O documento discute como o sensoriamento remoto pode ser usado para estudar ecologia a diferentes escalas espaciais e temporais. Aborda os desafios de ajustar a resolução dos sensores às escalas dos indivíduos ecológicos e como isso pode permitir o desenvolvimento de teorias ecológicas baseadas no indivíduo. Também discute a importância da ecologia espacial, de grandes escalas e mecanicamente robusta para entender padrões e processos ecológicos.