Márcio Girão 
Fenainfo - Presidente
Lançado em agosto de 2012 
Pela primeira vez, o foco é o software e não o 
hardware 
Principal objetivo: ações para estimular o 
desenvolvimento do setor 
Recursos previstos: R$ 500 milhões 
Recursos limitados 
Maior celeridade 
Maior participação do setor empresarial
Rede (governo, investidores, mercado) para 
apoiar o desenvolvimento de empresas de 
base tecnológica 
Conceito de start-up limita acesso de 
empresas consolidadas – negócios startup: 
• escalabilidade 
• baixo custo 
• alto risco 
• retorno elevado 
• processo inovador.
Certificado de produto nacional de 
software 
Lei do bem etc. 
Processo desenvolvido pelo CTI 
Rede de avaliadores 
Pouca participação das entidades 
empresariais 
Processo complexo e pouco acessível 
Poucos resultados ainda
Desenvolvimento de tecnologias de software 
aplicadas aos setores de: 
• defesa e segurança cibernéticas, 
• educação, 
• saúde, 
• petróleo e gás, 
• energia, 
• aeroespacial, 
• grandes eventos esportivos, 
• agricultura e meio ambiente, 
• finanças, 
• telecomunicações e 
• mineração
fomento e subvenção; 
poder de compra do Estado; 
produção científica; 
articulação ; 
promoção internacional e; 
tecnologias estratégicas
Não há ainda ações relevantes 
Marco regulatório incipiente 
Poder de compra do Estado desarticulado 
Mapa de oportunidades? 
Portal do Software Público na contramão 
Proposta substitutiva de um Portal de 
Empresas Certics 
Transformação de C em T com I
Investimentos internacionais em C&T&I 
Instalação de unidades no Brasil 
Deveriam ser criados mecanismos de criação 
de ecossistemas em torno dessas unidades 
Risco de se criarem apenas empregos 
qualificados para as unidades internacionais 
(cf Lei de Informática)
Informações estratégicas, subsidiando a adoção: 
• políticas públicas, 
• orientação de investimentos governamentais em P&D&I, 
• apoio à tomada de decisão para as agências 
governamentais e 
• entendimento das dinâmicas tecnológicas e de mercado da 
cadeia de software e serviços de TI. 
Mapeamento das competências do setor de TI 
cotejando com o mercado atual e futuro
Lei de Inovação (No 10.934/04) em 2004 
Articulação dos programas e fundos de 
investimentos locais e internacionais 
Participação de grandes empresas 
Devem estar articulados com o mapeamento 
do setor.
Presença internacional das empresas 
brasileiras de TI 
Apoio diplomático e de centros de negócio 
no exterior 
Ciência sem Fronteiras?
Já temos um projeto consistente de 
Estado. 
Temos que articular as entidades e 
lideranças do setor nas ações resultantes 
Articulações e pressões políticas locais e 
nacionais 
Obrigado 
presidencia@fenainfo.org.br

TI Maior - Balanço e Perspectivas

  • 1.
  • 2.
    Lançado em agostode 2012 Pela primeira vez, o foco é o software e não o hardware Principal objetivo: ações para estimular o desenvolvimento do setor Recursos previstos: R$ 500 milhões Recursos limitados Maior celeridade Maior participação do setor empresarial
  • 3.
    Rede (governo, investidores,mercado) para apoiar o desenvolvimento de empresas de base tecnológica Conceito de start-up limita acesso de empresas consolidadas – negócios startup: • escalabilidade • baixo custo • alto risco • retorno elevado • processo inovador.
  • 4.
    Certificado de produtonacional de software Lei do bem etc. Processo desenvolvido pelo CTI Rede de avaliadores Pouca participação das entidades empresariais Processo complexo e pouco acessível Poucos resultados ainda
  • 5.
    Desenvolvimento de tecnologiasde software aplicadas aos setores de: • defesa e segurança cibernéticas, • educação, • saúde, • petróleo e gás, • energia, • aeroespacial, • grandes eventos esportivos, • agricultura e meio ambiente, • finanças, • telecomunicações e • mineração
  • 6.
    fomento e subvenção; poder de compra do Estado; produção científica; articulação ; promoção internacional e; tecnologias estratégicas
  • 7.
    Não há aindaações relevantes Marco regulatório incipiente Poder de compra do Estado desarticulado Mapa de oportunidades? Portal do Software Público na contramão Proposta substitutiva de um Portal de Empresas Certics Transformação de C em T com I
  • 8.
    Investimentos internacionais emC&T&I Instalação de unidades no Brasil Deveriam ser criados mecanismos de criação de ecossistemas em torno dessas unidades Risco de se criarem apenas empregos qualificados para as unidades internacionais (cf Lei de Informática)
  • 9.
    Informações estratégicas, subsidiandoa adoção: • políticas públicas, • orientação de investimentos governamentais em P&D&I, • apoio à tomada de decisão para as agências governamentais e • entendimento das dinâmicas tecnológicas e de mercado da cadeia de software e serviços de TI. Mapeamento das competências do setor de TI cotejando com o mercado atual e futuro
  • 10.
    Lei de Inovação(No 10.934/04) em 2004 Articulação dos programas e fundos de investimentos locais e internacionais Participação de grandes empresas Devem estar articulados com o mapeamento do setor.
  • 11.
    Presença internacional dasempresas brasileiras de TI Apoio diplomático e de centros de negócio no exterior Ciência sem Fronteiras?
  • 12.
    Já temos umprojeto consistente de Estado. Temos que articular as entidades e lideranças do setor nas ações resultantes Articulações e pressões políticas locais e nacionais Obrigado presidencia@fenainfo.org.br