LTDATOLEDO2013
  2. 2. LEONARDO TOSO DUARTEANÁLISE DA LOGÍSTICA DE ENTREGA DA EMPRESA FRIOSIMPERADOR LTDAProjeto de Trabalho de Conclusão de Cursoapresentando a banca examinadora do curso deAdministração da Universidade Paranaense –UNIPAR, como exigência parcial para obtenção dograu de Bacharelado em Administração sob aorientação da Professora Jamila El Tugoz.TOLEDO2013
  3. 3. SUMÁRIO1 INTRODUÇÃO 31.1 Tema 41.2 Problema 41.3 Objetivo geral 41.4 Objetivos específicos 41.5 Justificativa 42 ORGANIZAÇÃO EM ESTUDO 63 FUNDAMENTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA 73.1 Conceitos de administração 73.2 Conceitos de logística 83.3 Logística de entrega ..93.3.1 Carregamento e acomodação de mercadorias ..93.3.2 Veículos e equipe de entrega 103.3.3 Roteirização de veículos 113.4 Custos de transportes 124 METODOLOGIA 144.1 Perspectiva de estudo 144.2 Delimitação do estudo 154.3 Limitação do estudo 15REFERÊNCIAS 16CRONOGRAMA 17
  4. 4. 31 INTRODUÇÃOO presente estudo realizar-se-á na empresa Frios Imperador, distribuidora deprodutos alimentícios no atacado e no varejo, localizada na cidade de Toledo-PR.A principal atividade da empresa é a aquisição dos produtos alimentíciosdiretamente das indústrias e posterior revenda para os seus clientes. Para isso, sãodesenvolvidas atividades de venda, processamento de pedidos, carregamento eentrega das mercadorias. Procedimentos estes que se aplicam ao objeto do estudo,qual seja, a Logística.O estudo oferecerá a oportunidade do conhecimento e da avaliação dosprocedimentos logísticos adotados pela organização, e desta maneira contribuir paraa evolução, tanto da empresa quanto do aluno-pesquisador, com a chance deverificar se as práticas do cotidiano encontram-se de acordo com o ideal teórico parao desenvolvimento das atividades.A identificação das reais necessidades logísticas da distribuidora e acomparação com suas práticas é uma questão estratégica, e contribuirá para que aorganização possa sobreviver no mercado globalizado, cada vez mais competitivo,tornando-a mais ágeis na prestação dos seus serviços e com maior lucratividade.O ramo da empresa encontra-se voltado diretamente para a área da logística,pois refere-se ao campo que mais recursos financeiros são consumidos e estádiretamente ligada ao desempenho da mesa no mercado.O gerenciamento das atividades logísticas é de suma importância para ocontrole dos custos de entrega dos produtos e garantem vantagem competitiva emrelação aos concorrentes, uma vez que o mercado globalizado exige estratégiaslogísticas bem planejadas e executadas com precisão.Para o auxílio no desenvolvimento das atividades logísticas da empresa FriosImperador, as teorias e os pressupostos já desenvolvidos e difundidos por autoresrenomados são de grande importância, tendo em vista que evitará o desperdício derecursos e contribuirá no desenvolvimento do gerenciamento logístico para umamaior eficácia da organização.Diante disso, buscar-se-á conhecer o grau da eficiência da logística daempresa Frios Imperador e então avaliar se as práticas estão adequadas àsnecessidades da empresa, apresentando sugestões para o melhoramento dosserviços prestados e consequentemente aumento da lucratividade da mesma.
  5. 5. 41.1 TemaLogística de entrega da empresa Frios Imperador Ltda.1.2 ProblemaComo é a logística de entregas da empresa Frios Imperador Ltda?1.3 Objetivo GeralAnalisar a logística de entrega dos produtos na empresa Frios ImperadorLtda.1.4 Objetivos Específicosa) Apresentar a logística de entrega da empresa Frios Imperador Ltda;b) Descrever a frota de entrega;c) Examinar a política de entrega da empresa;d) Qualificar os clientes por localização geográfica e taxa de consumo;e) Estudar ações que possam contribuir para a otimização das entregas.1.5 JustificativaSegundo Ballou (1993) a logística empresarial concede uma forma de provero nível de rentabilidade nos serviços de distribuição das mercadorias aos clientes econsumidores da empresa, através do planejamento, organização e controle para asatividades de movimentação, de forma que facilitem o fluxo das entregas dasmercadorias.A logística de entrega se faz necessária devido à importância de se ter umaotimização de rotas e uma consolidação de entregas, capaz de reduzir custos tantopara a organização quanto para os clientes, sendo de suma importância aimplantação de uma logística de entrega eficaz e competitiva diante do mercado que
  6. 6. 5sempre almeja diminuir os custos organizacionais aumentando o seu faturamento eganhando espaços mercadológicos perante seus concorrentes.Baseados nos fatores que dificultam uma entrega ágil e com baixo custo,torna-se necessário resolver o problema da logística, determinando o número deveículos à disposição na empresa, a capacidade de cada um deles, os pontos deparada de entrega para cada roteiro de um dado veículo, bem como a sequência e aperiodicidade das entregas.Uma vez definida e implantada a logística de entrega, com a criação de umarede logística viável, criar-se-á uma condição desejável para fazer com que osprodutos cheguem no lugar em exatos instantes, obtendo uma maior lucratividade ea satisfação de seus clientes e consumidores, principais objetivos da empresa.
  7. 7. 62 ORGANIZAÇÃO EM ESTUDOA empresa em estudo com razão social Flores e Chaves Ltda Me, inscrita sobo CNPJ: 13.815.715/0001-44, com o nome fantasia Frios Imperador, está localizadana Rua General Estilac Leal, 1364, no Município de Toledo, no Estado do Paraná.As atividades da organização deu-se início no mês de Setembro de 2011 coma venda de produtos para o atacado e varejo no município de Toledo e região. Hojeconta com 8 colaboradores, sendo esses 3 que realizam entregas (um dessescolaboradores encontra-se afastado devido a acidente de trabalho) e outros 5 querealizam trabalhos administrativo e de produção. A organização conta hoje com frotaprópria de veículos, sendo 2 motos e uma van para transporte de mercadorias até osconsumidores/clientes.
  8. 8. 73 FUNDAMENTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA3.1 Conceitos de administração.Segundo Chiavenato (2004), o vocábulo administração surgiu do latim,derivado da palavra ad (direção, tendência para) e minister (subordinação ouobediência) e tem como objetivo a realização de uma função sob a supervisão deoutra pessoa, ou seja, a realização de um serviço para outra pessoa física oujurídica.Por outro lado Masiero (2007) intui que a Administração pode ser abrangidacomo consistência e tendo como integração as diversas áreas da atividade humana,aplicada às organizações, tendo como foco a permanência no mercado, suaeficiência e sua eficácia. Já Raymundo (2006), conceitua a administração como umconjunto unido de atividades multicientífico e multidisciplinar, ou seja, uma ciênciaque se cultiva em todos os departamentos da vida antiga e moderna dasorganizações.Trazendo essa definição para o ambiente macro das organizações,Maximiano (2009), conceitua a Administração como sucessão de tomadas dedecisões, utilizações de recursos para a realização de objetivos. Para tanto o autorenfatiza que para se tomar decisões não basta assumir riscos sem nenhumaorientação, mas sim tomar decisões com bases em recursos disponíveis nomomento da decisão.Para tanto Raymundo (2006) trás como orientação que administrar é oprocesso que conduz as pessoas à realização de determinados trabalhos, pois énecessário que exista ao administrador a capacidade de influenciar pessoas arealizar tarefas.Concluindo os conceitos da administração, Maximiano (2004) crê queadministrar é agir, é o processo de tomadas de decisões e realizar ações quecompreende cinco etapas principais: organização, planejamento, execução,liderança e controle.
  9. 9. 83.2 Conceitos de logísticaPara Ballou (1993), a geração logística de juntar a totalidade das atividadesrelacionadas ao fluxo de produtos e serviços para administrá-las de forma coletiva éuma evolução natural ao pensamento administrativo. As atividades de transporte,estoques e comunicações tiveram início antes mesmo da existência de um comércioativo entre regiões vizinhas. De acordo com Ching (1999), o primeiro conceito delogística foi definido durante a Segunda Guerra Mundial, pelos militares americanos,que tratavam de coordenar todo o processo de aquisição e fornecimento demateriais durante a guerra.O conceito de logística não é tratado pelos diversos estudiosos do assuntocom a mesma definição. Ballou (1993) ressalta que o campo da logística até omomento não possui uma identificação única, sendo muitas vezes tratada pornomes como transporte, distribuição, distribuição física, suprimento e distribuição,administração de materiais, operações e logística.Ching (1999) discorre que a logística refere-se ao gerenciamento do fluxo demateriais que se inicia com a fonte de fornecimento e estende-se até o consumidorfinal. Por outro lado Viana (2000) define a logística como uma operação integradaque cuida de suprimentos e distribuição de produtos de forma racionalizada,planejando, coordenando e executando todo o processo, visando a diminuição decustos e o aumento da competitividade.Já Dornier (2000) defende que logística é a gestão de fluxos entre funções denegócio. Para o referido autor, a logística não se refere simplesmente à entrada dematérias-primas ou ao fluxo de saída de produtos acabados, mas sim engloba umamaior amplitude de fluxos, incluindo todas as formas de movimentos de produtos einformações.Os conceitos acima elencados elucidam de maneira mais resumida ouextensa a definição apresentada por Ballou (1993), que de forma clara defini alogística na atualidade como:A logística empresarial trata de todas as atividades de movimentação earmazenagem, que facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisiçãoda matéria-prima até o ponto de consumo final, assim como dos fluxos deinformação que colocam os produtos em movimento, com o propósito deprovidenciar níveis de serviço adequados aos clientes a um custo razoável(BALLOU, 1993, p. 24).
  10. 10. 9De acordo com o autor já acima citado, Dornier (2000), a essência da logísticaé fornecer um serviço, independentemente dos produtos com que uma empresatrabalhe, sejam de consumo ou industriais, a função da logística é a mesma, emborao serviço que a logística presta seja diferente.Para tanto, atualmente as organizações se submetem a realizar essasmesmas atividades como uma parte essencial aos seus negócios. Os ganhospotenciais resultantes de se rever a administração das atividades logísticas estátransformando a disciplina numa área de importância vital para uma grandevariedade de empresas.3.3 Logística de entrega.3.3.1 Carregamento e acomodação de mercadorias.“Após o recebimento, a conferência e a estocagem das mercadorias pelaempresa, e diante a ocorrência dos pedidos dos clientes, faz-se necessário que osmesmos sejam preparados, e encaminhados para as docas para então seremcarregados nos veículos de entrega”. (ALVARENGA E NOVAES, 1994, p. 156)No entanto, antes do carregamento nos veículos de transporte é de sumaimportância que os pedidos/produtos sejam acondicionados apropriadamente, deforma que permita um transporte seguro, proporcionando uma ocupação adequadada carroceria do veículo e ao mesmo tempo oferecendo agilidade para a realizaçãodo carregamento e a posterior entrega nos clientes.Alvarenga e Novaes (1994) sugerem que para um efetivo carregamento eacomodação dos produtos, que os mesmos sejam arrumados e agrupados emunidades maiores, com a formação de invólucros assemelhados a umparalelepípedo.Os referidos autores distinguem embalagem e invólucros. Enquanto a funçãodas embalagens é ligada ao marketing e visam chamar a atenção dosconsumidores, os invólucros referem-se a um contexto puramente logístico detransporte, visando a melhoria do nível de serviço. Ao termo "invólucro", Ballou(1993) prefere chamar de embalagem de proteção, cuja principal preocupação,segundo o autor, é evitar o dano durante o transporte e manuseio do produto.
  11. 11. 10Após a proteção e a identificação das mercadorias, as mesmas estão prontaspara serem carregadas nos veículos de entrega. O carregamento pode ser realizadocom a utilização de paleteiras ou empilhadeiras, carrinhos, etc., conforme anecessidade da empresa, porém, Ballou (1993) ressalta que nem sempre asmercadorias que são paletizadas nas fábricas seguem a mesma configuração aolongo de todo o sistema de distribuição até o consumidor final, podendo seremcarregadas e acomodadas de outras formas no interior do veículo de transporte.3.3.2 Veículos e equipe de entregaDe acordo com Ballou (1993), existem basicamente cinco diferentes modosde transporte mais utilizados atualmente, quais sejam: o ferroviário, o rodoviário, ohidroviário, o aeroviário e o dutoviário. A escolha por cada um deles depende dadistância, agilidade, disponibilidade e características dos produtos a seremtransportados, bem como da análise do custo e nível do serviço. Ao nível dadistribuição física urbana, o meio de transporte que mais se adéqua é o rodoviário. Oautor elucida também que o uso de caminhões é o transporte mais ideal paratrajetos de curta distância, podendo transportar produtos acabados e semi-acabados.Alvarenga e Novaes (1994) enfatizam que é de suma importância averificação da capacidade de cada veículo. Verificação essa que pode se dar emtermos de peso ou volume, ou então pelas duas unidades, em casos que amercadoria é acondicionada de forma igualitária, em paletes, caixas uniformes,sacas, etc.A respeito do dimensionamento dos veículos, os autores claramente explicamque:Quando o veiculo não for bem dimensionado para a distribuição dosprodutos específicos da indústria ou da empresa comercial em questão,poderio ocorrer situações insatisfatórias. Por exemplo, se o veiculo estiversuperdimensionado, a tendência é aumentar o número de clientes visitadospor rota. Mas isso poderá estourar o tempo máximo de trabalho diário datripulação, com efeitos negativos em termos de produtividade, relaçõestrabalhistas, etc. Se o veiculo estiver subdimensionado, poderá haversobras inesperadas de mercadoria no depósito, obrigando a realização deviagens extras (de custo mais elevado) ou deixando a carga para a viagemseguinte, o que prejudica o nível de serviço oferecido aos clientes.(ALVARENGA E NOVAES, 1994, p. 223)
  12. 12. 11Ademais, segundo Alvarenga e Novaes (1994), os veículos para a distribuiçãofísica de uma empresa deverão também, além dos pontos acima mencionados,apresentar-se de forma agradável às exigências dos clientes, devendo para tantoestarem limpos, bem cuidados para causar boa impressão, uma vez que, juntamentecom a equipe de entrega, os mesmos refletem a imagem da empresa.De igual forma, a equipe de entrega deve ser treinada a se relacionar deforma harmônica com os clientes, para garantir assim uma boa relação comercialentre a empresa e seus clientes.3.3.3 Roteirização de veículosDe acordo com Ballou (2001), existem muitas modificações de problemas dedistribuição e podemos reduzi-los a alguns tipos básicos. Há algumas dificuldadesde encontrar um trajeto através de uma rede na qual o ponto de início seja diferentedo ponto de destino. Existe um problema análogo quando existem diversos pontosde origem e de destino. E há a dificuldade da roteirização quando os pontos deorigem e destino são os mesmos.Para direcionar veículos para entrega de mercadorias, o referido autor dispõeque o administrador depara-se com o problema de escolher a melhor rota a serseguida, a qual poderá ser escolhida pela mínima distância, mínimo tempo, ou poruma combinação destes. Por vezes, segundo o autor, o problema pode ser resolvidocom o uso de técnicas matemáticas programáveis em computador. No entanto, omesmo sugere o método do “caminho mais curto”, que pode ser calculado tantomanualmente quanto com o uso de computadores.Segundo Ballou (1993), a organização que possui frota própria,corriqueiramente encontra a dificuldade de expedir um veículo a partir de uma basecentral para uma sequência de paralisações intercessoras, devendo o veículoretornar então à base central. O problema ocorre comumente em rotas aéreas decarga regional, operações de entregas de mercadorias, roteiros de ônibus escolar oumesmo no abastecimento de supermercados a partir de um depósito central.Em resumo, o que se busca é a obtenção de uma rota em que se consigauma capacidade ideal de carregamento, que contemple as necessidades dosclientes e que proporcione um menor custo efetivo.
  13. 13. 12O roteamento dos veículos, de acordo com Ballou (1993) envolve fatorescomo a determinação do número de veículos necessários e suas capacidades, ospontos de parada em cada roteiro e a sequência de paradas dos veículos.Segundo o citado autor, um problema típico de roteirização, ocorre quando sefazem necessárias várias paradas e vários veículos, surgindo dessa forma umnúmero de roteiros muito grande, sendo necessária a utilização de princípiosoperacionais para solução do problema.Para tanto, Ballou (1993) sugere a formação de roteiros lembrando desenhosde uma pétala de margarida, para evitar o cruzamento das rotas. Esse procedimentocria roteiros em forma de uma gota d’água em torno da empresa (localizada na partecentral, onde se iniciam e se encerram todas as rotas), garantindo de tal modo quenenhuma das frotas se cruze. Segundo o autor, este método tem grande eficiência eaplicação e compete com os métodos mais sofisticados fazem uso de softwarescomplexos.3.4 Custos de TransportesPara se obter o valor dos custos de transporte das mercadorias, se faznecessária a soma de todas as despesas realizadas na movimentação de umdeterminado produto, desde a origem até seu destino final. Sendo este um dosmaiores custos logísticos, tendo grande relevância no preço final do produto.Segundo Ballou (2001), os custos de transportes variam caracteristicamenteentre um terço e dois terços do total dos custos logísticos, aperfeiçoar a ação com autilização máxima do aparelhamento e do pessoal do transporte é de grandeimportância. A influência de tempo em que os alvitres (produtos) estão em circulaçãoinflui no número dos embarques que podem ser feitos com um veículo em um dadoperíodo de tempo e nos custos dos transportes para todos os embarques. Diminuiros custos de transportes e melhorar o serviço ao consumidor/cliente, encontrando asmelhores rotas que um veículo pode fazer através da malha rodoviária, linhas deferrovias, linhas de navegação marítima ou rotas de navegação aérea, as quais irãotornar mínimo o tempo ou a distância, é um problema habitual de decisão.Ching (2006) corrobora que os determinados tipos de custos são habituais àscadeias de suprimentos: custos de armazenagem, custo com manuseio emovimentação de materiais, custos com estoques, custo com o transporte e custo
  14. 14. 13de oportunidade. O principal fator não é somente de compreender cada custo deforma isolada e existente dentro de cada empresa na cadeia, mas sim, o principal,em um panorama da cadeia logística total, a visão dos custos totais logísticos e suaotimização.
  15. 15. 144 METODOLOGIA4.1 Perspectiva do estudo.O objeto de estudo se utilizará do tipo de pesquisa exploratória e descritiva,que de acordo com Andrade (2010, p. 109), “pesquisa é o conjunto deprocedimentos sistemáticos, baseado no raciocínio lógico, que tem por objetivoencontrar soluções para os problemas propostos”. De acordo com a citada autora, apesquisa exploratória propicia maiores informações sobre o assunto, facilitando adelimitação do tema do trabalho, bem como propicia a definição dos objetivos e aformulação das hipóteses. Colabora também elucidando a pesquisa descritiva,através da qual “os fatos são observados, registrados, analisados, classificados einterpretados”.O instrumento de coleta de dados a ser utilizado será a entrevista.Serão também utilizadas para a pesquisa fontes primárias e secundárias.As fontes primárias serão obtidas através de informações concedidas pelasócia-proprietária da empresa, como o acesso aos documentos e aos bancos dedados dos clientes e pedidos. Os dados secundários serão coletados através delivros, artigos, internet, periódicos e outros meios que possam contribuir para com apesquisa.Segundo Andrade (2010, p. 28), “entre as fontes primárias, incluem-setambém arquivos públicos e parlamentares, dados estatísticos, autobiografias,relatos de viagens e de visitas...”. Assevera também que as “fontes primáriasenglobam as obras que ainda não foram analisadas ou interpretadas e constituem osubsídio das pesquisas”. Já no que condiz às fontes secundárias, a autora as defineda seguinte maneira: “As fontes secundárias referem-se a determinadas fontesprimárias, isto é, são constituídas pela literatura originada de determinadas fontesprimárias e constituem-se em fontes de pesquisas bibliográficas”.A apresentação dos dados será realizada de forma descritiva, e analisados deforma quantitativa e qualitativa.
  16. 16. 154.2. Delimitação do estudo.Este estudo será desenvolvido na empresa Frios Imperador Ltda, sob oCNPJ: 13.815.715/0001-44 e inscrição estadual: 90.468.775-83, situado na RuaGeneral Estilac Leal, 1364, localizada na cidade de Toledo, no Estado do Paraná.O estudo envolverá a sócia-proprietária da empresa e os dados por elaconcedidos a respeito da logística das entregas dos produtos aos clientes econsumidores finais.4.3 Limitação do estudo.Falta de tempo da gestora em repassar informações para o estudo.
  17. 17. 16REFERÊNCIASALVARENGA, Antonio Carlos; NOVAES, Antonio Galvão N. Logística Aplicada:Suprimento e distribuição física. 2.Ed. São Paulo: Pioneira, 1994.ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico:Elaboração de trabalhos na graduação. 10.Ed. São Paulo: Atlas, 2010.BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiaise distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993.BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Porto Alegre: 4.Ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral à administração. 7.Ed. SãoPaulo: Elsevier, 2004.CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: supplychain. São Paulo: Atlas, 1999CHING, Hong Yuh. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada –Supply Chain. 3.Ed. São Paulo: Atlas, 2006.CHRISTOPHER, Martin. Logística, cadeia de suprimentos e estratégiacompetitiva. IN: ________Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos:criando redes que agregam valor. 2. Ed. São Paulo: Thomson, 2007.DORNIER, Philippe-Pierre et al. Logística e operações globais: texto e casos. SãoPaulo: Atlas, 2000.MASIERO, Gilmar. Administração de empresas. São Paulo: Saraiva, 2007.MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Introdução à administração. 6. ed. São Paulo:Atlas, 2004.MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da administração: da revoluçãourbana à revolução digital. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2009.PIRES, Sílvio R. I, Introdução. IN:_____________ Gestão da cadeia desuprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos – Supply chain management.1.Ed. São Paulo: Atlas, 2004.RAYMUNDO, Paulo Roberto. O que é administração. São Paulo: Brasiliense, 2006.
  18. 18. 17CRONOGRAMAATIVIDADES MESES2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12Definição do Tema XDefinição de Objetivos X XFundamentação Bibliográfica X XElaboração da Metodologia X XEntrega do Projeto XDefesa e Qualificação do Projeto XRevisão Bibliográfica Completa X X XColeta de Dados X X XAnálise dos Dados X XInterpretação dos Resultados X X XSugestões e Recomendações XConclusões XEntrega do Trabalho Final XDefesa Final XEntrega Oficial em capa dura X

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