MARIA ALICE DE SENE
TRIPANOSSOMOS
E BOVINA
(USDA, 2016)
Brasil
2º > rebanho
de bovinos
do mundo
> rebanho
comercial
INTRODUÇÃO
↑
produtividade
↑ lotação
animal
↑
transmissão
de doenças
IMPORTÂNCIA
Perdas econômicas
↓
produção Infertilida
de
Aborto
Retardo no
crescimento
Mortalidad
e
Gastos com
o controle da
doença
DISTRIBUIÇÃO MUNDIAL
• Origem Africana
• Acometendo animais na
América Central, América do
Sul e Caribe
HISTÓRICO DE DIAGNÓSTICO
NO BRASIL
1981 1996 2001 2004 2008 2009 2010 2012 2015
Região Amazônica MT MS MA TO MG e PB MG SP e PE GO
AGENTE ETIOLÓGICO
Trypanossoma vivax (protozoário)
Transmitido
pela saliva de
moscas
contaminadas
Família
Salivaria
Transmissão
por inoculação
Subgênero
Dutonella
ANIMAIS SUSCEPTÍVEIS
Ungulados silvestres (antílopes na África) e
domésticos
ESTÁGIOS MORFOLOGICOS
DO T. VIVAX
ESTÁDIOS NO VETOR E NO
HOSPEDEIRO
TRIPANOSSOMA NO
SANGUE
TRANSMISSÃO
TRANSMISSÃO
Transmiss
ão
África
Forma
cíclica
Glossina spp
( mosca tsé-tsé)
Forma
mecânica
Insetos
sugadores
Fômites
Outras
áreas
Forma
mecânica
Insetos
sugadores
Fômites
FATORES QUE INFLUENCIAM A
EPIDEMIOLOGIA
Raças naturalmente resistentes → portadores
assintomáticos
Ocorre na África
Forma cíclica → forma mecânica
TRIPANOTOLERÂNC
IA
Habilidade de adaptação do modo de
transmissão
↓ Área de
pastagem
↑ Densidade
populacional
Problemas
nutricionais
↓ Imunidade
Doença
FATORES QUE INFLUENCIAM A
EPIDEMIOLOGIA
Períodos de seca e inundação (Pantanal)
Inundação → ↑↑↑
tabanídeos
DoençaDebilitados
Animais
portadores
FATORES QUE INFLUENCIAM A
EPIDEMIOLOGIA
FATORES QUE INFLUENCIAM A
EPIDEMIOLOGIA
Recidiva
s
T vivax é
oportuni
sta
FATORES QUE INFLUENCIAM
A PATOGENIA
1. Susceptibilidade do animal
1. Virulência da cepa
CARACTERIZAÇÃO DA
DOENÇA
1. Aguda: óbito em 3 semanas
2. Subaguda
3. Crônica: animais não morrem ;
recidivas
SINAIS CLÍNICOS
Parasitos no
sangue
Febre
Anemia
hemolítica
Perda da
condição corporal
↓Produtividade
Morte
SINAIS CLÍNICOS
• Alterações nervosas
• Alterações hematológicas: palidez
• Alterações na reprodução: aborto, ↓ fertilidade, repetição de cio, nascimento de
bezerros fracos, lesões nos testículos e epidídimo, infertilidade e esterilidade
• Agalaxia
• Perda da visão, lacrimejamento, conjuntivite
• ↓ Produção de leite e carne
• Anorexia
• Apatia
• Emagrecimento
• Desidratação, diarreia, fraqueza progressiva
• Edema
• Febre
• Letargia
• Pelos arrepiados
DIAGNÓSTICO
Diagnóstic
o
Sorológico
Imunoflorescência
Indireta
Elisa
Parasitológic
o
Aspirado de
linfonodo
Esfregaço
sanguíneo
Micro-
hematócrito
Inoculação em
camundongo
Molecular PCR
ESFREGAÇO SANGUÍNEO
ASPIRADO DE LINFONODO
Injeta solução
fisiológica no
linfonodo pré-
escapular
Aspira a solução
com sangue
Esfregaço
MICROHEMATÓCRITO
Quebrar e
fazer o
esfregaço
DIFERENÇA ENTRE OS
MÉTODOS PARASITOLÓGICOS
Sensibilidade: capacidade de detectar a
doença / rastreio
- Esfregaço sanguíneo: 53%
- Microhematócrito: 71 %
INCONVENIENTES DO
DIAGNÓSTICO
• Segurança do diagnóstico:
demonstração do parasito no
sangue
• Métodos parasitológicos não
funcionam bem em baixas
parasitemias NECESSIDADE
DE ASSOCIAR
OS EXAMES
TRATAMENTO
Quimioterapeúticos
Homidium Isometamidium Dimenazene
*Drogas curativas e profiláti
TRATAMENTO
Medicamento disponível no mercado:
Vivedium® (isometamidium)
Resistência
Subdosagem
Usar
apenas
nos
animais
parasitad
os
CONTROLE
• Controle das moscas
• Drogas pour on
• Armadilhas com inseticidas
• Quimioprofilaxia
as de transmissão mecânica: parasitemia é alta no iní
Tratamento precoce
Obrigada!
malicesene@hotmail.com.br
Médica veterinária
Fiscal Agropecuário
Prof. FCC
Mestranda em Sanidade dos animas dos trópicos

Tripanossomose bovina