Sistema Respiratório Prof a  Aline Viott Patologia Especial
MORFOLOGIA TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR INFERIOR Traquéia - Brônquios Bronquíolos - Pulmão Narinas à Laringe
MORFOLOGIA TR superior TR inferior
HISTOMORFOLOGIA TR superior - Epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado TR inferior Traquéia- Brônquios - Bronquíolos - Epitélio pseudo estratificado ciliado com células caliciformes Bronquiolos respirat – Alveolos - Pneumócitos Tipo I (HEMATOSE) - Pneumócitos Tipo II (Surfactante – Regeneração)
HISTOMORFOLOGIA
PATOLOGIA DO TRATO RESPIRATÓRIO VIA AERÓGENA - Mais comum ( Animais de confinamento, gases irritantes NH 3 , H 2 S) VIA HEMATÓGENA
MECANISMOS DE DEFESA Lençol Muco- ciliar - Recobre toda a superfície das vias respiratórias do TR inferior com exceção dos alvéolos O muco se move no sentido da laringe através do batimento dos cílios, Deglutição Tempo (algumas horas – traquéia/  até 24 bronquíolos)
MECANISMOS DE DEFESA Remoção de partículas: Partículas com > 10 µm remoção completa Partículas com 1 a 2µm deposita-se na junção bronquíolo- alveolar ASBESTO 100µm Transporte e difusão de Subst. Humorais IgA – Interferon – Lizozima - Lactoferrina
ASBESTO
MECANISMOS DE DEFESA Tecido Linfóide Broncoassociado   Adjacentes as vias aereas Linfocitos T e B (IgE, IgM, IgA, IgG) BALT (“Linfoid tissue bronquiolar associated”)
MECANISMOS DE DEFESA Flora bacteriana Saprófita   Macrófagos Alveolares Fontes de interferon Rápida fagocitose Macrófagos intersticiais e Intravasculares (pulmão) 5. Tosse
CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS
ANOMALIAS CONGÊNITAS Fenda Palatina –  Palatosquise BOV SUI Endogamia Pneumonias
ALTERAÇÕES DO METABOLISMO Amiloidose -  Ocorre em equinos Vestíbulo nasal, porções anteriores do septo nasal e os cornetos nasais Conseqüências: comprometimento da performance do cavalo e até estenose com sinais de obstrução
ALTERAÇÕES DO METABOLISMO Amiloidose -  IMAGEM
ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS HIPEREMIA ATIVA  – processos inflamatórios EPISTAXE Rinorragia (cavidade nasal) Hemoptise (pulmão)
ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS Causas de Epistaxe TRAUMAS (sonda nasogástrica) EXERCÍCIO  Equinos  (Hemorragia pulmonar induzida por exercício) 75%, mas de 1 a 10%  apresentam hemorragia Diminuição da perfomance
 
ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS Causas de Epistaxe INFLAMAÇÕES: agudas ou crônicas com erosão. Micoses nas bolsas guturais (equinos) 4. NEOPLASIAS 5. DIATESES HEMORRÁGICAS Trombocitopenias (erliquiose) Defc de VTM K Intoxicação por dicumarinicos (warfarin) Intox aguda por samambaia (bov) Septicemias
Rinorragia
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS RINITE Processo inflamatório da mucosa nasal Fatores predisponentes Gases (amônia) Poeira Baixa Umidade do ar CONSEQUENCIAS Discretas – Broncopneumonia aspirativa – Tromboflebite intracranial – Abscessos e Meningites por continuidade
Patologia da Cavidade Nasal e Seios Faciais Alterações Inflamatórias RINITES bov, cão, gato e cavalo Cryptococcus neoformans Pneumocystis carinii Fungos Poeira Pólen Ácaros Insetos Corantes Outros Alérgenos Adenovírus Morbillivirus 1 Influenza virus Virais Pasteurella  spp Bordetella bronchiseptica Bacterianas
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificação quanto ao curso AGUDAS CRÔNICAS (proliferativas – polipos nasais) CRÔNICO - ATIVAS
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificação quanto ao exsudato - SEROSA  (translúcido e liquido com poucas céls inflamt e epiteliais. Predispoem infec bacterianas)
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificação quanto ao exsudato CATARRAL  (aspecto mais viscoso rico em muco) CATARRAL-PURULENTA  ou muco purulenta: maior concentração de leucocitos. EX. Cinomose
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificação quanto ao exsudato PURULENTA ( grande quantidade de neutrofilos e céls epiteliais descamadas, geralmente associada a infec bacterianas. Pode haver ulceração da mucosa) Ex. garrotilho  S. equi HEMORRÁGICA FIBRINOSA ( pseudodifterica que corresponde a uma placa de fibrina que contem restos de céls e tecidos aderidos a mucosa integra)  EX. Rinotraqueite infeciosa bovina (HVB-1)
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS IMAGEM HVB-1 PURULENTA CATARRAL - PURULENTA Fibrinosa pseudo difterica
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificação quanto ao exsudato FIBRINO-NECROTICA ( semelhante a fibrinosa mas com ulceração da mucosa) EX. Difteria dos bezerros  F. necrophorum -  GRANULOMATOSA ( processo inflamatório crônico, geralmente associado a fibrose. Evolução de processos persistentes) Ex. rinosporidiose, aspergilose, criptococose, tuberculose.
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS F. necrophorum imagem FIBRINO-NECROTICA  F. Necrophorum
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite RINITE VIRAL DOS SUÍNOS “ Rinite por corpúsculo de inclusão” Citomegalovírus (hespesvirus) Leitões 1 a 5 semanas  Causa inflamação seromucosa Alta MORB e Baixa MORT Porcas gestantes podem apresentar mumificação fetal e natimortalidade MICRO: grandes CI intranucleares basofilicos.
RINITE VIRAL DOS SUÍNOS imagem Rinite por corpúsculo de inclusão
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite RINITE ATROFICA DOS SUÍNOS Multifatorial Assoc da  P. multocida  (tox. D) e  B. bronchiseptica Rinite por CI, gases nocivos, defc. de Ca Predispoem a pneumonias, bx conversão, refugos MACRO: atrofia das conchas nasais, desvio, encurtamento, assimetria, epifóra.
 
Grau 0 Grau 1 Grau 2 Grau 3
Grau de Rinite Atrófica Suína (Segundo Müller e Abbott, 1986)
 
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite RINOTRAQUEITE INFECCIOSA BOVINA (IBR) HVB-1 (HVB 1.1 inflamação do TRSup e aborto; HVB 1.2ª/b vulvovaginite pustular e aborto Confinamento, alta densidade populacional HV equino 1 (rinopneumonite viral inflam do TRsup e aborto) HV felino 1 ( rinite e conjuntivite assoc ao calicivirus felino)
MACRO: rinotraqueite sero mucosa as vezes conjuntivite. Casos graves exsudato mucopurulento, erosões, ulcerações. Pode afetar nasofaringe, laringe e traquéia
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite GARROTILHO Contagiosa  S. equi  subs  zooepidermicus Inflam do TR sup com abscedação dos linfonodos regionais Aderência e internalização do patogeno em céls epiteliais Febre, tosse, descarga purulenta nasal,otites por extensão, lesões em nervos cranianos (VII, IX, X, XI e XII)
MACRO: empiema assoc a linfoadenomegalia local
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite MORMO Doença de equideos Burkholderia mallei MACRO: lesões nodulares e ulcerativas na mucosa nasal e pele e nódulos granulomatosos no pulmão
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite CRIPTOCOCOSE Comum em felinos “nariz de palhaço” Cryptococos neoformans MACRO: nódulos polipoides ou massas difusas RINOSPORIDIOSE Rinosporidium seeberi Polipos unicos ou bilaterais pedunculados Aspecto de couve-flor
 
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Sinusite SINUSITE Inflamação dos seios paranasais Dificilmente é detectada clinicamente, a não ser que haja deformidade da face ou formação de fistulas nos ossos ou pele CONSEQUENCIAS:  Mucocele  Empiema  Meningite
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Sinusite SINUSITE CAUSAS RINITE  oclusão da drenagem dos seios paranasais LARVAS DE  OESTRUS OVIS PERIODONTITES  comum em equinos DESCORNA E FRATURAS DE OSSOS DO CRÂNIO
 
 
NEOPLASIAS DA CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS EPITELIAIS CARCINOMAS DE CÉLS ESCAMOSAS Felinos e equinos Origem no seio maxilar TUMOR ETMOIDAL ENZOOTICO Ovinos, caprinos e bovinos Adenocarcinoma Causa desconhecida (Retrovirus ?)
NEOPLASIAS DA CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS MACRO: origem na região etmoidal, massas amareladas, flácidas, friaveis  e fétidas que destroem as estruturas adjacentes
NEOPLASIAS DA CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS Mesenquimais Fibromas /Fibrossarcomas ( Mais frequentes) Condromas/Condrossarcomas Osteoma (bovinos e equinos)/Osteossarcomas (cães, gatos)
FARINGE E BOLSAS GUTURAIS
Alterações Inflamatórias Garrotilho Faringite crônica dos equinos com hiperplasia linfóide Na jovens <5 anos PSI S. zooepidermicos Sem sinais clínicos (bx rendimento)
 
 
LARINGE E TRAQUEIA
ALTERAÇÕES CONGÊNITAS Laringe e Traquéia COLAPSO TRAQUEAL Achatamento dorso ventral dos arcos traqueais, Cães miniaturas
HEMIPLEGIA LARINGEA EQUINA - Paralisia da laringe -  É uma doença característica de eqüinos - Caracterizada por uma lesão no nervo laringo-recurrente, devido a um traumatismo ou compressão Doença do cavalo roncador ALTERAÇÕES DEGENERATIVAS Laringe e Traquéia
Lesão no N. Laringo-recurrente Perda local de inervação Atrofia muscular (m. cricoaritenoideo) Prolapso da corda vocal Na maioria dos casos, do lado esquerdo! Causa: trauma(?), compressão(?)
Hemiplegia Laringeana Eqüina
Hemiplegia Laringeana Eqüina
Edema  Anafilaxia (Hipersensibilidade do tipo I) Alergenos – MASTOCITOS - histamina ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS Laringe e Traquéia
BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS
BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS CORPOS ESTRANHOS Materiais solidos (madeira, espinhos, espigas de trigo, capim etc) Poeiras Sangue (abate) Conteudo estomacal e ruminal  Conseqüências: Bronquites, bronquiolites e Pneumonias
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Sinônimos: Bronquite/Bronquiolite Crônica Enfisema Pulmonar Crônico Obstrução Recorrente de Vias Aéreas BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS
 
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
TRAQUEOBRONQUITE INFECCIOSA DOS CAES “ Tosse dos canis” Etiologia complexa: Parainfluenza tipo II Adenovirus Canino tipo II Cinomose Bordetella bronchiseptica Baixa letalidade Tosse seca Predisposição a broncopneumonias em filhotes BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Inflamatórias
 
Classificação de exsudato segue o das rinites CONSEQUENCIAS -  Broncopneumonias Broncoestenose Bronquiectasia Insuficiência respiratória BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Inflamatórias
BROCOESTENOSE Estreitamento do Lúmen bronquial ETIOLOGIAS Bronquites Compressões externas (linfon, neoplasias) Contração da musculatura lisa (parasitas pulmonares) BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Diâmetro ATELECTASIA ENFISEMA
BRONQUIECTASIA Dilatação do Lúmen bronquial - BOV CAUSAS  - Acumulo de exsudato no lúmen com enfraquecimento ou destruição da parede bronquial BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Diâmetro ATELECTASIA PIOTORAX Broncopneumonia
PULMÕES
Pulmões Alterações  post morten Hipostase
Pulmões  Pigmentação Anormal MELANOSE  – Acumulo de pigmento endogeno “tabuleiro de xadrez”
Pulmões  ANTRACOSE ANTRACOSE  – Particulas de carvão - Pigmento endogeno  - Grandes áreas urbanas  - Envolvimento dos linfonodos
Pulmões  ANTRACOSE
Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões ATELECTASIA Expansão incompleta do pulmão  LOCALIZADA  GENERALIZADA *  Congênita *  Adquirida
Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões ATELECTASIA CONGÊNITA Natimorto Neonatos com movimentos respiratórios fracos FOCAL MULTIFOCAL GENERALIZADA
MACROSCOPIA
Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões ATELECTASIA ADQUIRIDA Obstrução Compressão do parênquima pulmonar FOCAL -  neoplasias   MULTIFOCAL –  Broncoestenose GENERALIZADA -  Pneumotorax
MACRO: Área afetada é deprimida com coloração vermelho escura
ENFISEMA “  Distensão excessiva e anormal dos alvéolos associado a destruição  de paredes alveolares o que caracteriza o excesso de ar nos pulmões” PRIMARIO  - homem SECUNDÁRIO  – an. Domésticos Alveolar Intersticial Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões
Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões ENFISEMA ALVEOLAR - Obstrução parcial - Comum em animais velhos  Inspiração – ATIVA Expiração – PASSIVA MACRO: área aumentada de volume, hipercrepitante, consistência fofa Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica -  Equinos
 
Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões ENFISEMA INTERSTICIAL - Acumulo de ar nos septos intersticiais - Espécies com pulmões septados (Bovinos) - Morte agônica (esforço da respiração)  MACRO: Bolhas de ar nos septos intersticiais (Tipo rosário)
 
Pulmão Alterações Circulatórias CONGESTÃO PASSIVA -  ICC esquerda - Edema pulmonar grave - Células da falha cardiaca
Patogenia da ICE: Coração Esquerdo Insuficiente Miocárdio – Vál. Mitral Congestão Pulmonar    Pressão Hidrostática EDEMA PULMONAR
Congestão e Edema pulmonar
Células da Falha Cardíaca
Pulmão Alterações Circulatórias EDEMA PULMONAR -  Acumulo de liquido nos alveolos pulmonares proveniente dos vasos sanguineos CAUSAS
Pulmão Alterações Circulatórias ↑  da Pressão hidrostática Edema Cardiogênico Hipervolemia Edema neurogênico – Lesão do hipotálamo com vaso constrição periférica
Pulmão Alterações Circulatórias ↑  da Permeabilidade Vascular  Inalação de gases corrosivos  Toxemia Pneumonias (inflamação)
Pulmão Alterações Circulatórias ↓  da Pressão oncotica  Hipoalbuminemia Hepatopatias, nefropatias e enteropatias Obstrução linfática (rara) a) Linfadenites, linfossarcomas
 
MACRO E MICROSCOPIA
Pulmão Alterações Circulatórias HEMORRAGIA –  Septicemias, rupturas de aneurisma, traumas migração de larvas Suíno – SALMONELLA CHOLERASUIS
PULMÕES - ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS PNEUMONIA Classificação Quanto ao curso: Superaguda, aguda, subaguda, crônica Quanto ao exsudato Catarral, fibrinoso, purulenta, hemorrágica, necrotica, granulomatosa -  Quanto ao local de inicio do processo BRONCOPNEUMONIA – que se inicia na junção bronquíolo alveolar PNEUMONIA LOBAR – também se inicia na junção bronquíolo alveolar, porém com evolução rápida PNEUMONIA INTERSTICIAL – que se inicia no interstício
BRONCOPNEUMONIA Via de infecção AEROGÊNA Localização – Crânio Ventral Maior turbilhonamento do ar Gravidade
BRONCOPNEUMONIA FATORES PREDISPONENTES a) Agrupamento de animais –  diferentes origens, diferentes status imunitários, maior pressão de infecção; b) Comprometimento das defesas pulmonares Desidratação Frio excessivo Infecções virais Gases tóxicos (NH 3 , H 2 S) Doenças crônicas no pulmão An muito jovens ou senis Inanição
BRONCOPNEUMONIA CAUSAS Mannheimia haemolytica - Corynebacterium pyogenes-Parainfluenza 3 P.multocida - B. bronchiseptica S.choleraesuis – M.pneumoniae B.bronchiseptica – Klebsiella sp – Streptococcus sp – Staphylococcus sp – E. coli - Cinomose Streptococcus sp – Rhodococcus equi Micoplasma gallisepticum- Newcastle – Bronquite infecciosa – Aspergillus fumigatus
Consolidação ou hepatização pulmonar e ao corte flui exsudato (purulento, muco-purulento)  FASES Congestão Hepatização vermelha Hepatização Cinzenta Resolução (Regeneração) BRONCOPNEUMONIA MACROSCOPIA
FASE DE CONGESTÃO
FASE DE HEPATIZAÇÃO VERMELHA Pneumonia enzootica suína
FASE DE HEPATIZAÇÃO CINZENTA
BRONCOPNEUMONIA Problemas na fase de resolução Aderência Atelectasia Bronquiectasia Abscessos Pleurites
BRONCOPNEUMONIA Problemas na fase de resolução ADERÊNCIA
BRONQUIECTASIA
PLEURITE
 
PNEUMONIA LOBAR Semelhante a broncopneumonia mas, a  evolução é mais rápida e o processo é mais extenso.  Um lobo ou um hemiorgão inteiramente afetado Curso Superagudo  Agudo Exsudato Fibrinoso , fibrinopurulento, necro hemorragico BOVINO STRESS  - FEBRE DO TRANSPORTE ( M. haemolitica )
PNEUMONIA LOBAR
Foto do gato e coelho
 
PNEUMONIA LOBAR Complicações São muito frequentes e mais letais que na bronquiopneumonia Formação de abscessos disseminados Pericardite, peritonite Endocardite Poliartrite, meningite Toxemia e MORTE
PNEUMONIA LOBAR CAUSAS Mannheimia haemolytica  Actinobacillus pleuropneumoniae Streptococcus sp  Pasteurella multocida
PERICARDITE ABSCESSOS
PNEUMONIA INTERSTICIAL Inicio do processo é nos septos alveolares Via Hematogena O curso é geralmente crônico
PNEUMONIA INTERSTICIAL Causas INFECCIOSAS Viremias, septicemias e parasitemias Vírus da cinomose Peritonite infecciosa felina Salmonelose  septicemica (leitões e bov) Toxoplasmose Migração de larvas de A. suum Químicas Fumaça Toximas endógenas Metabolitos urémicos Acidose metabolica Casos de pancreatite
PNEUMONIA INTERSTICIAL MACRO Consolidação difusa em todo o pulmão principalmente nas porções dorso caudais, consistência elástica. “Pulmão inflado” Impressão das costelas. MICRO: presença de células inflamatorias nos septos interalveolares. Lesão predominantemente proliferativa
 
PNEUMONIA GRANULOMATOSA Doença mais relacionada é a Tuberculose Aspergillus sp., Histoplasma capsulatum Via broncogênica inicia na junção bronquiolo alveolar Bov M. bovis; M. tuberculosis. M. avium
Prevalência da Tuberculose Bovina no Brasil determinada através da prova da tuberculina   LANGENEGGER, J. et al.  Tratamento massal da tuberculose bovina com isoniazida.  Pesquisa Veterinária Brasileira . v.11, p.21-23, 1991. Rio Grande do Norte 409 em 932 (43,9%) COELHO, H.E. et al.  Tuberculose em bovinos diagnosticada em Uberlândia-MG durante 10 anos (1986-1995).  Higiene Alimentar . v.11, p.9-10, 1997. Minas Gerais 65 em 1.131 (5,0%) WANDERLEY, M.S.  Produtores e técnicos controlam tuberculose e deixam lição de como enfrentá-la.  Balde Branco . p.38-41, janeiro, 1998. São Paulo 4.388 em 6.770 (64,8%) LILENBAUN, W. et al.  Tuberculose bovina. Prevalência e estudo epidemiológico em treze propriedades de diferentes sistemas de produção na região dos lagos do Estado do Rio de Janeiro.  Revista Brasileira de Medicina Veterinária . v.20, p.120-123, 1998. Rio de Janeiro 207 em 1.632 (12,7%) LEITE, R.M.H. & LAGE, A.P.  Controle da tuberculose bovina em bovinos da raça Sindi pelo tratamento com isoniazida: avaliação e análise de custo.  Ciências Veterinárias nos Trópicos . v.2, p.21-28, 1999. Paraíba 27 em 107 (25,2%)
A Tuberculose como Zoonose 2,9 milhões óbitos/ano
Necrose caseosa
 
 
Pneumonia Trombo-Embolica Consequência da fixação de trombos septicos proveniente de processos infecciosos em outros órgãos Bovinos, suínos e caninos Causas: endocardite, linfadenite caseosa,
 
 
Classificação das Pneumonias Tipo Porta de entrada Distribuição das Lesões Consistência do pulmão Broncopneumonia aerógena Consolidação  Crânio- ventral firmes Lobar aerógena Consolidação Crânio- ventral firmes Intersticial  Hemátogena  Principalmente Consolidação difusa (+ lobos caudais) elástica Granulomatosa Aerógena ou Hematógena Focal ou  Multifocal firmes nos  granulomas Embólica Hematógena Focal ou  Multifocal Dependente do  êmbolo
Pneumonias Especiais Pneumonia por ASPIRAÇÃO Grande quantidade de material (liquido) é aspirado e atinge o parênquima pulmonar, Patogenicidade do processo depende Natureza do material (+ ou – irritativo) Grau de patogenicidade (+ ou – bact) Distribuição e quantidade de material aspirado Broncopneumonia  -  Pn Lobar – Pn Grangrenosa
Pneumonias Especiais Pneumonia por ASPIRAÇÃO Aspiração de leite  (bezerros aliment por balde) Aspiração de liquido ruminal  Aspiração de Exsudato  (rinites, traqueites) Vômito  – morte por espasmo laringo traqueal Aspiração de material oleoso  (óleo mineral não induz reflexo da tosse)
 
 
Pneumonias Especiais Pneumonia HIPOSTATICA Decúbito lateral prolongado Congestão hipostatica  -> ↑PH -> Edema -> ↓ Defesas locais ->Infecção por bacterias do TRSuperior O hemiórgão como um todo é afetado
 
Pneumonias Especiais Pneumonia UREMICA Casos de uremia grave Pulmão de “pedra pome” Mineralização pulmonar
Pneumonias Especiais Pneumonia VERMINOTICA Cursam com consolidação pulmonar e normalmente se localizam nas porções caudais do pulmão Tecido lesado pelo parasita sofre infecção bacteriana secundária
Pneumonias Especiais Pneumonia VERMINOTICA BOVINO Dictyocaulus viviparus  EQUIDEOS Dictyolcaulus arnifield SUÍNOS  Metastrongylus salmi CANINOS Olerus osleris – Crenosoma vulpis FELINOS Aelurostrongylus abstrusus
Pneumonias Especiais Pneumonia VERMINOTICA Dictyocaulus viviparus
Aelurostrongylus abstrusus
NEOPLASIAS PULMONARES PRIMARIAS Cães e gatos senis Carcinoma bronquiolo alveolar
NEOPLASIAS PULMONARES SECUNDÀRIAS Metastases – Via hematogena Tumores de mama – melanoma – hemangiossarcoma - hepatocarcinoma
 
PLEURA E CAVIDADE TORACICA
Alterações degenerativas MINERALIZAÇÃO DA PLEURA - uremia Plantas calcinogenicas Solanum malacoxylom
PNEUMOTORAX Acumulo de ar dentro da cavidade toracica Perda da pressão negativa Causas Traumatica Espontanea (raros – rupturas de bronquios e bronquiolos por alguma patologia)
 
HERNIA DIAFRAGMATICA
Efusões pleurais não inflamatórias HIDROTORAX  Edema na cavidade toracica ICCdir, hipoproteinemia Obstrução linfatica Anemia Neoplasias CAUSAS: atelectasia compressiva (insuficiência respiratória)
 
Efusões pleurais não inflamatórias HEMOTORAX Traumatismos Erosão de vasos por neoplasias Aneurismas Defeitos na coagulação CAUSAS: atelectasia compressiva
 
Efusões pleurais não inflamatórias QUILOTORAX - Acumulo de linfa Aspecto de leite Causa: ruptura do ducto toracico Neoplasias – traumatismos – Tosse severa
 
PLEURITE Vias de acesso Extensão de pneumonias hematogênica linfática Penetração traumática Ruptura de abscessos Esofagites PIOTORAX – acumulo de exsudato purulento na cavidade torácica
 
PLEURITE Agentes primarios *Felinos – PIF (coronavirus) *Cães e gatos – Nocardia, Actinomyces, Bacterioides *Equinos – Nocardia *Bovinos (fetos) – Brucela abortus
NOCARDIA sp.
NEOPLASIAS MESOTELIOMA (rara) Pode ser observada em todos os animais domésticos – Cav toracica e abdominal
FELIZ PÁSCOA E BOM FERIADO!!!
 

Patologia do Sistema Respiratório

  • 1.
    Sistema Respiratório Profa Aline Viott Patologia Especial
  • 2.
    MORFOLOGIA TRATO RESPIRATÓRIOSUPERIOR INFERIOR Traquéia - Brônquios Bronquíolos - Pulmão Narinas à Laringe
  • 3.
  • 4.
    HISTOMORFOLOGIA TR superior- Epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado TR inferior Traquéia- Brônquios - Bronquíolos - Epitélio pseudo estratificado ciliado com células caliciformes Bronquiolos respirat – Alveolos - Pneumócitos Tipo I (HEMATOSE) - Pneumócitos Tipo II (Surfactante – Regeneração)
  • 5.
  • 6.
    PATOLOGIA DO TRATORESPIRATÓRIO VIA AERÓGENA - Mais comum ( Animais de confinamento, gases irritantes NH 3 , H 2 S) VIA HEMATÓGENA
  • 7.
    MECANISMOS DE DEFESALençol Muco- ciliar - Recobre toda a superfície das vias respiratórias do TR inferior com exceção dos alvéolos O muco se move no sentido da laringe através do batimento dos cílios, Deglutição Tempo (algumas horas – traquéia/ até 24 bronquíolos)
  • 8.
    MECANISMOS DE DEFESARemoção de partículas: Partículas com > 10 µm remoção completa Partículas com 1 a 2µm deposita-se na junção bronquíolo- alveolar ASBESTO 100µm Transporte e difusão de Subst. Humorais IgA – Interferon – Lizozima - Lactoferrina
  • 9.
  • 10.
    MECANISMOS DE DEFESATecido Linfóide Broncoassociado Adjacentes as vias aereas Linfocitos T e B (IgE, IgM, IgA, IgG) BALT (“Linfoid tissue bronquiolar associated”)
  • 11.
    MECANISMOS DE DEFESAFlora bacteriana Saprófita Macrófagos Alveolares Fontes de interferon Rápida fagocitose Macrófagos intersticiais e Intravasculares (pulmão) 5. Tosse
  • 12.
    CAVIDADE NASAL ESEIOS PARANASAIS
  • 13.
    ANOMALIAS CONGÊNITAS FendaPalatina – Palatosquise BOV SUI Endogamia Pneumonias
  • 14.
    ALTERAÇÕES DO METABOLISMOAmiloidose - Ocorre em equinos Vestíbulo nasal, porções anteriores do septo nasal e os cornetos nasais Conseqüências: comprometimento da performance do cavalo e até estenose com sinais de obstrução
  • 15.
    ALTERAÇÕES DO METABOLISMOAmiloidose - IMAGEM
  • 16.
    ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS HIPEREMIAATIVA – processos inflamatórios EPISTAXE Rinorragia (cavidade nasal) Hemoptise (pulmão)
  • 17.
    ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS Causasde Epistaxe TRAUMAS (sonda nasogástrica) EXERCÍCIO Equinos (Hemorragia pulmonar induzida por exercício) 75%, mas de 1 a 10% apresentam hemorragia Diminuição da perfomance
  • 18.
  • 19.
    ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS Causasde Epistaxe INFLAMAÇÕES: agudas ou crônicas com erosão. Micoses nas bolsas guturais (equinos) 4. NEOPLASIAS 5. DIATESES HEMORRÁGICAS Trombocitopenias (erliquiose) Defc de VTM K Intoxicação por dicumarinicos (warfarin) Intox aguda por samambaia (bov) Septicemias
  • 20.
  • 21.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS RINITEProcesso inflamatório da mucosa nasal Fatores predisponentes Gases (amônia) Poeira Baixa Umidade do ar CONSEQUENCIAS Discretas – Broncopneumonia aspirativa – Tromboflebite intracranial – Abscessos e Meningites por continuidade
  • 22.
    Patologia da CavidadeNasal e Seios Faciais Alterações Inflamatórias RINITES bov, cão, gato e cavalo Cryptococcus neoformans Pneumocystis carinii Fungos Poeira Pólen Ácaros Insetos Corantes Outros Alérgenos Adenovírus Morbillivirus 1 Influenza virus Virais Pasteurella spp Bordetella bronchiseptica Bacterianas
  • 23.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificaçãoquanto ao curso AGUDAS CRÔNICAS (proliferativas – polipos nasais) CRÔNICO - ATIVAS
  • 24.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificaçãoquanto ao exsudato - SEROSA (translúcido e liquido com poucas céls inflamt e epiteliais. Predispoem infec bacterianas)
  • 25.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificaçãoquanto ao exsudato CATARRAL (aspecto mais viscoso rico em muco) CATARRAL-PURULENTA ou muco purulenta: maior concentração de leucocitos. EX. Cinomose
  • 26.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificaçãoquanto ao exsudato PURULENTA ( grande quantidade de neutrofilos e céls epiteliais descamadas, geralmente associada a infec bacterianas. Pode haver ulceração da mucosa) Ex. garrotilho S. equi HEMORRÁGICA FIBRINOSA ( pseudodifterica que corresponde a uma placa de fibrina que contem restos de céls e tecidos aderidos a mucosa integra) EX. Rinotraqueite infeciosa bovina (HVB-1)
  • 27.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS IMAGEMHVB-1 PURULENTA CATARRAL - PURULENTA Fibrinosa pseudo difterica
  • 28.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Classificaçãoquanto ao exsudato FIBRINO-NECROTICA ( semelhante a fibrinosa mas com ulceração da mucosa) EX. Difteria dos bezerros F. necrophorum - GRANULOMATOSA ( processo inflamatório crônico, geralmente associado a fibrose. Evolução de processos persistentes) Ex. rinosporidiose, aspergilose, criptococose, tuberculose.
  • 29.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS F.necrophorum imagem FIBRINO-NECROTICA F. Necrophorum
  • 30.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principaisdoenças que cursam com Rinite RINITE VIRAL DOS SUÍNOS “ Rinite por corpúsculo de inclusão” Citomegalovírus (hespesvirus) Leitões 1 a 5 semanas Causa inflamação seromucosa Alta MORB e Baixa MORT Porcas gestantes podem apresentar mumificação fetal e natimortalidade MICRO: grandes CI intranucleares basofilicos.
  • 31.
    RINITE VIRAL DOSSUÍNOS imagem Rinite por corpúsculo de inclusão
  • 32.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principaisdoenças que cursam com Rinite RINITE ATROFICA DOS SUÍNOS Multifatorial Assoc da P. multocida (tox. D) e B. bronchiseptica Rinite por CI, gases nocivos, defc. de Ca Predispoem a pneumonias, bx conversão, refugos MACRO: atrofia das conchas nasais, desvio, encurtamento, assimetria, epifóra.
  • 33.
  • 34.
    Grau 0 Grau1 Grau 2 Grau 3
  • 35.
    Grau de RiniteAtrófica Suína (Segundo Müller e Abbott, 1986)
  • 36.
  • 37.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principaisdoenças que cursam com Rinite RINOTRAQUEITE INFECCIOSA BOVINA (IBR) HVB-1 (HVB 1.1 inflamação do TRSup e aborto; HVB 1.2ª/b vulvovaginite pustular e aborto Confinamento, alta densidade populacional HV equino 1 (rinopneumonite viral inflam do TRsup e aborto) HV felino 1 ( rinite e conjuntivite assoc ao calicivirus felino)
  • 38.
    MACRO: rinotraqueite seromucosa as vezes conjuntivite. Casos graves exsudato mucopurulento, erosões, ulcerações. Pode afetar nasofaringe, laringe e traquéia
  • 39.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principaisdoenças que cursam com Rinite GARROTILHO Contagiosa S. equi subs zooepidermicus Inflam do TR sup com abscedação dos linfonodos regionais Aderência e internalização do patogeno em céls epiteliais Febre, tosse, descarga purulenta nasal,otites por extensão, lesões em nervos cranianos (VII, IX, X, XI e XII)
  • 40.
    MACRO: empiema assoca linfoadenomegalia local
  • 41.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principaisdoenças que cursam com Rinite MORMO Doença de equideos Burkholderia mallei MACRO: lesões nodulares e ulcerativas na mucosa nasal e pele e nódulos granulomatosos no pulmão
  • 42.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principaisdoenças que cursam com Rinite CRIPTOCOCOSE Comum em felinos “nariz de palhaço” Cryptococos neoformans MACRO: nódulos polipoides ou massas difusas RINOSPORIDIOSE Rinosporidium seeberi Polipos unicos ou bilaterais pedunculados Aspecto de couve-flor
  • 43.
  • 44.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS SinusiteSINUSITE Inflamação dos seios paranasais Dificilmente é detectada clinicamente, a não ser que haja deformidade da face ou formação de fistulas nos ossos ou pele CONSEQUENCIAS: Mucocele Empiema Meningite
  • 45.
    ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS SinusiteSINUSITE CAUSAS RINITE oclusão da drenagem dos seios paranasais LARVAS DE OESTRUS OVIS PERIODONTITES comum em equinos DESCORNA E FRATURAS DE OSSOS DO CRÂNIO
  • 46.
  • 47.
  • 48.
    NEOPLASIAS DA CAVIDADENASAL E SEIOS PARANASAIS EPITELIAIS CARCINOMAS DE CÉLS ESCAMOSAS Felinos e equinos Origem no seio maxilar TUMOR ETMOIDAL ENZOOTICO Ovinos, caprinos e bovinos Adenocarcinoma Causa desconhecida (Retrovirus ?)
  • 49.
    NEOPLASIAS DA CAVIDADENASAL E SEIOS PARANASAIS MACRO: origem na região etmoidal, massas amareladas, flácidas, friaveis e fétidas que destroem as estruturas adjacentes
  • 50.
    NEOPLASIAS DA CAVIDADENASAL E SEIOS PARANASAIS Mesenquimais Fibromas /Fibrossarcomas ( Mais frequentes) Condromas/Condrossarcomas Osteoma (bovinos e equinos)/Osteossarcomas (cães, gatos)
  • 51.
  • 52.
    Alterações Inflamatórias GarrotilhoFaringite crônica dos equinos com hiperplasia linfóide Na jovens <5 anos PSI S. zooepidermicos Sem sinais clínicos (bx rendimento)
  • 53.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
    ALTERAÇÕES CONGÊNITAS Laringee Traquéia COLAPSO TRAQUEAL Achatamento dorso ventral dos arcos traqueais, Cães miniaturas
  • 57.
    HEMIPLEGIA LARINGEA EQUINA- Paralisia da laringe - É uma doença característica de eqüinos - Caracterizada por uma lesão no nervo laringo-recurrente, devido a um traumatismo ou compressão Doença do cavalo roncador ALTERAÇÕES DEGENERATIVAS Laringe e Traquéia
  • 58.
    Lesão no N.Laringo-recurrente Perda local de inervação Atrofia muscular (m. cricoaritenoideo) Prolapso da corda vocal Na maioria dos casos, do lado esquerdo! Causa: trauma(?), compressão(?)
  • 59.
  • 60.
  • 61.
    Edema Anafilaxia(Hipersensibilidade do tipo I) Alergenos – MASTOCITOS - histamina ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS Laringe e Traquéia
  • 62.
  • 63.
    BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOSCORPOS ESTRANHOS Materiais solidos (madeira, espinhos, espigas de trigo, capim etc) Poeiras Sangue (abate) Conteudo estomacal e ruminal Conseqüências: Bronquites, bronquiolites e Pneumonias
  • 64.
    Doença Pulmonar ObstrutivaCrônica Sinônimos: Bronquite/Bronquiolite Crônica Enfisema Pulmonar Crônico Obstrução Recorrente de Vias Aéreas BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS
  • 65.
  • 66.
  • 67.
  • 68.
    TRAQUEOBRONQUITE INFECCIOSA DOSCAES “ Tosse dos canis” Etiologia complexa: Parainfluenza tipo II Adenovirus Canino tipo II Cinomose Bordetella bronchiseptica Baixa letalidade Tosse seca Predisposição a broncopneumonias em filhotes BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Inflamatórias
  • 69.
  • 70.
    Classificação de exsudatosegue o das rinites CONSEQUENCIAS - Broncopneumonias Broncoestenose Bronquiectasia Insuficiência respiratória BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Inflamatórias
  • 71.
    BROCOESTENOSE Estreitamento doLúmen bronquial ETIOLOGIAS Bronquites Compressões externas (linfon, neoplasias) Contração da musculatura lisa (parasitas pulmonares) BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Diâmetro ATELECTASIA ENFISEMA
  • 72.
    BRONQUIECTASIA Dilatação doLúmen bronquial - BOV CAUSAS - Acumulo de exsudato no lúmen com enfraquecimento ou destruição da parede bronquial BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Diâmetro ATELECTASIA PIOTORAX Broncopneumonia
  • 73.
  • 74.
    Pulmões Alterações post morten Hipostase
  • 75.
    Pulmões PigmentaçãoAnormal MELANOSE – Acumulo de pigmento endogeno “tabuleiro de xadrez”
  • 76.
    Pulmões ANTRACOSEANTRACOSE – Particulas de carvão - Pigmento endogeno - Grandes áreas urbanas - Envolvimento dos linfonodos
  • 77.
  • 78.
    Pulmão Alterações doconteúdo de ar nos pulmões ATELECTASIA Expansão incompleta do pulmão LOCALIZADA GENERALIZADA * Congênita * Adquirida
  • 79.
    Pulmão Alterações doconteúdo de ar nos pulmões ATELECTASIA CONGÊNITA Natimorto Neonatos com movimentos respiratórios fracos FOCAL MULTIFOCAL GENERALIZADA
  • 80.
  • 81.
    Pulmão Alterações doconteúdo de ar nos pulmões ATELECTASIA ADQUIRIDA Obstrução Compressão do parênquima pulmonar FOCAL - neoplasias MULTIFOCAL – Broncoestenose GENERALIZADA - Pneumotorax
  • 82.
    MACRO: Área afetadaé deprimida com coloração vermelho escura
  • 83.
    ENFISEMA “ Distensão excessiva e anormal dos alvéolos associado a destruição de paredes alveolares o que caracteriza o excesso de ar nos pulmões” PRIMARIO - homem SECUNDÁRIO – an. Domésticos Alveolar Intersticial Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões
  • 84.
    Pulmão Alterações doconteúdo de ar nos pulmões ENFISEMA ALVEOLAR - Obstrução parcial - Comum em animais velhos Inspiração – ATIVA Expiração – PASSIVA MACRO: área aumentada de volume, hipercrepitante, consistência fofa Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - Equinos
  • 85.
  • 86.
    Pulmão Alterações doconteúdo de ar nos pulmões ENFISEMA INTERSTICIAL - Acumulo de ar nos septos intersticiais - Espécies com pulmões septados (Bovinos) - Morte agônica (esforço da respiração) MACRO: Bolhas de ar nos septos intersticiais (Tipo rosário)
  • 87.
  • 88.
    Pulmão Alterações CirculatóriasCONGESTÃO PASSIVA - ICC esquerda - Edema pulmonar grave - Células da falha cardiaca
  • 89.
    Patogenia da ICE:Coração Esquerdo Insuficiente Miocárdio – Vál. Mitral Congestão Pulmonar  Pressão Hidrostática EDEMA PULMONAR
  • 90.
  • 91.
  • 92.
    Pulmão Alterações CirculatóriasEDEMA PULMONAR - Acumulo de liquido nos alveolos pulmonares proveniente dos vasos sanguineos CAUSAS
  • 93.
    Pulmão Alterações Circulatórias↑ da Pressão hidrostática Edema Cardiogênico Hipervolemia Edema neurogênico – Lesão do hipotálamo com vaso constrição periférica
  • 94.
    Pulmão Alterações Circulatórias↑ da Permeabilidade Vascular Inalação de gases corrosivos Toxemia Pneumonias (inflamação)
  • 95.
    Pulmão Alterações Circulatórias↓ da Pressão oncotica Hipoalbuminemia Hepatopatias, nefropatias e enteropatias Obstrução linfática (rara) a) Linfadenites, linfossarcomas
  • 96.
  • 97.
  • 98.
    Pulmão Alterações CirculatóriasHEMORRAGIA – Septicemias, rupturas de aneurisma, traumas migração de larvas Suíno – SALMONELLA CHOLERASUIS
  • 99.
    PULMÕES - ALTERAÇÕESINFLAMATÓRIAS PNEUMONIA Classificação Quanto ao curso: Superaguda, aguda, subaguda, crônica Quanto ao exsudato Catarral, fibrinoso, purulenta, hemorrágica, necrotica, granulomatosa - Quanto ao local de inicio do processo BRONCOPNEUMONIA – que se inicia na junção bronquíolo alveolar PNEUMONIA LOBAR – também se inicia na junção bronquíolo alveolar, porém com evolução rápida PNEUMONIA INTERSTICIAL – que se inicia no interstício
  • 100.
    BRONCOPNEUMONIA Via deinfecção AEROGÊNA Localização – Crânio Ventral Maior turbilhonamento do ar Gravidade
  • 101.
    BRONCOPNEUMONIA FATORES PREDISPONENTESa) Agrupamento de animais – diferentes origens, diferentes status imunitários, maior pressão de infecção; b) Comprometimento das defesas pulmonares Desidratação Frio excessivo Infecções virais Gases tóxicos (NH 3 , H 2 S) Doenças crônicas no pulmão An muito jovens ou senis Inanição
  • 102.
    BRONCOPNEUMONIA CAUSAS Mannheimiahaemolytica - Corynebacterium pyogenes-Parainfluenza 3 P.multocida - B. bronchiseptica S.choleraesuis – M.pneumoniae B.bronchiseptica – Klebsiella sp – Streptococcus sp – Staphylococcus sp – E. coli - Cinomose Streptococcus sp – Rhodococcus equi Micoplasma gallisepticum- Newcastle – Bronquite infecciosa – Aspergillus fumigatus
  • 103.
    Consolidação ou hepatizaçãopulmonar e ao corte flui exsudato (purulento, muco-purulento) FASES Congestão Hepatização vermelha Hepatização Cinzenta Resolução (Regeneração) BRONCOPNEUMONIA MACROSCOPIA
  • 104.
  • 105.
    FASE DE HEPATIZAÇÃOVERMELHA Pneumonia enzootica suína
  • 106.
  • 107.
    BRONCOPNEUMONIA Problemas nafase de resolução Aderência Atelectasia Bronquiectasia Abscessos Pleurites
  • 108.
    BRONCOPNEUMONIA Problemas nafase de resolução ADERÊNCIA
  • 109.
  • 110.
  • 111.
  • 112.
    PNEUMONIA LOBAR Semelhantea broncopneumonia mas, a evolução é mais rápida e o processo é mais extenso. Um lobo ou um hemiorgão inteiramente afetado Curso Superagudo Agudo Exsudato Fibrinoso , fibrinopurulento, necro hemorragico BOVINO STRESS - FEBRE DO TRANSPORTE ( M. haemolitica )
  • 113.
  • 114.
    Foto do gatoe coelho
  • 115.
  • 116.
    PNEUMONIA LOBAR ComplicaçõesSão muito frequentes e mais letais que na bronquiopneumonia Formação de abscessos disseminados Pericardite, peritonite Endocardite Poliartrite, meningite Toxemia e MORTE
  • 117.
    PNEUMONIA LOBAR CAUSASMannheimia haemolytica Actinobacillus pleuropneumoniae Streptococcus sp Pasteurella multocida
  • 118.
  • 119.
    PNEUMONIA INTERSTICIAL Iniciodo processo é nos septos alveolares Via Hematogena O curso é geralmente crônico
  • 120.
    PNEUMONIA INTERSTICIAL CausasINFECCIOSAS Viremias, septicemias e parasitemias Vírus da cinomose Peritonite infecciosa felina Salmonelose septicemica (leitões e bov) Toxoplasmose Migração de larvas de A. suum Químicas Fumaça Toximas endógenas Metabolitos urémicos Acidose metabolica Casos de pancreatite
  • 121.
    PNEUMONIA INTERSTICIAL MACROConsolidação difusa em todo o pulmão principalmente nas porções dorso caudais, consistência elástica. “Pulmão inflado” Impressão das costelas. MICRO: presença de células inflamatorias nos septos interalveolares. Lesão predominantemente proliferativa
  • 122.
  • 123.
    PNEUMONIA GRANULOMATOSA Doençamais relacionada é a Tuberculose Aspergillus sp., Histoplasma capsulatum Via broncogênica inicia na junção bronquiolo alveolar Bov M. bovis; M. tuberculosis. M. avium
  • 124.
    Prevalência da TuberculoseBovina no Brasil determinada através da prova da tuberculina LANGENEGGER, J. et al. Tratamento massal da tuberculose bovina com isoniazida. Pesquisa Veterinária Brasileira . v.11, p.21-23, 1991. Rio Grande do Norte 409 em 932 (43,9%) COELHO, H.E. et al. Tuberculose em bovinos diagnosticada em Uberlândia-MG durante 10 anos (1986-1995). Higiene Alimentar . v.11, p.9-10, 1997. Minas Gerais 65 em 1.131 (5,0%) WANDERLEY, M.S. Produtores e técnicos controlam tuberculose e deixam lição de como enfrentá-la. Balde Branco . p.38-41, janeiro, 1998. São Paulo 4.388 em 6.770 (64,8%) LILENBAUN, W. et al. Tuberculose bovina. Prevalência e estudo epidemiológico em treze propriedades de diferentes sistemas de produção na região dos lagos do Estado do Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Medicina Veterinária . v.20, p.120-123, 1998. Rio de Janeiro 207 em 1.632 (12,7%) LEITE, R.M.H. & LAGE, A.P. Controle da tuberculose bovina em bovinos da raça Sindi pelo tratamento com isoniazida: avaliação e análise de custo. Ciências Veterinárias nos Trópicos . v.2, p.21-28, 1999. Paraíba 27 em 107 (25,2%)
  • 125.
    A Tuberculose comoZoonose 2,9 milhões óbitos/ano
  • 126.
  • 127.
  • 128.
  • 129.
    Pneumonia Trombo-Embolica Consequênciada fixação de trombos septicos proveniente de processos infecciosos em outros órgãos Bovinos, suínos e caninos Causas: endocardite, linfadenite caseosa,
  • 130.
  • 131.
  • 132.
    Classificação das PneumoniasTipo Porta de entrada Distribuição das Lesões Consistência do pulmão Broncopneumonia aerógena Consolidação Crânio- ventral firmes Lobar aerógena Consolidação Crânio- ventral firmes Intersticial Hemátogena Principalmente Consolidação difusa (+ lobos caudais) elástica Granulomatosa Aerógena ou Hematógena Focal ou Multifocal firmes nos granulomas Embólica Hematógena Focal ou Multifocal Dependente do êmbolo
  • 133.
    Pneumonias Especiais Pneumoniapor ASPIRAÇÃO Grande quantidade de material (liquido) é aspirado e atinge o parênquima pulmonar, Patogenicidade do processo depende Natureza do material (+ ou – irritativo) Grau de patogenicidade (+ ou – bact) Distribuição e quantidade de material aspirado Broncopneumonia - Pn Lobar – Pn Grangrenosa
  • 134.
    Pneumonias Especiais Pneumoniapor ASPIRAÇÃO Aspiração de leite (bezerros aliment por balde) Aspiração de liquido ruminal Aspiração de Exsudato (rinites, traqueites) Vômito – morte por espasmo laringo traqueal Aspiração de material oleoso (óleo mineral não induz reflexo da tosse)
  • 135.
  • 136.
  • 137.
    Pneumonias Especiais PneumoniaHIPOSTATICA Decúbito lateral prolongado Congestão hipostatica -> ↑PH -> Edema -> ↓ Defesas locais ->Infecção por bacterias do TRSuperior O hemiórgão como um todo é afetado
  • 138.
  • 139.
    Pneumonias Especiais PneumoniaUREMICA Casos de uremia grave Pulmão de “pedra pome” Mineralização pulmonar
  • 140.
    Pneumonias Especiais PneumoniaVERMINOTICA Cursam com consolidação pulmonar e normalmente se localizam nas porções caudais do pulmão Tecido lesado pelo parasita sofre infecção bacteriana secundária
  • 141.
    Pneumonias Especiais PneumoniaVERMINOTICA BOVINO Dictyocaulus viviparus EQUIDEOS Dictyolcaulus arnifield SUÍNOS Metastrongylus salmi CANINOS Olerus osleris – Crenosoma vulpis FELINOS Aelurostrongylus abstrusus
  • 142.
    Pneumonias Especiais PneumoniaVERMINOTICA Dictyocaulus viviparus
  • 143.
  • 144.
    NEOPLASIAS PULMONARES PRIMARIASCães e gatos senis Carcinoma bronquiolo alveolar
  • 145.
    NEOPLASIAS PULMONARES SECUNDÀRIASMetastases – Via hematogena Tumores de mama – melanoma – hemangiossarcoma - hepatocarcinoma
  • 146.
  • 147.
  • 148.
    Alterações degenerativas MINERALIZAÇÃODA PLEURA - uremia Plantas calcinogenicas Solanum malacoxylom
  • 149.
    PNEUMOTORAX Acumulo dear dentro da cavidade toracica Perda da pressão negativa Causas Traumatica Espontanea (raros – rupturas de bronquios e bronquiolos por alguma patologia)
  • 150.
  • 151.
  • 152.
    Efusões pleurais nãoinflamatórias HIDROTORAX Edema na cavidade toracica ICCdir, hipoproteinemia Obstrução linfatica Anemia Neoplasias CAUSAS: atelectasia compressiva (insuficiência respiratória)
  • 153.
  • 154.
    Efusões pleurais nãoinflamatórias HEMOTORAX Traumatismos Erosão de vasos por neoplasias Aneurismas Defeitos na coagulação CAUSAS: atelectasia compressiva
  • 155.
  • 156.
    Efusões pleurais nãoinflamatórias QUILOTORAX - Acumulo de linfa Aspecto de leite Causa: ruptura do ducto toracico Neoplasias – traumatismos – Tosse severa
  • 157.
  • 158.
    PLEURITE Vias deacesso Extensão de pneumonias hematogênica linfática Penetração traumática Ruptura de abscessos Esofagites PIOTORAX – acumulo de exsudato purulento na cavidade torácica
  • 159.
  • 160.
    PLEURITE Agentes primarios*Felinos – PIF (coronavirus) *Cães e gatos – Nocardia, Actinomyces, Bacterioides *Equinos – Nocardia *Bovinos (fetos) – Brucela abortus
  • 161.
  • 162.
    NEOPLASIAS MESOTELIOMA (rara)Pode ser observada em todos os animais domésticos – Cav toracica e abdominal
  • 163.
    FELIZ PÁSCOA EBOM FERIADO!!!
  • 164.