Unidade 2 Equipamentos
Temas Equipamentos de redes /comunicação Introdução às redes Cablagem Placa de rede Dispositivos de interligação de redes O modelo OSI Marco António
Introdução às redes Noção de rede e de redes de computadores Rede  – sistema de objectos ou pessoas conectados entre si. Rede de computadores  - conjunto de meios físicos e lógicos que permitem a comunicação de informações entre sistemas, quaisquer que sejam as distâncias. Marco António
Introdução às redes Noção de rede e de redes de computadores  Evolução Marco António
Introdução às redes Classificação de redes quanto à dimensão Marco António Nome Distância entre  hosts Exemplo PAN  (Personal Area Network) 10 m Ligação entre PC, portátil, MP3, … LAN  (Local Area Network) 1 km Sala, escola CAN  (Campus Area Network) 5 km Universidade MAN  (Metropolitan Area Network) 50 km Cidade, região WAN  (Wide Area Network) País, continente, mundo
Introdução às redes Workstations  e  Servers Arquitectura centralizada Marco António - Centralização dos dados; - Centralização dos programas. Características: Computador Central Terminais
Introdução às redes Workstations  e  Servers  (cont.) Arquitectura cliente/servidor Marco António - Centralização dos dados; Características: Computador Central PC’s
Introdução às redes Workstations  e  Servers  (cont.) Arquitectura ponto a ponto ( peer-to-peer ) Marco António
Introdução às redes Workstations  e  Servers  (cont.) Estação de trabalho ( Workstation ) PC que pode requisitar recursos à rede – também actua como  cliente . Marco António Cliente Estação de trabalho Impressora Computador
Introdução às redes Workstations  e  Servers  (cont.) Servidor ( Server ) Fornece recursos aos clientes de rede. Máquina mais “potente” que corre  software  que controla e mantém toda a rede. Normalmente, são especializados para executar determinada tarefa: File server  – armazena e distribui ficheiros. Print server  – controla e gere impressoras de rede. Proxy server  – intermediário entre uma LAN e a Internet. Application server  – aloja aplicações de rede. Web server  – guarda e fornece conteúdos de Internet. Mail server  – controla mensagens de correio electrónico. Marco António
Cablagem Cablagem Marco António Cabos Ópticos Eléctricos Entrançados Coaxiais
Cablagem Cablagem Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabo coaxial Composto por: Condutor de cobre Camada isoladora Malha de cobre Camada protectora Designações: Cabo coaxial 10base2 Cabo coaxial 10base5 Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabo coaxial 10base2 ou RG-58 ou  Thin Wire Características: 10  (10 Mbps)  base  (base band)  2   (200, arredondamento do alcance  máximo de 185m) Resistência de 50 ohms. Blindagem simples. Utilização com o padrão Ethernet. Alcance máximo de 185 m. Utiliza o conector BNC. Flexibilidade média. Imunidade ao ruído média. Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Rede com Cabo coaxial 10base2 Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabo coaxial 10base5 ou  Thick Wire Características: 10  (10 Mbps)  base  (base band) 5  (500m de  alcance  máximo) Resistência de 50 ohms. Dupla blindagem. Utilização com o padrão Ethernet. Alcance máximo de 500m. Utiliza o conector “Vampiro”. Flexibilidade péssima. Imunidade ao ruído alta. Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Rede com cabo coaxial 10base5 Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Desvantagens do cabo coaxial Necessita manter a resistência constante através dos terminadores. A blindagem é feita com a malha do cabo, que acaba por funcionar como uma antena de captação de ruído. É um cabo pesado e de difícil instalação. Os terminais e conectores são caros, bem como o preço por metro de cabo. Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabo de par entrançado ou par trançado ou entrelaçado ou 10baseT Composto por: Par de fios Revestimento exterior Tipos: STP (Shielded Twisted Pair) UTP (Unshieded Twisted Pair) S/STP S/UTP Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabo de par entrançado Características: 10  (10 Mbps)  base  (base band)  T  (Twisted pair) Utilizado com o padrão  Ethernet   ou  Token Ring . Alcance máximo até 100 m. Utiliza o conector RJ-45 (RJ-11). Tem óptima flexibilidade. Imunidade ao ruído depende do tipo de cabo. Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabo de par entrançado Marco António Cabo UTP Cabo STP
Cablagem Cablagem (cont.) Cabo de par entrançado Categorias ISO/IEC: Marco António Categoria Débito máximo 3 10 Mbps 4 16 Mbps 5 100 Mbps 6 1000 Mbps
Cablagem Cablagem (cont.) Rede de cabo de par entrançado Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Tipos de ligações com cabos de par entrançado Straight cable  – serve para ligar os computadores  aos concentradores de rede. Crossover  – serve para ligar dois componentes  sem um nó central. Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabo de par entrançado Vantagens: Mantém a resistência constantes de 100 Ohms sem necessitar de terminadores. Cabo leve, fino, de baixo preço por metro e de conectores pouco dispendiosos. Alcança velocidades de 155  Mbits/s  e 622  Mbits/s  usando ATM ou  Fast Ethernet . Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabos ópticos Componentes: Núcleo Baínha reflectora Capa protectora Tipos: Monomodo  Multimodo Step – index Graded – index Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabos ópticos Monomodo : Grande largura de  banda (350GHz) Baixas perdas de sinal  (0,3 dB/Km) Custos superiores para  conectores, emendas, equipamentos de testes, … Transmite um modo ou caminho de luz Comprimento de onda entre 1300 e 1550 nm. Sensível a dobras Fabricado em comprimento de até 25 km Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabos ópticos Multimodo : Diâmetro do núcleo maior  do que em monomodo Largura de banda na  ordem de 1500MHz Perdas de 1 a 6 dB/Km Componentes, equipamentos de teste e transmissores/receptores de baixo custo Admite muitos modos (500+/-) ou caminhos de propagação Comprimento de onda: 820-850 e 1300nm Fabricados em comprimentos de até 2,2 km Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabos ópticos Conectores: LC (Local connector) FC (Ferrule connector) ST (Straight connector) SC (Standard connector)  (EIA/TIA 568) Marco António
Cablagem Cablagem (cont.) Cabos ópticos Vantagens: Imunidade a interferências externas Sigilo de dados transmitidos Diâmetro inferior ao de cabo de par entrançado para o mesmo débito de dados Condutividade eléctrica nula Cabo leve Altas taxas de débito Baixas perdas de sinal Alta faixa de temperatura Marco António
Cablagem Cablagem (cont.)  Comparação entre cabos Marco António Meio Pares de fios Cabo coaxial Fibra óptica Custo Baixo Médio Alto Facilidade de instalação Fácil Média Fácil/Difícil Imunidade a ruído Média Média Alta Capacidade de transmissão Média/Alta Baixa Alta Facilidade de expansão Fácil Difícil Fácil
Dispositivos de interligação de redes Dispositivos de gestão da rede Hub Switch Bridge Router Marco António
Dispositivos de interligação de redes Hubs Usados para ligar vários dispositivos de uma rede. Servem também de repetidores de sinais. A falta de filtragem do  tráfego implica que  circule bastante  informação  desnecessária na  rede. São úteis em pequenas  redes mas  desaconselháveis em  redes de maior  dimensão. Marco António
Dispositivos de interligação de redes Switches Liga vários segmentos de uma  rede que utilizem diferentes  padrões: Ethernet, Token Ring. Após a chegada de uma frame  ao switch, esta apenas é enviada  para o  host  de destino. Marco António 3 switches
Dispositivos de interligação de redes Bridge Divide uma rede em sub-redes com o objectivo de reduzir tráfego ou compatibilizar  diferentes padrões de  redes. Função similar aos  switches. Marco António
Dispositivos de interligação de redes Router Liga vários segmentos de uma rede que utilizem diferentes  padrões. Pode tomar decisões inteligentes  de como fazer chegar os dados ao seu  destino, baseado  nas informações que  obtém da própria  rede. Marco António
O modelo OSI Internetwork O que é Desafios… Marco António
O modelo OSI Open System Interconnection (OSI) Reference Model O que é Constituição… Marco António
O modelo OSI OSI Interacção entre camadas Marco António
O modelo OSI OSI Interacção entre camadas (cont.) Marco António
O modelo OSI Descrição das camadas Camada física ( Physical Layer ) especificações eléctricas, mecânicas, etc. que permitem activar, manter ou desactivar a ligação física entre sistemas. define características… resistência distância máxima taxa máxima de  transferência etc. Marco António
O modelo OSI Descrição das camadas (cont.) Camada de ligação de dados ( Data Link Layer ) estabelece a comunicação entre sistemas define endereçamento físico controla o fluxo de pacotes detecta ocupação do meio determina destino da  frame Marco António
O modelo OSI Descrição das camadas (cont.) Camada de rede ( Network Layer ) define endereço de rede controla o encaminhamento do pacote na rede Camada de transporte ( Transport Layer ) informação da camada sessão é dividida em pacotes assegura entrega do pacote sem erros assegura entrega dos pacotes na sequência correcta  Marco António
O modelo OSI Descrição das camadas (cont.) Camada de sessão ( Session Layer ) estabelecimento, gestão e finalização de ligação entre aplicações ( virtual circuit ) Camada de apresentação ( Presentation Layer ) espécie de tradutor que transforma os dados da camada superior num outro formato Camada de aplicação ( Application Layer ) representa o software que as aplicações recorrem para aceder aos recursos da rede Marco António
O modelo OSI Marco António PMMREI -
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Unidade 2.2 Equipamentos De Redes

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    Temas Equipamentos deredes /comunicação Introdução às redes Cablagem Placa de rede Dispositivos de interligação de redes O modelo OSI Marco António
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    Introdução às redesNoção de rede e de redes de computadores Rede – sistema de objectos ou pessoas conectados entre si. Rede de computadores - conjunto de meios físicos e lógicos que permitem a comunicação de informações entre sistemas, quaisquer que sejam as distâncias. Marco António
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    Introdução às redesNoção de rede e de redes de computadores Evolução Marco António
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    Introdução às redesClassificação de redes quanto à dimensão Marco António Nome Distância entre hosts Exemplo PAN (Personal Area Network) 10 m Ligação entre PC, portátil, MP3, … LAN (Local Area Network) 1 km Sala, escola CAN (Campus Area Network) 5 km Universidade MAN (Metropolitan Area Network) 50 km Cidade, região WAN (Wide Area Network) País, continente, mundo
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    Introdução às redesWorkstations e Servers Arquitectura centralizada Marco António - Centralização dos dados; - Centralização dos programas. Características: Computador Central Terminais
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    Introdução às redesWorkstations e Servers (cont.) Arquitectura cliente/servidor Marco António - Centralização dos dados; Características: Computador Central PC’s
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    Introdução às redesWorkstations e Servers (cont.) Arquitectura ponto a ponto ( peer-to-peer ) Marco António
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    Introdução às redesWorkstations e Servers (cont.) Estação de trabalho ( Workstation ) PC que pode requisitar recursos à rede – também actua como cliente . Marco António Cliente Estação de trabalho Impressora Computador
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    Introdução às redesWorkstations e Servers (cont.) Servidor ( Server ) Fornece recursos aos clientes de rede. Máquina mais “potente” que corre software que controla e mantém toda a rede. Normalmente, são especializados para executar determinada tarefa: File server – armazena e distribui ficheiros. Print server – controla e gere impressoras de rede. Proxy server – intermediário entre uma LAN e a Internet. Application server – aloja aplicações de rede. Web server – guarda e fornece conteúdos de Internet. Mail server – controla mensagens de correio electrónico. Marco António
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    Cablagem Cablagem MarcoAntónio Cabos Ópticos Eléctricos Entrançados Coaxiais
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabo coaxial Composto por: Condutor de cobre Camada isoladora Malha de cobre Camada protectora Designações: Cabo coaxial 10base2 Cabo coaxial 10base5 Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabo coaxial 10base2 ou RG-58 ou Thin Wire Características: 10 (10 Mbps) base (base band) 2 (200, arredondamento do alcance máximo de 185m) Resistência de 50 ohms. Blindagem simples. Utilização com o padrão Ethernet. Alcance máximo de 185 m. Utiliza o conector BNC. Flexibilidade média. Imunidade ao ruído média. Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Rede com Cabo coaxial 10base2 Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabo coaxial 10base5 ou Thick Wire Características: 10 (10 Mbps) base (base band) 5 (500m de alcance máximo) Resistência de 50 ohms. Dupla blindagem. Utilização com o padrão Ethernet. Alcance máximo de 500m. Utiliza o conector “Vampiro”. Flexibilidade péssima. Imunidade ao ruído alta. Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Rede com cabo coaxial 10base5 Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Desvantagens do cabo coaxial Necessita manter a resistência constante através dos terminadores. A blindagem é feita com a malha do cabo, que acaba por funcionar como uma antena de captação de ruído. É um cabo pesado e de difícil instalação. Os terminais e conectores são caros, bem como o preço por metro de cabo. Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabo de par entrançado ou par trançado ou entrelaçado ou 10baseT Composto por: Par de fios Revestimento exterior Tipos: STP (Shielded Twisted Pair) UTP (Unshieded Twisted Pair) S/STP S/UTP Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabo de par entrançado Características: 10 (10 Mbps) base (base band) T (Twisted pair) Utilizado com o padrão Ethernet ou Token Ring . Alcance máximo até 100 m. Utiliza o conector RJ-45 (RJ-11). Tem óptima flexibilidade. Imunidade ao ruído depende do tipo de cabo. Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabo de par entrançado Marco António Cabo UTP Cabo STP
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabo de par entrançado Categorias ISO/IEC: Marco António Categoria Débito máximo 3 10 Mbps 4 16 Mbps 5 100 Mbps 6 1000 Mbps
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    Cablagem Cablagem (cont.)Rede de cabo de par entrançado Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Tipos de ligações com cabos de par entrançado Straight cable – serve para ligar os computadores aos concentradores de rede. Crossover – serve para ligar dois componentes sem um nó central. Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabo de par entrançado Vantagens: Mantém a resistência constantes de 100 Ohms sem necessitar de terminadores. Cabo leve, fino, de baixo preço por metro e de conectores pouco dispendiosos. Alcança velocidades de 155 Mbits/s e 622 Mbits/s usando ATM ou Fast Ethernet . Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabos ópticos Componentes: Núcleo Baínha reflectora Capa protectora Tipos: Monomodo Multimodo Step – index Graded – index Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabos ópticos Monomodo : Grande largura de banda (350GHz) Baixas perdas de sinal (0,3 dB/Km) Custos superiores para conectores, emendas, equipamentos de testes, … Transmite um modo ou caminho de luz Comprimento de onda entre 1300 e 1550 nm. Sensível a dobras Fabricado em comprimento de até 25 km Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabos ópticos Multimodo : Diâmetro do núcleo maior do que em monomodo Largura de banda na ordem de 1500MHz Perdas de 1 a 6 dB/Km Componentes, equipamentos de teste e transmissores/receptores de baixo custo Admite muitos modos (500+/-) ou caminhos de propagação Comprimento de onda: 820-850 e 1300nm Fabricados em comprimentos de até 2,2 km Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabos ópticos Conectores: LC (Local connector) FC (Ferrule connector) ST (Straight connector) SC (Standard connector) (EIA/TIA 568) Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.)Cabos ópticos Vantagens: Imunidade a interferências externas Sigilo de dados transmitidos Diâmetro inferior ao de cabo de par entrançado para o mesmo débito de dados Condutividade eléctrica nula Cabo leve Altas taxas de débito Baixas perdas de sinal Alta faixa de temperatura Marco António
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    Cablagem Cablagem (cont.) Comparação entre cabos Marco António Meio Pares de fios Cabo coaxial Fibra óptica Custo Baixo Médio Alto Facilidade de instalação Fácil Média Fácil/Difícil Imunidade a ruído Média Média Alta Capacidade de transmissão Média/Alta Baixa Alta Facilidade de expansão Fácil Difícil Fácil
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    Dispositivos de interligaçãode redes Dispositivos de gestão da rede Hub Switch Bridge Router Marco António
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    Dispositivos de interligaçãode redes Hubs Usados para ligar vários dispositivos de uma rede. Servem também de repetidores de sinais. A falta de filtragem do tráfego implica que circule bastante informação desnecessária na rede. São úteis em pequenas redes mas desaconselháveis em redes de maior dimensão. Marco António
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    Dispositivos de interligaçãode redes Switches Liga vários segmentos de uma rede que utilizem diferentes padrões: Ethernet, Token Ring. Após a chegada de uma frame ao switch, esta apenas é enviada para o host de destino. Marco António 3 switches
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    Dispositivos de interligaçãode redes Bridge Divide uma rede em sub-redes com o objectivo de reduzir tráfego ou compatibilizar diferentes padrões de redes. Função similar aos switches. Marco António
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    Dispositivos de interligaçãode redes Router Liga vários segmentos de uma rede que utilizem diferentes padrões. Pode tomar decisões inteligentes de como fazer chegar os dados ao seu destino, baseado nas informações que obtém da própria rede. Marco António
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    O modelo OSIInternetwork O que é Desafios… Marco António
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    O modelo OSIOpen System Interconnection (OSI) Reference Model O que é Constituição… Marco António
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    O modelo OSIOSI Interacção entre camadas (cont.) Marco António
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    O modelo OSIDescrição das camadas Camada física ( Physical Layer ) especificações eléctricas, mecânicas, etc. que permitem activar, manter ou desactivar a ligação física entre sistemas. define características… resistência distância máxima taxa máxima de transferência etc. Marco António
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    O modelo OSIDescrição das camadas (cont.) Camada de ligação de dados ( Data Link Layer ) estabelece a comunicação entre sistemas define endereçamento físico controla o fluxo de pacotes detecta ocupação do meio determina destino da frame Marco António
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    O modelo OSIDescrição das camadas (cont.) Camada de rede ( Network Layer ) define endereço de rede controla o encaminhamento do pacote na rede Camada de transporte ( Transport Layer ) informação da camada sessão é dividida em pacotes assegura entrega do pacote sem erros assegura entrega dos pacotes na sequência correcta Marco António
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    O modelo OSIDescrição das camadas (cont.) Camada de sessão ( Session Layer ) estabelecimento, gestão e finalização de ligação entre aplicações ( virtual circuit ) Camada de apresentação ( Presentation Layer ) espécie de tradutor que transforma os dados da camada superior num outro formato Camada de aplicação ( Application Layer ) representa o software que as aplicações recorrem para aceder aos recursos da rede Marco António
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    O modelo OSIMarco António PMMREI -
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