DPRH – Desenvolvimento Pessoal e Relações Humanas

                 Grupo de Estudos:
    Os jogos Sociais X Relações Humanas




             Fone: (51) 3228.8475 - (51) 9844.8520
Do que trata o Grupo de Estudos
• Liderança

• Resolução de Problemas

• Planejamento

• Regras de Convivência

• As complexidades da vida social

• Atualização

• As questões que parecem ocultas nas interações sociais

• Adaptar as regras para o seu jeito de atuar
Não seguimos só um autor, mas temos como guia o livro
  “As 48 leis do poder”, de Robert Greene. É um livro de
1998, sobre Filosofia do Poder e Psicologia do controle.
A aplicação sugerida é para administração e negócios.
Como o objetivo principal de uma pessoa é – ou deveria ser –
 seu desenvolvimento, sua felicidade, consideramos o livro
        possível de ser aplicado em “nosso negócio”.
 Numa triagem para a manutenção de relações qualificadas.
Essas técnicas baseiam-se nos estudos de
homens e mulheres que conseguiram lidar
 com autoridades, sem precisar dizer sim,
quando sentiam que era preciso dizer não.

                Ou seja,

conquistaram respeito para suas posições!
Porque é importante esse estudo?
Os escravos
não são mais
os vencidos,
    como
antigamente.
O que substituiu a força, antes
  utilizada para escravizar?
O conhecimento substituiu a força e
hoje temos:
    • Os códigos culturais;
    • O conhecimento das personalidades e
      seus funcionamentos;
    • ...
    Então, cria-se expectativas e através
      delas a necessidade.
A    sensação de sermos arrastados
para situações     que, por escolha,
manteríamos uma enorme distância,
é um bom exemplo, do quanto pode
ser frustrante a impotência que
experimentamos, quando servimos de
alvo para uma abordagem manipuladora.
Não conhecer os meios para se evitar
participar daquilo que se odeia é fragilizante.

Sentir-se sem poder diante de circunstâncias
   geradoras de infelicidade tira o sono de
              qualquer pessoa.
Podemos perder o prazer de estar vivos
e até comprometer a fé de que é possível
      um encontro com a felicidade.
“O poder é um jogo social.”

Gostaríamos de ficar longe dele, mas ficar a
margem da sociedade, parece ser ainda pior.
Parecemos andar, as vezes, em um labirinto.
Em um jogo social tudo deve parecer
 civilizado, decente, democrático e justo.


1. Fazer parte da sociedade nos torna aprendizes.

2. Sem conhecer as regras será que alcançaremos o
que buscamos ainda nesta vida?

3. E onde estão descritas essas regras?
Já fui avessa a jogos.
Enjoada da política estou até hoje.
Percebia as manipulações na mídia,
 mas nunca a tempo de evitá-las.
Então, se você é franco, transparente e sonhador,
procura ser mais verdadeiro em qualquer situação...
       Bem, temos uma identidade comum.
Quando li as regras pela primeira vez, foi instantâneo,
fiquei nauseada. Ainda hoje fico mareada, quando as
releio. Penso que não devo ser a única. Um exemplo:
Mulher, católica, fruto da filosofia de “pureza e bondade”...
  Claro que por escolha não queria conhecer a fundo esses
assuntos! Coisa mais maquiavélica. Vai que fico tentada
a ser tão perversa quanto as regras sugerem ?!
Para que gostem de mim, devo ser
                prestativa, um exemplo de compaixão,
                adivinhar as expectativas dos outros,
                me responsabilizar quando ninguém
                se responsabiliza. Enfim, ser uma boa
                pessoa. Certo? – Não! Está Errada!



Nós mulheres queremos e amamos os homens e
eles raramente seriam descritos desta maneira.
O meu lado puro (leia-se em crescimento)
        fica em dúvida (leia-se sofre);

Porém, já aceita ,“PARE”, não se deixe manipular.
HÁBITOS
                IAS                       VÍT
           Ê NC                              IMA
      IV                                        S
    V
                      RESISTÊNCIA
                                            AS
           MUT
              ANTE                       NÇ
                      S             C RE


Há resistência em abandonar hábitos e eles nos tornam
vítimas. As crenças que absorvemos, as vivências,
emoções, sentimentos, pesam a favor dos costumes
sociais, que eternizam o atual modelo de vida, através
do medo, principalmente, de algo ainda pior”.
Algo ainda pior é o jogo com o imaginário da
pessoa, algo que não é explicitado, uma ameaça
velada. Tem o tamanho que o manipulador quer
sugerir à vítima. Afinal, levantar-se e enfrentar um
opressor é praticamente desafiar alguém que se
teme mais do que se teme a Deus! Afinal, de Deus
espera-se atitudes justas.
As regras Carnegianas de relações humanas
       Carnegie, em uma época de desprezo
           pelas regras sociais, dizia:

  1. O que quer que se faça por outra pessoa,
      é preciso que se faça sinceramente.
2. Regra: “Coopere com o inevitável.”
Há momentos que a melhor decisão é parar tudo
 e olhar com atenção para o que está havendo.
3. Aprenda a fazer os outros se sentirem
    melhor a respeito de si mesmos.
4. Elogie!

                         Diga onde e quando
                       percebeu essa atitude.
                     Descreva a atuação elogiosa.



O mundo atual é crítico e veloz. Poucos registram os
acertos. É precioso contar com alguém que perceba
características positivas em nossas ações.
5. “Seja senhor de suas emoções”, um
conselho sábio de Og Mandino.

“A mais importante e fundamento crucial para não ser
um joguete nas mãos de alguém, é a habilidade de
dominar as emoções.

Reagir emocionalmente a uma situação é a maior
barreira para qualquer negociação...”

“As emoções embotam a razão e se você não
consegue ver com clareza não pode estar preparado
e reagir com um certo controle da situação.”
A raiva é a reação emocional mais
destrutiva, pois é a que mais
turva sua visão;

O amor e afeto também, quando
não    permitem     que   você
enxergue os interesses quase
sempre egoístas daqueles de
quem você menos desconfia estar
fazendo um jogo de poder.

Portanto, fica o convite:
Domine as suas emoções!
A Quebra dos Tabus
nos faz
entender que:



1 – Pureza não é sinônimo de ignorância!
2. Desconhecer as regras que movem a sociedade
desorienta a ação dos adultos e dos jovens que
estão sob seus cuidados;
— cria um choque entre o ambiente íntimo e a vida comunitária;

— tornam-se possíveis vítimas;
3. É inoportuna a rigidez

— Seguimos regras, consideradas éticas no “tempo em que
foram criadas” pela sociedade;

— Os tempos mudaram, as
regras para o funcionamento
do mundo mudaram;

— Flexibilizar, aperfeiçoar
Os velhos conceitos é um
trabalho que agora também
nos compete;
•   Há uma imensa satisfação em
    conseguir evitar as artimanhas
    de um manipulador;

— Temer ou fugir dos
ambientes onde há pessoas
desse tipo pode se tornar
uma tremenda dor de cabeça;

— Lembre-se, os realmente
  perigosos não são tão explícitos;

— Lidar sabiamente com essas
  situações inesperadas é contar com
  uma vida saudável e quem sabe,
  com a prática, se tornem
  “até” situações divertidas.
Esta é uma mostra dos trabalhos no
       Grupos de Estudos sobre:


         Os jogos sociais
                X
      As Relações Humanas

(DPRH – Desenvolvimento Pessoal e Relações Humanas)


Agradecemos a atenção e a oportunidade!

Técnicas de poder1

  • 1.
    DPRH – DesenvolvimentoPessoal e Relações Humanas Grupo de Estudos: Os jogos Sociais X Relações Humanas Fone: (51) 3228.8475 - (51) 9844.8520
  • 2.
    Do que tratao Grupo de Estudos • Liderança • Resolução de Problemas • Planejamento • Regras de Convivência • As complexidades da vida social • Atualização • As questões que parecem ocultas nas interações sociais • Adaptar as regras para o seu jeito de atuar
  • 3.
    Não seguimos sóum autor, mas temos como guia o livro “As 48 leis do poder”, de Robert Greene. É um livro de 1998, sobre Filosofia do Poder e Psicologia do controle.
  • 4.
    A aplicação sugeridaé para administração e negócios. Como o objetivo principal de uma pessoa é – ou deveria ser – seu desenvolvimento, sua felicidade, consideramos o livro possível de ser aplicado em “nosso negócio”. Numa triagem para a manutenção de relações qualificadas.
  • 5.
    Essas técnicas baseiam-senos estudos de homens e mulheres que conseguiram lidar com autoridades, sem precisar dizer sim, quando sentiam que era preciso dizer não. Ou seja, conquistaram respeito para suas posições!
  • 6.
  • 7.
    Os escravos não sãomais os vencidos, como antigamente.
  • 8.
    O que substituiua força, antes utilizada para escravizar?
  • 9.
    O conhecimento substituiua força e hoje temos: • Os códigos culturais; • O conhecimento das personalidades e seus funcionamentos; • ... Então, cria-se expectativas e através delas a necessidade.
  • 10.
    A sensação de sermos arrastados para situações que, por escolha, manteríamos uma enorme distância, é um bom exemplo, do quanto pode ser frustrante a impotência que experimentamos, quando servimos de alvo para uma abordagem manipuladora.
  • 11.
    Não conhecer osmeios para se evitar participar daquilo que se odeia é fragilizante. Sentir-se sem poder diante de circunstâncias geradoras de infelicidade tira o sono de qualquer pessoa.
  • 12.
    Podemos perder oprazer de estar vivos e até comprometer a fé de que é possível um encontro com a felicidade.
  • 13.
    “O poder éum jogo social.” Gostaríamos de ficar longe dele, mas ficar a margem da sociedade, parece ser ainda pior. Parecemos andar, as vezes, em um labirinto.
  • 14.
    Em um jogosocial tudo deve parecer civilizado, decente, democrático e justo. 1. Fazer parte da sociedade nos torna aprendizes. 2. Sem conhecer as regras será que alcançaremos o que buscamos ainda nesta vida? 3. E onde estão descritas essas regras?
  • 15.
  • 16.
    Enjoada da políticaestou até hoje.
  • 17.
    Percebia as manipulaçõesna mídia, mas nunca a tempo de evitá-las.
  • 18.
    Então, se vocêé franco, transparente e sonhador, procura ser mais verdadeiro em qualquer situação... Bem, temos uma identidade comum.
  • 19.
    Quando li asregras pela primeira vez, foi instantâneo, fiquei nauseada. Ainda hoje fico mareada, quando as releio. Penso que não devo ser a única. Um exemplo:
  • 21.
    Mulher, católica, frutoda filosofia de “pureza e bondade”... Claro que por escolha não queria conhecer a fundo esses assuntos! Coisa mais maquiavélica. Vai que fico tentada a ser tão perversa quanto as regras sugerem ?!
  • 22.
    Para que gostemde mim, devo ser prestativa, um exemplo de compaixão, adivinhar as expectativas dos outros, me responsabilizar quando ninguém se responsabiliza. Enfim, ser uma boa pessoa. Certo? – Não! Está Errada! Nós mulheres queremos e amamos os homens e eles raramente seriam descritos desta maneira.
  • 23.
    O meu ladopuro (leia-se em crescimento) fica em dúvida (leia-se sofre); Porém, já aceita ,“PARE”, não se deixe manipular.
  • 24.
    HÁBITOS IAS VÍT Ê NC IMA IV S V RESISTÊNCIA AS MUT ANTE NÇ S C RE Há resistência em abandonar hábitos e eles nos tornam vítimas. As crenças que absorvemos, as vivências, emoções, sentimentos, pesam a favor dos costumes sociais, que eternizam o atual modelo de vida, através do medo, principalmente, de algo ainda pior”.
  • 25.
    Algo ainda pioré o jogo com o imaginário da pessoa, algo que não é explicitado, uma ameaça velada. Tem o tamanho que o manipulador quer sugerir à vítima. Afinal, levantar-se e enfrentar um opressor é praticamente desafiar alguém que se teme mais do que se teme a Deus! Afinal, de Deus espera-se atitudes justas.
  • 26.
    As regras Carnegianasde relações humanas Carnegie, em uma época de desprezo pelas regras sociais, dizia: 1. O que quer que se faça por outra pessoa, é preciso que se faça sinceramente.
  • 27.
    2. Regra: “Cooperecom o inevitável.” Há momentos que a melhor decisão é parar tudo e olhar com atenção para o que está havendo.
  • 28.
    3. Aprenda afazer os outros se sentirem melhor a respeito de si mesmos.
  • 29.
    4. Elogie! Diga onde e quando percebeu essa atitude. Descreva a atuação elogiosa. O mundo atual é crítico e veloz. Poucos registram os acertos. É precioso contar com alguém que perceba características positivas em nossas ações.
  • 30.
    5. “Seja senhorde suas emoções”, um conselho sábio de Og Mandino. “A mais importante e fundamento crucial para não ser um joguete nas mãos de alguém, é a habilidade de dominar as emoções. Reagir emocionalmente a uma situação é a maior barreira para qualquer negociação...” “As emoções embotam a razão e se você não consegue ver com clareza não pode estar preparado e reagir com um certo controle da situação.”
  • 31.
    A raiva éa reação emocional mais destrutiva, pois é a que mais turva sua visão; O amor e afeto também, quando não permitem que você enxergue os interesses quase sempre egoístas daqueles de quem você menos desconfia estar fazendo um jogo de poder. Portanto, fica o convite: Domine as suas emoções!
  • 32.
  • 33.
    nos faz entender que: 1– Pureza não é sinônimo de ignorância!
  • 34.
    2. Desconhecer asregras que movem a sociedade desorienta a ação dos adultos e dos jovens que estão sob seus cuidados; — cria um choque entre o ambiente íntimo e a vida comunitária; — tornam-se possíveis vítimas;
  • 35.
    3. É inoportunaa rigidez — Seguimos regras, consideradas éticas no “tempo em que foram criadas” pela sociedade; — Os tempos mudaram, as regras para o funcionamento do mundo mudaram; — Flexibilizar, aperfeiçoar Os velhos conceitos é um trabalho que agora também nos compete;
  • 36.
    Há uma imensa satisfação em conseguir evitar as artimanhas de um manipulador; — Temer ou fugir dos ambientes onde há pessoas desse tipo pode se tornar uma tremenda dor de cabeça; — Lembre-se, os realmente perigosos não são tão explícitos; — Lidar sabiamente com essas situações inesperadas é contar com uma vida saudável e quem sabe, com a prática, se tornem “até” situações divertidas.
  • 37.
    Esta é umamostra dos trabalhos no Grupos de Estudos sobre: Os jogos sociais X As Relações Humanas (DPRH – Desenvolvimento Pessoal e Relações Humanas) Agradecemos a atenção e a oportunidade!

Notas do Editor