Vídeo Como InstrumentoVídeo Como Instrumento
de Aprendizagemde Aprendizagem
Colaborativa à DistânciaColaborativa à Distância
Curso “Crepes em Crepe”Curso “Crepes em Crepe”
ContextualizaçãoContextualização
O Projecto “Crepes em Crepe” tem o seu enfoque no
uso do vídeo como instrumento de colaboração,
interacção e partilha de informação – aproveitando as
potencialidades da Web 2.0
O curso em questão desenrolou-se em regime 100% à
distância, utilizando a plataforma de aprendizagem
colaborativa um BLOGUE implementado em Wordpress
Assumiu essencialmente uma componente prática visto
ter por base a pesquisa e partilha de informação (vídeo
e posts) no blog, elaboração (através de interacções e
colaboração à distância) de um vídeo sobre a temática
do curso, dando liberdade total aos alunos de
apresentarem o que quiserem. No final foi efectuado
uma auto-avaliação do trabalho desenvolvido. 2 de 17
MENUMENU
Estrutura do CursoEstrutura do Curso
A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha
UtensíliosUtensílios
EmentaEmenta
Sabores & DissaboresSabores & Dissabores
A Prova FinalA Prova Final
3 de 17
ESTRUTURA DO CURSOESTRUTURA DO CURSO
D1
- Disponibilizar informação sobre o curso
- Definir o Cronograma do Curso
- Esclarecer as Dinâmicas Práticas a desenvolver
colaborativamente à distância pelos diferentes elementos
dos alunos
- Apresentar os critérios de avaliação do curso
D2
- Introdução ao mundo dos crepes: Visionamento de um
vídeo sobre um crepe a ser confeccionado por um “chefe”
Tarefa: comentar o vídeo, reflexão inicial, podendo
apresentar outros exemplos de vídeos
4 de 17
ESTRUTURA DO CURSOESTRUTURA DO CURSO
D3
TEMAS A EXPLORAR: a origem histórica do crepe; evolução e
adopção por diferentes culturas; receitas/ingredientes
possíveis; os crepes na vanguarda do nova cozinha
Tarefas: comentar o vídeo, reflexão inicial, podendo
apresentar outros exemplos de vídeos
D4
Tarefa: Realização de um vídeo sobre os crepes
D5
Tarefa: Conclusão do vídeo
D6
Tarefas: Apresentação do vídeo “final”;
Auto e hetero-avaliação; - Encerramento do Curso 5 de 17
ESTRUTURA DO CURSOESTRUTURA DO CURSO
ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA DE TRABALHO
O curso assumiu essencialmente uma componente prática visto ter
por base a pesquisa e partilha de informação (vídeo e posts) no
blog, elaboração (através de interacções e colaboração à
distância) de um vídeo sobre a temática do curso, dando
liberdade total aos alunos de apresentarem o que quiserem. No
final foi efectuado uma auto-avaliação do trabalho desenvolvido.
ESTRATÉGIAS
1ª fase:
- Dinamização e partilha colaborativa de vídeos
2ª fase:
- Estratégias da pesquisa sobre o mundo dos crepes
- Desenvolvimento/apresentação de vídeos
3ª fase
- Elaboração colaborativa de um vídeo final
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ESTRUTURA DO CURSOESTRUTURA DO CURSO
AVALIAÇÃO
• Interactividade/comentários a posts: 50%
• Criatividade do vídeo final: 30%
• Apresentação/defesa final: 10%
• Auto-avaliação do trabalho construido:10%
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MENUMENU
Estrutura do CursoEstrutura do Curso
A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha
UtensíliosUtensílios
EmentaEmenta
Sabores & DissaboresSabores & Dissabores
A Prova FinalA Prova Final
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A EQUIPA DA COZINHAA EQUIPA DA COZINHA
Os orientadores do curso foram o Grupo alt-TAB
composto pelos seguintes chefes de mesa:
Carlos Rodrigues
José Pinheiro
Marlene Peres
Vitor Ferreira
Os ilustres (e sortudos) alunos foram o Grupo @:
Jaime Fernandes
Kátia Sá
Pedro França
Rui Lima
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MENUMENU
Estrutura do CursoEstrutura do Curso
A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha
UtensíliosUtensílios
EmentaEmenta
Sabores & DissaboresSabores & Dissabores
A Prova FinalA Prova Final
10 de 17
UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS
Ferramentas assíncronas (e-mail e
fórum de discussão)
Plataformas de Social Networking
(blog do curso e wikis da UC)
Documentos de diferentes formatos
(imagens, texto, hiperligações,…)
VÍDEO!!!! VÍDEO!!!!
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UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS
Porquê o VÍDEO?
“os alunos gostam e envolvem-se em tarefas quando podem
produzir e socializar algo que é reconhecido socialmente. Por isso
podem aprender muito […].
Martins, M., Criando Histórias Digitais. 2006
“o vídeo está umbilicalmente ligado à televisão e a um contexto de
lazer, e entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala
de aula. Por vezes, sabemos que “vídeo na aula”, na cabeça dos
alunos significa descanso e não "aprender", o que modifica a postura
e as expectativas em relação ao seu uso. Precisamos aproveitar essa
expectativa positiva para atrair o aluno para os nossos objectivos
pedagógicos.”
Moran .1995
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UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS
Porquê o VÍDEO?
“Educar é envolver-se numa múltipla rede social de interacções”
“Fazer o vídeo permite um modelo de educação alternativo ao
modelo transmissor. O autor propõe uma prática educativa que
coloca como base do processo de ensino-aprendizagem a
participação activa dos alunos, os sujeitos da educação.”
Kaplún. 1997
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UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS
Tecnologia VÍDEO
Mallas (1987) e Marques (2003)
Função informativa
Função motivadora
Função expressiva
Função avaliativa
Função investigadora
Função lúdica
Função meta linguística
Função didáctica
Função formativa de professores
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UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS
Exemplos de ferramentas facilitadoras de
situações de ensino aprendizagem…
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MENUMENU
Estrutura do CursoEstrutura do Curso
A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha
UtensíliosUtensílios
EmentaEmenta
Sabores & DissaboresSabores & Dissabores
A Prova FinalA Prova Final
16 de 17
EMENTAEMENTA
O curso pretendia:
incentivar o trabalho colaborativo;
construir conhecimento a partir de situações de trabalho
colaborativo;
fomentar a discussão;
valorizar a partilha de conhecimento;
desenvolver as capacidade de pesquisa e selecção de informação;
desenvolver e mobilizar competências na utilização de
ferramentas na âmbito das tecnologias de informação e
comunicação;
criar, editar, produzir e publicar online conteúdo educativo,
utilizando os meios audiovisuais, nomeadamente o vídeo.
De acordo com o tema, pretende-se ainda:
descobrir especialidades culinárias;
investigar a importância do crepe na culinária;
verificar a interculturalidade do crepe. 17 de 17
EMENTAEMENTA
Entradas: 1ª fase (3 dias)
Dinamização e partilha colaborativa de vídeos
“Mais … c’est qui Suzette?”
Refeição: 2ª fase (5 dias)
Estratégias da pesquisa sobre o mundo dos
crepes
Desenvolvimento/apresentação de vídeos
Um ingrediente e tema por dia
Sobremesa: 3ª fase (4 dias)
Elaboração colaborativa de um vídeo final
Crepes @
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MENUMENU
Estrutura do CursoEstrutura do Curso
A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha
UtensíliosUtensílios
EmentaEmenta
Sabores & DissaboresSabores & Dissabores
A Prova FinalA Prova Final
19 de 17
SABORES & DISSABORESSABORES & DISSABORES
No geral, o grupo de alunos gostou muito do curso e do
processo de aprendizagem implícito;
Todos valorizaram o trabalho colaborativo e a partilha de
conhecimentos provenientes dos diferentes elementos do
grupo;
Apesar da maioria se queixar do nível de exigência,
reconhecem que houve, de uma forma divertida, construção
de saberes e uma aprendizagem nas duas áreas de estudo:
crepes e vídeos;
Principais dificuldades serem as questões técnicas de ligação à
Internet e a limitação de tempo para cumprir prazos e realizar
todas as tarefas;
Apesar de diferentes níveis de contribuições, todos confirmam
que houve muita partilha e troca de ideias fomentador da
interacção, cooperação e construção de conhecimentos
através de processos sociais recíprocos (inter e intra grupos)
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MENUMENU
Estrutura do CursoEstrutura do Curso
A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha
UtensíliosUtensílios
EmentaEmenta
Sabores & DissaboresSabores & Dissabores
A Prova FinalA Prova Final
21 de 17
A PROVA FINALA PROVA FINAL
O resultado foi muito positivomuito positivo e gratificantegratificante.
Os elementos do grupo @ revelaram ter adquirido
várias competênciascompetências ao nível da selecção,
sistematização e organização de informação escrita e
visual, nomeadamente em termos de imagens e
vídeos.
Conseguiram demonstrar originalidadeoriginalidade e empenhoempenho. É
de valorizar a qualidadequalidade e as capacidades
demonstradas ao nível de utilização de tecnologiasutilização de tecnologias
diferenciadasdiferenciadas e aplicação de estratégias inovadorasestratégias inovadoras
no projecto final apresentado.
Apesar do nível de exigência e reconhecimento do
desafio proposto, o grupo @ conseguiu, com muita
qualidade, atingir todas as expectativas.
http://macrepes.wordpress.com 22 de 17

Vídeo - Challenges2009

  • 1.
    Vídeo Como InstrumentoVídeoComo Instrumento de Aprendizagemde Aprendizagem Colaborativa à DistânciaColaborativa à Distância Curso “Crepes em Crepe”Curso “Crepes em Crepe”
  • 2.
    ContextualizaçãoContextualização O Projecto “Crepesem Crepe” tem o seu enfoque no uso do vídeo como instrumento de colaboração, interacção e partilha de informação – aproveitando as potencialidades da Web 2.0 O curso em questão desenrolou-se em regime 100% à distância, utilizando a plataforma de aprendizagem colaborativa um BLOGUE implementado em Wordpress Assumiu essencialmente uma componente prática visto ter por base a pesquisa e partilha de informação (vídeo e posts) no blog, elaboração (através de interacções e colaboração à distância) de um vídeo sobre a temática do curso, dando liberdade total aos alunos de apresentarem o que quiserem. No final foi efectuado uma auto-avaliação do trabalho desenvolvido. 2 de 17
  • 3.
    MENUMENU Estrutura do CursoEstruturado Curso A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha UtensíliosUtensílios EmentaEmenta Sabores & DissaboresSabores & Dissabores A Prova FinalA Prova Final 3 de 17
  • 4.
    ESTRUTURA DO CURSOESTRUTURADO CURSO D1 - Disponibilizar informação sobre o curso - Definir o Cronograma do Curso - Esclarecer as Dinâmicas Práticas a desenvolver colaborativamente à distância pelos diferentes elementos dos alunos - Apresentar os critérios de avaliação do curso D2 - Introdução ao mundo dos crepes: Visionamento de um vídeo sobre um crepe a ser confeccionado por um “chefe” Tarefa: comentar o vídeo, reflexão inicial, podendo apresentar outros exemplos de vídeos 4 de 17
  • 5.
    ESTRUTURA DO CURSOESTRUTURADO CURSO D3 TEMAS A EXPLORAR: a origem histórica do crepe; evolução e adopção por diferentes culturas; receitas/ingredientes possíveis; os crepes na vanguarda do nova cozinha Tarefas: comentar o vídeo, reflexão inicial, podendo apresentar outros exemplos de vídeos D4 Tarefa: Realização de um vídeo sobre os crepes D5 Tarefa: Conclusão do vídeo D6 Tarefas: Apresentação do vídeo “final”; Auto e hetero-avaliação; - Encerramento do Curso 5 de 17
  • 6.
    ESTRUTURA DO CURSOESTRUTURADO CURSO ORGANIZAÇÃO E METODOLOGIA DE TRABALHO O curso assumiu essencialmente uma componente prática visto ter por base a pesquisa e partilha de informação (vídeo e posts) no blog, elaboração (através de interacções e colaboração à distância) de um vídeo sobre a temática do curso, dando liberdade total aos alunos de apresentarem o que quiserem. No final foi efectuado uma auto-avaliação do trabalho desenvolvido. ESTRATÉGIAS 1ª fase: - Dinamização e partilha colaborativa de vídeos 2ª fase: - Estratégias da pesquisa sobre o mundo dos crepes - Desenvolvimento/apresentação de vídeos 3ª fase - Elaboração colaborativa de um vídeo final 6 de 17
  • 7.
    ESTRUTURA DO CURSOESTRUTURADO CURSO AVALIAÇÃO • Interactividade/comentários a posts: 50% • Criatividade do vídeo final: 30% • Apresentação/defesa final: 10% • Auto-avaliação do trabalho construido:10% 7 de 17
  • 8.
    MENUMENU Estrutura do CursoEstruturado Curso A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha UtensíliosUtensílios EmentaEmenta Sabores & DissaboresSabores & Dissabores A Prova FinalA Prova Final 8 de 17
  • 9.
    A EQUIPA DACOZINHAA EQUIPA DA COZINHA Os orientadores do curso foram o Grupo alt-TAB composto pelos seguintes chefes de mesa: Carlos Rodrigues José Pinheiro Marlene Peres Vitor Ferreira Os ilustres (e sortudos) alunos foram o Grupo @: Jaime Fernandes Kátia Sá Pedro França Rui Lima 9 de 17
  • 10.
    MENUMENU Estrutura do CursoEstruturado Curso A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha UtensíliosUtensílios EmentaEmenta Sabores & DissaboresSabores & Dissabores A Prova FinalA Prova Final 10 de 17
  • 11.
    UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS Ferramentas assíncronas (e-maile fórum de discussão) Plataformas de Social Networking (blog do curso e wikis da UC) Documentos de diferentes formatos (imagens, texto, hiperligações,…) VÍDEO!!!! VÍDEO!!!! 11 de 17
  • 12.
    UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS Porquê o VÍDEO? “osalunos gostam e envolvem-se em tarefas quando podem produzir e socializar algo que é reconhecido socialmente. Por isso podem aprender muito […]. Martins, M., Criando Histórias Digitais. 2006 “o vídeo está umbilicalmente ligado à televisão e a um contexto de lazer, e entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala de aula. Por vezes, sabemos que “vídeo na aula”, na cabeça dos alunos significa descanso e não "aprender", o que modifica a postura e as expectativas em relação ao seu uso. Precisamos aproveitar essa expectativa positiva para atrair o aluno para os nossos objectivos pedagógicos.” Moran .1995 12 de 17
  • 13.
    UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS Porquê o VÍDEO? “Educaré envolver-se numa múltipla rede social de interacções” “Fazer o vídeo permite um modelo de educação alternativo ao modelo transmissor. O autor propõe uma prática educativa que coloca como base do processo de ensino-aprendizagem a participação activa dos alunos, os sujeitos da educação.” Kaplún. 1997 13 de 17
  • 14.
    UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS Tecnologia VÍDEO Mallas (1987)e Marques (2003) Função informativa Função motivadora Função expressiva Função avaliativa Função investigadora Função lúdica Função meta linguística Função didáctica Função formativa de professores 14 de 17
  • 15.
    UTENSÍLIOSUTENSÍLIOS Exemplos de ferramentasfacilitadoras de situações de ensino aprendizagem… 15 de 17
  • 16.
    MENUMENU Estrutura do CursoEstruturado Curso A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha UtensíliosUtensílios EmentaEmenta Sabores & DissaboresSabores & Dissabores A Prova FinalA Prova Final 16 de 17
  • 17.
    EMENTAEMENTA O curso pretendia: incentivaro trabalho colaborativo; construir conhecimento a partir de situações de trabalho colaborativo; fomentar a discussão; valorizar a partilha de conhecimento; desenvolver as capacidade de pesquisa e selecção de informação; desenvolver e mobilizar competências na utilização de ferramentas na âmbito das tecnologias de informação e comunicação; criar, editar, produzir e publicar online conteúdo educativo, utilizando os meios audiovisuais, nomeadamente o vídeo. De acordo com o tema, pretende-se ainda: descobrir especialidades culinárias; investigar a importância do crepe na culinária; verificar a interculturalidade do crepe. 17 de 17
  • 18.
    EMENTAEMENTA Entradas: 1ª fase(3 dias) Dinamização e partilha colaborativa de vídeos “Mais … c’est qui Suzette?” Refeição: 2ª fase (5 dias) Estratégias da pesquisa sobre o mundo dos crepes Desenvolvimento/apresentação de vídeos Um ingrediente e tema por dia Sobremesa: 3ª fase (4 dias) Elaboração colaborativa de um vídeo final Crepes @ 18 de 17
  • 19.
    MENUMENU Estrutura do CursoEstruturado Curso A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha UtensíliosUtensílios EmentaEmenta Sabores & DissaboresSabores & Dissabores A Prova FinalA Prova Final 19 de 17
  • 20.
    SABORES & DISSABORESSABORES& DISSABORES No geral, o grupo de alunos gostou muito do curso e do processo de aprendizagem implícito; Todos valorizaram o trabalho colaborativo e a partilha de conhecimentos provenientes dos diferentes elementos do grupo; Apesar da maioria se queixar do nível de exigência, reconhecem que houve, de uma forma divertida, construção de saberes e uma aprendizagem nas duas áreas de estudo: crepes e vídeos; Principais dificuldades serem as questões técnicas de ligação à Internet e a limitação de tempo para cumprir prazos e realizar todas as tarefas; Apesar de diferentes níveis de contribuições, todos confirmam que houve muita partilha e troca de ideias fomentador da interacção, cooperação e construção de conhecimentos através de processos sociais recíprocos (inter e intra grupos) 20 de 17
  • 21.
    MENUMENU Estrutura do CursoEstruturado Curso A Equipa da CozinhaA Equipa da Cozinha UtensíliosUtensílios EmentaEmenta Sabores & DissaboresSabores & Dissabores A Prova FinalA Prova Final 21 de 17
  • 22.
    A PROVA FINALAPROVA FINAL O resultado foi muito positivomuito positivo e gratificantegratificante. Os elementos do grupo @ revelaram ter adquirido várias competênciascompetências ao nível da selecção, sistematização e organização de informação escrita e visual, nomeadamente em termos de imagens e vídeos. Conseguiram demonstrar originalidadeoriginalidade e empenhoempenho. É de valorizar a qualidadequalidade e as capacidades demonstradas ao nível de utilização de tecnologiasutilização de tecnologias diferenciadasdiferenciadas e aplicação de estratégias inovadorasestratégias inovadoras no projecto final apresentado. Apesar do nível de exigência e reconhecimento do desafio proposto, o grupo @ conseguiu, com muita qualidade, atingir todas as expectativas. http://macrepes.wordpress.com 22 de 17