O documento resume o Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal para transformar o espectador em sujeito ativo capaz de modificar a ação dramática. Aborda técnicas como Teatro-Fórum, Teatro-Imagem e o papel do "Curinga". Também discute como Plínio Marcos utilizou o Teatro do Oprimido em obras retratando a opressão como Barrela, O abajur lilás e Querô.