Apresentação do Programa
                                  Em jeito de epígrafe…

Em geral, quando se trata de reformar a ...
Apresentação do Programa




Revisão e/ou reelaboração dos programas de 1991.

Incorpora:

- Análises de práticas pedagógi...
Apresentação do Programa

Documentos e iniciativas de base:

- Currículo Nacional do Ensino Básico. Competências
Essenciai...
Apresentação do Programa


Expectativas e circunstâncias:

- TIC;

- Integração dos textos literários no ensino da língua;...
Apresentação do Programa


Conclusões:

- Português, disciplina de capital importância na
economia curricular;
- Português...
Apresentação do Programa

Alguns conceitos:

- anualidade ou anualização;
- professor como agente do desenvolvimento curri...
Os novos programas e o desenvolvimento curricular


«Trata-se de configurar rumos pedagógicos que, não
prescindindo de rum...
Os novos programas e o desenvolvimento curricular


«Estas orientações programáticas deverão ser entendidas
como meramente...
Preenchimento da grelha:
Competência da Leitura – Resultados esperados


1º Ciclo – páginas 25 e 26.

2º Ciclo – página 76...
LEITURA
           Em jeito de epígrafe…


Ai que prazer               Quem não lê, não quer
Não cumprir um dever,       s...
LEITURA

  O que é ler?          Como se lê na aula de Português?

A aprendizagem da leitura é um processo complexo e moro...
Níveis de compreensão da leitura

Cateterização coronária percutânea

A aterectomia coronária direccional consiste numa câ...
LEITURA


Padrão da aula de Português:
 Leitura de um texto do manual de Português.
 Colocação de questões pelo professo...
Quem é António José Villas-Boas?
Os novos programas e os manuais


«(…) pretende-se deste modo reposicionar os manuais
escolares no seu papel de verdadeiro...
LEITURA


Reflexão


Qual o valor do modelo de aula descrito?

Como “fugir” deste modelo de aula?

…?

Sugestão:

Ler o po...
FIM
Novos Programas de Português II
Novos Programas de Português II
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Novos Programas de Português II

2.465 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
1 comentário
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.465
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
43
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
74
Comentários
1
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Novos Programas de Português II

  1. 1. Apresentação do Programa Em jeito de epígrafe… Em geral, quando se trata de reformar a escola não é nos métodos que se pensa, mas sim nos programas e na organização do ensino; é ainda, naqueles momentos de maior delírio, à instalação da casa que se alude, chama-se reforma de pedagogia aos processos e às melhorias, aliás louváveis, na arquitectura das escolas. Essa parte dos programas e da organização, que tem sido o cavalo de batalha das autoridades reformadoras (e que é sempre fácil de modificar com quatro penadas legislativas) constitui a face menos importante do problema que nos ocupa. António Sérgio
  2. 2. Apresentação do Programa Revisão e/ou reelaboração dos programas de 1991. Incorpora: - Análises de práticas pedagógicas; - Avanços metodológicos da didáctica; - Reflexão sobre a articulação curricular. PPEB p.3
  3. 3. Apresentação do Programa Documentos e iniciativas de base: - Currículo Nacional do Ensino Básico. Competências Essenciais (2001); - Programa Nacional de Ensino do Português (2006); - Plano Nacional de Leitura (2007); - Conferência Internacional sobre o Ensino do Português (2007); - Dicionário Terminológico. PPEB p.4
  4. 4. Apresentação do Programa Expectativas e circunstâncias: - TIC; - Integração dos textos literários no ensino da língua; - Necessidade de acentuar o ensino do conhecimento explícito da língua. PPEB p.5
  5. 5. Apresentação do Programa Conclusões: - Português, disciplina de capital importância na economia curricular; - Português, instrumento de acesso a todos os saberes; - Português, responsabilidade de todos os professores. - Programas, um componente entre outros: materiais didácticos (manuais), famílias e enquadramento sócio- cultural, equipamentos escolares, professores. PPEB p.6
  6. 6. Apresentação do Programa Alguns conceitos: - anualidade ou anualização; - professor como agente do desenvolvimento curricular; - progressão ao longo dos três ciclos; - resultados esperados; - descritores de desempenho; - conteúdos; - corpus textual; - orientações de gestão. PPEB p.9-17
  7. 7. Os novos programas e o desenvolvimento curricular «Trata-se de configurar rumos pedagógicos que, não prescindindo de rumos programáticos precisos – (conteúdos) – deixem ao professor uma certa liberdade de movimentos, permitindo-lhe fazer interagir aquilo que nos Programas está enunciado com a concreta realidade das turmas e dos alunos de Português.» PPEB p.8
  8. 8. Os novos programas e o desenvolvimento curricular «Estas orientações programáticas deverão ser entendidas como meramente indicativas dos campos a trabalhar. Sendo explícitas quanto aos desempenhos pretendidos, elas só são prescritivas quanto aos resultados a obter; relativamente às modalidades da sua organização e gestão, são abertas. Entende-se que para promover a inovação é necessário um programa que sugere mais do que prescreve, deixando, por isso, amplas margens para a adaptação e adequação a situações concretas.» PPEB p.111
  9. 9. Preenchimento da grelha: Competência da Leitura – Resultados esperados 1º Ciclo – páginas 25 e 26. 2º Ciclo – página 76. 3º Ciclo – página 116. Sugestão: Procurem “casar” os resultados esperados numa lógica de progressão entre os ciclos.
  10. 10. LEITURA Em jeito de epígrafe… Ai que prazer Quem não lê, não quer Não cumprir um dever, saber; quem não quer Ter um livro para ler saber quer errar E não o fazer! Ler é maçada, Estudar é nada. Fernando Pessoa Pe. António Vieira
  11. 11. LEITURA O que é ler? Como se lê na aula de Português? A aprendizagem da leitura é um processo complexo e moroso que requer motivação, esforço e prática por parte do aprendiz e explicitação sistematizada por parte de quem ensina. (…) Com efeito, aprender a ler é um processo contínuo que não se esgota temporalmente no momento em que se domina a tradução os sons em letras, características das línguas de escrita alfabética. Saber ler significa, fundamentalmente, se capaz de extrair informação de material escrito, qualquer que seja o suporte (de papel ou informático), qualquer que seja o tipo de texto e qualquer que seja a finalidade da leitura, transformando essa mesma informação em conhecimento. (Sim-Sim, 2001: 51)
  12. 12. Níveis de compreensão da leitura Cateterização coronária percutânea A aterectomia coronária direccional consiste numa câmara aberta que é forçada contra a lesão ateromatosa, através da insuflação a baixa pressão de um balão posicionado atrás da câmara. O tecido invaginado para a câmara é então excisado por um pistão de corte rotativo à medida que este avança ao longo da câmara. O tecido excisado armazena-se na câmara distal. A aterectomia a laser vaporiza ou destabiliza a placa de ateroma; a aterectomia térmica por laser representa um risco de perfuração mais elevado. NEWBY, David, GRUBB, Neil - Cardiologia
  13. 13. LEITURA Padrão da aula de Português:  Leitura de um texto do manual de Português.  Colocação de questões pelo professor: as perguntas, muitas vezes, não chegam a ser interpretação; são paráfrases, são meras questões de compreensão. Também há perguntas que os alunos não entendem...  Passa-se à identificação das figuras de estilo que ficam desgarradas do sentido do texto....  Às vezes, pede-se aos alunos que façam alguma classificação morfológica e/ou sintáctica... (reflexão feita por António Vilas-Boas)
  14. 14. Quem é António José Villas-Boas?
  15. 15. Os novos programas e os manuais «(…) pretende-se deste modo reposicionar os manuais escolares no seu papel de verdadeiros auxiliares pedagógicos. Sendo instrumentos de trabalho muito importantes, os manuais não devem sobrepor-se aos programas, como com alguma frequência se verifica; para que não aconteça uma tal sobreposição, é necessário que o professor cultive uma relação activa com estes programas, colocados na primeira linha do seu labor pedagógico.» PPEB p.9
  16. 16. LEITURA Reflexão Qual o valor do modelo de aula descrito? Como “fugir” deste modelo de aula? …? Sugestão: Ler o ponto 2.5 (p.106-111) - Orientações de Gestão.
  17. 17. FIM

×