O documento discute o fenômeno arquitetônico conhecido como 'raio que o parta', que representa uma apropriação estética do modernismo na arquitetura popular do Pará, Brasil, surgindo entre as décadas de 1940 e 1950. A pesquisa busca analisar como essa manifestação é compreendida na historiografia atual, refletindo sobre cultura, patrimônio e identidade. Elementos como mosaicos de azulejos e cobogós são destacados como características distintivas que simbolizam a modernidade e o desenvolvimento entre as classes médias da época.