Desenvolvimento de caso eduardo correia

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Desenvolvimento de caso para o curso de International Trader da Abracomex.

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Desenvolvimento de caso eduardo correia

  1. 1. ESTUDO DE CASO TRADER
  2. 2. Aluno: Eduardo Correia Apresentação do estudo de caso: exportação de artigos de moda praia para América do Norte.
  3. 3.  Introdução Fase 1
  4. 4. Introdução: O trabalho a seguir procura demonstrar de maneira fictícia pontos focais de uma operação de exportação de artigos de moda praia para continente norte americano.
  5. 5.  O produto e o mercado de destino Fase 2
  6. 6. O Produto: Trajes de banho de fibras sintéticas, modelagem exclusivamente voltada para o público feminino em geral.
  7. 7. Seleção do mercado alvo: América do Norte A escolha do mercado se deu devido a existência de uma forte demanda de produtos diferenciados nesta linha de moda praia feminina em sites de B2B (Business to Business) . O mercado de destino escolhido para a exportação deste produto foi o continente norte americano, devido aos seguintes fatores: • Segundo dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro e da Agência Norte Americana de Desenvolvimento Internacional (USAID), o país que apresenta maior representatividade na importação de trajes de banho femininos em 2013 são os EUA (http://www.firjan.org.br e http://pdf.usaid.gov/pdf_docs/PNADM252.pdf).
  8. 8. Seleção do mercado alvo: América do Norte • Apesar do México ser um grande exportador de biquínis, há uma tendência bem favorável a aceitação da marca Brasil e pode-se explorar um posicionamento de mercado diferenciado neste país. • Há uma canal propício para promoção do produto no México que é a região da Riviera Maya devido ao turismo que atraí muitas pessoas de vários lugares do mundo para desfrutar das praias e demais opções de lazer (http://www.brasilglobalnet.gov.br/ARQUIVOS/Publicacoes/ComoExportar/CEXMexico.pdf). • O Canada, não tem uma estação de verão longa, porém pode-se trabalhar uma linha de produtos mais esportivas, além das saídas de banho. Também no caso deste país focar em produtos com design diferenciado e na marca Brasil. • Estudos do SEBRAE apontam que exportar, é uma ótima oportunidade de negócios para a indústria do ramo da moda praia (http://www.sebrae- sc.com.br/novos_destaques/oportunidade/default.asp?materia=12216).
  9. 9.  Porque? Quando? Como? Fase 3
  10. 10. Porque exportar? • Para um melhor aproveitamento da mão de obra e capacidade produtiva; • Pelo fato dos importadores estarem localizados no Hemisfério Norte, pode-se reduzir o impacto sazonal da produção de moda praia e garantir a demanda regular durante todo o ano; • Ganho de economia de escala, com intuito de minimizar custos; • É um mercado composto por países como Canada e EUA que são grandes potências econômicas mundiais e mais o México que está em franca expansão; • O forte apelo da marca país para os produtos em questão.
  11. 11. Quando exportar? Após avaliação e pesquisa de mercado, a análise dos resultados leva a empresa planejar a exportação a partir do lançamento da próxima coleção (verão 2014 – hemisfério norte). O planejamento das ações de promoção já estão em andamento e sendo conduzidas em conjunto com os departamentos de Marketing e departamento Comercial. O setor de Planejamento de Produção já desenvolveu a estratégia de produção e adaptação de “set” das fábricas para atender a demanda prevista. A meta estipulada é de fechar os lotes de pedidos entre Janeiro e Março de 2014 para atender as entregas até fim de Maio/2014.
  12. 12. Como? Podemos citar as seguintes oportunidades identificadas no mercado da América do Norte: • EUA – Se dará, a princípio, através da pesquisa em sites de B2B e visita a feiras especializadas do setor buscando parceiros de longo prazo com o intuito de promover uma marca no exterior e investimento em uma rede de lojas próprias; • Canada – Também através de pesquisa de sites de B2B e visita a feiras do setor, porém com foco em formar parcerias com lojas especializadas, preferencialmente que tenham uma boa exposição em grandes centros comerciais. Futuramente, procura-se atuar também em trajes de banhos voltados para a prática de esportes (maios para natação, uniformes para duplas de volei de praia, etc); • México - Neste caso a inserção será através de visita a feira especializada buscando fazer contato com grandes lojas de centros comerciais ou localizadas a beira mar das cidades de Playa del Carmen e Cancún. O objetivo é formar parceria com uma grande rede de lojas e fornecer um produto diferenciado aos turistas desta região.
  13. 13.  Problemas do Caso Fase 4
  14. 14. Análise de problemas que possam ser enfrentados nesta operação: 1) Uma vez que se pretende produzir um produto com alto valor agregado e de modelo diferenciado, buscando um posicionamento privilegiado no mercado internacional, há um problema quanto a contratação e manutenção de mão de obra qualificada. 2) Hoje a fábrica trabalha com capacidade ociosa, porém avaliações apontam que a demanda do produto no mercado externo pode superar a capacidade produtiva atual em um curto período de tempo. 3) Há necessidade de buscar fornecedores de matéria prima que possam atender a demanda da produção com regularidade e cumprindo com os prazos estipulados. 4) Adaptações de modelagem do produto ao mercado externo podem causar resistência por parte dos modeladores e confusões na linha de produção. 5) Forte concorrência no mercado internacional com produtos chineses.
  15. 15.  Barreiras Fase 5
  16. 16. Barreiras O imposto aplicado para importação de trajes de banho é de 25% no México, o que pode encarecer muito o produto. Há também a incidência de impostos cobrados internamente em cada país e poderia inviabilizar a o interesse do importador em adquirir os trajes. Por exemplo: No México, além dos 25% de imposto de importação, há a incidência de mais 16% de IVA (Imposto sobre Valor Agregado).
  17. 17.  Solução Fase 6
  18. 18. Solução 1) Promover treinamentos constante aos funcionários ligados diretamente a linha de produção, bem como a valorização da qualidade de vida. 2) Avaliar produção terceirizada de pelo menos 2 ou três fornecedores deste serviço, que deverá atender aos mesmos padrões estabelecidos na fábrica matriz. 3) Buscar diversificar a gama de fornecedores de matéria prima, diminuindo a dependência, equalizando custos e aumentando a segurança no fornecimento de matéria prima. 4) Estilistas e modelistas poderão ser terceirizados, ou contratados como freelancers, facilitando a flexibilidade de adaptação de desenhos e modelos. Para evitar possíveis confusões na linha de produção deve-se proceder com a produção em lotes de um mesmo padrão por vez. 5) O produto quer ter uma identidade própria e um posicionamento elitizado de mercado, por isso o foco de promoção deve ser o design, o conforto, a beleza, destacando-se e diferenciando-se do produto chinês cujo o ponto forte é preço. 6) Trabalhar com estrutura enxuta, modernização de fábrica e treinamento de mão de obra, para se ter uma linha produtiva de excelência, com mínimo de desperdício de matéria prima e evitar custos extras.
  19. 19.  Conclusão Fase 7
  20. 20. CONCLUSÃO O Brasil tem posição de destaque no mercado de moda praia e é líder mundial de tendências neste ramo, porém ainda tem pouca representatividade no mercado internacional. O potencial de exportação do país é muito grande, sobretudo por haver uma demanda mundial por biquínis marca Brazil. Deve-se trabalhar com uma estrutura enxuta, valorizar e treinar a mão de obra e agregar valor ao produto final. Os produtos de moda praia brasileiros devem se posicionar como produtos de vitrine, não como produtos de prateleira. Neste estudo de caso destaca-se a formação de parcerias confiáveis e bem estruturadas no mercado de destino, através de contatos via sites de B2B e visita em feiras internacionais. Portanto o planejamento e a estratégia de promoção comercial são de suma importância para o sucesso da operação e prosperidade dos negócios.
  21. 21. Muito Obrigado!

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