SISTEMA RESPIRATÓRIO
Constituição   Pulmões e vias aéreas.  Ventilação Movimento de ar para dentro e para fora dos pulmões. Respiração externa Troca do 02 no ar inspirado pelo CO2 no sangue. Se da no sistema respiratório. Respiração interna Troca do CO2 por 02 nas células. Se da nos tecidos. Transporte de gases Transporte de 02 para as células e CO2 das células. Se da no sistema circulatório.
SISTEMA RESPIRATÓRIO Porção condutora Fora dos pulmões  Cavidade nasal e oral, faringe, laringe, traquéia, brônquios primários Dentro dos pulmões   Brônquios secundários (lobares), terciários (segmentares), bronquíolos e bronquíolos terminais.  Porção respiratória Bronquíolos respiratórios, ducto alveolares, sacos alveolares e alvéolos
Porção condutora Transporta, filtra, umedece e aquece o ar inspirado Porção respiratória Troca de gases alvéolos
CAVIDADE NASAL Dividida em metades D e E pelo septo nasal cartilaginoso e ósseo. Cada metade é limitada por uma parede óssea e cartilaginosa. Conchas ou cornetos nasais : projeções ósseas nas paredes laterais. Superior, médio e inferior. Comunicação Anteriormente com o exterior pelas  narinas   Posteriormente com a nasofaringe pela  coana .
Epitélio respiratório  – pseudo-estratificado, cilíndrico, ciliado – exceto no vestíbulo nasal e na região olfatória. Células caliciformes – muco. LP – vasos abundantes, glândulas sero-mucosas, nódulos linfóides, plasmócitos (IgA, IgE e IgG) CAVIDADE NASAL
CAVIDADE NASAL   Vestíbulo nasal Porção anterior mais dilatada. Pele fina revestida por vibrissas (pêlos curtos e rígidos) – filtro para partículas >
Região olfatória da cavidade nasal 1. Teto da cavidade nasal 2. Porção superior do septo nasal 3. Concha nasal superior
MUCOSA OLFATÓRIA   Epitélio olfatório Percepção de odor. Participação no paladar. 1. Células olfatórias 2. Células de sustentação  3. Células basais
Células olfatórias Neurônios bipolares amielínicos Botão ou vesícula olfatória   Dilatação do dendrito na região apical Cílios olfatórios 6 a 8 cílios longos e imóveis na superfície livre do epitélio
Células olfatórias Região basal  Axônio penetra na lamina basal, se reúne outros axônios para formar feixes nervosos    passam pela placa cribiforme do etmóide no teto da cavidade nasal e fazem sinapses com neurônios do nervo olfatório (I par craniano).
Células de sustentação Colunares altas com microvilus na borda apical. Grânulos de secreção com pigmento amarelo.  Suporte físico, nutrição e isolamento elétrico das células olfatórias.
Células basais Superfície apical não alcança a superfície epitelial.  Capacidade proliferativa - repõem as células de sustentação e as olfatórias.
MUCOSA OLFATÓRIA Lâmina própria  Axônios de células olfatórias   Glândula olfatória serosa de Bowman   - Característica da mucosa olfatória - IgA, lactoferrina, lisozima e proteína de ligação a odorantes
SEIOS PARANASAIS Espaços nos ossos etmóide, esfenóide, frontal e maxilar – comunicam com a cavidade nasal. Revestidos por mucosa respiratória que repousa sobre uma lâmina própria com glândulas sero-mucosas e nódulos linfóides fusionada com o periósteo.  Cílios movimentam a camada de muco em direção á cavidade nasal.
 
FARINGE Da coana ate a abertura da laringe  Nasofaringe (porção superior)  Epitélio respiratório Orofaringe (porção intermediaria) e laringofaringe (porção inferior) Epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado Nasofaringe Orofaringe Laringofaringe
 
LARINGE Tubo rígido entre a faringe e a traquéia,  4x4cm. Parede - cartilagens hialinas e elásticas. Epitélio respiratório Epiglote e pregas vocais  Epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado Função Fonação (caixa de voz). Impedir a entrada de alimentos e líquidos no sistema respiratório durante a deglutição.
LARINGE Tireóide e cricóide Impar, cartilagem hialina Aritenóides Pares, porção superior cartilagem elástica e a inferior cartilagem hialina
 
Epiglote Impar, cartilagem elástica. Corniculadas e Cuneiformes  Pares e cartilagem elástica. LARINGE
LARINGE Cartilagens tireóide e cricóide  Suporte cilíndrico da laringe Epiglote   Cobertura sobre a abertura da laringe (adito laringueal)
LARINGE Luz da laringe possui pregas mucosas (pregas ou cordas vocais) Pregas vestibulares (falsas cordas vocais) Imóveis e superiores.  LP de tecido conjuntivo frouxo. Pregas vocais (cordas vocais verdadeiras)   Móveis e inferiores.  Margem livre - TC denso e elástico -  ligamento vocal  - liga os músculos vocais que alteram a tensão das cordas vocais e regulam a largura do espaço entre as pregas vocais (rima da glote)
 
TRAQUÉIA Tubo - 12x2cm.  Começa na cartilagem cricóide e termina em sua bifurcação para formar os brônquios primários.  Camadas Mucosa Submucosa  Adventícia
TRAQUÉIA Mucosa Epitélio respiratório. Lamina própria  TC subepitelial fibroelástico.  Nódulos linfóides e glândulas mucosas e seromucosas.  Lâmina elástica  Feixe de fibras elásticas separando a mucosa da submucosa.
EPITÉLIO RESPIRATÓRIO da TRAQUÉIA Microvilos e grânulos apicais de conteúdo seroso. 3% do total Serosas Microvilos altos.  Função sensorial? Células caliciformes sem grânulos 3% do total. Em escova Corpúsculos neuroepiteliais pulmonares – monitora os níveis de O2 e CO2 nas VA. 3% do total. DNES Região apical não alcança o lúmen.  Célula fonte. 30% do total. Basais Altas, com núcleo na região basal e cílios e microvilos na região apical. Movimenta o muco. 30% do total. Ciliadas Produz mucina. 30% do total.  Caliciformes Característica  Porcentagem Célula
TRAQUÉIA Submucosa TC denso fibroelástico com numerosas glândulas mucosas e seromucosas, elementos linfóides e vascular.
TRAQUÉIA Adventícia TC frouxo.  Contem os anéis em C  Ancora a traquéia ao tecidos vizinhos – esôfago e pescoço.
TRAQUÉIA Anéis em C 10 a 12 anéis de cartilagem hialina Formato de ferradura com abertura direcionada posteriormente Músculo traqueal   (músculo liso)  Une as extremidades posteriores dos anéis Contração reduz a luz da traquéia - ar passa mais rápido, necessário na tosse, para expulsão de material estranho. Pericôndrio dos anéis vizinhos são unidos por TC fibrocartilaginoso – permite o alongamento da traquéia na inspiração
 
ÁRVORE BRÔNQUICA Extrapulmonar Brônquios primários direito e esquerdo. Intrapulmonar Brônquio secundário (lobular) Brônquio terciário (segmentar) Bronquíolo. Bronquíolo terminal. Bronquíolo respiratório. Ducto, saco e alvéolo. Do brônquio primário ao bronquíolo respiratório – divide 15 a 20 vezes.
ÁRVORE BRÔNQUICA Mudanças nas VA até os bronquíolos respiratórios   Diminuição da quantidade de cartilagem, glândulas, células caliciformes e altura das células epiteliais. Aumento de músculo liso e tecido fibroelástico (em relação a espessura da parede).
 
 
Tecido Linfóide Associado ao Brônquio (BALT)
Brônquios primários Estrutura idêntica à da traquéia.
Brônquios primários Cada brônquio primário, acompanhado por artérias e veias pulmonares, e vasos linfáticos penetram  no pulmão, ramificam transformando-se em brônquios secundários.
Brônquios secundários Originado da ramificação do brônquio primário. 1 para cada lobo pulmonar –  brônquios lobares . Pulmão direito – 3 brônquios secundários. Pulmão esquerdo – 2 brônquios secundários.
Brônquios terciários – segmentares Originado da ramificação do brônquio secundário. Supre de ar um segmento broncopulmonar. Cada pulmão contem 10 segmentos separados por TC. Arborizam em ramos de diâmetros menores originando os bronquíolos.
Brônquios secundários e terciários Diferenças do brônquios primários   Anéis em C substituídos por placas de cartilagem hialina que circundam o lúmen dos brônquios. Músculo liso, em duas camadas espiraladas e em direções opostas, localizado na interface da lâmina própria e da submucosa.
Bronquíolos Bronquíolos terminais.  Bronquíolos respiratórios. Bronquíolo
Bronquíolo Paredes interrompidas por estruturas em forma de bolsa com paredes finas -  alvéolos .  Termina em um ducto alveolar. Inicio da porção respiratória do sistema respiratório Bronquíolo respiratório Suprem os ácinos pulmonares - subdivisões do lóbulo pulmonar.  < 1 mm Término da porção condutora da árvore brônquica.  Bronquíolo terminal Supre de ar um lóbulo pulmonar.  até 1 mm Bronquíolo primário Característica  Diâmetro
Bronquíolo primário / bronquíolo Epitélio Respiratório. Células de Clara Lâmina própria  Ausência de glândulas Músculo liso orientado de forma helicoidal.  A parede sem cartilagem  Fibras elásticas circundando o músculo liso.
Bronquíolo primário / bronquíolo Células de Clara  Grânulos de secreção contendo glicoproteínas que degradam toxinas do ar inalado - enzimas citocromo P-450 no REL.  Produz surfactante-simile - reduz a tensão superficial dos bronquíolos e facilita a manutenção de sua desobstrução. Células tronco – dividem e regeneram o epitélio bronquiolar.
Bronquíolos terminais Ausência de cartilagem Epitélio   Células de Clara e  respiratório.  Lâmina própria  TC fibroelástico, circundado por uma ou duas camadas de músculo liso.
Porção respiratória do sistema respiratório Bronquíolos respiratórios. Ductos alveolares. Sacos alveolares. Alvéolos.  Locais onde ocorrem a troca de gases.
 
 
Ductos alveolares, átrio e sacos alveolares Estruturas supridas por rede capilar abundante Ductos alveolares Ausência de parede própria - arranjo linear de alvéolos Originados das ramificações do bronquíolo respiratório. Terminam como bolsa de fundo cego constituídas de dois ou mais pequenos grupos de alvéolos -  saco alveolar  - se abrem em um espaço comum -  átrio .
Célula de clara
Alvéolos Pequenas projeções saculares dos bronquíolos respiratórios, ductos e sacos alveolares. Dá aos pulmões consistência esponjosa.  Superfície de trocas gasosas exceda a 140 m 2 . Unidade funcional e estrutural primaria do sistema respiratório - permitem as trocas gasosas entre o ar e o sangue capilar.
Alvéolos Relação entre alvéolos Poro alveolar de Kohn   Permite a comunicação alveolar Septos interalveolares TC entre os alvéolos  Abundante rede capilar continuo originados das artérias pulmonares e drenados as veias pulmonares. Pneumócitos tipo I e tipo II  Compõe os alvéolos Repousados sobre lâmina basal
Alvéolos Pneumócitos tipo I  (células alveolares tipo I ou pavimentosas) Epitélio simples pavimentoso.  95% da superfície alveolar. Citoplasma delgado.
 
Pneumócitos tipo I (células alveolares tipo I ou pavimentosas) Junções de oclusão entre si, evitando o escape do fluido extracelular (fluido tissular) para dentro do lúmen alveolar.
Alvéolos Pneumócitos tipo II  (grandes células alveolares, células septais ou células alveolares tipo II) Células cúbicas dispersas. 5% da superfície alveolar.  Forma junções de oclusão com pneumócitos tipo I.  Corpos lamelares   Estrutura revestida por membrana contêm surfactante pulmonar
Alvéolos Pneumócitos tipo II  (grandes células alveolares, células septais ou células alveolares tipo II) Produzem e fagocitam o surfactante pulmonar Sofrem mitoses e regeneram eles próprios e os pneumócitos tipo I Corpos lamelares  Estrutura revestida por membrana contêm surfactante pulmonar
Composto lipopretéico Fosfolipídios - dipalmitoil fosfatidilcolina e fosfatidil glicerol Apoproteínas surfactantes (SP-A) A, B, C e D Liberado por exocitose na luz do alvéolo Diminui a tensão superficial, evitando o colapso do alvéolo (atelectasia) Surfactante pulmonar
Corpo lamelar Pneumócito tipo II
Septo interalveolar Região entre dois alvéolos adjacentes .   TC interalveolar Contem Elementos do TC (fibroblastos, fibras colágenas e elásticas) Capilar contínuo com sua lâmina basal  Macrófagos. Mastócitos. Elementos linfóides.
Septo interalveolar
Macrófagos alveolares Monócitos chegam ao interstício pulmonar e tornam-se macrófagos alveolares ou células de poeira. Migram entre os pneumócitos tipo I e entram na luz do alvéolo.  Estas células fagocitam material particulado, como poeira e bactérias, mantendo estéril o ambiente pulmonar. Fagocitam surfactante junto com os PNM tipo II
Célula tipo I
Barreira hematoaérea Região mais delgadas do septo interalveolar onde ocorre as trocas gasosas. Constituída Surfactante pulmonar  PNM tipo I. Lâmina basal dos PNM tipo I. Lâmina basal da célula endotelial Célula endotelial do capilar
 
PLEURAS Caixa torácica Cavidade torácica direita e esquerda. Mediastino.
PLEURAS Serosa  Epitélio simples pavimentoso (mesotélio)  Pleura visceral Reveste o pulmão Pleura parietal   Reveste a cavidade torácica  Une-se no hilo de cada pulmão Cavidade pleural Cavidade entre as pleuras contendo liquido seroso

Sistema VentilatóRio

  • 1.
  • 2.
    Constituição Pulmões e vias aéreas. Ventilação Movimento de ar para dentro e para fora dos pulmões. Respiração externa Troca do 02 no ar inspirado pelo CO2 no sangue. Se da no sistema respiratório. Respiração interna Troca do CO2 por 02 nas células. Se da nos tecidos. Transporte de gases Transporte de 02 para as células e CO2 das células. Se da no sistema circulatório.
  • 3.
    SISTEMA RESPIRATÓRIO Porçãocondutora Fora dos pulmões Cavidade nasal e oral, faringe, laringe, traquéia, brônquios primários Dentro dos pulmões Brônquios secundários (lobares), terciários (segmentares), bronquíolos e bronquíolos terminais. Porção respiratória Bronquíolos respiratórios, ducto alveolares, sacos alveolares e alvéolos
  • 4.
    Porção condutora Transporta,filtra, umedece e aquece o ar inspirado Porção respiratória Troca de gases alvéolos
  • 5.
    CAVIDADE NASAL Divididaem metades D e E pelo septo nasal cartilaginoso e ósseo. Cada metade é limitada por uma parede óssea e cartilaginosa. Conchas ou cornetos nasais : projeções ósseas nas paredes laterais. Superior, médio e inferior. Comunicação Anteriormente com o exterior pelas narinas Posteriormente com a nasofaringe pela coana .
  • 6.
    Epitélio respiratório – pseudo-estratificado, cilíndrico, ciliado – exceto no vestíbulo nasal e na região olfatória. Células caliciformes – muco. LP – vasos abundantes, glândulas sero-mucosas, nódulos linfóides, plasmócitos (IgA, IgE e IgG) CAVIDADE NASAL
  • 7.
    CAVIDADE NASAL Vestíbulo nasal Porção anterior mais dilatada. Pele fina revestida por vibrissas (pêlos curtos e rígidos) – filtro para partículas >
  • 8.
    Região olfatória dacavidade nasal 1. Teto da cavidade nasal 2. Porção superior do septo nasal 3. Concha nasal superior
  • 9.
    MUCOSA OLFATÓRIA Epitélio olfatório Percepção de odor. Participação no paladar. 1. Células olfatórias 2. Células de sustentação 3. Células basais
  • 10.
    Células olfatórias Neurôniosbipolares amielínicos Botão ou vesícula olfatória Dilatação do dendrito na região apical Cílios olfatórios 6 a 8 cílios longos e imóveis na superfície livre do epitélio
  • 11.
    Células olfatórias Regiãobasal Axônio penetra na lamina basal, se reúne outros axônios para formar feixes nervosos  passam pela placa cribiforme do etmóide no teto da cavidade nasal e fazem sinapses com neurônios do nervo olfatório (I par craniano).
  • 12.
    Células de sustentaçãoColunares altas com microvilus na borda apical. Grânulos de secreção com pigmento amarelo. Suporte físico, nutrição e isolamento elétrico das células olfatórias.
  • 13.
    Células basais Superfícieapical não alcança a superfície epitelial. Capacidade proliferativa - repõem as células de sustentação e as olfatórias.
  • 14.
    MUCOSA OLFATÓRIA Lâminaprópria Axônios de células olfatórias Glândula olfatória serosa de Bowman - Característica da mucosa olfatória - IgA, lactoferrina, lisozima e proteína de ligação a odorantes
  • 15.
    SEIOS PARANASAIS Espaçosnos ossos etmóide, esfenóide, frontal e maxilar – comunicam com a cavidade nasal. Revestidos por mucosa respiratória que repousa sobre uma lâmina própria com glândulas sero-mucosas e nódulos linfóides fusionada com o periósteo. Cílios movimentam a camada de muco em direção á cavidade nasal.
  • 16.
  • 17.
    FARINGE Da coanaate a abertura da laringe Nasofaringe (porção superior) Epitélio respiratório Orofaringe (porção intermediaria) e laringofaringe (porção inferior) Epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado Nasofaringe Orofaringe Laringofaringe
  • 18.
  • 19.
    LARINGE Tubo rígidoentre a faringe e a traquéia, 4x4cm. Parede - cartilagens hialinas e elásticas. Epitélio respiratório Epiglote e pregas vocais Epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado Função Fonação (caixa de voz). Impedir a entrada de alimentos e líquidos no sistema respiratório durante a deglutição.
  • 20.
    LARINGE Tireóide ecricóide Impar, cartilagem hialina Aritenóides Pares, porção superior cartilagem elástica e a inferior cartilagem hialina
  • 21.
  • 22.
    Epiglote Impar, cartilagemelástica. Corniculadas e Cuneiformes Pares e cartilagem elástica. LARINGE
  • 23.
    LARINGE Cartilagens tireóidee cricóide Suporte cilíndrico da laringe Epiglote Cobertura sobre a abertura da laringe (adito laringueal)
  • 24.
    LARINGE Luz dalaringe possui pregas mucosas (pregas ou cordas vocais) Pregas vestibulares (falsas cordas vocais) Imóveis e superiores. LP de tecido conjuntivo frouxo. Pregas vocais (cordas vocais verdadeiras) Móveis e inferiores. Margem livre - TC denso e elástico - ligamento vocal - liga os músculos vocais que alteram a tensão das cordas vocais e regulam a largura do espaço entre as pregas vocais (rima da glote)
  • 25.
  • 26.
    TRAQUÉIA Tubo -12x2cm. Começa na cartilagem cricóide e termina em sua bifurcação para formar os brônquios primários. Camadas Mucosa Submucosa Adventícia
  • 27.
    TRAQUÉIA Mucosa Epitéliorespiratório. Lamina própria TC subepitelial fibroelástico. Nódulos linfóides e glândulas mucosas e seromucosas. Lâmina elástica Feixe de fibras elásticas separando a mucosa da submucosa.
  • 28.
    EPITÉLIO RESPIRATÓRIO daTRAQUÉIA Microvilos e grânulos apicais de conteúdo seroso. 3% do total Serosas Microvilos altos. Função sensorial? Células caliciformes sem grânulos 3% do total. Em escova Corpúsculos neuroepiteliais pulmonares – monitora os níveis de O2 e CO2 nas VA. 3% do total. DNES Região apical não alcança o lúmen. Célula fonte. 30% do total. Basais Altas, com núcleo na região basal e cílios e microvilos na região apical. Movimenta o muco. 30% do total. Ciliadas Produz mucina. 30% do total. Caliciformes Característica Porcentagem Célula
  • 29.
    TRAQUÉIA Submucosa TCdenso fibroelástico com numerosas glândulas mucosas e seromucosas, elementos linfóides e vascular.
  • 30.
    TRAQUÉIA Adventícia TCfrouxo. Contem os anéis em C Ancora a traquéia ao tecidos vizinhos – esôfago e pescoço.
  • 31.
    TRAQUÉIA Anéis emC 10 a 12 anéis de cartilagem hialina Formato de ferradura com abertura direcionada posteriormente Músculo traqueal (músculo liso) Une as extremidades posteriores dos anéis Contração reduz a luz da traquéia - ar passa mais rápido, necessário na tosse, para expulsão de material estranho. Pericôndrio dos anéis vizinhos são unidos por TC fibrocartilaginoso – permite o alongamento da traquéia na inspiração
  • 32.
  • 33.
    ÁRVORE BRÔNQUICA ExtrapulmonarBrônquios primários direito e esquerdo. Intrapulmonar Brônquio secundário (lobular) Brônquio terciário (segmentar) Bronquíolo. Bronquíolo terminal. Bronquíolo respiratório. Ducto, saco e alvéolo. Do brônquio primário ao bronquíolo respiratório – divide 15 a 20 vezes.
  • 34.
    ÁRVORE BRÔNQUICA Mudançasnas VA até os bronquíolos respiratórios Diminuição da quantidade de cartilagem, glândulas, células caliciformes e altura das células epiteliais. Aumento de músculo liso e tecido fibroelástico (em relação a espessura da parede).
  • 35.
  • 36.
  • 37.
    Tecido Linfóide Associadoao Brônquio (BALT)
  • 38.
    Brônquios primários Estruturaidêntica à da traquéia.
  • 39.
    Brônquios primários Cadabrônquio primário, acompanhado por artérias e veias pulmonares, e vasos linfáticos penetram no pulmão, ramificam transformando-se em brônquios secundários.
  • 40.
    Brônquios secundários Originadoda ramificação do brônquio primário. 1 para cada lobo pulmonar – brônquios lobares . Pulmão direito – 3 brônquios secundários. Pulmão esquerdo – 2 brônquios secundários.
  • 41.
    Brônquios terciários –segmentares Originado da ramificação do brônquio secundário. Supre de ar um segmento broncopulmonar. Cada pulmão contem 10 segmentos separados por TC. Arborizam em ramos de diâmetros menores originando os bronquíolos.
  • 42.
    Brônquios secundários eterciários Diferenças do brônquios primários Anéis em C substituídos por placas de cartilagem hialina que circundam o lúmen dos brônquios. Músculo liso, em duas camadas espiraladas e em direções opostas, localizado na interface da lâmina própria e da submucosa.
  • 43.
    Bronquíolos Bronquíolos terminais. Bronquíolos respiratórios. Bronquíolo
  • 44.
    Bronquíolo Paredes interrompidaspor estruturas em forma de bolsa com paredes finas - alvéolos . Termina em um ducto alveolar. Inicio da porção respiratória do sistema respiratório Bronquíolo respiratório Suprem os ácinos pulmonares - subdivisões do lóbulo pulmonar. < 1 mm Término da porção condutora da árvore brônquica. Bronquíolo terminal Supre de ar um lóbulo pulmonar. até 1 mm Bronquíolo primário Característica Diâmetro
  • 45.
    Bronquíolo primário /bronquíolo Epitélio Respiratório. Células de Clara Lâmina própria Ausência de glândulas Músculo liso orientado de forma helicoidal. A parede sem cartilagem Fibras elásticas circundando o músculo liso.
  • 46.
    Bronquíolo primário /bronquíolo Células de Clara Grânulos de secreção contendo glicoproteínas que degradam toxinas do ar inalado - enzimas citocromo P-450 no REL. Produz surfactante-simile - reduz a tensão superficial dos bronquíolos e facilita a manutenção de sua desobstrução. Células tronco – dividem e regeneram o epitélio bronquiolar.
  • 47.
    Bronquíolos terminais Ausênciade cartilagem Epitélio Células de Clara e respiratório. Lâmina própria TC fibroelástico, circundado por uma ou duas camadas de músculo liso.
  • 48.
    Porção respiratória dosistema respiratório Bronquíolos respiratórios. Ductos alveolares. Sacos alveolares. Alvéolos. Locais onde ocorrem a troca de gases.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
    Ductos alveolares, átrioe sacos alveolares Estruturas supridas por rede capilar abundante Ductos alveolares Ausência de parede própria - arranjo linear de alvéolos Originados das ramificações do bronquíolo respiratório. Terminam como bolsa de fundo cego constituídas de dois ou mais pequenos grupos de alvéolos - saco alveolar - se abrem em um espaço comum - átrio .
  • 52.
  • 53.
    Alvéolos Pequenas projeçõessaculares dos bronquíolos respiratórios, ductos e sacos alveolares. Dá aos pulmões consistência esponjosa. Superfície de trocas gasosas exceda a 140 m 2 . Unidade funcional e estrutural primaria do sistema respiratório - permitem as trocas gasosas entre o ar e o sangue capilar.
  • 54.
    Alvéolos Relação entrealvéolos Poro alveolar de Kohn Permite a comunicação alveolar Septos interalveolares TC entre os alvéolos Abundante rede capilar continuo originados das artérias pulmonares e drenados as veias pulmonares. Pneumócitos tipo I e tipo II Compõe os alvéolos Repousados sobre lâmina basal
  • 55.
    Alvéolos Pneumócitos tipoI (células alveolares tipo I ou pavimentosas) Epitélio simples pavimentoso. 95% da superfície alveolar. Citoplasma delgado.
  • 56.
  • 57.
    Pneumócitos tipo I(células alveolares tipo I ou pavimentosas) Junções de oclusão entre si, evitando o escape do fluido extracelular (fluido tissular) para dentro do lúmen alveolar.
  • 58.
    Alvéolos Pneumócitos tipoII (grandes células alveolares, células septais ou células alveolares tipo II) Células cúbicas dispersas. 5% da superfície alveolar. Forma junções de oclusão com pneumócitos tipo I. Corpos lamelares Estrutura revestida por membrana contêm surfactante pulmonar
  • 59.
    Alvéolos Pneumócitos tipoII (grandes células alveolares, células septais ou células alveolares tipo II) Produzem e fagocitam o surfactante pulmonar Sofrem mitoses e regeneram eles próprios e os pneumócitos tipo I Corpos lamelares Estrutura revestida por membrana contêm surfactante pulmonar
  • 60.
    Composto lipopretéico Fosfolipídios- dipalmitoil fosfatidilcolina e fosfatidil glicerol Apoproteínas surfactantes (SP-A) A, B, C e D Liberado por exocitose na luz do alvéolo Diminui a tensão superficial, evitando o colapso do alvéolo (atelectasia) Surfactante pulmonar
  • 61.
  • 62.
    Septo interalveolar Regiãoentre dois alvéolos adjacentes . TC interalveolar Contem Elementos do TC (fibroblastos, fibras colágenas e elásticas) Capilar contínuo com sua lâmina basal Macrófagos. Mastócitos. Elementos linfóides.
  • 63.
  • 64.
    Macrófagos alveolares Monócitoschegam ao interstício pulmonar e tornam-se macrófagos alveolares ou células de poeira. Migram entre os pneumócitos tipo I e entram na luz do alvéolo. Estas células fagocitam material particulado, como poeira e bactérias, mantendo estéril o ambiente pulmonar. Fagocitam surfactante junto com os PNM tipo II
  • 65.
  • 66.
    Barreira hematoaérea Regiãomais delgadas do septo interalveolar onde ocorre as trocas gasosas. Constituída Surfactante pulmonar PNM tipo I. Lâmina basal dos PNM tipo I. Lâmina basal da célula endotelial Célula endotelial do capilar
  • 67.
  • 68.
    PLEURAS Caixa torácicaCavidade torácica direita e esquerda. Mediastino.
  • 69.
    PLEURAS Serosa Epitélio simples pavimentoso (mesotélio) Pleura visceral Reveste o pulmão Pleura parietal Reveste a cavidade torácica Une-se no hilo de cada pulmão Cavidade pleural Cavidade entre as pleuras contendo liquido seroso