Marco Aurélio 
Erica Sayuri
• Afirma-se que os chineses trituravam as cascas das 
feridas produzidas pela varíola, onde o vírus estava 
presente, porém morto, e sopravam o pó através de um 
cano de bambu nas narinas das crianças. 
• Mas foi só em 1796, que um médico inglês, Edward 
Jenner, estabeleceu as primeiras bases científicas. 
• Jenner usou o vírus da varíola bovina, retirado das 
pústulas de vacas doentes, que inoculava em 
camponeses ingleses de forma a protegê-los da doença. 
Utilizou o termo ‘variola vaccinae’, que significa 
literalmente, varíola das vacas. Daí surgiu o nome 
“VACINA”.
• As vacinas são 
substâncias, como 
proteínas, toxinas, 
partes de bactérias ou 
mesmo vírus e 
bactérias inteiros, 
atenuados ou mortos, 
que ao serem 
introduzidos no 
organismo de um 
animal, suscitam uma 
reação do sistema 
imunológico.
• Tem com objetivo fundamental a 
imunização prévia do indivíduo, de 
modo que ele passe a responder 
rápida e eficientemente quando em 
contato com o agente infeccioso, 
evitando assim a ocorrência ou 
desenvolvimento da doença.
1ª 
Geração: 
• agente patogênico na sua constituição 
completa; 
• micro-organismos inativados, exemplo: varíola. 
2ª 
Geração: 
• Indução de anticorpos através de antígenos. 
3ª 
Geração: 
• Emprego da informação genética do patógeno 
(Vacinas Gênicas).
Vacinas 
Replicantes 
(Vivas 
atenuadas) 
Multiplicação em 
células 
especializadas; 
Imunização de 
Viroses: 
caxumba, 
sarampo, rubéola; 
Vacinas Não 
Replicantes 
(inativadas) 
Organismo não 
se replica 
Exemplo: 
Hepatite A e B, 
Cólera, Influenza; 
Combinadas 
Antígenos de 
diferentes 
organismos 
Dose única 
Exemplo: Vacinas 
do E. COLI
• Primeiras ideias de que genes 
poderiam atuar como vacina; 
Década de 
1950/60 
• Desenvolvimento da terapia 
gênica; 
Década de 
1970/80 
• 1993: primeira demonstração; 
• 1996: estudos envolvendo lifomas 
de célula T, a gripe e Herpes. 
Década de 
1990
Fragmento 
de DNA 
Codificador de 
proteína 
imunogênica ou 
imunomoduladora; 
Inserido em um vetor 
de expressão 
bacteriano; 
Ativação da 
memória 
imunológica. 
Uma vez 
dentro da 
célula: 
Núcleo: genes 
RNAm 
Citoplasma: RNAm 
proteínas 
antigênicas
I. Isolar parasita, fungo, bactéria ou vírus causador da doença; 
II. Retirar fração da molécula de DNA; 
III. Esse pedaço é colocado no sangue da pessoa geralmente 
através de plasmídeos; 
IV. Dentro do organismo, a molécula de DNA do parasita entra 
nas células; 
V. Combina-se com o DNA e forma proteínas; 
VI. Proteínas produz anticorpos contra o parasita.
• Inoculação do 
plasmídeo pelas vias: 
• Intramuscular 
• Subcutânea 
• Oral 
• Intradérmica 
• Intravenosa 
• Intraorbital 
• Via mucosa
• Gene Gun: 
• Cobertura de partículas de ouro ou 
tungstênio com o DNA de interesse; 
• Projetam-se a enorme velocidade sobre 
as células que devem modificar com o 
fim de cruzar sua membrana celular.
VACINA GÊNICA VACINA TRADICIONAL 
Utiliza apenas o DNA do organismo 
infeccioso 
Utiliza forma inativa ou morta dos 
organismos infecciosos 
Diminui o risco de uso do real 
organismo infeccioso 
Apresenta o possível risco de 
fatalidade 
Promove tanto a imunização humoral 
quanto a celular 
Promove imunização humoral
• Apresentam mais vantagens econômicas, técnicas e logísticas; 
• Controle de qualidade mais simples; 
• Não necessitam de refrigeração para seu transporte, já que elas são 
estáveis em temperatura ambiente; 
• Possuem baixo custo de produção e manutenção; 
• Estimulam a produção de linfócitos T, responsáveis por identificar e 
matar as células infectadas; 
• Atende os indivíduos imunocomprometidos; 
• Crianças e idosos.
• Dificuldade em reconhecer, selecionar e correlacionar 
todas as partes do DNA do agente que se quer 
combater; 
• Possibilidade da indução de uma doença autoimune; 
• Integração do DNA no cromossomo do hospedeiro, 
causando mutações que poderiam levar ao 
aparecimento de um câncer; 
• Indução de tolerância do hospedeiro às substâncias 
estimuladas pelo DNA.
• A Vacina de DNA mais estudada é a de Plasmídeo; 
• Ainda não estão disponíveis para humanos; 
• Testes da vacina de DNA contra HIV, Malária, Raiva, 
Esclerose Múltipla em animais; 
• Foram licenciadas duas vacinas de DNA para animais: 
• Contra o vírus da febre do Nilo do Ocidente, em equinos; 
• Contra o vírus da Necrose, em salmão.
OBRIGADO
• Vacinas de DNA. Disponível 
em:www.biotecnologia.com.br/revista/bio05/vacinasdna.pdf>. 
Acesso em: 24 mai. 2014. 
• Vacina de DNA: aspecto gerais e sua aplicação na medicina 
humana e veterinária. Disponível 
em:http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/semagrarias/article/vi 
ew/2925>. Acesso em: 24 mai. 2014. 
• BRASIL ESCOLA. As vacinas de DNA. Disponível em: 
http://www.brasilescola.com/biologia/as-vacinas-de-dna.htm>. 
Acesso em: 26 mai. 2014. 
• Vacinas Gênicas. Disponível 
em:<http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio03/3hp_11.pdf<. 
• Acesso em: 26 mai. 2014.

Vacinas de DNA

  • 1.
  • 2.
    • Afirma-se queos chineses trituravam as cascas das feridas produzidas pela varíola, onde o vírus estava presente, porém morto, e sopravam o pó através de um cano de bambu nas narinas das crianças. • Mas foi só em 1796, que um médico inglês, Edward Jenner, estabeleceu as primeiras bases científicas. • Jenner usou o vírus da varíola bovina, retirado das pústulas de vacas doentes, que inoculava em camponeses ingleses de forma a protegê-los da doença. Utilizou o termo ‘variola vaccinae’, que significa literalmente, varíola das vacas. Daí surgiu o nome “VACINA”.
  • 3.
    • As vacinassão substâncias, como proteínas, toxinas, partes de bactérias ou mesmo vírus e bactérias inteiros, atenuados ou mortos, que ao serem introduzidos no organismo de um animal, suscitam uma reação do sistema imunológico.
  • 4.
    • Tem comobjetivo fundamental a imunização prévia do indivíduo, de modo que ele passe a responder rápida e eficientemente quando em contato com o agente infeccioso, evitando assim a ocorrência ou desenvolvimento da doença.
  • 5.
    1ª Geração: •agente patogênico na sua constituição completa; • micro-organismos inativados, exemplo: varíola. 2ª Geração: • Indução de anticorpos através de antígenos. 3ª Geração: • Emprego da informação genética do patógeno (Vacinas Gênicas).
  • 6.
    Vacinas Replicantes (Vivas atenuadas) Multiplicação em células especializadas; Imunização de Viroses: caxumba, sarampo, rubéola; Vacinas Não Replicantes (inativadas) Organismo não se replica Exemplo: Hepatite A e B, Cólera, Influenza; Combinadas Antígenos de diferentes organismos Dose única Exemplo: Vacinas do E. COLI
  • 7.
    • Primeiras ideiasde que genes poderiam atuar como vacina; Década de 1950/60 • Desenvolvimento da terapia gênica; Década de 1970/80 • 1993: primeira demonstração; • 1996: estudos envolvendo lifomas de célula T, a gripe e Herpes. Década de 1990
  • 8.
    Fragmento de DNA Codificador de proteína imunogênica ou imunomoduladora; Inserido em um vetor de expressão bacteriano; Ativação da memória imunológica. Uma vez dentro da célula: Núcleo: genes RNAm Citoplasma: RNAm proteínas antigênicas
  • 12.
    I. Isolar parasita,fungo, bactéria ou vírus causador da doença; II. Retirar fração da molécula de DNA; III. Esse pedaço é colocado no sangue da pessoa geralmente através de plasmídeos; IV. Dentro do organismo, a molécula de DNA do parasita entra nas células; V. Combina-se com o DNA e forma proteínas; VI. Proteínas produz anticorpos contra o parasita.
  • 13.
    • Inoculação do plasmídeo pelas vias: • Intramuscular • Subcutânea • Oral • Intradérmica • Intravenosa • Intraorbital • Via mucosa
  • 14.
    • Gene Gun: • Cobertura de partículas de ouro ou tungstênio com o DNA de interesse; • Projetam-se a enorme velocidade sobre as células que devem modificar com o fim de cruzar sua membrana celular.
  • 15.
    VACINA GÊNICA VACINATRADICIONAL Utiliza apenas o DNA do organismo infeccioso Utiliza forma inativa ou morta dos organismos infecciosos Diminui o risco de uso do real organismo infeccioso Apresenta o possível risco de fatalidade Promove tanto a imunização humoral quanto a celular Promove imunização humoral
  • 16.
    • Apresentam maisvantagens econômicas, técnicas e logísticas; • Controle de qualidade mais simples; • Não necessitam de refrigeração para seu transporte, já que elas são estáveis em temperatura ambiente; • Possuem baixo custo de produção e manutenção; • Estimulam a produção de linfócitos T, responsáveis por identificar e matar as células infectadas; • Atende os indivíduos imunocomprometidos; • Crianças e idosos.
  • 17.
    • Dificuldade emreconhecer, selecionar e correlacionar todas as partes do DNA do agente que se quer combater; • Possibilidade da indução de uma doença autoimune; • Integração do DNA no cromossomo do hospedeiro, causando mutações que poderiam levar ao aparecimento de um câncer; • Indução de tolerância do hospedeiro às substâncias estimuladas pelo DNA.
  • 18.
    • A Vacinade DNA mais estudada é a de Plasmídeo; • Ainda não estão disponíveis para humanos; • Testes da vacina de DNA contra HIV, Malária, Raiva, Esclerose Múltipla em animais; • Foram licenciadas duas vacinas de DNA para animais: • Contra o vírus da febre do Nilo do Ocidente, em equinos; • Contra o vírus da Necrose, em salmão.
  • 20.
  • 21.
    • Vacinas deDNA. Disponível em:www.biotecnologia.com.br/revista/bio05/vacinasdna.pdf>. Acesso em: 24 mai. 2014. • Vacina de DNA: aspecto gerais e sua aplicação na medicina humana e veterinária. Disponível em:http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/semagrarias/article/vi ew/2925>. Acesso em: 24 mai. 2014. • BRASIL ESCOLA. As vacinas de DNA. Disponível em: http://www.brasilescola.com/biologia/as-vacinas-de-dna.htm>. Acesso em: 26 mai. 2014. • Vacinas Gênicas. Disponível em:<http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio03/3hp_11.pdf<. • Acesso em: 26 mai. 2014.