Margarida Vieito 1 
UM MODELO DE 
AVALIAÇÃO DE 
DESEMPENHO DOCENTE 
Avaliação de Desempenho Docente: Teorias e 
Modelos - Docentes: Paula Silva e Nilza Santos
Premissas da Avaliação 
 Ser instrumento de 
desenvolvimento 
profissional; 
 Fornecer a 
informação 
necessária para 
regular o sistema de 
Educação e 
Formação; 
http://1.bp.blogspot.com/- 
7YhVxPXcc-o/ 
TXgLer5onDI/AAAAAAAABJI/lFTZPf 
j030c/s1600/professores-.jpg 
Margarida Vieito 
2
Premissas da Avaliação 
 2. Os professores 
devem ser os 
principais agentes e 
atores no processo 
de avaliação e 
participantes na 
tomada de decisão; 
 http://www.blogflaviopereira.com.br/wp-content/ 
uploads/2009/03/moving.jpg 
Margarida Vieito 
3
Premissas do Modelo 
 3. A avaliação deve 
incluir diversas 
estratégias e 
metodologias de 
auto e hetero-avaliação; 
 http://1.bp.blogspot.com/- 
NhVKgekbsIE/Tekbo_HWP3I/AAAAAAAA 
APo/sdv_ek0u8VQ/s1600/avaliacao.gif 
Margarida Vieito 
4
Premissas da Avaliação 
 4. A concretização 
dos princípios 
anteriores implica 
que o processo seja 
conduzido ao nível 
mais próximo da 
atividade do 
profissional. 
 http://blogsferas.files.wordpress.com/2011/ 
07/400_f_5225661_px9bominga6t2r5fldf4x 
dyqradac6ws.jpg 
Margarida Vieito 
5
Segundo Peralta (2002) “… o conceito de competência, objecto do acto 
de avaliar expresso no título deste escrito.(p.27) (…) 
http://proficiencia.wordpress.com/2011/04/18/como-avaliar- 
6 competencias/ Margarida Vieito
Perfil do Professor 
 Colaborativo 
 Reflexivo 
http://www.poemas-del-alma.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/pronombre-reflexivo.jpg 
 Investigador 
 Humano 
 Ecológico 
 Autónomo no poder de decisão e formação…. 
Margarida Vieito 
7
Modelo de Avaliação de Desempenho 
Docente 
 No modelo proposto, a avaliação de 
professores é feita através de processos de 
auto e hetero-avaliação, cujos dados são 
analisados em grupos de reflexão e de 
avaliação formativa, mantendo a cooperação 
e o diálogo entre quem faz a avaliação e o 
agente avaliado, ao nível das estruturas 
pedagógicas em que trabalham. (Grupo de 
docência, Conselho de turma, Projectos, etc.) 
Margarida Vieito 
8
Etapas de trabalho 
 Construção de linhas orientadoras (PEA, PCA, 
PAA, PCT) 
 Em grupo disciplinar construção do Plano de 
Ação do grupo disciplinar (contribuição para 
os objectivos e metas do PEA, PCA, PAA e 
PCT) 
 Construção do Plano Individual de 
Desenvolvimento Profissional (contribuição 
para o Plano de Ação do grupo disciplinar e 
PCT). 
Margarida Vieito 
9
Uma outra organização escolar 
PEA 
PAA 
PAG 
Trabalho 
colaborativo 
e supervisão 
PCT PIDP 
Margarida Vieito 
10
Avaliação: etapas 
 1. Em reuniões mensais de grupo disciplinar, 
reflexão de como estão decorrer as 
actividades propostas no PA, PIDP e PCT, 
seguido de elaboração de um relatório de 
avaliação (balanço)do que foi feito, o que falta 
fazer, o que é preciso modificar. (auto e 
hetero-avaliação) 
. 
O grupo discutirá o trabalho através da uma crítica 
construtiva, permitindo que o professor descobra as suas 
necessidades e receba orientações para ultrapassar as 
dificuldades e a melhorar as práticas. 
Margarida Vieito 
11
Avaliação: etapas 
2. Reunião de informação e construção 
do portfólio. (Coordenador de Grupo) 
3. Apresentação e discussão do 
portfólio. (em grupo) 
4. Revisão do portfólio e elaboração 
relatório crítico de auto-avaliação no 
final de cada ano lectivo. 
Margarida Vieito 
12
13 Margarida Vieito
Considerações 
É necessário que o avaliador (Coordenador de 
Grupo), participe no processo. Seja um supervisor 
do sentido de auxiliar o desenvolvimento pessoal e 
profissional do docente. 
De forma complementar, a auto-avaliação permite que 
os professores tenham uma perspectiva sobre o seu 
trabalho. 
Margarida Vieito 
14
Portfólio 
O portfólio será avaliado por comparação com os 
objectivos/actividades propostos no PIDP para o 
período de avaliação. De forma a obter uma 
abordagem objectiva às competências 
profissionais 
exibidas durante esse período, cada objectivo do 
PIDPP deve ser avaliado através análise das 
evidências que justifiquem a sua concretização. 
Margarida Vieito 
15
Bibliografia 
Alves, M , Flores.,M. (2010). Trabalho docente, formação e avaliação. 
Lisboa: Pedago. 
Day, C. (2001). Desenvolvimento profissional de professores, os desafios 
da aprendizagem permanente. Porto: Porto Editora. 
Formosinho, J. (Coord.). (2009). Formação de professores, aprendizagem 
profissional e acção docente. Porto: Porto Editora. 
Formosinho, J., Machado, J. & Oliveira-Formosinho, J. (2010). Formação, 
desempenho e avaliação de professores. Lisboa: Pedago. 
Nóvoa, A. (Coord.). (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: D. 
Quixote. 
Rodrigues, A. & Esteves, M. (1993). A análise de formação de professores. 
Porto: Porto Editora. 
Peralta, M. (2002) Reorganização Curricular do Ensino Básico, Avaliação 
das Aprendizagens Das concepções às práticas. Ministério da Educação, 
Departamento da Educação Básica. Lisboa 
Vieira, F. (1993). Uma prática reflexiva de professores. Porto: Asa. 
16 Margarida Vieito

Um possível modelo de avaliação

  • 1.
    Margarida Vieito 1 UM MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE Avaliação de Desempenho Docente: Teorias e Modelos - Docentes: Paula Silva e Nilza Santos
  • 2.
    Premissas da Avaliação  Ser instrumento de desenvolvimento profissional;  Fornecer a informação necessária para regular o sistema de Educação e Formação; http://1.bp.blogspot.com/- 7YhVxPXcc-o/ TXgLer5onDI/AAAAAAAABJI/lFTZPf j030c/s1600/professores-.jpg Margarida Vieito 2
  • 3.
    Premissas da Avaliação  2. Os professores devem ser os principais agentes e atores no processo de avaliação e participantes na tomada de decisão;  http://www.blogflaviopereira.com.br/wp-content/ uploads/2009/03/moving.jpg Margarida Vieito 3
  • 4.
    Premissas do Modelo  3. A avaliação deve incluir diversas estratégias e metodologias de auto e hetero-avaliação;  http://1.bp.blogspot.com/- NhVKgekbsIE/Tekbo_HWP3I/AAAAAAAA APo/sdv_ek0u8VQ/s1600/avaliacao.gif Margarida Vieito 4
  • 5.
    Premissas da Avaliação  4. A concretização dos princípios anteriores implica que o processo seja conduzido ao nível mais próximo da atividade do profissional.  http://blogsferas.files.wordpress.com/2011/ 07/400_f_5225661_px9bominga6t2r5fldf4x dyqradac6ws.jpg Margarida Vieito 5
  • 6.
    Segundo Peralta (2002)“… o conceito de competência, objecto do acto de avaliar expresso no título deste escrito.(p.27) (…) http://proficiencia.wordpress.com/2011/04/18/como-avaliar- 6 competencias/ Margarida Vieito
  • 7.
    Perfil do Professor  Colaborativo  Reflexivo http://www.poemas-del-alma.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/pronombre-reflexivo.jpg  Investigador  Humano  Ecológico  Autónomo no poder de decisão e formação…. Margarida Vieito 7
  • 8.
    Modelo de Avaliaçãode Desempenho Docente  No modelo proposto, a avaliação de professores é feita através de processos de auto e hetero-avaliação, cujos dados são analisados em grupos de reflexão e de avaliação formativa, mantendo a cooperação e o diálogo entre quem faz a avaliação e o agente avaliado, ao nível das estruturas pedagógicas em que trabalham. (Grupo de docência, Conselho de turma, Projectos, etc.) Margarida Vieito 8
  • 9.
    Etapas de trabalho  Construção de linhas orientadoras (PEA, PCA, PAA, PCT)  Em grupo disciplinar construção do Plano de Ação do grupo disciplinar (contribuição para os objectivos e metas do PEA, PCA, PAA e PCT)  Construção do Plano Individual de Desenvolvimento Profissional (contribuição para o Plano de Ação do grupo disciplinar e PCT). Margarida Vieito 9
  • 10.
    Uma outra organizaçãoescolar PEA PAA PAG Trabalho colaborativo e supervisão PCT PIDP Margarida Vieito 10
  • 11.
    Avaliação: etapas 1. Em reuniões mensais de grupo disciplinar, reflexão de como estão decorrer as actividades propostas no PA, PIDP e PCT, seguido de elaboração de um relatório de avaliação (balanço)do que foi feito, o que falta fazer, o que é preciso modificar. (auto e hetero-avaliação) . O grupo discutirá o trabalho através da uma crítica construtiva, permitindo que o professor descobra as suas necessidades e receba orientações para ultrapassar as dificuldades e a melhorar as práticas. Margarida Vieito 11
  • 12.
    Avaliação: etapas 2.Reunião de informação e construção do portfólio. (Coordenador de Grupo) 3. Apresentação e discussão do portfólio. (em grupo) 4. Revisão do portfólio e elaboração relatório crítico de auto-avaliação no final de cada ano lectivo. Margarida Vieito 12
  • 13.
  • 14.
    Considerações É necessárioque o avaliador (Coordenador de Grupo), participe no processo. Seja um supervisor do sentido de auxiliar o desenvolvimento pessoal e profissional do docente. De forma complementar, a auto-avaliação permite que os professores tenham uma perspectiva sobre o seu trabalho. Margarida Vieito 14
  • 15.
    Portfólio O portfólioserá avaliado por comparação com os objectivos/actividades propostos no PIDP para o período de avaliação. De forma a obter uma abordagem objectiva às competências profissionais exibidas durante esse período, cada objectivo do PIDPP deve ser avaliado através análise das evidências que justifiquem a sua concretização. Margarida Vieito 15
  • 16.
    Bibliografia Alves, M, Flores.,M. (2010). Trabalho docente, formação e avaliação. Lisboa: Pedago. Day, C. (2001). Desenvolvimento profissional de professores, os desafios da aprendizagem permanente. Porto: Porto Editora. Formosinho, J. (Coord.). (2009). Formação de professores, aprendizagem profissional e acção docente. Porto: Porto Editora. Formosinho, J., Machado, J. & Oliveira-Formosinho, J. (2010). Formação, desempenho e avaliação de professores. Lisboa: Pedago. Nóvoa, A. (Coord.). (1992). Os professores e a sua formação. Lisboa: D. Quixote. Rodrigues, A. & Esteves, M. (1993). A análise de formação de professores. Porto: Porto Editora. Peralta, M. (2002) Reorganização Curricular do Ensino Básico, Avaliação das Aprendizagens Das concepções às práticas. Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica. Lisboa Vieira, F. (1993). Uma prática reflexiva de professores. Porto: Asa. 16 Margarida Vieito

Notas do Editor

  • #6 Trabalho colaborativo e prático reflexivo
  • #7 Esclarecendo o que é avaliar
  • #12 Os grupos disciplinares funcionam como grupos de apoio para o desenvolvimento de competências profissionais. Nas reuniões de avaliação/balanço (avaliação como processo), serão considerados acontecimentos, situações, iniciativas e dificuldades em que os professores estiveram envolvidos. Desta forma, as capacidades profissionais do professor são analisadas e aperfeiçoadas através da procura partilhada de soluções e da reflexão sobre elas. O feedback imediato que o grupo recebe influência diretamente a sua acção no curto prazo, pondo em prática os resultados da discussão do grupo.
  • #13  A revisão do portfólio – consiste, essencialmente, num trabalho individual para ajustar o dossiê de informações, de acordo com a anterior discussão no grupo . O objectivo é conseguir um Portfólio mais consistente. Tendo em conta que o principal objectivo da avaliação é promover o desenvolvimento profissional.
  • #14 O modelo consiste no levantamento de situações/problemas a resolver, seguindo-se planificação do que deve ser feito, ação fazer/realizar o planeado, reflexão/reavaliação, novo planeamento, nova ação, nova avaliação ou seja um processo baseado numa investigação ação ou estudo de estudo de caso, ou outras estratégias consideradas necessárias pelo grupo de pares.
  • #16 O novo modelo de avaliação de desempenho docente, proposto pelo ministério, não colidirá com está prática e organização de trabalho, uma vez que até poderá ser um auxiliar para que o coordenador de grupo reuna mais objectivamente elementos para fazer a avaliação sumativa do docente, ao mesmo tempo que se está a contribuir para o desenvolvimento das competências dos professores e consequentemente, para o desenvolvimento das competências dos alunos. Objectivos da avaliação que até aqui não tinham sido alcançados, como relatam vários autores.