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SISTEMA RESPIRATÓRIO Prof. Arlei
O que é ? Respiração Celular  – Produção de ATP (moeda energética da célula) através da quebra da glicose em gás carbônico e água, utilizando-se oxigênio. Hematose  – Trocas gasosas.
A palavra respiração é utilizada comumente para designar dois processos diferentes, a respiração celular e as trocas gasosas dos organismos,  NÃO ESQUEÇA  que cientificamente o termo respiração é restrito a respiração celular.
Tipos de respiração Difusão Simples – Poríferos e Cnidários
Respiração Traqueal  Não há transporte de gases através do sangue (hemolinfa) Ocorre nos insetos terrestres
Respiração Filotraqueal Pequenos espiráculos distribuídos pela parte externa do corpo do animal, com finas membras, em contato com o sangue (hemolinfa) Típica dos aracnídeos
Respiração Branquial Utiliza estruturas denominadas brânquias. Utiliza o oxigênio  dissolvido  na água. Típica de animais aquáticos.
Respiração cutânea Trocas gasosas pela pele A pele tem que estar úmida Geralmente uma respiração complementar Respiração típica em anfíbios
Respiração pulmonar Utiliza estruturas para trocas gasosas denominadas pulmões. Típica respiração de animais terrestres. Os animais terrestres possuem vantagem sobre os aquáticos pois a quantidade de oxigênio do ar é cerca de 10 vezes maior que na água. Problema: Perda de água através das superfícies respiratórias Os pulmões são geralmente constituídos por pequenos sacos denominados alvéolos, compostos por células sempre úmidas e com altíssima irrigação sanguínea.
Sistema Respiratório Humano
O oxigênio é transportado em sua grande maioria nas hemácias e o gás carbônico dissolvido no plasma. Curiosidade: Um adulto possuem mais de 300 milhões de alvéolos nos pulmões, perfazendo uma área de aproximadamente 80m 2
 
 
FISIOLOGIA DA RESPIRAÇÃO Ventilação pulmonar A  inspiração , dá-se pela contração da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma abaixa e as costelas elevam-se, promovendo o aumento da caixa torácica, com conseqüente redução da pressão interna (em relação à externa), forçando o ar a entrar nos pulmões. A  expiração , dá-se pelo relaxamento da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma eleva-se e as costelas abaixam, o que diminui o volume da caixa torácica, com conseqüente aumento da pressão interna, forçando o ar a sair dos pulmões.  
A   inspiração ,  dá-se pela contração da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma abaixa e as costelas elevam-se, promovendo o aumento da caixa torácica, com conseqüente redução da pressão interna (em relação à externa), forçando o ar a entrar nos pulmões. A   expiração ,  dá-se pelo relaxamento da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma eleva-se e as costelas abaixam, o que diminui o volume da caixa torácica, com conseqüente aumento da pressão interna, forçando o ar a sair dos pulmões . Ventilação pulmonar
Ventilação pulmonar
Transporte de gases respiratórios O transporte de gás  oxigênio  está a cargo da  hemoglobina ,  proteína presente nas hemácias. Cada molécula de hemoglobina combina-se com 4 moléculas de gás oxigênio, formando a  oxi-hemoglobina .
HEMATOSE Nos  alvéolos pulmonares  o gás oxigênio do ar difunde-se para os capilares sangüíneos e penetra nas hemácias, onde se combina com a hemoglobina, enquanto o gás carbônico (CO2) é liberado para o ar (processo chamado  hematose ).
Nos tecidos ocorre um processo inverso : o gás oxigênio dissocia-se da hemoglobina e difunde-se pelo líquido tissular, atingindo as células. A maior parte do gás carbônico (cerca de 70%) liberado pelas células no líquido tissular penetra nas hemácias e reage com a água, formando o ácido carbônico, que logo se dissocia e dá origem a íons  H+ e bicarbonato (HCO3-),  difundindo-se para o plasma sangüíneo, onde ajudam a manter o grau de acidez do sangue. Cerca de 23% do  gás carbônico  liberado pelos tecidos associam-se à própria hemoglobina, formando a  carboemoglobina .  O restante dissolve-se no plasma
HEMATOSE
  Controle da respiração Em relativo repouso, a freqüência respiratória é da ordem de 10 a 15 movimentos por minuto. A respiração é controlada automaticamente por um centro nervoso localizado no  bulbo . O mais importante músculo da respiração, o diafragma, recebe os sinais respiratórios através de um nervo especial, o  nervo frênico , que deixa a medula espinhal na metade superior do pescoço e dirige-se para baixo, através do tórax até o diafragma
Controle da respiração Em condições normais, o centro respiratório (CR) produz, a cada 5 segundos, um impulso nervoso que estimula a contração da musculatura torácica e do diafragma, fazendo-nos inspirar. O CR é capaz de aumentar e de diminuir tanto a freqüência como a amplitude dos movimentos respiratórios, pois  possui quimiorreceptores que são bastante sensíveis ao pH do plasma. Essa capacidade permite que os tecidos recebam a quantidade de oxigênio que necessitam, além de remover adequadamente o gás carbônico.
Controle da respiração Quando o sangue torna-se mais ácido devido ao aumento do gás carbônico, o centro respiratório induz a aceleração dos movimentos respiratórios. Dessa forma, tanto a freqüência quanto a amplitude da respiração tornam-se aumentadas devido à excitação do CR. Em situação contrária, com a depressão do CR, ocorre diminuição da freqüência e amplitude respiratórias.
Controle da respiração A respiração é ainda o principal mecanismo de controle do pH do sangue. O aumento da concentração de CO2 desloca a reação para a direita, enquanto sua redução desloca para a esquerda.
Controle da respiração Centro Respiratório (CR) Excitado Aumenta a frequência respiratória Centro Respiratório (CR) Deprimido Diminui a frequência respiratória
Controle da respiração Concentração de CO 2 Alta: Excita o CR Baixa: Deprime o CR Concentração de O 2 Alta: Deprime o CR Baixa: Excita o CR pH do sangue Acidose: pH < 7,36 – Excita o CR Alcalose: pH > 7,44 – Deprime o CR
Resumindo Centro Respiratório (CR) Excitado Aumenta a frequência respiratória Centro Respiratório (CR) Deprimido Diminui a frequência respiratória Concentração de CO2 Alta: Excita o CR Baixa: Deprime o CR Concentração de O2 Alta: Deprime o CR Baixa: Excita o CR pH do sangue Acidose: pH < 7,36  –  Excita o CR Alcalose: pH > 7,44  –  Deprime o CR

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Sistema respiratório - Prof. Arlei

  • 2. O que é ? Respiração Celular – Produção de ATP (moeda energética da célula) através da quebra da glicose em gás carbônico e água, utilizando-se oxigênio. Hematose – Trocas gasosas.
  • 3. A palavra respiração é utilizada comumente para designar dois processos diferentes, a respiração celular e as trocas gasosas dos organismos, NÃO ESQUEÇA que cientificamente o termo respiração é restrito a respiração celular.
  • 4. Tipos de respiração Difusão Simples – Poríferos e Cnidários
  • 5. Respiração Traqueal Não há transporte de gases através do sangue (hemolinfa) Ocorre nos insetos terrestres
  • 6. Respiração Filotraqueal Pequenos espiráculos distribuídos pela parte externa do corpo do animal, com finas membras, em contato com o sangue (hemolinfa) Típica dos aracnídeos
  • 7. Respiração Branquial Utiliza estruturas denominadas brânquias. Utiliza o oxigênio dissolvido na água. Típica de animais aquáticos.
  • 8. Respiração cutânea Trocas gasosas pela pele A pele tem que estar úmida Geralmente uma respiração complementar Respiração típica em anfíbios
  • 9. Respiração pulmonar Utiliza estruturas para trocas gasosas denominadas pulmões. Típica respiração de animais terrestres. Os animais terrestres possuem vantagem sobre os aquáticos pois a quantidade de oxigênio do ar é cerca de 10 vezes maior que na água. Problema: Perda de água através das superfícies respiratórias Os pulmões são geralmente constituídos por pequenos sacos denominados alvéolos, compostos por células sempre úmidas e com altíssima irrigação sanguínea.
  • 11. O oxigênio é transportado em sua grande maioria nas hemácias e o gás carbônico dissolvido no plasma. Curiosidade: Um adulto possuem mais de 300 milhões de alvéolos nos pulmões, perfazendo uma área de aproximadamente 80m 2
  • 12.  
  • 13.  
  • 14. FISIOLOGIA DA RESPIRAÇÃO Ventilação pulmonar A inspiração , dá-se pela contração da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma abaixa e as costelas elevam-se, promovendo o aumento da caixa torácica, com conseqüente redução da pressão interna (em relação à externa), forçando o ar a entrar nos pulmões. A expiração , dá-se pelo relaxamento da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma eleva-se e as costelas abaixam, o que diminui o volume da caixa torácica, com conseqüente aumento da pressão interna, forçando o ar a sair dos pulmões.  
  • 15. A inspiração , dá-se pela contração da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma abaixa e as costelas elevam-se, promovendo o aumento da caixa torácica, com conseqüente redução da pressão interna (em relação à externa), forçando o ar a entrar nos pulmões. A expiração , dá-se pelo relaxamento da musculatura do diafragma e dos músculos intercostais. O diafragma eleva-se e as costelas abaixam, o que diminui o volume da caixa torácica, com conseqüente aumento da pressão interna, forçando o ar a sair dos pulmões . Ventilação pulmonar
  • 17. Transporte de gases respiratórios O transporte de gás oxigênio está a cargo da hemoglobina , proteína presente nas hemácias. Cada molécula de hemoglobina combina-se com 4 moléculas de gás oxigênio, formando a oxi-hemoglobina .
  • 18. HEMATOSE Nos alvéolos pulmonares o gás oxigênio do ar difunde-se para os capilares sangüíneos e penetra nas hemácias, onde se combina com a hemoglobina, enquanto o gás carbônico (CO2) é liberado para o ar (processo chamado hematose ).
  • 19. Nos tecidos ocorre um processo inverso : o gás oxigênio dissocia-se da hemoglobina e difunde-se pelo líquido tissular, atingindo as células. A maior parte do gás carbônico (cerca de 70%) liberado pelas células no líquido tissular penetra nas hemácias e reage com a água, formando o ácido carbônico, que logo se dissocia e dá origem a íons H+ e bicarbonato (HCO3-), difundindo-se para o plasma sangüíneo, onde ajudam a manter o grau de acidez do sangue. Cerca de 23% do gás carbônico liberado pelos tecidos associam-se à própria hemoglobina, formando a carboemoglobina .  O restante dissolve-se no plasma
  • 21.   Controle da respiração Em relativo repouso, a freqüência respiratória é da ordem de 10 a 15 movimentos por minuto. A respiração é controlada automaticamente por um centro nervoso localizado no bulbo . O mais importante músculo da respiração, o diafragma, recebe os sinais respiratórios através de um nervo especial, o nervo frênico , que deixa a medula espinhal na metade superior do pescoço e dirige-se para baixo, através do tórax até o diafragma
  • 22. Controle da respiração Em condições normais, o centro respiratório (CR) produz, a cada 5 segundos, um impulso nervoso que estimula a contração da musculatura torácica e do diafragma, fazendo-nos inspirar. O CR é capaz de aumentar e de diminuir tanto a freqüência como a amplitude dos movimentos respiratórios, pois  possui quimiorreceptores que são bastante sensíveis ao pH do plasma. Essa capacidade permite que os tecidos recebam a quantidade de oxigênio que necessitam, além de remover adequadamente o gás carbônico.
  • 23. Controle da respiração Quando o sangue torna-se mais ácido devido ao aumento do gás carbônico, o centro respiratório induz a aceleração dos movimentos respiratórios. Dessa forma, tanto a freqüência quanto a amplitude da respiração tornam-se aumentadas devido à excitação do CR. Em situação contrária, com a depressão do CR, ocorre diminuição da freqüência e amplitude respiratórias.
  • 24. Controle da respiração A respiração é ainda o principal mecanismo de controle do pH do sangue. O aumento da concentração de CO2 desloca a reação para a direita, enquanto sua redução desloca para a esquerda.
  • 25. Controle da respiração Centro Respiratório (CR) Excitado Aumenta a frequência respiratória Centro Respiratório (CR) Deprimido Diminui a frequência respiratória
  • 26. Controle da respiração Concentração de CO 2 Alta: Excita o CR Baixa: Deprime o CR Concentração de O 2 Alta: Deprime o CR Baixa: Excita o CR pH do sangue Acidose: pH < 7,36 – Excita o CR Alcalose: pH > 7,44 – Deprime o CR
  • 27. Resumindo Centro Respiratório (CR) Excitado Aumenta a frequência respiratória Centro Respiratório (CR) Deprimido Diminui a frequência respiratória Concentração de CO2 Alta: Excita o CR Baixa: Deprime o CR Concentração de O2 Alta: Deprime o CR Baixa: Excita o CR pH do sangue Acidose: pH < 7,36 – Excita o CR Alcalose: pH > 7,44 – Deprime o CR