Este documento discute a distinção entre ensinar teologia e fazer teologia. Afirma que ensinar teologia deve se concentrar em elucidar as regras e métodos do pensamento teológico, enquanto fazer teologia se refere à criação do discurso teológico sobre a experiência da fé. Defende que confundir esses dois lugares leva a impurezas metodológicas e exigências inadequadas da teologia ensinada.