O texto discute o futuro da língua portuguesa no Brasil e argumenta que: (1) os empréstimos de outras línguas, especialmente do inglês, não colocam em risco a integridade da língua portuguesa; (2) a maioria dos empréstimos se torna efêmera ou é assimilada com o tempo; (3) o português precisa de empréstimos para acompanhar as mudanças sociais e culturais.