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SINAIS
VITAIS
Prof.Sabrina Siqueira
O QUE SÃO SINAISVITAIS ?
PARA QUE SERVE?
Maria Clara
Maria Clara, 45 anos, hipertensa,
diabética. Chegou a unidade de
saúde para a consulta conforme
estava agendada. Foi chamada
para sala da pré consulta para a
verificação dos Sinais Vitais
(SSVV).
Medições
mais
frequentes
obtidas pela
equipe de
Saúde.
-Temperatura
- Pulso
- Pressão arterial
- Frequência respiratória
- A dor seria o 5º sinal vital
Essas medidas são indicadores do estado de saúde, devido a
sua importância elas são referidas como Sinais Vitais.
As definições
• Essas medidas são indicadores do estado de
saúde, devido a sua importância elas são referidas
como Sinais Vitais- (sigla SSVV).
• É uma maneira rápida e eficiente
• Através da verificação dos sinais vitais, podemos
monitorar de forma eficiente e rápida as
condições do paciente ou a identificação de
algum problema.
ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA AVERIFICAÇÃO DOS SINAISVITAIS SÃO
IMPRESCINDÍVEIS, COMO:
• Avaliar o parâmetro dos sinais de acordo com a idade e seu estado físico.
• Conhecer o seu paciente e saber sobre sua patologia e história clínica é de
fundamental importância, pois algumas doenças ou tratamentos podem
afetar um dos sinais vitais.
• Verificar as condições do ambiente diante de uma aferição.
• É preciso realizar a verificação de uma maneira organizada e
sistematizada,
• É importante abordar o paciente de maneira calma e tranquila, para que
você não o deixe agitado.
ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA AVERIFICAÇÃO DOS
SINAISVITAIS SÃO IMPRESCINDÍVEIS, COMO:
• Com base no estado do paciente, o médico e a enfermagem decidem qual
deve ser a frequência de verificação dos sinais vitais, de acordo também com
a situação.
• O enfermeiro deve ter a capacidade de avaliar os sinais vitais do paciente e
associá-los ao estado clínico do paciente, não podendo avaliar os sinais de
maneira isolada.
• Qualquer alteração dos sinais vitais que for verificada pelo profissional de
enfermagem deve ser comunicada ao enfermeiro e ao médico, para que
medidas apropriadas possam ser tomadas.
PORTANTO, QUANDO OS
SINAISVITAIS DEVEM SER
VERIFICADOS?
Na admissão do paciente.
De acordo com a prescrição médica.
Antes e depois de qualquer procedimento cirúrgico.
Antes e depois de qualquer procedimento diagnóstico invasivo.
Antes e depois de administrar qualquer medicamento que afete a
função cardiovascular, respiratória e de controle da temperatura.
Em casos de alteração do estado geral ou de alteração física do
paciente.
Quando o paciente relata alguma alteração ou algum tipo de
angústia.
TEMPERATURA
DEFINA O QUE É
TEMPERATURA?
SINAIS VITAIS pronta.pdf
MECANISMOS DE MANUTENÇÃO DA
TEMPERATURA CORPORAL
• PRESERVAÇÃO CALOR
•Calafrios (aumento da
produção de calor)
•Pilo-ereção
•Vasoconstrição ( reduz o
fluxo sanguíneo )
• DIMINUIÇÃO DATEMPERATURA
CORPORAL
• Vasodilatação
• Sudorese
• Diminuição da produção de
calor
Nos humanos o hipotálamo, estrutura dentro do cérebro, que ajuda a
controlar várias atividades metabólicas, age no centro de regulação da
temperatura
HIPOTÁLAMO
RELEMBRANDO!
Hipotálamo anterior
Promove a perda de calor pela vaso
dilatação e pelo suor
Hipotálamo posterior
Controla duas funções:
✓A conservação e
✓A produção do calor
ENTÃO POR QUE VERIFICAMOS A
TEMPERATURA?
Por que verificamos a temperatura?
A avaliação da temperatura corporal pode fornecer, com
frequência, uma pista importante para a gravidade de um
processo patológico.
✓Processo Infeccioso
✓Distúrbios Emocionais
✓Manifestações de Hipersensibilidade
Fatores que afetam a Temperatura
Corporal
São exemplos:
✓A Ingesta Alimentar (metabolismo orgânico);
✓A Idade (Rn, idosos);
✓O Genêro (ovulação);
✓O Exercício e as atividades;
✓As doenças ou traumas (doenças infecciosas, ou que
afetam hipotálamo);
✓Os medicamentos (antipiréticos, antitérmicos)
Tipos de termômetro
LOCAIS DE AFERIÇÃO DA
TEMPERATURA
ORAL
TEMPERATURA AXILAR
Temperatura Retal
Temperatura auricular ( timpânica)
Temperatura frontal (digital)
Infravermelho
LOCAIS DE
AFERIÇÃO
Oral: 37ºC- leitura lenta (cerca de 7 min.) risco de
contaminação por fluidos, não indicado para pacientes que
não colaboram ou inconsciente.
Retal: 37,5ºC- maior precisão, método desagradável, risco de
exposição a fluidos, risco de lesão, contra indicado para RN e
pacientes com doenças retal.
Axilar: 36.5ºC - local menos preciso, sudorese pode interferir,
longo período de mensuração.
Timpânica: 37ºC - aferição rápida, custo elevado, presença de
cerume pode interferir na leitura, contra indicado para
paciente submetidos a cirurgia auditiva.
Contra indicações mensuração da temperaturaTÉCNICA
Oral contra indicada para
pacientes inconsciente,
desorientados, ou propensos a
convulsões, em crianças muito
novas, bebês, pacientes com
problemas orais ou nasais.
Retal contra - indicada em
casos de diarreia, cirurgias,
ferimentos retais.
Parâmetros de Normalidade
•
Temperatura Mínima Máxima Média
axilar 35,5ºC 37ºC 36 a 36,5ºC
bucal 36,3ºC 37,4ºC 37ºC
retal 37ºC 38ºC 37,5ºC
Parâmetros de normalidade de temperatura Os locais mais utilizados
para a verificação são as cavidades oral e retal e a região axilar. Em
média, considera-se 37°C como temperatura oral normal, sendo a
temperatura axilar 0,6°C mais baixa e a retal 0,6°C mais alta
COMO DEVE SER O
PROCEDIMENTO DE
ENFERMAGEM EM
RELAÇÃO A
VERIFICAÇÃO DA
TEMPERATURA?
Organização
• Higienizar as mãos
• Providenciar o material: bandeja, termômetro, bolas de algodão (seco e com álcool),
bloco de papel e caneta
• Orientar o paciente, colocar o termômetro na axila e baixar o braço
• Manter o termômetro pelo tempo necessário, segundo o fabricante
• Retirar o termômetro e proceder à leitura
• Lavar o termômetro com água e sabão e secá-lo, ou passar algodão embebido em
álcool.
• Registrar o valor da temperatura e o local de aferição (oral, retal, axilar), conforme a
rotina da unidade (anotação de enfermagem, gráfico, tabela)
• Alguns modelos de termômetro fazem a leitura da temperatura sem contato com a
pele, dispensando a desinfecção do material com álcool.
•
TERMINOLOGIAS
• Normotermia: temperatura dentro dos limites de normalidade
•
• Hipotermia: temperatura abaixo do valor normal; pele e
extremidades frias, cianose e tremores
• Febrícula ou estado subfebril: variações de temperatura entre 37
e 37,5°C
• Hipertermia: aumento da temperatura; pele quente e seca,
secura na boca, sede, calafrios, dores musculares generalizadas,
sensação de fraqueza, taquicardia, taquipneia, cefaleia, delirium
e até con vulsões, principalmente em crianças pequenas.
Tipos de hipertermia:
Contínua: mantém-se elevada com poucas oscilações
Intermitente: ocorre alternância regular entre período de hipertermia e
período de normotermia
Remitente: é a hipertermia que oscila em vários graus, porém, a
temperatura não normaliza
Recrudente ou recorrente: após um período de normalidade, há nova
manifestação de hipertermia
Mas o que é “Febre”?
É a elevação da temperatura
corporal como resultado de uma
elevação do ponto de ajuste do
termostato hipotalâmico.
Sintomas subjetivos da febre
✓Astenia ( diminuição da força fisica;
✓ inapetência ( falta de apetite);
✓ cefaleia;
✓taquicardia;
✓ taquipneia;
✓Taquisfigmia (aceleração do Pulso);
✓dor no corpo;
✓calafrios;
✓sudorese;
✓náusea e vômitos
✓confusão mental, convulsões...
Síndrome
Febril
Características semiológicas da febre
1- Início: Súbito ou gradual
2- Intensidade: Leve ou febrícula: até 37,5 °C
Moderada: 37,5 a 38,5 °C
Alta ou elevada: acima de 38,5 °C
3- Duração: Poucos dias
Prolongada (mais de 10 dias): tuberculose, malária, septicemia, linfomas.
4- Modo de evolução
5- Término
• Em crise: a febre desaparece subitamente
• Em lise: a febre diminui lentamente
Temperatura Corporal
Alterada
Temperatura acima ou abaixo do normal
Enfermeiro
✓registra e relata
✓implementa intervenções médicas e de
enfermagem (antipiréticos, curva térmica)- com
a finalidade de restabelecer a temperatura corporal normal e,
✓reavaliar o paciente frequentemente.
ASSISTÊNCIA DE
ENFERMAGEM
• Hipertermia: aumentar a ingesta líquida, usar
roupas leves, providenciar banho morno, ambiente
arejado, aplicação de compressas frias, repouso.
Durante o período de calafrios, o paciente pode ser
levemente coberto e protegido de corrente de ar.
• Hipotermia: aquecer o paciente com agasalhos e
cobertores, manter o ambiente aquecido, repouso
e ingestão de alimentos quentes
• Em ambos os casos: Controlar a temperatura com
maior frequência até a estabilização.
• Administrar antitérmico prescrito,se hipertermia.
Cansados?
RESPIRATÓRIO
FREQUÊNCIA
RESPIRATÓRIA
SINAIS VITAIS pronta.pdf
QUAIS SÃO ÓRGÃOS
ENVOLVIDOS NA
RESPIRAÇÃO
Frequência Respiratória
Respiração – Órgãos Anatômicos envolvidos
PULMÃO
FOSSAS NASAIS
FARINGE
LARINGE
TRAQUÉIA
BRONQUIOS
BRONQUÍOLOS
ALVÉOLOS PULMONARES
QUEM
CONTROLA
RESPIRAÇÃO
?
O controle dos
movimentos respiratórios
é realizado pelo centro
respiratório, composto por
diversos grupos de
neurônios localizados
bilateralmente entre a
ponte e o bulbo.
Frequência Respiratória
• A sobrevivência humana depende da capacidade de oxigênio alcançar as células do
corpo sendo dióxido de carbono ser removido das células.
• A respiração é o mecanismo que o corpo para promover trocas gasosas entre a
atmosfera e o sangue, e o sangue e as células.
• Respiração:
• - Ventilação: movimento de gases para dentro e para fora dos pulmões
• - Difusão: movimento de oxigênio e dióxido de carbono entre os alvéolos e as hemácias
• - Perfusão a distribuição das hemácias para o capilares pulmonares.
• Respiração é um processo que o organismo utiliza para a troca de gazes
entre a atmosfera e o sangue e se dá através da inspiração e expiração dos
pulmões.
SINAIS VITAIS pronta.pdf
SINAIS VITAIS pronta.pdf
Analise da Frequência Respiratória
• Deve ocorrer de maneira integrada avaliando os 3 processos:
• ventilação: frequência ( número de movimentos por min.)
• Profundidade : Profunda, superficial e Normal
• Ritmo: Regular e irregular
• Obs: A difusão e a perfusão pode ser avaliadas ao se determinar o nível
de saturação de oxigênio.
Ritmo
• O ritmo é avaliado pela observação do
padrão de expansão e abaixamento do
tórax. Normalmente, há intervalos iguais
entre a expansão e o abaixamento do tórax
ou um ritmo regular.
• Também deve ser observada a simetria.
Esta é avaliada comparando o movimento
do lado direito com o movimento do lado
esquerdo do tórax; os dois lados devem
mover-se ao mesmo tempo.
Profundidade
A profundidade é avaliada olhando-se quanto o tórax se
expande. Ele expande pouco ou muito?
Durante a avaliação rotineira dos sinais vitais, o enfermeiro
faz uma verificação subjetiva da profundidade da respiração.
Expansão mínima do tórax em base consistente significa
respiração superficial. A respiração profunda ocorre quando
há expansão excessiva consistente da parede torácica.
TIPOS DE RESPIRAÇÃO
• Respiração torácica :
• Respiração abdominal ou diafragmática:
Respiração mista ou tóraco-abdominal
Respiração toracica
Respiração
abdominal
Toraco abdominal
• Varia em função da idade, sendo:
recém-nascidos - 40 a 45 mrpm
lactentes - 25 a 35 mrpm
pré-escolares - 20 a 35 mrpm
escolares - 18 a 35 mrpm
adultos - 12 a 20 mrpm
r.p.m.= respirações por minuto
m.r.p.m.= movimentos respiratórios por minuto
Frequência Respiratória
Frequência Respiratória esperada em indivíduos
saudáveis
Eupneia: 12 a 20mrpm;
Bradipneia: < 12mrpm;
Taquipneia: >20mrpm;
Dispneia: Dificuldade
respiratória.
Apneia: ausência de
movimentos respiratórios;
Ortopneia: é a incapacidade
de respirar facilmente,
exceto na posição ereta;
COMO
FAZER A
TECNICA
• Um relógio com ponteiro de segundos é necessário para contar a frequência respiratória.
• O paciente não deve estar ciente de que a frequência está sendo avaliada, pois ele pode
alterar o padrão de respiração.
• É importante posicioná-lo de modo que o movimento do tórax e do abdome seja
facilmente visível.
• O tipo de roupa que o paciente está usando por vezes prejudica a visualização do
movimento do tórax e abdome. Portanto, é uma boa ideia também colocar a mão em
contato com a parede do tórax ou abdome para sentir a sua expansão e seu
abaixamento.
• Quando possível, deixe as áreas do pescoço, do tórax e do abdome expostas para que a
visualização do padrão e da profundidade do movimento do tórax possa ser feita. Para
determinar a frequência respiratória, conte o número de ciclos de inspiração/expiração
(uma respiração)
• Conte as respirações por um
minuto se o paciente tiver um ritmo
respiratório irregular ou dificuldade
respiratória.
• Enquanto contar as respirações,
observe também o ritmo, a
profundidade, a simetria do
movimento do tórax e a difi-
culdade respiratória.
• Também é importante observar se
o paciente tem sinais aparentes de
dispneia (dificuldade respiratória)
ou oxigenação insuficiente.
frequência Respiratória
Durante a Avaliação considerar:
• Idade
• Histórico
• Doença
• Exercícios físicos
Fatores que alteram o
padrão respiratório
Fatores que podem influenciar na
respiração
Exercício físico Dor Ansiedade Tabagismo
Posição
corporal
Medicações
Lesão
neurológica
Alteração nos
níveis da
Hemoglobina
Frequência Respiratória
Durante a Avaliação – Não esquecer!!!
• Anatomia e fisiologia do Sistema Respiratório
• Padrão respiratório normal
• Influência da doença no padrão respiratório
• Influência da posição do cliente no momento da
avaliação
• Influência das Terapias envolvidas
Como resolver o caso clinico ?
•Maria Clara, 45 anos, hipertensa, diabética. Chegou a unidade de
saúde para a consulta conforme estava agendada. Foi chamada
para sala da pré consulta para a verificação dos Sinais Vitais
(SSVV).
Por etapas
OLHAR A TEMPERATURA
? E CLASSIFICAR COMO ?
DEPOIS CONTAR A
FREQUÊNCIA
RESPIRATÓRIA?
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  • 2. O QUE SÃO SINAISVITAIS ? PARA QUE SERVE?
  • 3. Maria Clara Maria Clara, 45 anos, hipertensa, diabética. Chegou a unidade de saúde para a consulta conforme estava agendada. Foi chamada para sala da pré consulta para a verificação dos Sinais Vitais (SSVV).
  • 4. Medições mais frequentes obtidas pela equipe de Saúde. -Temperatura - Pulso - Pressão arterial - Frequência respiratória - A dor seria o 5º sinal vital Essas medidas são indicadores do estado de saúde, devido a sua importância elas são referidas como Sinais Vitais.
  • 5. As definições • Essas medidas são indicadores do estado de saúde, devido a sua importância elas são referidas como Sinais Vitais- (sigla SSVV). • É uma maneira rápida e eficiente • Através da verificação dos sinais vitais, podemos monitorar de forma eficiente e rápida as condições do paciente ou a identificação de algum problema.
  • 6. ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA AVERIFICAÇÃO DOS SINAISVITAIS SÃO IMPRESCINDÍVEIS, COMO: • Avaliar o parâmetro dos sinais de acordo com a idade e seu estado físico. • Conhecer o seu paciente e saber sobre sua patologia e história clínica é de fundamental importância, pois algumas doenças ou tratamentos podem afetar um dos sinais vitais. • Verificar as condições do ambiente diante de uma aferição. • É preciso realizar a verificação de uma maneira organizada e sistematizada, • É importante abordar o paciente de maneira calma e tranquila, para que você não o deixe agitado.
  • 7. ALGUMAS ORIENTAÇÕES PARA AVERIFICAÇÃO DOS SINAISVITAIS SÃO IMPRESCINDÍVEIS, COMO: • Com base no estado do paciente, o médico e a enfermagem decidem qual deve ser a frequência de verificação dos sinais vitais, de acordo também com a situação. • O enfermeiro deve ter a capacidade de avaliar os sinais vitais do paciente e associá-los ao estado clínico do paciente, não podendo avaliar os sinais de maneira isolada. • Qualquer alteração dos sinais vitais que for verificada pelo profissional de enfermagem deve ser comunicada ao enfermeiro e ao médico, para que medidas apropriadas possam ser tomadas.
  • 8. PORTANTO, QUANDO OS SINAISVITAIS DEVEM SER VERIFICADOS?
  • 9. Na admissão do paciente. De acordo com a prescrição médica. Antes e depois de qualquer procedimento cirúrgico. Antes e depois de qualquer procedimento diagnóstico invasivo. Antes e depois de administrar qualquer medicamento que afete a função cardiovascular, respiratória e de controle da temperatura. Em casos de alteração do estado geral ou de alteração física do paciente. Quando o paciente relata alguma alteração ou algum tipo de angústia.
  • 11. DEFINA O QUE É TEMPERATURA?
  • 13. MECANISMOS DE MANUTENÇÃO DA TEMPERATURA CORPORAL • PRESERVAÇÃO CALOR •Calafrios (aumento da produção de calor) •Pilo-ereção •Vasoconstrição ( reduz o fluxo sanguíneo ) • DIMINUIÇÃO DATEMPERATURA CORPORAL • Vasodilatação • Sudorese • Diminuição da produção de calor
  • 14. Nos humanos o hipotálamo, estrutura dentro do cérebro, que ajuda a controlar várias atividades metabólicas, age no centro de regulação da temperatura HIPOTÁLAMO RELEMBRANDO! Hipotálamo anterior Promove a perda de calor pela vaso dilatação e pelo suor Hipotálamo posterior Controla duas funções: ✓A conservação e ✓A produção do calor
  • 15. ENTÃO POR QUE VERIFICAMOS A TEMPERATURA?
  • 16. Por que verificamos a temperatura? A avaliação da temperatura corporal pode fornecer, com frequência, uma pista importante para a gravidade de um processo patológico. ✓Processo Infeccioso ✓Distúrbios Emocionais ✓Manifestações de Hipersensibilidade
  • 17. Fatores que afetam a Temperatura Corporal São exemplos: ✓A Ingesta Alimentar (metabolismo orgânico); ✓A Idade (Rn, idosos); ✓O Genêro (ovulação); ✓O Exercício e as atividades; ✓As doenças ou traumas (doenças infecciosas, ou que afetam hipotálamo); ✓Os medicamentos (antipiréticos, antitérmicos)
  • 19. LOCAIS DE AFERIÇÃO DA TEMPERATURA
  • 20. ORAL
  • 23. Temperatura auricular ( timpânica)
  • 25. LOCAIS DE AFERIÇÃO Oral: 37ºC- leitura lenta (cerca de 7 min.) risco de contaminação por fluidos, não indicado para pacientes que não colaboram ou inconsciente. Retal: 37,5ºC- maior precisão, método desagradável, risco de exposição a fluidos, risco de lesão, contra indicado para RN e pacientes com doenças retal. Axilar: 36.5ºC - local menos preciso, sudorese pode interferir, longo período de mensuração. Timpânica: 37ºC - aferição rápida, custo elevado, presença de cerume pode interferir na leitura, contra indicado para paciente submetidos a cirurgia auditiva.
  • 26. Contra indicações mensuração da temperaturaTÉCNICA Oral contra indicada para pacientes inconsciente, desorientados, ou propensos a convulsões, em crianças muito novas, bebês, pacientes com problemas orais ou nasais. Retal contra - indicada em casos de diarreia, cirurgias, ferimentos retais.
  • 27. Parâmetros de Normalidade • Temperatura Mínima Máxima Média axilar 35,5ºC 37ºC 36 a 36,5ºC bucal 36,3ºC 37,4ºC 37ºC retal 37ºC 38ºC 37,5ºC Parâmetros de normalidade de temperatura Os locais mais utilizados para a verificação são as cavidades oral e retal e a região axilar. Em média, considera-se 37°C como temperatura oral normal, sendo a temperatura axilar 0,6°C mais baixa e a retal 0,6°C mais alta
  • 28. COMO DEVE SER O PROCEDIMENTO DE ENFERMAGEM EM RELAÇÃO A VERIFICAÇÃO DA TEMPERATURA?
  • 29. Organização • Higienizar as mãos • Providenciar o material: bandeja, termômetro, bolas de algodão (seco e com álcool), bloco de papel e caneta • Orientar o paciente, colocar o termômetro na axila e baixar o braço • Manter o termômetro pelo tempo necessário, segundo o fabricante • Retirar o termômetro e proceder à leitura • Lavar o termômetro com água e sabão e secá-lo, ou passar algodão embebido em álcool. • Registrar o valor da temperatura e o local de aferição (oral, retal, axilar), conforme a rotina da unidade (anotação de enfermagem, gráfico, tabela) • Alguns modelos de termômetro fazem a leitura da temperatura sem contato com a pele, dispensando a desinfecção do material com álcool. •
  • 31. • Normotermia: temperatura dentro dos limites de normalidade • • Hipotermia: temperatura abaixo do valor normal; pele e extremidades frias, cianose e tremores • Febrícula ou estado subfebril: variações de temperatura entre 37 e 37,5°C • Hipertermia: aumento da temperatura; pele quente e seca, secura na boca, sede, calafrios, dores musculares generalizadas, sensação de fraqueza, taquicardia, taquipneia, cefaleia, delirium e até con vulsões, principalmente em crianças pequenas.
  • 32. Tipos de hipertermia: Contínua: mantém-se elevada com poucas oscilações Intermitente: ocorre alternância regular entre período de hipertermia e período de normotermia Remitente: é a hipertermia que oscila em vários graus, porém, a temperatura não normaliza Recrudente ou recorrente: após um período de normalidade, há nova manifestação de hipertermia
  • 33. Mas o que é “Febre”? É a elevação da temperatura corporal como resultado de uma elevação do ponto de ajuste do termostato hipotalâmico.
  • 34. Sintomas subjetivos da febre ✓Astenia ( diminuição da força fisica; ✓ inapetência ( falta de apetite); ✓ cefaleia; ✓taquicardia; ✓ taquipneia; ✓Taquisfigmia (aceleração do Pulso); ✓dor no corpo; ✓calafrios; ✓sudorese; ✓náusea e vômitos ✓confusão mental, convulsões... Síndrome Febril
  • 35. Características semiológicas da febre 1- Início: Súbito ou gradual 2- Intensidade: Leve ou febrícula: até 37,5 °C Moderada: 37,5 a 38,5 °C Alta ou elevada: acima de 38,5 °C 3- Duração: Poucos dias Prolongada (mais de 10 dias): tuberculose, malária, septicemia, linfomas. 4- Modo de evolução 5- Término • Em crise: a febre desaparece subitamente • Em lise: a febre diminui lentamente
  • 36. Temperatura Corporal Alterada Temperatura acima ou abaixo do normal Enfermeiro ✓registra e relata ✓implementa intervenções médicas e de enfermagem (antipiréticos, curva térmica)- com a finalidade de restabelecer a temperatura corporal normal e, ✓reavaliar o paciente frequentemente.
  • 38. • Hipertermia: aumentar a ingesta líquida, usar roupas leves, providenciar banho morno, ambiente arejado, aplicação de compressas frias, repouso. Durante o período de calafrios, o paciente pode ser levemente coberto e protegido de corrente de ar. • Hipotermia: aquecer o paciente com agasalhos e cobertores, manter o ambiente aquecido, repouso e ingestão de alimentos quentes • Em ambos os casos: Controlar a temperatura com maior frequência até a estabilização. • Administrar antitérmico prescrito,se hipertermia.
  • 43. Frequência Respiratória Respiração – Órgãos Anatômicos envolvidos PULMÃO FOSSAS NASAIS FARINGE LARINGE TRAQUÉIA BRONQUIOS BRONQUÍOLOS ALVÉOLOS PULMONARES
  • 45. O controle dos movimentos respiratórios é realizado pelo centro respiratório, composto por diversos grupos de neurônios localizados bilateralmente entre a ponte e o bulbo.
  • 46. Frequência Respiratória • A sobrevivência humana depende da capacidade de oxigênio alcançar as células do corpo sendo dióxido de carbono ser removido das células. • A respiração é o mecanismo que o corpo para promover trocas gasosas entre a atmosfera e o sangue, e o sangue e as células. • Respiração: • - Ventilação: movimento de gases para dentro e para fora dos pulmões • - Difusão: movimento de oxigênio e dióxido de carbono entre os alvéolos e as hemácias • - Perfusão a distribuição das hemácias para o capilares pulmonares.
  • 47. • Respiração é um processo que o organismo utiliza para a troca de gazes entre a atmosfera e o sangue e se dá através da inspiração e expiração dos pulmões.
  • 50. Analise da Frequência Respiratória • Deve ocorrer de maneira integrada avaliando os 3 processos: • ventilação: frequência ( número de movimentos por min.) • Profundidade : Profunda, superficial e Normal • Ritmo: Regular e irregular • Obs: A difusão e a perfusão pode ser avaliadas ao se determinar o nível de saturação de oxigênio.
  • 51. Ritmo • O ritmo é avaliado pela observação do padrão de expansão e abaixamento do tórax. Normalmente, há intervalos iguais entre a expansão e o abaixamento do tórax ou um ritmo regular. • Também deve ser observada a simetria. Esta é avaliada comparando o movimento do lado direito com o movimento do lado esquerdo do tórax; os dois lados devem mover-se ao mesmo tempo.
  • 52. Profundidade A profundidade é avaliada olhando-se quanto o tórax se expande. Ele expande pouco ou muito? Durante a avaliação rotineira dos sinais vitais, o enfermeiro faz uma verificação subjetiva da profundidade da respiração. Expansão mínima do tórax em base consistente significa respiração superficial. A respiração profunda ocorre quando há expansão excessiva consistente da parede torácica.
  • 53. TIPOS DE RESPIRAÇÃO • Respiração torácica : • Respiração abdominal ou diafragmática: Respiração mista ou tóraco-abdominal
  • 57. • Varia em função da idade, sendo: recém-nascidos - 40 a 45 mrpm lactentes - 25 a 35 mrpm pré-escolares - 20 a 35 mrpm escolares - 18 a 35 mrpm adultos - 12 a 20 mrpm r.p.m.= respirações por minuto m.r.p.m.= movimentos respiratórios por minuto Frequência Respiratória Frequência Respiratória esperada em indivíduos saudáveis
  • 58. Eupneia: 12 a 20mrpm; Bradipneia: < 12mrpm; Taquipneia: >20mrpm; Dispneia: Dificuldade respiratória. Apneia: ausência de movimentos respiratórios; Ortopneia: é a incapacidade de respirar facilmente, exceto na posição ereta;
  • 60. • Um relógio com ponteiro de segundos é necessário para contar a frequência respiratória. • O paciente não deve estar ciente de que a frequência está sendo avaliada, pois ele pode alterar o padrão de respiração. • É importante posicioná-lo de modo que o movimento do tórax e do abdome seja facilmente visível. • O tipo de roupa que o paciente está usando por vezes prejudica a visualização do movimento do tórax e abdome. Portanto, é uma boa ideia também colocar a mão em contato com a parede do tórax ou abdome para sentir a sua expansão e seu abaixamento. • Quando possível, deixe as áreas do pescoço, do tórax e do abdome expostas para que a visualização do padrão e da profundidade do movimento do tórax possa ser feita. Para determinar a frequência respiratória, conte o número de ciclos de inspiração/expiração (uma respiração)
  • 61. • Conte as respirações por um minuto se o paciente tiver um ritmo respiratório irregular ou dificuldade respiratória. • Enquanto contar as respirações, observe também o ritmo, a profundidade, a simetria do movimento do tórax e a difi- culdade respiratória. • Também é importante observar se o paciente tem sinais aparentes de dispneia (dificuldade respiratória) ou oxigenação insuficiente.
  • 62. frequência Respiratória Durante a Avaliação considerar: • Idade • Histórico • Doença • Exercícios físicos Fatores que alteram o padrão respiratório
  • 63. Fatores que podem influenciar na respiração Exercício físico Dor Ansiedade Tabagismo Posição corporal Medicações Lesão neurológica Alteração nos níveis da Hemoglobina
  • 64. Frequência Respiratória Durante a Avaliação – Não esquecer!!! • Anatomia e fisiologia do Sistema Respiratório • Padrão respiratório normal • Influência da doença no padrão respiratório • Influência da posição do cliente no momento da avaliação • Influência das Terapias envolvidas
  • 65. Como resolver o caso clinico ? •Maria Clara, 45 anos, hipertensa, diabética. Chegou a unidade de saúde para a consulta conforme estava agendada. Foi chamada para sala da pré consulta para a verificação dos Sinais Vitais (SSVV).
  • 66. Por etapas OLHAR A TEMPERATURA ? E CLASSIFICAR COMO ? DEPOIS CONTAR A FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA? ESTÁ NORMAL ? RÁPIDA OU DEVAGAR SENTE FALTA DE AR? DEITADA OU ALIVIA QUANDO ESTÁ NA POSIÇÃO ERETA? OUTROS RITMOS?