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SISTEMA ATIVO DE
  LOCOMOÇÃO -
   MÚSCULOS




 Profª. Ana Carolina Athayde Braz

        Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
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MIOLOGIA:
Parte da Anatomia que estuda os músculos e seus anexos.


MÚSCULOS:
São estruturas individualizadas que cruzam uma ou mais articulações e pela sua
contração são capazes de transmitir movimento.


Os músculos representam 40-50% (algo em torno de 25 – 35 quilos em um indivíduo
normal) do peso corporal total e são cor vermelha o que denota a existência de
grande quantidade de sangue nas fibras musculares.


Número de Músculos:
-   327 pares
-   ímpares (diafragma e prócero)
-   TOTAL: 656.




Funções dos Músculos:


a) Produção dos movimentos corporais: Movimentos globais do corpo.
b) Estabilização das Posições Corporais: Estabilizam articulações e participam da
    manutenção das posições corporais.
c) Regulação do Volume dos Órgãos: A contração sustentada das faixas anelares
    dos músculos lisos (esfíncteres) pode impedir a saída do conteúdo de um órgão
    oco.
d) Movimento de Substâncias dentro do Corpo: As contrações dos músculos lisos
    das paredes vasos sangüíneos regulam a intensidade do fluxo. Os músculos
    lisos também podem mover alimentos, urina e gametas do sistema reprodutivo.
e) Produção de Calor: Quando o tecido muscular se contrai ele produz calor e
    grande parte desse calor liberado pelo músculo é usado na manutenção da
    temperatura corporal.




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Tipos de Músculos:


   a) Músculos Lisos;
   b) Músculos Estriados / Esqueléticos, e;
   c) Músculo Cardíaco.




a) Músculos Lisos:


               Entram na constituição dos órgãos profundos, ou vísceras, para
assegurar-lhes determinados movimentos. Estes músculos têm estrutura "lisa" e
funcionam independentemente da nossa vontade.
               Suas fibras não apresentam estriações e por isso são chamados de
liso. Tendem a ser de cor pálida, sua contração é lenta e sustentada, e não estão
sujeitos à vontade da pessoa; de onde deriva seu nome de involuntário. Sua ação
involuntária é controlada pelo sistema nervoso autônomo. Esse músculo reveste ou
forma parte das paredes de órgãos ocos tais como a traquéia, o estômago, o trato
intestinal, a bexiga, o útero e os vasos sanguíneos.


b) Músculos Estriados / Esqueléticos:


               Contraem-se por influência da nossa vontade, ou seja, são
voluntários. O tecido muscular esquelético é chamado de estriado porque faixas
alternadas claras e escuras (estriações) podem ser vistas no microscópio óptico. É
inervado pelo sistema nervoso central e se encontra sob controle consciente. As



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contrações do músculo esquelético permitem os movimentos dos diversos ossos e
cartilagens do esqueleto.
               É avermelhado, de contração brusca, e seus movimentos dependem
da vontade dos indivíduos.
               O sistema muscular esquelético constitui a maior parte da
musculatura do corpo, formando o que se chama popularmente de carne. Essa
musculatura recobre totalmente o esqueleto e está presa aos ossos, sendo
responsável pela movimentação corporal.


c) Músculo Estriado Cardíaco:


               Forma as paredes do coração, não está sujeito ao controle da
vontade, tem aspecto estriado. Suas fibras se dispõem juntas para formar uma rede
contínua e ramificada.
               Ou seja, é um músculo estriado, porém involuntário – AUTO
RITMICIDADE.




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MÚSCULOS ESTRIADOS OU ESQUELÉTICOS


Componentes Anatômicos dos Músculos Estriados:




a) Ventre Muscular é a porção contrátil do músculo, constituída
   por fibras musculares que se contraem. Constitui o corpo do
   músculo (porção carnosa).
b) Tendão é um elemento de tecido conjuntivo, ricos em fibras
   colágenas e que serve para fixação do ventre, em ossos, no
   tecido subcutâneo e em cápsulas articulares. Possuem aspecto
   morfológico de fitas ou de cilindros.
c) Aponeurose é uma estrutura formada por tecido conjuntivo. Membrana que
   envolve grupos musculares. Geralmente apresenta-se em forma de lâminas ou
   em leques.
d) Bainhas Tendíneas são estruturas que formam pontes ou túneis entre as
   superfícies ósseas sobre as quais deslizam os tendões. Sua função é conter o
   tendão, permitindo-lhe um deslizamento fácil.
e) Bolsas Sinoviais são encontradas entre os músculos ou entre um músculo e um
   osso. São pequenas bolsas forradas por uma membrana serosa que possibilitam
   o deslizamento muscular.




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Componentes Anatômicos do Tecido Conjuntivo:


a) Fáscia Superficial separa os músculos da pele.
b) Fáscia Muscular é uma lâmina ou faixa larga de tecido conjuntivo fibroso, que,
abaixo da pele, circunda os músculos e outros órgãos do corpo.
c) Epimísio é a camada mais
externa    de    tecido   conjuntivo,
circunda       todo   o    músculo.
d) Perimísio circunda grupos de 10
a 100 ou mais fibras musculares
individuais,     separando-as    em
feixes chamados fascículos. Os
fascículos podem ser vistos a olho
nu.
e)    Endomísio       é   um     fino
revestimento de tecido conjuntivo que penetra no interior de cada fascículo e separa
as fibras musculares individuais de seus vizinhos.


                 Cada músculo é constituído por numerosas células musculares
individuais, chamadas fibras musculares. Elas são unidas por bainhas de tecido
conjuntivo chamadas de fáscias. A fáscia que envolve todo o músculo é chamada de
epimísio. Uma fáscia mais interna chamada de perimísio separa as fibras
musculares em feixes denominados de fascículos. E cada fibra é envolvida por uma
fáscia delgada denominada endomísio.




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CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS:


Quanto a Situação:


a) Superficiais ou Cutâneos: Estão logo abaixo da pele e
   apresentam no mínimo uma de suas inserções na camada
   profunda da derme. Estão localizados na cabeça (crânio e face),
   pescoço e na mão.


b) Profundos ou Subaponeuróticos: São músculos que não
   apresentam inserções na camada profunda da derme, e na
   maioria das vezes, se inserem em ossos.


Quanto à Forma:


a) Longos: São encontrados especialmente nos membros. Os mais superficiais são
os mais longos, podendo passar duas ou mais articulações.


b) Largos: Caracterizam-se por serem laminares. São encontrados nas paredes das
grandes cavidades (tórax e abdome).


c) Curtos: Encontram-se nas articulações cujos movimentos tem pouca amplitude, o
que não exclui força nem especialização.




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Quanto à Disposição da Fibra:


a) Reto: Paralelo à linha média. Ex: Reto abdominal.
b) Transverso: Perpendicular à linha média. Ex: Transverso abdominal.
c) Oblíquo: Diagonal à linha média. Ex: Oblíquo externo.




Quanto à Origem e Inserção:


a) Origem: Quando se originam de mais de um tendão. Ex. Bíceps, Tríceps e
Quadríceps.



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b) Inserção: Quando se inserem em mais de um tendão. Ex: Flexor Longo dos
Dedos.


Quanto à Função:


a) Agonistas: São os músculos que ativam um movimento específico do corpo, eles
se contraem ativamente para produzir um movimento desejado. Ex: Pegar uma
chave sobre a mesa, agonistas são os flexores dos dedos.
b) Antagonistas: Músculos que se opõem à ação dos agonistas, quando o agonista
se contrai, o antagonista relaxa progressivamente, produzindo um movimento suave.
Ex: idem anterior, porém os antagonistas são os extensores dos dedos.
c) Sinergistas: São aqueles que participam estabilizando as articulações para que
não ocorram movimentos indesejáveis durante a ação principal. Ex: idem anterior, os
sinergistas são estabilizadores do punho, cotovelo e ombro.
d) Fixadores: Estabilizam a origem do agonista de modo que ele possa agir mais
eficientemente. Estabilizam a parte proximal do membro quando move-se a parte
distal.




Quanto à Nomenclatura:


a) Ação: Extensor dos dedos.
b) Ação Associada à Forma: Pronador redondo e pronador quadrado.
c) Ação Associada à Localização: Flexor superficial dos dedos.

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d) Forma: Músculo Deltóide (letra grega delta).
e) Localização: Tibial anterior.
f) Número de Origem: Bíceps femoral e tríceps braquial.


                As duas áreas do corpo em que as extremidades se prendem são
chamadas de origem e inserção. Origem é a parte do corpo que permanece fixa
durante a contração do ventre muscular, enquanto a inserção é a parte do corpo
que se move durante a contração do ventre muscular.
                Os conceitos de origem e inserção são dinâmicos, dependendo de
que peça se move e de qual permanece fixa.


MECÂNICA MUSCULAR


                A contração do ventre muscular vai produzir um trabalho mecânico,
em geral representado pelo deslocamento de um segmento do corpo. Ao contrair-se,
há um encurtamento do comprimento do músculo e conseqüente deslocamento da
peça esquelética. Na contração pode existir uma redução à terça parte das fibras
musculares. A força ou a potência do músculo é determinada pelo número de fibras
do ventre muscular.
                É denominada amplitude de contração, a capacidade de redução do
comprimento da fibra muscular. Pode-se concluir que o trabalho do músculo é o
resultado da multiplicação da potência pela amplitude de contração.
                O estímulo para a contração é geralmente um impulso nervoso que
se   propaga    pela   membrana    das fibras     musculares,   atingindo   o   retículo
sarcoplasmático (um conjunto de bolsas membranosas citoplasmáticas onde há
cálcio armazenado), que libera íons de cálcio no citoplasma. Ao entrar em contato
com as miofibrilas, o cálcio desbloqueia os sítios de ligação de actina, permitindo
que se ligue a miosina, iniciando a contração muscular. Assim que cessa o estímulo,
o cálcio é rebombeado para o interior do retículo sarcoplasmático e cessa a
contração muscular.


Fibras musculares lentas e rápidas
                As fibras musculares esqueléticas diferem quanto ao tempo que
levam para se contrair, podendo levar um tempo de até 5 vezes maior do que as

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rápidas para se contrair. As fibras musculares lentas estão adaptadas à realização
de trabalho contínuo, possuem maior quantidade de mitocôndrias, maior irrigação
sanguínea e grande quantidade de mioglobina, capaz de estocar gás oxigênio. As
fibras rápidas, pobres em mioglobina, estão presentes em músculos adaptados à
contrações rápidas e fortes. Esses dois tipos de fibras podem ser diferenciados
apenas ao microscópio por meio de corantes especiais.


Tônus muscular
              Os músculos mantêm-se normalmente em um estado de contração
parcial (semi contração), o tônus muscular, que é causado pela estimulação
nervosa, e é um processo inconsciente que mantém os músculos preparados para
entrar em ação.


Tipos de Contrações:


  a) Contração Concêntrica: o músculo se encurta e traciona outra estrutura,
     como um tendão, reduzindo o ângulo de uma articulação. Ex: Trazer um livro
     que estava sobre a mesa ao encontro da cabeça.
  b) Contração Excêntrica: quando aumenta o comprimento total do músculo
     durante a contração. Ex: idem anterior, porém quando recolocamos o livro
     sobre mesa.
  c) Contração Isométrica: servem para estabilizar as articulações enquanto
     outras são movidas. Gera tensão muscular sem realizar movimentos. É
     responsável pela postura e sustentação de objetos em posição fixa. Ex: idem
     anterior, porém quando o livro é sustentado em abdução de 90°.
  d) Contração isotônica: Contração na qual o músculo se encurta com tesão
     variável ao levantar uma carga constante. Também denominada contração
     dinâmica ou concêntrica.
  e) Contração isocinética: Contração na qual a tensão elaborada pelo músculo
     ao encurtar-se com uma velocidade constante é máxima durante toda a
     amplitude do movimento.




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 ROTEIRO DE ESTUDOS




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                             MÚSCULOS DA CABEÇA

EPICRÂNIO
O Epicrânio é uma vasta lâmina musculotendinosa que reveste o vértice e as faces
laterais do crânio, desde o osso occipital até a sobrancelha. É formado pelo ventre
occipital e pelo ventre frontal e estes são reunidos por uma extensa aponeurose
intermediária: a gálea aponeurótica.

* Ventre Occipital
Origem: 2/3 laterais da linha nucal superior do osso occipital e processo mastóide
Inserção: Gálea aponeurótica
Ação: Trabalhando com o ventre frontal traciona para trás o couro cabeludo,
elevando as sobrancelhas e enrugando a fronte
* Ventre Frontal
Origem: Não possui inserções ósseas. Suas fibras são contínuas com as do prócero,
corrugador e orbicular do olho
Inserção: Gálea aponeurótica
Ação: Trabalhando com o ventre occipital traciona para trás o couro cabeludo,
elevando as sobrancelhas e enrugando a fronte. Agindo isoladamente, eleva as
sobrancelhas de um ou de ambos os lados

ORBICULAR DO OLHO
Este músculo contorna toda a circunferência da órbita. Divide-se em três porções:
palpebral, orbital e lacrimal.
Origem: Parte nasal do osso frontal (porção orbital), processo frontal da maxila,
crista lacrimal posterior (porção lacrimal) e da superfície anterior e bordas do
ligamento palpebral medial (porção palpebral)
Inserção: Circunda a órbita, como um esfíncter
Ação: Fechamento ativo das pálpebras

CORRUGADOR DO SUPERCÍLIO
Origem: Extremidade medial do arco superciliar
Inserção: Superfície profunda da pele
Ação: Traciona a sobrancelha para baixo e medialmente, produzindo rugas verticais
na fronte. Músculos da expressão de sofrimento

PRÓCERO
Origem: Fáscia que reveste a parte mais inferior do osso nasal e a parte superior da
cartilagem nasal lateral
Inserção: Pele da parte mais inferior da fronte entre as duas sobrancelhas
Ação: Traciona para baixo o ângulo medial da sobrancelha e origina as rugas
transversais sobre a raiz do nariz

NASAL (TRANSVERSO DO NARIZ)
Origem: * Porção Transversal - Maxila, acima e lateralmente à fossa incisiva
        * Porção Alar - Asa do nariz
Inserção: * Porção Transversal - Dorso do nariz
          * Porção Alar - Imediações do ápice do nariz
Ação: Dilatação do nariz



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DEPRESSOR DO SEPTO
Origem: Fossa incisiva da maxila
Inserção: Septo e na parte dorsal da asa do nariz
Ação: Traciona para baixo as asas do nariz, estreitando as narinas

LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR
Origem: Margem inferior da órbita acima do forame infra-orbital, maxila e zigomático
Inserção: Lábio superior e asa do nariz
Ação: Levanta o lábio superior e leva-o um pouco para frente

LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR E ASA DO NARIZ
Origem: Processo frontal da maxila
Inserção: Se divide em dois fascículos. Um se insere na cartilagem alar maior e na
pele do nariz e o outro se prolonga no lábio superior
Ação: Dilata a narina e levanta o lábio superior

LEVANTADOR DO ÂNGULO DA BOCA
Origem: Fossa canina (maxila)
Inserção: Ângulo da boca
Ação: Eleva o ângulo da boca e acentua o sulco nasolabial

ZIGOMÁTICO MENOR
Origem: Superfície malar do osso zigomático
Inserção: Lábio superior (entre o levantador do lábio superior e o zigomático maior)
Ação: Auxilia na elevação do lábio superior e acentua o sulco nasolabial

ZIGOMÁTICO MAIOR
Origem: Superfície malar do osso zigomático
Inserção: Ângulo da boca
Ação: Traciona o ângulo da boca para trás e para cima (risada)

RISÓRIO
Origem: Fáscia do masseter
Inserção: Pele no ângulo da boca
Ação: Retrai o ângulo da boca lateralmente (riso forçado)

MENTONIANO
Origem: Fossa incisiva da mandíbula
Inserção: Tegumento do queixo
Ação: Eleva e projeta para fora o lábio superior e enruga a pele do queixo

ORBICULAR DA BOCA
Origem: Parte marginal e parte labial
Inserção: Rima da boca
Ação: Fechamento direto dos lábios

BUCINADOR
Importante músculo acessório na mastigação, mantendo o alimento sob a pressão
direta dos dentes.
Origem: Superfície externa dos processos alveolares da maxila, acima da mandíbula
Inserção: Ângulo da boca

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Ação: Deprime e comprime as bochechas contra a mandíbula e maxila. Importante
para assobiar e soprar

DEPRESSOR DO LÁBIO INFERIOR
Origem: Linha oblíqua da mandíbula
Inserção: Tegumento do lábio inferior
Ação: Repuxa o lábio inferior diretamente para baixo e lateralmente (expressão de
ironia)

DEPRESSOR DO ÂNGULO DA BOCA
Origem: Linha oblíqua da mandíbula
Inserção: Ângulo da boca
Ação: Deprime o ângulo da boca (expressão de tristeza)

MÚSCULOS DA ATM

 A articulação têmporo-mandibular (ATM) responsável pelos movimentos da
 mandíbula (fonação, mastigação).
 Principais Movimentos:
 Oclusão - Contato dos dentes da arcada superior com a arcada inferior.
 Protrusão - É um movimento dianteiro (para frente) como ocorre na protrusão da
 mandíbula.
 Retrusão - É um movimento de retração (para trás) como ocorre na retrusão da
 mandíbula.
                               Músculos da ATM
                                     Temporal
                                     Masseter
                                Pterigóideo Medial
                               Pterigóideo Lateral
TEMPORAL
Origem: Face externa do temporal
Inserção: Processo coronóide da mandíbula e face anterior do ramo da mandíbula
Ação: Elevação (oclusão) e retração da mandíbula

MASSETER
Origem: Arco zigomático
Inserção: Fascículo Superficial: Ângulo e ramo da mandíbula
         Fascículo Profundo: Ramo e processo coronóide da mandíbula
Ação: Elevação (oclusão) da mandíbula

PTERIGÓIDEO MEDIAL (não precisa identificar)
Origem: Face medial da lâmina lateral do processo pterigóideo do osso esfenóide
Inserção: Face medial do ângulo e ramo da mandíbula
Ação: Elevação (oclusão) da mandíbula

PTERIGÓIDEO LATERAL (não precisa identificar)
Origem: Cabeça Superior: Asa maior do esfenóide
Cabeça Inferior: Face lateral da lâmina lateral do processo pterigóide do osso
esfenóide


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Inserção: Cabeça Superior: Face anterior do disco articular
Cabeça Inferior: Côndilo da mandíbula
Ação: Abertura da boca e protrusão da mandíbula. Move a mandíbula de um lado
para o outro

                            MÚSCULOS DO PESCOÇO

PLATISMA
Inserção Superior: Face inferior da mandíbula, pele da parte inferior da face e canto
da boca
Inserção Inferior: Fáscia que recobre as partes superiores dos músculos peitoral
maior e deltóide
Ação: Traciona o lábio inferior e o ângulo bucal, abrindo parcialmente a boca
(expressão de horror). Puxa a pele sobre a clavícula em direção à mandíbula

ESTERNOCLEIDOMASTÓIDEO
Inserção Superior: Processo mastóide e linha nucal superior
Inserção Inferior: Face anterior do manúbrio do esterno junto à face superior e borda
anterior do 1/3 medial da clavícula
Ação: * Fixo Superiormente: Ação inspiratória
* Fixo Inferiormente: Contração Unilateral: Flexão, inclinação homolateral e rotação
com a face virada para o lado oposto
                     Contração Bilateral: Flexão da cabeça

ESCALENO ANTERIOR
Inserção Superior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 3ª à 6ª
vértebras cervicais
Inserção Inferior: Face superior da 1º costela (tubérculo do escaleno anterior)
Ação: Elevação da primeira costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação
inspiratória

ESCALENO MÉDIO
Inserção Superior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 2ª à 7ª
vértebras cervicais
Inserção Inferior: Face superior da 1ª costela
Ação: Elevação da primeira costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação
inspiratória

ESCALENO POSTERIOR
Inserção Superior: Tubérculos posteriores dos processos transversos da 5ª à 7ª
vértebras cervicais
Inserção Inferior: Borda superior da 2ª costela
Ação: Elevação da segunda costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação
inspiratória

DIGÁSTRICO
Inserção Superior:
Ventre Anterior: Fossa digástrica da mandíbula
Ventre Poterior: Processo mastóide
Inserção Inferior: Corpo do osso hióide

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Ação: Elevação do osso hióide e abaixamento da mandíbula (abertura da boca). O
ventre anterior traciona o osso hióide para frente e o ventre posterior para trás

MILO-HIÓIDEO
Inserção Superior: Linha milo-hióidea da mandíbula
Inserção Inferior: Corpo do osso hióide
Ação: Elevação do osso hióide e da língua

ESTERNO-HIÓIDEO
Inserção Superior: Corpo do osso hióide
Inserção Inferior: Face posterior do manúbrio do esterno e ¼ medial da clavícula
Ação: Baixar o osso hióideo

OMO-HIÓIDEO
Inserção Superior: Corpo do osso hióide
Inserção Inferior: Borda superior da escápula
Ação: Baixar o osso hióide

TIREO-HIÓIDEO
Inserção Superior: Corno maior do osso hióide
Inserção Inferior: Cartilagem tireóide
Ação: Baixar o osso hióide

ESTERNOTIREÓIDEO
Inserção Superior: Cartilagem tireóide
Inserção Inferior: Face posterior do manúbrio do esterno
Ação: Baixar a cartilagem tireóide




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                              MÚSCULOS DO TÓRAX

PEITORAL MAIOR
Inserção Medial: 1/2 medial da borda anterior da clavícula, face anterior do esterno,
face externa da 1ª a 6ª cartilagem costais e aponeurose do oblíquo externo do
abdome
Inserção Lateral: Crista do tubérculo maior
Ação: Adução, rotação medial, flexão e flexão horizontal do ombro

PEITORAL MENOR
Inserção Superior: Processo coracóide
Inserção Inferior: Face externa da 3ª, 4ª e 5ª costelas
Ação: * Fixo no Tórax: Depressão do ombro e rotação inferior da escápula
* Fixo na Escápula: Eleva as costelas (ação inspiratória)

SERRÁTIL ANTERIOR
Porção Superior: Inserção Posterior: Ângulo superior da escápula Inserção Anterior:
Face externa da 1ª e da 2ª costelas
Porção Média: Inserção Posterior: Borda medial da escápula Inserção Anterior: Face
externa das 2ª a 4ª costelas
Porção Inferior: Inserção Posterior: Ângulo inferior da escápula Inserção Anterior:
Face externa das 5ª a 9ª costelas
Ação: * Fixo na Escápula: Ação inspiratória
* Fixo nas Costelas: Rotação superior, abdução e depressão da escápula e
propulsão do ombro

INTERCOSTAIS EXTERNOS
Inserção Superior: Borda inferior da costela suprajacente (superior)
Inserção Inferior: Borda superior da costela infrajacente (inferior)
Ação: Elevação das costelas (ação inspiratória)

INTERCOSTAIS INTERNOS
Inserção Superior: Borda inferior da costela suprajacente (superior)
Inserção Inferior: Borda superior da costela infrajacente (inferior)
Ação: Depressão das costelas (ação expiratória)

DIAFRAGMA
Origem: Face interna das 6 últimas costelas, face interna do processo xifóide e
corpos vertebrais das vértebras lombares superiores
Inserção: No tendão central (aponeurose)
Ação: Inspiratório, pois diminui a pressão interna da caixa torácica permitindo a
entrada do ar nos pulmões, estabilização da coluna vertebral e expulsões
(defecação, vômito, micção e parto)

                              MÚSCULOS DO DORSO

TRAPÉZIO


                           Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
40

Inserção Medial: Linha nucal superior, ligamento nucal e processos espinhosos da
C7 a T12
Inserção Lateral: : Borda posterior da clavícula, acrômio e espinha da escápula
Ação: * Fixo na Coluna: Elevação do ombro, adução das escápulas, rotação superior
das escápulas e depressão de ombro
* Fixo na Escápula: Contração Unilateral: Inclinação homolateral e rotação
contralateral da cabeça
                     Contração Bilateral: Extensão da cabeça

GRANDE DORSAL
Inserção Medial: Fáscia toracolombar
Inserção Inferior: Crista Ilíaca
Inserção Lateral: Costelas, Escápula e Úmero
Ação: Extensão, adução e rotação medial do braço.

ROMBÓIDE MENOR
Inserção Medial: Processos espinhosos da C7 à T1
Inserção Lateral: Borda medial da escápula
Ação: Adução e rotação inferior das escápulas e elevação do ombro

ROMBÓIDE MAIOR
Inserção Medial: Processos espinhosos da T2 à T5
Inserção Lateral: Borda medial da escápula
Ação: Adução e rotação inferior das escápulas e elevação do ombro

LEVANTADOR DA ESCÁPULA
Inserção Inferior: Ângulo superior da escápula
Inserção Superior: Processo transverso do atlas ate à C4
Ação: Elevação e adução da escápula. Inclinação e rotação homolateral da coluna
cervical e extensão da cabeça

SERRÁTIL PÓSTERO-SUPERIOR
Inserção Medial: Processos espinhosos da C7 à T3
Inserção Lateral: Borda superior e face externa da 2ª a 5ª costelas
Ação: Elevação das primeiras costelas (ação inspiratória)

SERRÁTIL PÓSTERO-INFERIOR
Inserção Medial: Processos espinhosos da T11 à L3
Inserção Lateral: Borda inferior e face externa da 4 últimas costelas
Ação: Depressão das últimas costelas (ação expiratória)

ILIOCOSTAL
Porção Cervical: Inserção Superior: Processos transversos de C4 à C6
Inserção Inferior: Ângulo da 3ª à 6ª costelas
Porção Torácica: Inserção Superior: Ângulo da 6 primeiras costelas e processo
transverso de C7
Inserção Inferior: Ângulo das 6 últimas costelas
Porção Lombar: Inserção Superior: Ângulo das 6 últimas costelas
Inserção Inferior: Face dorsal do sacro
Ação: Extensão e inclinação homolateral da coluna vertebral


                          Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
41

                              MÚSCULOS ABDOMINAIS

RETO ANTERIOR DO ABDOME
Inserção Superior: Face externa e inferior da 5ª à 7ª cartilagens costais e processo
xifóide
Inserção Inferior: Corpo do púbis e sínfise púbica
Ação: Aumento da pressão intra-abdominal (Expiração, Vômito, Defecação, Micção
e no Parto)
* Fixo no Tórax: Retroversão da pelve
* Fixo na Pelve: Flexão do tronco (+ ou - 30°)

OBLÍQUO EXTERNO DO ABDOME
Inserção Superior: Face externa das 7 últimas costelas
Inserção Inferior: ½ anterior da crista ilíaca, EIAS, tubérculo do púbis e linha alba
Ação: * Contração Unilateral: Rotação com tórax girando para o lado oposto
* Contração Bilateral: Flexão do tronco e aumento da pressão intra-abdominal

OBLÍQUO INTERNO DO ABDOME
Inserção Superior: 3 últimas cartilagens costais, crista do púbis e linha alba
Inserção Inferior: Crista ilíaca, EIAS e ligamento inguinal
Ação: Idem ao Oblíquo Externo, porém realiza rotação do tórax para o mesmo lado

TRANSVERSO DO ABDOME
Inserção Posterior: Face interna das últimas 6 cartilagens costais, fáscia
toracolombar, crista ilíaca e ligamento inguinal
Inserção Anterior: Linha alba e crista do púbis
Ação: Aumento da pressão intra-abdominal e estabilização da coluna lombar

QUADRADO LOMBAR
Inserção Superior: 12ª costela e processo transverso de1ª a 4ª vértebras lombares
Inserção Inferior: Crista ilíaca e ligamento ileolombar
Ação: Inclinação homolateral do tronco e depressão da 12ª costela

ILIOPSOAS
Ilíaco
Inserção Superior: 2/3 superiores da fossa ilíaca, crista ilíaca e asa do sacro
Inserção Inferior: Trocânter menor
Ação: Flexão de quadril, anteroversão da pelve e flexão da coluna lombar (30° - 90°)

Psoas Maior
Inserção Superior: Processo transverso das vértebras lombares, corpos e discos
intervertebrais das últimas torácicas e todas lombares
Inserção Inferior: Trocânter menor
Ação: Flexão da coxa, flexão da coluna lombar (30° - 90°) e inclinação homolateral




                           Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
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                       MÚSCULOS DO MEMBRO SUPERIOR

DELTÓIDE
Inserção Proximal: 1/3 lateral da borda anterior da clavícula, acrômio e espinha da
escápula
Inserção Distal: Tuberosidade deltóidea - úmero
Ação: Abdução do braço, auxilia nos movimentos de flexão, extensão, rotação lateral
e medial, flexão e extensão horizontal do braço. Estabilização da articulação do
ombro

SUPRA-ESPINHAL
Inserção Medial: Fossa supra-espinhal - escápula
Inserção Lateral: Faceta superior do tubérculo maior do úmero
Ação: Abdução do braço

INFRA-ESPINHAL
Inserção Medial: Fossa infra-espinhal da escápula
Inserção Lateral: Faceta média do tubérculo maior do úmero
Ação: Rotação lateral do braço

REDONDO MENOR
Inserção Medial: 2/3 superior da borda lateral da escápula
Inserção Lateral: Faceta inferior do tubérculo maior do úmero
Ação: Rotação lateral e adução do braço

REDONDO MAIOR
Inserção Medial: 1/3 inferior da borda lateral da escápula e ângulo inferior da
escápula
Inserção Lateral: Crista do tubérculo menor do úmero
Ação: Rotação medial, adução e extensão da articulação do ombro

SUBSCÁPULAR
Inserção Medial: Fossa subescapular
Inserção Lateral: Tubérculo menor
Ação: Rotação medial e adução do braço

  MANGUITO ROTADOR: A função principal deste grupo é manter a cabeça do
úmero contra a cavidade glenóide, reforçar a cápsula articular e resistir ativamente e
 deslocamentos indesejáveis da cabeça do úmero em direção anterior, posterior e
        superior. Fazem parte do manguito rotador os seguintes músculos:
                              SUPRA-ESPINHOSO

                           Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
43

                                  INFRA-ESPINHOSO
                                  REDONDO MENOR
                                   SUBESCAPULAR

BÍCEPS BRAQUIAL
Inserção Proximal: Porção Longa: Tubérculo supra-glenoidal
                  Porção Curta: Processo coracóide
Inserção Distal: Tuberosidade radial
Ação: Flexão de cotovelo / ombro e supinação do antebraço

BRAQUIAL ANTERIOR
Inserção Proximal: Face anterior da metade distal do úmero
Inserção Distal: Processo coronóide e tuberosidade da ulna
Ação: Flexão de cotovelo

CORACOBRAQUIAL
Inserção Proximal: Processo coracóide - escápula
Inserção Distal: 1/3 médio da face medial do corpo do úmero
Ação: Flexão e adução do braço

TRÍCEPS BRAQUIAL
Inserção Proximal:
      Porção Longa: Tubérculo infra-glenoidal
      Porção Medial: ½ distal da face posterior do úmero (abaixo do sulco radial)
      Porção Lateral: ½ proximal da face posterior do úmero (acima do sulco radial)
Inserção Distal: Olécrano
Ação: Extensão do cotovelo

PRONADOR REDONDO
Inserção Proximal: Epicôndilo medial do úmero e processo coronóide da ulna
Inserção Distal: Face lateral do 1/3 médio da diáfise do rádio
Ação: Pronação do antebraço e auxiliar na flexão do cotovelo

FLEXOR SUPERFICIAL DOS DEDOS
Inserção Proximal: Epicôndilo medial, processo coronóide da ulna e ligamento
colateral ulnar
Inserção Distal: Face anterior da falange intermédia do 2º ao 5º dedos
Ação: Flexão de punho e da IFP - 2º ao 5º dedos

FLEXOR PROFUNDO DOS DEDOS
Inserção Proximal: Face anterior dos ¾ proximais da ulna e do rádio e membrana

                            Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
44


interóssea

Inserção Distal: Face anterior da falange distal do 2º ao 5º dedos
Ação: Flexão de punho, IFP e IFD do 2º,3°,4° e 5º dedos

FLEXOR LONGO DO POLEGAR
Inserção Proximal: Face anterior do rádio, membrana interóssea, processo
coronóide da ulna e epicôndilo medial do úmero
Inserção Distal: Falange distal do polegar
Ação: Flexão da IF do polegar

PRONADOR QUADRADO
Inserção Proximal: ¼ da face anterior da ulna
Inserção Distal: ¼ da face anterior do rádio
Ação: Pronação

EXTENSOR DOS DEDOS
Inserção Proximal: Epicôndilo lateral do úmero
Inserção Distal: Falanges média e distal do 2º ao 5º dedos
Ação: Extensão de punho, MF, IFP e IFD do 2º ao 5º dedos

EXTENSOR ULNAR
Inserção Proximal: Epicôndilo lateral do úmero
Inserção Distal: Base do 5º metacarpal
Ação: Extensão do punho e adução da mão (desvio ulnar)

EXTENSOR RADIAL
Inserção Proximal: Face lateral do 1/3 distal da crista supracondiliana do úmero

Inserção Distal: Face posterior do 2º metacarpal

Ação: Extensão do punho e abdução da mão (desvio radial)

ABDUTOR LONGO DO POLEGAR
Inserção Proximal: Face posterior do rádio e da ulna e membrana interóssea
Inserção Distal: 1ª metacarpal
Ação: Abdução da mão e do polegar

EXTENSOR CURTO DO POLEGAR
Inserção Proximal: Face posterior do rádio e membrana interóssea

                          Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
45


Inserção Distal: Face dorsal da falange proximal do polegar
Ação: Extensão do polegar

EXTENSOR LONGO DO POLEGAR
Inserção Proximal: Face posterior do 1/3 médio da ulna e membrana interóssea
Inserção Distal: Falange distal do polegar
Ação: Extensão do polegar

BRAQUIO RADIAL
Inserção Proximal: 2/3 proximais da crista supracondiliana lateral do úmero
Inserção Distal: Processo estilóide do rádio
Ação: Flexão do cotovelo, pronação de antebraço e supinação até o ponto neutro

SUPINADOR
Inserção Proximal: Epicôndilo lateral do úmero e ligamento colateral radial
Inserção Distal: Face lateral e 1/3 proximal da diáfise do rádio
Ação: Supinação do antebraço

ABDUTOR CURTO DO POLEGAR
Inserção Proximal: Escafóide, trapézio e retináculo dos flexores
Inserção Distal: Falange proximal do polegar
Ação: Abdução e flexão do polegar

FLEXOR CURTO DO POLEGAR
Inserção Proximal: Trapézio, trapezóide, capitato e retináculo dos flexores
Inserção Distal: Falange proximal do polegar
Ação: Flexão da MF do polegar

OPONENTE DO POLEGAR
Inserção Proximal: Trapézio e retináculo dos flexores
Inserção Distal: 1º metacarpal
Ação: Oposição (flexão + adução + pronação)

ADUTOR DO POLEGAR
Inserção Medial: 2º e 3º metacarpal e capitato
Inserção Lateral: Falange proximal do polegar
Ação: Adução do polegar

                           Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
46



PALMAR CURTO
Inserção Proximal: Aponeurose palmar
Inserção Distal: Camada profunda da derme da eminência hipotenar
Ação: Pregas transversais na região hipotenar

ABDUTOR DO MÍNIMO
Inserção Proximal: Pisiforme e tendão do músculo flexor ulnar do carpo
Inserção Distal: Falange proximal do dedo mínimo
Ação: Abdutor do dedo mínimo
FLEXOR CURTO DO MÍNIMO
Inserção Proximal: Hâmulo do hamato e retináculo dos flexores
Inserção Distal: Falange proximal do dedo mínimo
Ação: Flexão da MF do dedo mínimo

OPONENTE DO MÍNIMO
Inserção Proximal: Hâmulo do hamato e retináculo dos flexores
Inserção Distal: 5º metacarpal
Ação: Oposição do mínimo

LUMBRICAIS (4 Músculos)
Inserção Proximal: Tendão do músculo flexor profundo dos dedos
Inserção Distal: Tendão do músculo extensor dos dedos
Ação: Flexão da MF e extensão da IFP e IFD do 2º ao 5º dedos + propriocepção dos
dedos

INTERÓSSEOS PALMARES (3 Músculos)
Atuam no 2, 4º e 5º dedos
Ação: Adução dos dedos (aproxima os dedos)

INTERÓSSEOS DORSAIS (4 Músculos)
Atuam do 2º ao 5º dedos
Ação: Abdução dos dedos (afasta os dedos)




                            Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
47

                        MÚSCULOS DE MEMBRO INFERIOR


GLÚTEO MÁXIMO
Inserção Medial: Linha glútea posterior do íleo, sacro, cóccix e ligamento
sacrotuberoso
Inserção Lateral: Trato íleotibial da fáscia lata e tuberosidade glútea do fêmur
Ação: Extensão e rotação lateral do quadril

GLÚTEO MÉDIO
Inserção Superior: Face externa do íleo entre a crista ilíaca, linha glútea posterior e
anterior
Inserção Inferior: Trocânter maior
Ação: Abdução e rotação medial da coxa

GLÚTEO MÍNIMO
Inserção Superior: Asa ilíaca (entre linha glútea anterior e inferior)
Inserção Inferior: Trocânter maior
Ação: Abdução e rotação medial da coxa. As fibras anteriores realizam flexão do
quadril

PIRIFORME
Inserção Medial: Superfície pélvica do sacro e margem da incisura isquiática maior
Inserção Lateral: Trocânter maior
Ação: Abdução e rotação lateral da coxa

GÊMEO SUPERIOR
Inserção Medial: Espinha isquiática
Inserção Lateral: Trocânter maior
Ação: Rotação lateral da coxa

OBTURATÓRIO INTERNO
Inserção Medial: Face interna da membrana obturatória e ísquio
Inserção Lateral: Trocânter maior e fossa trocantérica do fêmur
Ação: Rotação lateral da coxa

GÊMEO INFERIOR
Inserção Medial: Tuberosidade isquiática
Inserção Lateral: Trocânter maior


                           Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
48


Ação: Rotação lateral da coxa

OBTURATÓRIO EXTERNO
Inserção Medial: Ramos do púbis e ísquio e face externa da membrana obturatória
Inserção Lateral: Fossa trocantérica do fêmur
Ação: Rotação lateral da coxa

QUADRADO FEMORAL
Inserção Medial: Tuberosidade isquiática
Inserção Lateral: Crista intertrocantérica
Ação: Rotação lateral e adução da coxa

TENSOR DA FÁSCIA LATA
Inserção Proximal: Crista ilíaca e EIAS
Inserção Distal: Trato íleo-tibial
Ação: Flexão, abdução e rotação medial do quadril e rotação lateral do joelho

SARTÓRIO
Inserção Proximal: Espinha ilíaca ântero-superior
Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso)
Ação: Flexão, abdução e rotação lateral da coxa e flexão e rotação medial do joelho

QUADRÍCEPS
Inserção Proximal:
       Reto Anterior: Espinha ilíaca ântero-inferior
       Vasto Lateral: Trocânter maior, linha áspera, linha intertrocantérica e
       tuberosidade glútea
       Vasto Medial: Linha áspera e linha intertrocantérica
       Vasto Intermédio: 2/3 proximais da face anterior e lateral do fêmur e ½ distal
       da linha áspera
Inserção Distal: Patela e, através do ligamento patelar, na tuberosidade anterior da
tíbia
Ação: Extensão do joelho e o reto femural realiza flexão do quadril. O vasto medial
realiza rotação medial e o vasto lateral, rotação lateral

BÍCEPS FEMORAL
Inserção Proximal:
      Cabeça Longa: Tuberosidade isquiática e ligamento sacro-tuberoso
      Cabeça Curta: Lábio lateral da linha áspera
Inserção Distal: Cabeça da fíbula e côndilo lateral da tíbia
Ação: Extensão do quadril, flexão do joelho e rotação lateral da coxa

                            Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
49



SEMITENDÍNEO
Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática
Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso)
Ação: Extensão do quadril, flexão e rotação medial do joelho

SEMIMEMBRANÁCEO
Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática
Inserção Distal: Côndilo medial da tíbia
Ação: Extensão do quadril, flexão e rotação medial do joelho

                                ISQUIOTIBIAIS
              Bíceps Femural + Semitendíneo + Semimembranáceo

GRÁCIL
Inserção Proximal: Sínfise púbica e ramo inferior do púbis
Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso)
Ação: Adução da coxa, flexão e rotação medial do joelho

PECTÍNEO
Inserção Proximal: Eminência ílo-pectínea, tubérculo púbico e ramo superior do
púbis
Inserção Distal: Linha pectínea do fêmur
Ação: Flexão do quadril e adução da coxa



ADUTOR LONGO
Inserção Proximal: Superfície anterior do púbis e sínfise púbica
Inserção Distal: Linha áspera
Ação: Adução da coxa

ADUTOR CURTO
Inserção Proximal: Ramo inferior do púbis
Inserção Distal: Linha áspera
Ação: Adução da coxa

ADUTOR MAGNO
Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática, ramo do púbis e do ísquio


                          Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
50


Inserção Distal: Linha áspera e tubérculo adutório
Ação: Adução da coxa

TIBIAL ANTERIOR
Inserção Proximal: Côndilo lateral da tíbia e ½ proximal da face lateral da tíbia e
membrana interóssea
Inserção Distal: Cuneiforme medial e base do 1º metatarsal
Ação: Flexão dorsal e inversão do pé

EXTENSOR LONGO DOS DEDOS
Inserção Proximal: Côndilo lateral da tíbia, ¾ proximais da fíbula e membrana
interóssea
Inserção Distal: Falange média e distal do 2º ao 5º dedos
Ação: Extensão da MF, IFP e IFD do 2º ao 5º dedos

EXTENSOR LONGO DO HÁLUX
Inserção Proximal: 2/4 intermediários da fíbula e membrana interóssea
Inserção Distal: Falange distal do hálux
Ação: Extensão do hálux, flexão dorsal e inversão do pé


FIBULAR LONGO
Inserção Proximal: Cabeça, 2/3 proximais da superfície lateral da fíbula e côndilo
lateral da tíbia
Inserção Distal: 1º metatarsal e cuneiforme medial
Ação: Flexão plantar e eversão do pé

FIBULAR CURTO
Inserção Proximal: 2/3 distais da face lateral da fíbula
Inserção Distal: Base do 5º metatarsal
Ação: Flexão plantar e eversão do pé

GASTROCNÊMIO MEDIAL
Inserção Proximal: Côndilo medial do fêmur
Inserção Distal: Calcâneo
Ação: Flexão do joelho e flexão plantar do tornozelo

GASTROCNEMIO LATERAL
Inserção Proximal: Côndilo lateral do fêmur


                            Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
51


Inserção Distal: Calcâneo
Ação: Flexão do joelho e flexão plantar do tornozelo

SÓLEO
Inserção Proximal: 1/3 intermédio da face medial da tíbia e cabeça da fíbula
Inserção Distal: Calcâneo (tendão dos gastrocnêmios)
Ação: Flexão plantar do tornozelo

POPLÍTEO
Inserção Proximal: Côndilo lateral do fêmur
Inserção Distal: Linha solear da face posterior da tíbia
Ação: Flexão e rotação medial do joelho

FLEXOR LONGO DOS DEDOS
Inserção Proximal: Face posterior da tíbia
Inserção Distal: Falanges distais do 2º ao 5º dedo
Ação: Flexão plantar e inversão do tornozelo, flexão da MF, IFP e IFD do
2º ao 5º dedos

FLEXOR LONGO DO HÁLUX
Inserção Proximal: 2/3 distais da face posterior da fíbula e membrana interóssea
Inserção Distal: Falange distal do hálux
Ação: Flexão do hálux, flexão plantar e inversão do tornozelo

TIBIAL POSTERIOR
Inserção Proximal: Face posterior da tíbia e 2/3 proximais da fíbula e membrana
interóssea
Inserção Distal: 3 cuneiformes (medial , médio e lateral), cubóide, navicular e base
do 2º ao 4º metatarsais
Ação: Flexão plantar e inversão do pé

ABDUTOR DO HÁLUX
Inserção Proximal: Calcâneo
Inserção Distal: Falange proximal do hálux
Ação: Flexão e abdução do hálux

FLEXOR CURTO DO HÁLUX
Inserção Proximal: Cubóide e cuneiforme lateral
Inserção Distal: Falange proximal do hálux
Ação: Flexão da MF do hálux


                            Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
52



ADUTOR DO HÁLUX
Inserção Proximal: 2º, 3º e 4º metatarsais
Inserção Distal: Falange proximal do hálux
Ação: Adução do hálux

EXTENSOR CURTO DO HÁLUX
Inserção Proximal: Calcâneo
Inserção Distal: Falange proximal do hálux
Ação: Extensão do hálux

FLEXOR CURTO DOS DEDOS
Inserção Proximal: Calcâneo e aponeurose plantar
Inserção Distal: Falange intermédia do 2º ao 5º dedos
Ação: Flexão da IFP e IFD do 2º ao 5º dedos




                         Profª Ana Carolina Athayde R. Braz

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Sistema muscular

  • 1. 1 SISTEMA ATIVO DE LOCOMOÇÃO - MÚSCULOS Profª. Ana Carolina Athayde Braz Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 2. 2 MIOLOGIA: Parte da Anatomia que estuda os músculos e seus anexos. MÚSCULOS: São estruturas individualizadas que cruzam uma ou mais articulações e pela sua contração são capazes de transmitir movimento. Os músculos representam 40-50% (algo em torno de 25 – 35 quilos em um indivíduo normal) do peso corporal total e são cor vermelha o que denota a existência de grande quantidade de sangue nas fibras musculares. Número de Músculos: - 327 pares - ímpares (diafragma e prócero) - TOTAL: 656. Funções dos Músculos: a) Produção dos movimentos corporais: Movimentos globais do corpo. b) Estabilização das Posições Corporais: Estabilizam articulações e participam da manutenção das posições corporais. c) Regulação do Volume dos Órgãos: A contração sustentada das faixas anelares dos músculos lisos (esfíncteres) pode impedir a saída do conteúdo de um órgão oco. d) Movimento de Substâncias dentro do Corpo: As contrações dos músculos lisos das paredes vasos sangüíneos regulam a intensidade do fluxo. Os músculos lisos também podem mover alimentos, urina e gametas do sistema reprodutivo. e) Produção de Calor: Quando o tecido muscular se contrai ele produz calor e grande parte desse calor liberado pelo músculo é usado na manutenção da temperatura corporal. Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 3. 3 Tipos de Músculos: a) Músculos Lisos; b) Músculos Estriados / Esqueléticos, e; c) Músculo Cardíaco. a) Músculos Lisos: Entram na constituição dos órgãos profundos, ou vísceras, para assegurar-lhes determinados movimentos. Estes músculos têm estrutura "lisa" e funcionam independentemente da nossa vontade. Suas fibras não apresentam estriações e por isso são chamados de liso. Tendem a ser de cor pálida, sua contração é lenta e sustentada, e não estão sujeitos à vontade da pessoa; de onde deriva seu nome de involuntário. Sua ação involuntária é controlada pelo sistema nervoso autônomo. Esse músculo reveste ou forma parte das paredes de órgãos ocos tais como a traquéia, o estômago, o trato intestinal, a bexiga, o útero e os vasos sanguíneos. b) Músculos Estriados / Esqueléticos: Contraem-se por influência da nossa vontade, ou seja, são voluntários. O tecido muscular esquelético é chamado de estriado porque faixas alternadas claras e escuras (estriações) podem ser vistas no microscópio óptico. É inervado pelo sistema nervoso central e se encontra sob controle consciente. As Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 4. 4 contrações do músculo esquelético permitem os movimentos dos diversos ossos e cartilagens do esqueleto. É avermelhado, de contração brusca, e seus movimentos dependem da vontade dos indivíduos. O sistema muscular esquelético constitui a maior parte da musculatura do corpo, formando o que se chama popularmente de carne. Essa musculatura recobre totalmente o esqueleto e está presa aos ossos, sendo responsável pela movimentação corporal. c) Músculo Estriado Cardíaco: Forma as paredes do coração, não está sujeito ao controle da vontade, tem aspecto estriado. Suas fibras se dispõem juntas para formar uma rede contínua e ramificada. Ou seja, é um músculo estriado, porém involuntário – AUTO RITMICIDADE. Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 5. 5 MÚSCULOS ESTRIADOS OU ESQUELÉTICOS Componentes Anatômicos dos Músculos Estriados: a) Ventre Muscular é a porção contrátil do músculo, constituída por fibras musculares que se contraem. Constitui o corpo do músculo (porção carnosa). b) Tendão é um elemento de tecido conjuntivo, ricos em fibras colágenas e que serve para fixação do ventre, em ossos, no tecido subcutâneo e em cápsulas articulares. Possuem aspecto morfológico de fitas ou de cilindros. c) Aponeurose é uma estrutura formada por tecido conjuntivo. Membrana que envolve grupos musculares. Geralmente apresenta-se em forma de lâminas ou em leques. d) Bainhas Tendíneas são estruturas que formam pontes ou túneis entre as superfícies ósseas sobre as quais deslizam os tendões. Sua função é conter o tendão, permitindo-lhe um deslizamento fácil. e) Bolsas Sinoviais são encontradas entre os músculos ou entre um músculo e um osso. São pequenas bolsas forradas por uma membrana serosa que possibilitam o deslizamento muscular. Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 6. 6 Componentes Anatômicos do Tecido Conjuntivo: a) Fáscia Superficial separa os músculos da pele. b) Fáscia Muscular é uma lâmina ou faixa larga de tecido conjuntivo fibroso, que, abaixo da pele, circunda os músculos e outros órgãos do corpo. c) Epimísio é a camada mais externa de tecido conjuntivo, circunda todo o músculo. d) Perimísio circunda grupos de 10 a 100 ou mais fibras musculares individuais, separando-as em feixes chamados fascículos. Os fascículos podem ser vistos a olho nu. e) Endomísio é um fino revestimento de tecido conjuntivo que penetra no interior de cada fascículo e separa as fibras musculares individuais de seus vizinhos. Cada músculo é constituído por numerosas células musculares individuais, chamadas fibras musculares. Elas são unidas por bainhas de tecido conjuntivo chamadas de fáscias. A fáscia que envolve todo o músculo é chamada de epimísio. Uma fáscia mais interna chamada de perimísio separa as fibras musculares em feixes denominados de fascículos. E cada fibra é envolvida por uma fáscia delgada denominada endomísio. Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 7. 7 CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS: Quanto a Situação: a) Superficiais ou Cutâneos: Estão logo abaixo da pele e apresentam no mínimo uma de suas inserções na camada profunda da derme. Estão localizados na cabeça (crânio e face), pescoço e na mão. b) Profundos ou Subaponeuróticos: São músculos que não apresentam inserções na camada profunda da derme, e na maioria das vezes, se inserem em ossos. Quanto à Forma: a) Longos: São encontrados especialmente nos membros. Os mais superficiais são os mais longos, podendo passar duas ou mais articulações. b) Largos: Caracterizam-se por serem laminares. São encontrados nas paredes das grandes cavidades (tórax e abdome). c) Curtos: Encontram-se nas articulações cujos movimentos tem pouca amplitude, o que não exclui força nem especialização. Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 8. 8 Quanto à Disposição da Fibra: a) Reto: Paralelo à linha média. Ex: Reto abdominal. b) Transverso: Perpendicular à linha média. Ex: Transverso abdominal. c) Oblíquo: Diagonal à linha média. Ex: Oblíquo externo. Quanto à Origem e Inserção: a) Origem: Quando se originam de mais de um tendão. Ex. Bíceps, Tríceps e Quadríceps. Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 9. 9 b) Inserção: Quando se inserem em mais de um tendão. Ex: Flexor Longo dos Dedos. Quanto à Função: a) Agonistas: São os músculos que ativam um movimento específico do corpo, eles se contraem ativamente para produzir um movimento desejado. Ex: Pegar uma chave sobre a mesa, agonistas são os flexores dos dedos. b) Antagonistas: Músculos que se opõem à ação dos agonistas, quando o agonista se contrai, o antagonista relaxa progressivamente, produzindo um movimento suave. Ex: idem anterior, porém os antagonistas são os extensores dos dedos. c) Sinergistas: São aqueles que participam estabilizando as articulações para que não ocorram movimentos indesejáveis durante a ação principal. Ex: idem anterior, os sinergistas são estabilizadores do punho, cotovelo e ombro. d) Fixadores: Estabilizam a origem do agonista de modo que ele possa agir mais eficientemente. Estabilizam a parte proximal do membro quando move-se a parte distal. Quanto à Nomenclatura: a) Ação: Extensor dos dedos. b) Ação Associada à Forma: Pronador redondo e pronador quadrado. c) Ação Associada à Localização: Flexor superficial dos dedos. Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 10. 10 d) Forma: Músculo Deltóide (letra grega delta). e) Localização: Tibial anterior. f) Número de Origem: Bíceps femoral e tríceps braquial. As duas áreas do corpo em que as extremidades se prendem são chamadas de origem e inserção. Origem é a parte do corpo que permanece fixa durante a contração do ventre muscular, enquanto a inserção é a parte do corpo que se move durante a contração do ventre muscular. Os conceitos de origem e inserção são dinâmicos, dependendo de que peça se move e de qual permanece fixa. MECÂNICA MUSCULAR A contração do ventre muscular vai produzir um trabalho mecânico, em geral representado pelo deslocamento de um segmento do corpo. Ao contrair-se, há um encurtamento do comprimento do músculo e conseqüente deslocamento da peça esquelética. Na contração pode existir uma redução à terça parte das fibras musculares. A força ou a potência do músculo é determinada pelo número de fibras do ventre muscular. É denominada amplitude de contração, a capacidade de redução do comprimento da fibra muscular. Pode-se concluir que o trabalho do músculo é o resultado da multiplicação da potência pela amplitude de contração. O estímulo para a contração é geralmente um impulso nervoso que se propaga pela membrana das fibras musculares, atingindo o retículo sarcoplasmático (um conjunto de bolsas membranosas citoplasmáticas onde há cálcio armazenado), que libera íons de cálcio no citoplasma. Ao entrar em contato com as miofibrilas, o cálcio desbloqueia os sítios de ligação de actina, permitindo que se ligue a miosina, iniciando a contração muscular. Assim que cessa o estímulo, o cálcio é rebombeado para o interior do retículo sarcoplasmático e cessa a contração muscular. Fibras musculares lentas e rápidas As fibras musculares esqueléticas diferem quanto ao tempo que levam para se contrair, podendo levar um tempo de até 5 vezes maior do que as Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 11. 11 rápidas para se contrair. As fibras musculares lentas estão adaptadas à realização de trabalho contínuo, possuem maior quantidade de mitocôndrias, maior irrigação sanguínea e grande quantidade de mioglobina, capaz de estocar gás oxigênio. As fibras rápidas, pobres em mioglobina, estão presentes em músculos adaptados à contrações rápidas e fortes. Esses dois tipos de fibras podem ser diferenciados apenas ao microscópio por meio de corantes especiais. Tônus muscular Os músculos mantêm-se normalmente em um estado de contração parcial (semi contração), o tônus muscular, que é causado pela estimulação nervosa, e é um processo inconsciente que mantém os músculos preparados para entrar em ação. Tipos de Contrações: a) Contração Concêntrica: o músculo se encurta e traciona outra estrutura, como um tendão, reduzindo o ângulo de uma articulação. Ex: Trazer um livro que estava sobre a mesa ao encontro da cabeça. b) Contração Excêntrica: quando aumenta o comprimento total do músculo durante a contração. Ex: idem anterior, porém quando recolocamos o livro sobre mesa. c) Contração Isométrica: servem para estabilizar as articulações enquanto outras são movidas. Gera tensão muscular sem realizar movimentos. É responsável pela postura e sustentação de objetos em posição fixa. Ex: idem anterior, porém quando o livro é sustentado em abdução de 90°. d) Contração isotônica: Contração na qual o músculo se encurta com tesão variável ao levantar uma carga constante. Também denominada contração dinâmica ou concêntrica. e) Contração isocinética: Contração na qual a tensão elaborada pelo músculo ao encurtar-se com uma velocidade constante é máxima durante toda a amplitude do movimento. Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 12. 12 ROTEIRO DE ESTUDOS Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 13. 13 Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 14. 14 Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 15. 15 Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
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  • 32. 32 Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 33. 33 Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 34. 34 MÚSCULOS DA CABEÇA EPICRÂNIO O Epicrânio é uma vasta lâmina musculotendinosa que reveste o vértice e as faces laterais do crânio, desde o osso occipital até a sobrancelha. É formado pelo ventre occipital e pelo ventre frontal e estes são reunidos por uma extensa aponeurose intermediária: a gálea aponeurótica. * Ventre Occipital Origem: 2/3 laterais da linha nucal superior do osso occipital e processo mastóide Inserção: Gálea aponeurótica Ação: Trabalhando com o ventre frontal traciona para trás o couro cabeludo, elevando as sobrancelhas e enrugando a fronte * Ventre Frontal Origem: Não possui inserções ósseas. Suas fibras são contínuas com as do prócero, corrugador e orbicular do olho Inserção: Gálea aponeurótica Ação: Trabalhando com o ventre occipital traciona para trás o couro cabeludo, elevando as sobrancelhas e enrugando a fronte. Agindo isoladamente, eleva as sobrancelhas de um ou de ambos os lados ORBICULAR DO OLHO Este músculo contorna toda a circunferência da órbita. Divide-se em três porções: palpebral, orbital e lacrimal. Origem: Parte nasal do osso frontal (porção orbital), processo frontal da maxila, crista lacrimal posterior (porção lacrimal) e da superfície anterior e bordas do ligamento palpebral medial (porção palpebral) Inserção: Circunda a órbita, como um esfíncter Ação: Fechamento ativo das pálpebras CORRUGADOR DO SUPERCÍLIO Origem: Extremidade medial do arco superciliar Inserção: Superfície profunda da pele Ação: Traciona a sobrancelha para baixo e medialmente, produzindo rugas verticais na fronte. Músculos da expressão de sofrimento PRÓCERO Origem: Fáscia que reveste a parte mais inferior do osso nasal e a parte superior da cartilagem nasal lateral Inserção: Pele da parte mais inferior da fronte entre as duas sobrancelhas Ação: Traciona para baixo o ângulo medial da sobrancelha e origina as rugas transversais sobre a raiz do nariz NASAL (TRANSVERSO DO NARIZ) Origem: * Porção Transversal - Maxila, acima e lateralmente à fossa incisiva * Porção Alar - Asa do nariz Inserção: * Porção Transversal - Dorso do nariz * Porção Alar - Imediações do ápice do nariz Ação: Dilatação do nariz Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 35. 35 DEPRESSOR DO SEPTO Origem: Fossa incisiva da maxila Inserção: Septo e na parte dorsal da asa do nariz Ação: Traciona para baixo as asas do nariz, estreitando as narinas LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR Origem: Margem inferior da órbita acima do forame infra-orbital, maxila e zigomático Inserção: Lábio superior e asa do nariz Ação: Levanta o lábio superior e leva-o um pouco para frente LEVANTADOR DO LÁBIO SUPERIOR E ASA DO NARIZ Origem: Processo frontal da maxila Inserção: Se divide em dois fascículos. Um se insere na cartilagem alar maior e na pele do nariz e o outro se prolonga no lábio superior Ação: Dilata a narina e levanta o lábio superior LEVANTADOR DO ÂNGULO DA BOCA Origem: Fossa canina (maxila) Inserção: Ângulo da boca Ação: Eleva o ângulo da boca e acentua o sulco nasolabial ZIGOMÁTICO MENOR Origem: Superfície malar do osso zigomático Inserção: Lábio superior (entre o levantador do lábio superior e o zigomático maior) Ação: Auxilia na elevação do lábio superior e acentua o sulco nasolabial ZIGOMÁTICO MAIOR Origem: Superfície malar do osso zigomático Inserção: Ângulo da boca Ação: Traciona o ângulo da boca para trás e para cima (risada) RISÓRIO Origem: Fáscia do masseter Inserção: Pele no ângulo da boca Ação: Retrai o ângulo da boca lateralmente (riso forçado) MENTONIANO Origem: Fossa incisiva da mandíbula Inserção: Tegumento do queixo Ação: Eleva e projeta para fora o lábio superior e enruga a pele do queixo ORBICULAR DA BOCA Origem: Parte marginal e parte labial Inserção: Rima da boca Ação: Fechamento direto dos lábios BUCINADOR Importante músculo acessório na mastigação, mantendo o alimento sob a pressão direta dos dentes. Origem: Superfície externa dos processos alveolares da maxila, acima da mandíbula Inserção: Ângulo da boca Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 36. 36 Ação: Deprime e comprime as bochechas contra a mandíbula e maxila. Importante para assobiar e soprar DEPRESSOR DO LÁBIO INFERIOR Origem: Linha oblíqua da mandíbula Inserção: Tegumento do lábio inferior Ação: Repuxa o lábio inferior diretamente para baixo e lateralmente (expressão de ironia) DEPRESSOR DO ÂNGULO DA BOCA Origem: Linha oblíqua da mandíbula Inserção: Ângulo da boca Ação: Deprime o ângulo da boca (expressão de tristeza) MÚSCULOS DA ATM A articulação têmporo-mandibular (ATM) responsável pelos movimentos da mandíbula (fonação, mastigação). Principais Movimentos: Oclusão - Contato dos dentes da arcada superior com a arcada inferior. Protrusão - É um movimento dianteiro (para frente) como ocorre na protrusão da mandíbula. Retrusão - É um movimento de retração (para trás) como ocorre na retrusão da mandíbula. Músculos da ATM Temporal Masseter Pterigóideo Medial Pterigóideo Lateral TEMPORAL Origem: Face externa do temporal Inserção: Processo coronóide da mandíbula e face anterior do ramo da mandíbula Ação: Elevação (oclusão) e retração da mandíbula MASSETER Origem: Arco zigomático Inserção: Fascículo Superficial: Ângulo e ramo da mandíbula Fascículo Profundo: Ramo e processo coronóide da mandíbula Ação: Elevação (oclusão) da mandíbula PTERIGÓIDEO MEDIAL (não precisa identificar) Origem: Face medial da lâmina lateral do processo pterigóideo do osso esfenóide Inserção: Face medial do ângulo e ramo da mandíbula Ação: Elevação (oclusão) da mandíbula PTERIGÓIDEO LATERAL (não precisa identificar) Origem: Cabeça Superior: Asa maior do esfenóide Cabeça Inferior: Face lateral da lâmina lateral do processo pterigóide do osso esfenóide Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 37. 37 Inserção: Cabeça Superior: Face anterior do disco articular Cabeça Inferior: Côndilo da mandíbula Ação: Abertura da boca e protrusão da mandíbula. Move a mandíbula de um lado para o outro MÚSCULOS DO PESCOÇO PLATISMA Inserção Superior: Face inferior da mandíbula, pele da parte inferior da face e canto da boca Inserção Inferior: Fáscia que recobre as partes superiores dos músculos peitoral maior e deltóide Ação: Traciona o lábio inferior e o ângulo bucal, abrindo parcialmente a boca (expressão de horror). Puxa a pele sobre a clavícula em direção à mandíbula ESTERNOCLEIDOMASTÓIDEO Inserção Superior: Processo mastóide e linha nucal superior Inserção Inferior: Face anterior do manúbrio do esterno junto à face superior e borda anterior do 1/3 medial da clavícula Ação: * Fixo Superiormente: Ação inspiratória * Fixo Inferiormente: Contração Unilateral: Flexão, inclinação homolateral e rotação com a face virada para o lado oposto Contração Bilateral: Flexão da cabeça ESCALENO ANTERIOR Inserção Superior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 3ª à 6ª vértebras cervicais Inserção Inferior: Face superior da 1º costela (tubérculo do escaleno anterior) Ação: Elevação da primeira costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação inspiratória ESCALENO MÉDIO Inserção Superior: Tubérculos anteriores dos processos transversos da 2ª à 7ª vértebras cervicais Inserção Inferior: Face superior da 1ª costela Ação: Elevação da primeira costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação inspiratória ESCALENO POSTERIOR Inserção Superior: Tubérculos posteriores dos processos transversos da 5ª à 7ª vértebras cervicais Inserção Inferior: Borda superior da 2ª costela Ação: Elevação da segunda costela e inclinação homolateral do pescoço - Ação inspiratória DIGÁSTRICO Inserção Superior: Ventre Anterior: Fossa digástrica da mandíbula Ventre Poterior: Processo mastóide Inserção Inferior: Corpo do osso hióide Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 38. 38 Ação: Elevação do osso hióide e abaixamento da mandíbula (abertura da boca). O ventre anterior traciona o osso hióide para frente e o ventre posterior para trás MILO-HIÓIDEO Inserção Superior: Linha milo-hióidea da mandíbula Inserção Inferior: Corpo do osso hióide Ação: Elevação do osso hióide e da língua ESTERNO-HIÓIDEO Inserção Superior: Corpo do osso hióide Inserção Inferior: Face posterior do manúbrio do esterno e ¼ medial da clavícula Ação: Baixar o osso hióideo OMO-HIÓIDEO Inserção Superior: Corpo do osso hióide Inserção Inferior: Borda superior da escápula Ação: Baixar o osso hióide TIREO-HIÓIDEO Inserção Superior: Corno maior do osso hióide Inserção Inferior: Cartilagem tireóide Ação: Baixar o osso hióide ESTERNOTIREÓIDEO Inserção Superior: Cartilagem tireóide Inserção Inferior: Face posterior do manúbrio do esterno Ação: Baixar a cartilagem tireóide Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 39. 39 MÚSCULOS DO TÓRAX PEITORAL MAIOR Inserção Medial: 1/2 medial da borda anterior da clavícula, face anterior do esterno, face externa da 1ª a 6ª cartilagem costais e aponeurose do oblíquo externo do abdome Inserção Lateral: Crista do tubérculo maior Ação: Adução, rotação medial, flexão e flexão horizontal do ombro PEITORAL MENOR Inserção Superior: Processo coracóide Inserção Inferior: Face externa da 3ª, 4ª e 5ª costelas Ação: * Fixo no Tórax: Depressão do ombro e rotação inferior da escápula * Fixo na Escápula: Eleva as costelas (ação inspiratória) SERRÁTIL ANTERIOR Porção Superior: Inserção Posterior: Ângulo superior da escápula Inserção Anterior: Face externa da 1ª e da 2ª costelas Porção Média: Inserção Posterior: Borda medial da escápula Inserção Anterior: Face externa das 2ª a 4ª costelas Porção Inferior: Inserção Posterior: Ângulo inferior da escápula Inserção Anterior: Face externa das 5ª a 9ª costelas Ação: * Fixo na Escápula: Ação inspiratória * Fixo nas Costelas: Rotação superior, abdução e depressão da escápula e propulsão do ombro INTERCOSTAIS EXTERNOS Inserção Superior: Borda inferior da costela suprajacente (superior) Inserção Inferior: Borda superior da costela infrajacente (inferior) Ação: Elevação das costelas (ação inspiratória) INTERCOSTAIS INTERNOS Inserção Superior: Borda inferior da costela suprajacente (superior) Inserção Inferior: Borda superior da costela infrajacente (inferior) Ação: Depressão das costelas (ação expiratória) DIAFRAGMA Origem: Face interna das 6 últimas costelas, face interna do processo xifóide e corpos vertebrais das vértebras lombares superiores Inserção: No tendão central (aponeurose) Ação: Inspiratório, pois diminui a pressão interna da caixa torácica permitindo a entrada do ar nos pulmões, estabilização da coluna vertebral e expulsões (defecação, vômito, micção e parto) MÚSCULOS DO DORSO TRAPÉZIO Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 40. 40 Inserção Medial: Linha nucal superior, ligamento nucal e processos espinhosos da C7 a T12 Inserção Lateral: : Borda posterior da clavícula, acrômio e espinha da escápula Ação: * Fixo na Coluna: Elevação do ombro, adução das escápulas, rotação superior das escápulas e depressão de ombro * Fixo na Escápula: Contração Unilateral: Inclinação homolateral e rotação contralateral da cabeça Contração Bilateral: Extensão da cabeça GRANDE DORSAL Inserção Medial: Fáscia toracolombar Inserção Inferior: Crista Ilíaca Inserção Lateral: Costelas, Escápula e Úmero Ação: Extensão, adução e rotação medial do braço. ROMBÓIDE MENOR Inserção Medial: Processos espinhosos da C7 à T1 Inserção Lateral: Borda medial da escápula Ação: Adução e rotação inferior das escápulas e elevação do ombro ROMBÓIDE MAIOR Inserção Medial: Processos espinhosos da T2 à T5 Inserção Lateral: Borda medial da escápula Ação: Adução e rotação inferior das escápulas e elevação do ombro LEVANTADOR DA ESCÁPULA Inserção Inferior: Ângulo superior da escápula Inserção Superior: Processo transverso do atlas ate à C4 Ação: Elevação e adução da escápula. Inclinação e rotação homolateral da coluna cervical e extensão da cabeça SERRÁTIL PÓSTERO-SUPERIOR Inserção Medial: Processos espinhosos da C7 à T3 Inserção Lateral: Borda superior e face externa da 2ª a 5ª costelas Ação: Elevação das primeiras costelas (ação inspiratória) SERRÁTIL PÓSTERO-INFERIOR Inserção Medial: Processos espinhosos da T11 à L3 Inserção Lateral: Borda inferior e face externa da 4 últimas costelas Ação: Depressão das últimas costelas (ação expiratória) ILIOCOSTAL Porção Cervical: Inserção Superior: Processos transversos de C4 à C6 Inserção Inferior: Ângulo da 3ª à 6ª costelas Porção Torácica: Inserção Superior: Ângulo da 6 primeiras costelas e processo transverso de C7 Inserção Inferior: Ângulo das 6 últimas costelas Porção Lombar: Inserção Superior: Ângulo das 6 últimas costelas Inserção Inferior: Face dorsal do sacro Ação: Extensão e inclinação homolateral da coluna vertebral Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 41. 41 MÚSCULOS ABDOMINAIS RETO ANTERIOR DO ABDOME Inserção Superior: Face externa e inferior da 5ª à 7ª cartilagens costais e processo xifóide Inserção Inferior: Corpo do púbis e sínfise púbica Ação: Aumento da pressão intra-abdominal (Expiração, Vômito, Defecação, Micção e no Parto) * Fixo no Tórax: Retroversão da pelve * Fixo na Pelve: Flexão do tronco (+ ou - 30°) OBLÍQUO EXTERNO DO ABDOME Inserção Superior: Face externa das 7 últimas costelas Inserção Inferior: ½ anterior da crista ilíaca, EIAS, tubérculo do púbis e linha alba Ação: * Contração Unilateral: Rotação com tórax girando para o lado oposto * Contração Bilateral: Flexão do tronco e aumento da pressão intra-abdominal OBLÍQUO INTERNO DO ABDOME Inserção Superior: 3 últimas cartilagens costais, crista do púbis e linha alba Inserção Inferior: Crista ilíaca, EIAS e ligamento inguinal Ação: Idem ao Oblíquo Externo, porém realiza rotação do tórax para o mesmo lado TRANSVERSO DO ABDOME Inserção Posterior: Face interna das últimas 6 cartilagens costais, fáscia toracolombar, crista ilíaca e ligamento inguinal Inserção Anterior: Linha alba e crista do púbis Ação: Aumento da pressão intra-abdominal e estabilização da coluna lombar QUADRADO LOMBAR Inserção Superior: 12ª costela e processo transverso de1ª a 4ª vértebras lombares Inserção Inferior: Crista ilíaca e ligamento ileolombar Ação: Inclinação homolateral do tronco e depressão da 12ª costela ILIOPSOAS Ilíaco Inserção Superior: 2/3 superiores da fossa ilíaca, crista ilíaca e asa do sacro Inserção Inferior: Trocânter menor Ação: Flexão de quadril, anteroversão da pelve e flexão da coluna lombar (30° - 90°) Psoas Maior Inserção Superior: Processo transverso das vértebras lombares, corpos e discos intervertebrais das últimas torácicas e todas lombares Inserção Inferior: Trocânter menor Ação: Flexão da coxa, flexão da coluna lombar (30° - 90°) e inclinação homolateral Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 42. 42 MÚSCULOS DO MEMBRO SUPERIOR DELTÓIDE Inserção Proximal: 1/3 lateral da borda anterior da clavícula, acrômio e espinha da escápula Inserção Distal: Tuberosidade deltóidea - úmero Ação: Abdução do braço, auxilia nos movimentos de flexão, extensão, rotação lateral e medial, flexão e extensão horizontal do braço. Estabilização da articulação do ombro SUPRA-ESPINHAL Inserção Medial: Fossa supra-espinhal - escápula Inserção Lateral: Faceta superior do tubérculo maior do úmero Ação: Abdução do braço INFRA-ESPINHAL Inserção Medial: Fossa infra-espinhal da escápula Inserção Lateral: Faceta média do tubérculo maior do úmero Ação: Rotação lateral do braço REDONDO MENOR Inserção Medial: 2/3 superior da borda lateral da escápula Inserção Lateral: Faceta inferior do tubérculo maior do úmero Ação: Rotação lateral e adução do braço REDONDO MAIOR Inserção Medial: 1/3 inferior da borda lateral da escápula e ângulo inferior da escápula Inserção Lateral: Crista do tubérculo menor do úmero Ação: Rotação medial, adução e extensão da articulação do ombro SUBSCÁPULAR Inserção Medial: Fossa subescapular Inserção Lateral: Tubérculo menor Ação: Rotação medial e adução do braço MANGUITO ROTADOR: A função principal deste grupo é manter a cabeça do úmero contra a cavidade glenóide, reforçar a cápsula articular e resistir ativamente e deslocamentos indesejáveis da cabeça do úmero em direção anterior, posterior e superior. Fazem parte do manguito rotador os seguintes músculos: SUPRA-ESPINHOSO Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 43. 43 INFRA-ESPINHOSO REDONDO MENOR SUBESCAPULAR BÍCEPS BRAQUIAL Inserção Proximal: Porção Longa: Tubérculo supra-glenoidal Porção Curta: Processo coracóide Inserção Distal: Tuberosidade radial Ação: Flexão de cotovelo / ombro e supinação do antebraço BRAQUIAL ANTERIOR Inserção Proximal: Face anterior da metade distal do úmero Inserção Distal: Processo coronóide e tuberosidade da ulna Ação: Flexão de cotovelo CORACOBRAQUIAL Inserção Proximal: Processo coracóide - escápula Inserção Distal: 1/3 médio da face medial do corpo do úmero Ação: Flexão e adução do braço TRÍCEPS BRAQUIAL Inserção Proximal: Porção Longa: Tubérculo infra-glenoidal Porção Medial: ½ distal da face posterior do úmero (abaixo do sulco radial) Porção Lateral: ½ proximal da face posterior do úmero (acima do sulco radial) Inserção Distal: Olécrano Ação: Extensão do cotovelo PRONADOR REDONDO Inserção Proximal: Epicôndilo medial do úmero e processo coronóide da ulna Inserção Distal: Face lateral do 1/3 médio da diáfise do rádio Ação: Pronação do antebraço e auxiliar na flexão do cotovelo FLEXOR SUPERFICIAL DOS DEDOS Inserção Proximal: Epicôndilo medial, processo coronóide da ulna e ligamento colateral ulnar Inserção Distal: Face anterior da falange intermédia do 2º ao 5º dedos Ação: Flexão de punho e da IFP - 2º ao 5º dedos FLEXOR PROFUNDO DOS DEDOS Inserção Proximal: Face anterior dos ¾ proximais da ulna e do rádio e membrana Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 44. 44 interóssea Inserção Distal: Face anterior da falange distal do 2º ao 5º dedos Ação: Flexão de punho, IFP e IFD do 2º,3°,4° e 5º dedos FLEXOR LONGO DO POLEGAR Inserção Proximal: Face anterior do rádio, membrana interóssea, processo coronóide da ulna e epicôndilo medial do úmero Inserção Distal: Falange distal do polegar Ação: Flexão da IF do polegar PRONADOR QUADRADO Inserção Proximal: ¼ da face anterior da ulna Inserção Distal: ¼ da face anterior do rádio Ação: Pronação EXTENSOR DOS DEDOS Inserção Proximal: Epicôndilo lateral do úmero Inserção Distal: Falanges média e distal do 2º ao 5º dedos Ação: Extensão de punho, MF, IFP e IFD do 2º ao 5º dedos EXTENSOR ULNAR Inserção Proximal: Epicôndilo lateral do úmero Inserção Distal: Base do 5º metacarpal Ação: Extensão do punho e adução da mão (desvio ulnar) EXTENSOR RADIAL Inserção Proximal: Face lateral do 1/3 distal da crista supracondiliana do úmero Inserção Distal: Face posterior do 2º metacarpal Ação: Extensão do punho e abdução da mão (desvio radial) ABDUTOR LONGO DO POLEGAR Inserção Proximal: Face posterior do rádio e da ulna e membrana interóssea Inserção Distal: 1ª metacarpal Ação: Abdução da mão e do polegar EXTENSOR CURTO DO POLEGAR Inserção Proximal: Face posterior do rádio e membrana interóssea Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 45. 45 Inserção Distal: Face dorsal da falange proximal do polegar Ação: Extensão do polegar EXTENSOR LONGO DO POLEGAR Inserção Proximal: Face posterior do 1/3 médio da ulna e membrana interóssea Inserção Distal: Falange distal do polegar Ação: Extensão do polegar BRAQUIO RADIAL Inserção Proximal: 2/3 proximais da crista supracondiliana lateral do úmero Inserção Distal: Processo estilóide do rádio Ação: Flexão do cotovelo, pronação de antebraço e supinação até o ponto neutro SUPINADOR Inserção Proximal: Epicôndilo lateral do úmero e ligamento colateral radial Inserção Distal: Face lateral e 1/3 proximal da diáfise do rádio Ação: Supinação do antebraço ABDUTOR CURTO DO POLEGAR Inserção Proximal: Escafóide, trapézio e retináculo dos flexores Inserção Distal: Falange proximal do polegar Ação: Abdução e flexão do polegar FLEXOR CURTO DO POLEGAR Inserção Proximal: Trapézio, trapezóide, capitato e retináculo dos flexores Inserção Distal: Falange proximal do polegar Ação: Flexão da MF do polegar OPONENTE DO POLEGAR Inserção Proximal: Trapézio e retináculo dos flexores Inserção Distal: 1º metacarpal Ação: Oposição (flexão + adução + pronação) ADUTOR DO POLEGAR Inserção Medial: 2º e 3º metacarpal e capitato Inserção Lateral: Falange proximal do polegar Ação: Adução do polegar Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 46. 46 PALMAR CURTO Inserção Proximal: Aponeurose palmar Inserção Distal: Camada profunda da derme da eminência hipotenar Ação: Pregas transversais na região hipotenar ABDUTOR DO MÍNIMO Inserção Proximal: Pisiforme e tendão do músculo flexor ulnar do carpo Inserção Distal: Falange proximal do dedo mínimo Ação: Abdutor do dedo mínimo FLEXOR CURTO DO MÍNIMO Inserção Proximal: Hâmulo do hamato e retináculo dos flexores Inserção Distal: Falange proximal do dedo mínimo Ação: Flexão da MF do dedo mínimo OPONENTE DO MÍNIMO Inserção Proximal: Hâmulo do hamato e retináculo dos flexores Inserção Distal: 5º metacarpal Ação: Oposição do mínimo LUMBRICAIS (4 Músculos) Inserção Proximal: Tendão do músculo flexor profundo dos dedos Inserção Distal: Tendão do músculo extensor dos dedos Ação: Flexão da MF e extensão da IFP e IFD do 2º ao 5º dedos + propriocepção dos dedos INTERÓSSEOS PALMARES (3 Músculos) Atuam no 2, 4º e 5º dedos Ação: Adução dos dedos (aproxima os dedos) INTERÓSSEOS DORSAIS (4 Músculos) Atuam do 2º ao 5º dedos Ação: Abdução dos dedos (afasta os dedos) Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 47. 47 MÚSCULOS DE MEMBRO INFERIOR GLÚTEO MÁXIMO Inserção Medial: Linha glútea posterior do íleo, sacro, cóccix e ligamento sacrotuberoso Inserção Lateral: Trato íleotibial da fáscia lata e tuberosidade glútea do fêmur Ação: Extensão e rotação lateral do quadril GLÚTEO MÉDIO Inserção Superior: Face externa do íleo entre a crista ilíaca, linha glútea posterior e anterior Inserção Inferior: Trocânter maior Ação: Abdução e rotação medial da coxa GLÚTEO MÍNIMO Inserção Superior: Asa ilíaca (entre linha glútea anterior e inferior) Inserção Inferior: Trocânter maior Ação: Abdução e rotação medial da coxa. As fibras anteriores realizam flexão do quadril PIRIFORME Inserção Medial: Superfície pélvica do sacro e margem da incisura isquiática maior Inserção Lateral: Trocânter maior Ação: Abdução e rotação lateral da coxa GÊMEO SUPERIOR Inserção Medial: Espinha isquiática Inserção Lateral: Trocânter maior Ação: Rotação lateral da coxa OBTURATÓRIO INTERNO Inserção Medial: Face interna da membrana obturatória e ísquio Inserção Lateral: Trocânter maior e fossa trocantérica do fêmur Ação: Rotação lateral da coxa GÊMEO INFERIOR Inserção Medial: Tuberosidade isquiática Inserção Lateral: Trocânter maior Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 48. 48 Ação: Rotação lateral da coxa OBTURATÓRIO EXTERNO Inserção Medial: Ramos do púbis e ísquio e face externa da membrana obturatória Inserção Lateral: Fossa trocantérica do fêmur Ação: Rotação lateral da coxa QUADRADO FEMORAL Inserção Medial: Tuberosidade isquiática Inserção Lateral: Crista intertrocantérica Ação: Rotação lateral e adução da coxa TENSOR DA FÁSCIA LATA Inserção Proximal: Crista ilíaca e EIAS Inserção Distal: Trato íleo-tibial Ação: Flexão, abdução e rotação medial do quadril e rotação lateral do joelho SARTÓRIO Inserção Proximal: Espinha ilíaca ântero-superior Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso) Ação: Flexão, abdução e rotação lateral da coxa e flexão e rotação medial do joelho QUADRÍCEPS Inserção Proximal: Reto Anterior: Espinha ilíaca ântero-inferior Vasto Lateral: Trocânter maior, linha áspera, linha intertrocantérica e tuberosidade glútea Vasto Medial: Linha áspera e linha intertrocantérica Vasto Intermédio: 2/3 proximais da face anterior e lateral do fêmur e ½ distal da linha áspera Inserção Distal: Patela e, através do ligamento patelar, na tuberosidade anterior da tíbia Ação: Extensão do joelho e o reto femural realiza flexão do quadril. O vasto medial realiza rotação medial e o vasto lateral, rotação lateral BÍCEPS FEMORAL Inserção Proximal: Cabeça Longa: Tuberosidade isquiática e ligamento sacro-tuberoso Cabeça Curta: Lábio lateral da linha áspera Inserção Distal: Cabeça da fíbula e côndilo lateral da tíbia Ação: Extensão do quadril, flexão do joelho e rotação lateral da coxa Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 49. 49 SEMITENDÍNEO Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso) Ação: Extensão do quadril, flexão e rotação medial do joelho SEMIMEMBRANÁCEO Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática Inserção Distal: Côndilo medial da tíbia Ação: Extensão do quadril, flexão e rotação medial do joelho ISQUIOTIBIAIS Bíceps Femural + Semitendíneo + Semimembranáceo GRÁCIL Inserção Proximal: Sínfise púbica e ramo inferior do púbis Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso) Ação: Adução da coxa, flexão e rotação medial do joelho PECTÍNEO Inserção Proximal: Eminência ílo-pectínea, tubérculo púbico e ramo superior do púbis Inserção Distal: Linha pectínea do fêmur Ação: Flexão do quadril e adução da coxa ADUTOR LONGO Inserção Proximal: Superfície anterior do púbis e sínfise púbica Inserção Distal: Linha áspera Ação: Adução da coxa ADUTOR CURTO Inserção Proximal: Ramo inferior do púbis Inserção Distal: Linha áspera Ação: Adução da coxa ADUTOR MAGNO Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática, ramo do púbis e do ísquio Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 50. 50 Inserção Distal: Linha áspera e tubérculo adutório Ação: Adução da coxa TIBIAL ANTERIOR Inserção Proximal: Côndilo lateral da tíbia e ½ proximal da face lateral da tíbia e membrana interóssea Inserção Distal: Cuneiforme medial e base do 1º metatarsal Ação: Flexão dorsal e inversão do pé EXTENSOR LONGO DOS DEDOS Inserção Proximal: Côndilo lateral da tíbia, ¾ proximais da fíbula e membrana interóssea Inserção Distal: Falange média e distal do 2º ao 5º dedos Ação: Extensão da MF, IFP e IFD do 2º ao 5º dedos EXTENSOR LONGO DO HÁLUX Inserção Proximal: 2/4 intermediários da fíbula e membrana interóssea Inserção Distal: Falange distal do hálux Ação: Extensão do hálux, flexão dorsal e inversão do pé FIBULAR LONGO Inserção Proximal: Cabeça, 2/3 proximais da superfície lateral da fíbula e côndilo lateral da tíbia Inserção Distal: 1º metatarsal e cuneiforme medial Ação: Flexão plantar e eversão do pé FIBULAR CURTO Inserção Proximal: 2/3 distais da face lateral da fíbula Inserção Distal: Base do 5º metatarsal Ação: Flexão plantar e eversão do pé GASTROCNÊMIO MEDIAL Inserção Proximal: Côndilo medial do fêmur Inserção Distal: Calcâneo Ação: Flexão do joelho e flexão plantar do tornozelo GASTROCNEMIO LATERAL Inserção Proximal: Côndilo lateral do fêmur Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 51. 51 Inserção Distal: Calcâneo Ação: Flexão do joelho e flexão plantar do tornozelo SÓLEO Inserção Proximal: 1/3 intermédio da face medial da tíbia e cabeça da fíbula Inserção Distal: Calcâneo (tendão dos gastrocnêmios) Ação: Flexão plantar do tornozelo POPLÍTEO Inserção Proximal: Côndilo lateral do fêmur Inserção Distal: Linha solear da face posterior da tíbia Ação: Flexão e rotação medial do joelho FLEXOR LONGO DOS DEDOS Inserção Proximal: Face posterior da tíbia Inserção Distal: Falanges distais do 2º ao 5º dedo Ação: Flexão plantar e inversão do tornozelo, flexão da MF, IFP e IFD do 2º ao 5º dedos FLEXOR LONGO DO HÁLUX Inserção Proximal: 2/3 distais da face posterior da fíbula e membrana interóssea Inserção Distal: Falange distal do hálux Ação: Flexão do hálux, flexão plantar e inversão do tornozelo TIBIAL POSTERIOR Inserção Proximal: Face posterior da tíbia e 2/3 proximais da fíbula e membrana interóssea Inserção Distal: 3 cuneiformes (medial , médio e lateral), cubóide, navicular e base do 2º ao 4º metatarsais Ação: Flexão plantar e inversão do pé ABDUTOR DO HÁLUX Inserção Proximal: Calcâneo Inserção Distal: Falange proximal do hálux Ação: Flexão e abdução do hálux FLEXOR CURTO DO HÁLUX Inserção Proximal: Cubóide e cuneiforme lateral Inserção Distal: Falange proximal do hálux Ação: Flexão da MF do hálux Profª Ana Carolina Athayde R. Braz
  • 52. 52 ADUTOR DO HÁLUX Inserção Proximal: 2º, 3º e 4º metatarsais Inserção Distal: Falange proximal do hálux Ação: Adução do hálux EXTENSOR CURTO DO HÁLUX Inserção Proximal: Calcâneo Inserção Distal: Falange proximal do hálux Ação: Extensão do hálux FLEXOR CURTO DOS DEDOS Inserção Proximal: Calcâneo e aponeurose plantar Inserção Distal: Falange intermédia do 2º ao 5º dedos Ação: Flexão da IFP e IFD do 2º ao 5º dedos Profª Ana Carolina Athayde R. Braz