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Grupo
I – Leitura e Educação Literária (50 pontos)
Grupo I – Leitura e Educação Literária
Texto A
Lê o texto seguinte.
Em luta contra a pobreza!
Nodia17 deoutubroassinalou-seoDiaInternacionalpara
a Erradicação da Pobreza. Mas, afinal, o que é ser pobre?
Será que significa o mesmo em todas as partes do mundo?
5
10
15
17 de outubro é o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, um dia dedicado a combater
a pobreza no mundo. Foi criado em 1992, depois de, cinco anos antes, nesse mesmo dia, mais de
100 mil pessoas se terem juntado para chamar a atenção sobre as pessoas que são afetadas pela
fome e pela pobreza. (…)
Mas para combater a pobreza, é preciso entender o que ela é. E a verdade é que "ser-se pobre"
pode significar muitas coisas diferentes... O Banco Mundial define como "pobreza" alguém "viver
com menos de um dólar americano por dia" (o que corresponde a, aproximadamente, 90 cêntimos,
em euros). (…)
A pobreza pelo mundo
A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) estima que
quase mil milhões de pessoas emtodo o mundo vivam em pobreza extrema, a grande maioria delas
em zonas rurais (dependentes daquilo que a agricultura lhes der para conseguirem comer). A região
do mundo mais afetada pela pobreza é a África subsariana.
Mas também em Portugal há pessoas a passar grandes dificuldades. Em 2015, quase 27% da
população que vivia em Portugal estava em risco de pobreza (fica a saber que, em Portugal, é
considerado em risco de pobreza quem recebe menos de 5060 euros por ano - o que equivale, em
média, a 420 euros por mês), um número superior à média dos restantes países da União Europeia.
(…)
Escola Básica António Correia de Oliveira
Ficha Formativa Português – 6.º Ano
Visão Júnior online, 14 de outubro de 2016
(texto adaptado; acedido em setembro de 2018)
1. Assinala com um X, de 1.1. a 1.4., a opção que completa corretamente cada frase, de
acordo com o sentido do texto.
1.1. O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza foi criado em 1992…
a. depois de, em 1988, mais de cem mil pessoas se terem juntado para chamar a
atenção para o problema.
b. depois de, em 1987, mais de cem mil pessoas terem provocado um motim.
c. depois de, em 1987, mais de cem mil pessoas se terem juntado para chamar a
atenção para o problema.
d. depois de, em 1987, Joseph Wresinski ter chamado a atenção para o problema.
1.2. O Banco Alimentar define como “pobreza” a situação…
a. de não se ter dinheiro sequer para comer.
b. de se sobreviver com 90 dólares americanos por dia.
c. de não se conseguir viver com os rendimentos que se tem.
d. de se viver com menos de aproximadamente 90 cêntimos por dia.
1.3. Segundo as estimativas da Unesco, existemquase…
a. mil milhões de pessoas que vivem em zonas rurais e lutam diariamente pela
sobrevivência.
b. mil milhões de pessoas que vivem numa situação de pobreza extrema.
c. mil milhões de pessoas que vivem em África, no limiar da pobreza.
d. mil milhões de pessoas que dependem daquilo que a agricultura lhes dá para
conseguirem sobreviver.
1.4. Em 2015, em Portugal, 27% da população vivia em risco de pobreza, uma vez que
estava a receber…
a. menos de 420 € por ano.
b. cerca de 5060 € por ano.
c. menos de 5060 € por ano.
d. um número muito inferior à média dos restantes países da União Europeia.
20
Apesar de tudo, estão a ser feitos progressos: nos últimos 30 anos, o número de
pessoas a viver em pobreza extrema caiu para menos de metade. E um dos Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas é conseguir reduzi-lo novamente para
metade até 2030! Como dizia Joseph Wresinski: "a miséria é obra dos homens e só os
homens a podem destruir".
Texto B
Lê o texto.
Os anõezinhos sapateiros
5
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30
35
Vítimas da pouca sorte, um sapateiro e a mulher encontraram-se na maior miséria. Estavam
tão pobres que só tinham o cabedal necessário para fazer um par de
sapatos.
Nessa noite, o sapateiro cortou o último par de sapatos e pôs em cima
da banca as peças para coser no dia seguinte.
Depois, como era um bom homem, honesto e simples, fez as suas
orações, pediu a Deus que o ajudasse no futuro, deitou-se e adormeceu.
No dia seguinte, de manhã, quando se dirigiu à banca para acabar o trabalho, encontrou um
par de sapatos prontos no sítio em que deixara os bocados que tinha cortado.
Pegou neles e examinou-os, maravilhado: eram os sapatos mais bonitos que se possa imaginar,
cosidos com tanta perfeição que não se via um único ponto fora do seu lugar!
O sapateiro ainda estava a olhar para os sapatos quando entrou um freguês. Viu os sapatos e
achou-os tão bonitos que os comprou logo, pagando-os por um bom preço.
Com aquela quantia, o sapateiro pôde comprar bastante cabedal para fazer dois pares de
sapatos. Cortou-os ao serão e, no dia seguinte, quando ia acabar a obra, encontrou novamente
os sapatos prontos.
Vendeu-os tão bem como os da véspera e pôde comprar bastante cabedal para fazer mais
quatro pares. Tornou a cortá-los à noite e a encontrá-los prontos no dia seguinte.
Aconteceu o mesmo todos os dias, até que o sapateiro já tinha ganhado o suficiente para viver
sem dificuldades.
Certa noite, perto do Natal, quando o bom homem já cortara o cabedal e o pusera como de
costume em cima da banca, a mulher, a quem ele tinha contado tudo, propôs-lhe que ficassem
toda a noite acordados para verem quem os estava a ajudar daquela maneira.
O sapateiro achou a ideia boa. E, deixando a candeia acesa, esconderam-se ambos no quarto
ao lado, e esperaram.
Quando o relógio começou a bater a meia-noite, a porta abriu-se devagarinho e entraram dois
anões, muito bonitos, completamente nus.
Instalaram-se em frente da banca, pegaram nos bocados de cabedal já cortados e começaram
a cosê-los com tanta habilidade que o sapateiro e a mulher não cabiam em si de espanto.
E os anõezinhos não pararam de trabalhar até a obra estar pronta. A seguir, puseram os
sapatos em cima da banca e desapareceram.
Então, a mulher do sapateiro disse ao marido:
— Estes anõezinhos tiraram-nos da miséria: vamos recompensá-los. Reparaste que estavam
completamente nus? Vou fazer uma camisa, um colete, uns calções e um par de peúgas para cada
um.
—E eu— disse o homem— faço um par de sapatos para cada um.
Na véspera de Natal estava tudo pronto.
Irmãos Grimm, Os melhores Contos de Grimm (versão portuguesa de Ricardo Alberty),
Lisboa, Ed. Verbo, 1972, pp. 66-68 (texto com supressões)
2. Identifica as personagens que intervêm neste conto.
________________________________________________________________________
3. Refere três características que definam o caráter do sapateiro.
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
4. Explica por que razão o sapateiro, a dado momento, passou a viver sem dificuldades.
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
5. A mulher do sapateiro, entretanto, teve uma ideia. Transcreve-a do texto.
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
6. Sintetiza o que aconteceu à meia-noite.
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
7. “Quando o relógio começou a bater a meia-noite…” (l. 26)
7.1. A palavra destacada foi utilizada no sentido próprio ou figurado?
___________________________________________________________________________
8. A mulher do sapateiro percebeu que tinham sido os anõezinhos a fazer os sapatos, às
escondidas.
8.1. O que decidiu ela fazer para os recompensar? __________________________________
___________________________________________________________________________
8.2. O que pensas sobre a sua atitude?
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
40
45
E, nessa noite, em vez de colocarem em cima da banca, como de costume, os bocados de
cabedal cortados, o sapateiro e a mulher deixaram alios seus presentes. Depois esconderam-
-se e esperaram para ver o que se passava.
À meia-noite, os anõezinhos chegaram, aos pulos e às cambalhotas, dispostos a meter
mãos ao trabalho. Mas em vez dos bocados de cabedal, encontraram as roupas feitas ao
tamanho deles.
Primeiro ficaram muito espantados. Mas, depois, saltaram de alegria e vestiram-se
enquanto dançavam e cantavam, todos satisfeitos.
E dançaram, dançaram, em cima da banca, dançaram em cima da cadeira, e, quando
saíram ainda iam a dançar.
9. Atenta nas seguintes frases. Identifica os recursos expressivos utilizados.
9.1. “Depois, como era um bom homem, honesto e simples…” _______________________
9.2. “Vou fazer uma camisa, um colete, uns calções e um par de peúgas para cada um.”
__________________________
10.Refere duas características do conto tradicional presentes no texto que leste.
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Grupo II Gramática
1. Das listas de palavras transcritas do texto, seleciona a única opção que inclui apenas nomes.
A. “ainda”; “perfeição”; “sapateiro”; “trabalho”.
B. “cabedal”; “obra”; “futuro”; “orações”.
C. “candeia”; acesa”; “maravilhado”; “freguês”.
D. “sapatos”; “honesto”; “véspera”; “preço”.
2. Lê a seguinte frase.
Nessa noite, o sapateiro cortou o último par de sapatos.
2.1. Indica o tempo ,o modo e a pessoa gramatical da forma verbal destacada.
________________________________________________________________________
2.2. Reescreve a frase, colocando a forma verbal no pretérito mais-que-perfeito
composto. ______________________________________________________________
3. Atenta na seguinte frase.
“– E eu– disse o homem – faço um par de sapatos para cada um.”
3.1. Reescreve a frase no discurso indireto.
O homem __________________________________________________________
4. Indica as funções sintáticas presentes na seguinte frase.
O sapateiro e a mulher ofereceram roupas aos anõezinhos.
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
5. Completa as frases com as seguintes palavras: à; há; Ah!
5.1. O sapateiro já não via a sua prima ___________ muito tempo.
5.2. ________O sapateiro e a mulher ficaram encantados com a surpresa.
5.3. O sapateiro deu um presente ___________ mulher.
5.4. Na casa do sapateiro ___________ um candeeiro novo.
6. Classifica a seguinte frase quanto ao tipo.
6.1. Os anões ajudaram-nos. ___________________________________
6.2. Reescreve a frase, transformando-a numa frase interrogativa negativa.
_____________________________________________________

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Pobreza no mundo e em Portugal

  • 1. Grupo I – Leitura e Educação Literária (50 pontos) Grupo I – Leitura e Educação Literária Texto A Lê o texto seguinte. Em luta contra a pobreza! Nodia17 deoutubroassinalou-seoDiaInternacionalpara a Erradicação da Pobreza. Mas, afinal, o que é ser pobre? Será que significa o mesmo em todas as partes do mundo? 5 10 15 17 de outubro é o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, um dia dedicado a combater a pobreza no mundo. Foi criado em 1992, depois de, cinco anos antes, nesse mesmo dia, mais de 100 mil pessoas se terem juntado para chamar a atenção sobre as pessoas que são afetadas pela fome e pela pobreza. (…) Mas para combater a pobreza, é preciso entender o que ela é. E a verdade é que "ser-se pobre" pode significar muitas coisas diferentes... O Banco Mundial define como "pobreza" alguém "viver com menos de um dólar americano por dia" (o que corresponde a, aproximadamente, 90 cêntimos, em euros). (…) A pobreza pelo mundo A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) estima que quase mil milhões de pessoas emtodo o mundo vivam em pobreza extrema, a grande maioria delas em zonas rurais (dependentes daquilo que a agricultura lhes der para conseguirem comer). A região do mundo mais afetada pela pobreza é a África subsariana. Mas também em Portugal há pessoas a passar grandes dificuldades. Em 2015, quase 27% da população que vivia em Portugal estava em risco de pobreza (fica a saber que, em Portugal, é considerado em risco de pobreza quem recebe menos de 5060 euros por ano - o que equivale, em média, a 420 euros por mês), um número superior à média dos restantes países da União Europeia. (…) Escola Básica António Correia de Oliveira Ficha Formativa Português – 6.º Ano
  • 2. Visão Júnior online, 14 de outubro de 2016 (texto adaptado; acedido em setembro de 2018) 1. Assinala com um X, de 1.1. a 1.4., a opção que completa corretamente cada frase, de acordo com o sentido do texto. 1.1. O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza foi criado em 1992… a. depois de, em 1988, mais de cem mil pessoas se terem juntado para chamar a atenção para o problema. b. depois de, em 1987, mais de cem mil pessoas terem provocado um motim. c. depois de, em 1987, mais de cem mil pessoas se terem juntado para chamar a atenção para o problema. d. depois de, em 1987, Joseph Wresinski ter chamado a atenção para o problema. 1.2. O Banco Alimentar define como “pobreza” a situação… a. de não se ter dinheiro sequer para comer. b. de se sobreviver com 90 dólares americanos por dia. c. de não se conseguir viver com os rendimentos que se tem. d. de se viver com menos de aproximadamente 90 cêntimos por dia. 1.3. Segundo as estimativas da Unesco, existemquase… a. mil milhões de pessoas que vivem em zonas rurais e lutam diariamente pela sobrevivência. b. mil milhões de pessoas que vivem numa situação de pobreza extrema. c. mil milhões de pessoas que vivem em África, no limiar da pobreza. d. mil milhões de pessoas que dependem daquilo que a agricultura lhes dá para conseguirem sobreviver. 1.4. Em 2015, em Portugal, 27% da população vivia em risco de pobreza, uma vez que estava a receber… a. menos de 420 € por ano. b. cerca de 5060 € por ano. c. menos de 5060 € por ano. d. um número muito inferior à média dos restantes países da União Europeia. 20 Apesar de tudo, estão a ser feitos progressos: nos últimos 30 anos, o número de pessoas a viver em pobreza extrema caiu para menos de metade. E um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas é conseguir reduzi-lo novamente para metade até 2030! Como dizia Joseph Wresinski: "a miséria é obra dos homens e só os homens a podem destruir".
  • 3. Texto B Lê o texto. Os anõezinhos sapateiros 5 10 15 20 25 30 35 Vítimas da pouca sorte, um sapateiro e a mulher encontraram-se na maior miséria. Estavam tão pobres que só tinham o cabedal necessário para fazer um par de sapatos. Nessa noite, o sapateiro cortou o último par de sapatos e pôs em cima da banca as peças para coser no dia seguinte. Depois, como era um bom homem, honesto e simples, fez as suas orações, pediu a Deus que o ajudasse no futuro, deitou-se e adormeceu. No dia seguinte, de manhã, quando se dirigiu à banca para acabar o trabalho, encontrou um par de sapatos prontos no sítio em que deixara os bocados que tinha cortado. Pegou neles e examinou-os, maravilhado: eram os sapatos mais bonitos que se possa imaginar, cosidos com tanta perfeição que não se via um único ponto fora do seu lugar! O sapateiro ainda estava a olhar para os sapatos quando entrou um freguês. Viu os sapatos e achou-os tão bonitos que os comprou logo, pagando-os por um bom preço. Com aquela quantia, o sapateiro pôde comprar bastante cabedal para fazer dois pares de sapatos. Cortou-os ao serão e, no dia seguinte, quando ia acabar a obra, encontrou novamente os sapatos prontos. Vendeu-os tão bem como os da véspera e pôde comprar bastante cabedal para fazer mais quatro pares. Tornou a cortá-los à noite e a encontrá-los prontos no dia seguinte. Aconteceu o mesmo todos os dias, até que o sapateiro já tinha ganhado o suficiente para viver sem dificuldades. Certa noite, perto do Natal, quando o bom homem já cortara o cabedal e o pusera como de costume em cima da banca, a mulher, a quem ele tinha contado tudo, propôs-lhe que ficassem toda a noite acordados para verem quem os estava a ajudar daquela maneira. O sapateiro achou a ideia boa. E, deixando a candeia acesa, esconderam-se ambos no quarto ao lado, e esperaram. Quando o relógio começou a bater a meia-noite, a porta abriu-se devagarinho e entraram dois anões, muito bonitos, completamente nus. Instalaram-se em frente da banca, pegaram nos bocados de cabedal já cortados e começaram a cosê-los com tanta habilidade que o sapateiro e a mulher não cabiam em si de espanto. E os anõezinhos não pararam de trabalhar até a obra estar pronta. A seguir, puseram os sapatos em cima da banca e desapareceram. Então, a mulher do sapateiro disse ao marido: — Estes anõezinhos tiraram-nos da miséria: vamos recompensá-los. Reparaste que estavam completamente nus? Vou fazer uma camisa, um colete, uns calções e um par de peúgas para cada um. —E eu— disse o homem— faço um par de sapatos para cada um. Na véspera de Natal estava tudo pronto.
  • 4. Irmãos Grimm, Os melhores Contos de Grimm (versão portuguesa de Ricardo Alberty), Lisboa, Ed. Verbo, 1972, pp. 66-68 (texto com supressões) 2. Identifica as personagens que intervêm neste conto. ________________________________________________________________________ 3. Refere três características que definam o caráter do sapateiro. ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ 4. Explica por que razão o sapateiro, a dado momento, passou a viver sem dificuldades. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ 5. A mulher do sapateiro, entretanto, teve uma ideia. Transcreve-a do texto. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 6. Sintetiza o que aconteceu à meia-noite. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 7. “Quando o relógio começou a bater a meia-noite…” (l. 26) 7.1. A palavra destacada foi utilizada no sentido próprio ou figurado? ___________________________________________________________________________ 8. A mulher do sapateiro percebeu que tinham sido os anõezinhos a fazer os sapatos, às escondidas. 8.1. O que decidiu ela fazer para os recompensar? __________________________________ ___________________________________________________________________________ 8.2. O que pensas sobre a sua atitude? ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 40 45 E, nessa noite, em vez de colocarem em cima da banca, como de costume, os bocados de cabedal cortados, o sapateiro e a mulher deixaram alios seus presentes. Depois esconderam- -se e esperaram para ver o que se passava. À meia-noite, os anõezinhos chegaram, aos pulos e às cambalhotas, dispostos a meter mãos ao trabalho. Mas em vez dos bocados de cabedal, encontraram as roupas feitas ao tamanho deles. Primeiro ficaram muito espantados. Mas, depois, saltaram de alegria e vestiram-se enquanto dançavam e cantavam, todos satisfeitos. E dançaram, dançaram, em cima da banca, dançaram em cima da cadeira, e, quando saíram ainda iam a dançar.
  • 5. 9. Atenta nas seguintes frases. Identifica os recursos expressivos utilizados. 9.1. “Depois, como era um bom homem, honesto e simples…” _______________________ 9.2. “Vou fazer uma camisa, um colete, uns calções e um par de peúgas para cada um.” __________________________ 10.Refere duas características do conto tradicional presentes no texto que leste. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ Grupo II Gramática 1. Das listas de palavras transcritas do texto, seleciona a única opção que inclui apenas nomes. A. “ainda”; “perfeição”; “sapateiro”; “trabalho”. B. “cabedal”; “obra”; “futuro”; “orações”. C. “candeia”; acesa”; “maravilhado”; “freguês”. D. “sapatos”; “honesto”; “véspera”; “preço”. 2. Lê a seguinte frase. Nessa noite, o sapateiro cortou o último par de sapatos. 2.1. Indica o tempo ,o modo e a pessoa gramatical da forma verbal destacada. ________________________________________________________________________ 2.2. Reescreve a frase, colocando a forma verbal no pretérito mais-que-perfeito composto. ______________________________________________________________ 3. Atenta na seguinte frase. “– E eu– disse o homem – faço um par de sapatos para cada um.” 3.1. Reescreve a frase no discurso indireto. O homem __________________________________________________________ 4. Indica as funções sintáticas presentes na seguinte frase. O sapateiro e a mulher ofereceram roupas aos anõezinhos. ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 5. Completa as frases com as seguintes palavras: à; há; Ah! 5.1. O sapateiro já não via a sua prima ___________ muito tempo. 5.2. ________O sapateiro e a mulher ficaram encantados com a surpresa. 5.3. O sapateiro deu um presente ___________ mulher. 5.4. Na casa do sapateiro ___________ um candeeiro novo. 6. Classifica a seguinte frase quanto ao tipo. 6.1. Os anões ajudaram-nos. ___________________________________ 6.2. Reescreve a frase, transformando-a numa frase interrogativa negativa. _____________________________________________________