CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues 
RENASCIMENTO 
AULA2_ CONTEXTO | PERSONAGENS | ASPECTOS DE DESENHO URBANO
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A Região da Toscana 
CONTEXTUALIZAÇÃO
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CONTEXTUALIZAÇÃO 
Luciano Laureana | Palazzo Ducale (Urbino)
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CONTEXTUALIZAÇÃO 
NÃO EXISTE UMA CIDADE RENASCENTISTA. Existem cidades 
medievais (Siena) e cidades barrocas (Roma). 
O RENASCIMENTO é mais do que a simples retomada de valores 
clássicos. É um amplo e complexo processo de transformação 
cultural, social e religioso que se dá na Europa na formação de uma 
cultura humanista nos séculos XV e XVI.
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CONTEXTUALIZAÇÃO 
O Urbanismo no Renascimento se manifestará: 
Construção de sistemas de fortificação (expansões marítimas) 
Modificação de Zonas na cidade: Criação de espaços públicos, praças e 
ruas retilíneas. 
Reestruturação urbana com novas redes viárias, novos bairros. 
Expansão urbana (quadras regulares)
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Il Campo (Siena)
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Il Campo (Siena)
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Coliseu | ROMA
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CONTEXTUALIZAÇÃO 
• No fim do século XVI, seu aspecto é outro. A cidade é um ativo 
núcleo de FORÇAS EM CONTRASTE. A cidade é um núcleo de um 
jogo de interesses mais complexo. Há um poder real (famílias) 
acima de um poder municipal. 
• O advento da burguesia corresponde uma nova hierarquia entre 
artesãos das atividades mecânicas (manuais) e liberais (princípios 
filosóficos e conhecimento histórico). 
• Os artistas passam a ter convívio na corte. Os mais cultos, mais 
influentes e mais respeitados são os arquitetos. Participam das 
definições do poder na cidade. 
• Neste período surgem os primeiros tratados de arquitetura. 
Retomam-se os valores de VITRÚVIO e surgem as primeiras 
concepções do urbanismo.
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Não existe uma história da arquitetura isolada da história da civilização, 
mas uma história da aventura humana que produz arte ao construir seu 
habitat. 
É neste ENTRELAÇAMENTO entre a produção material e a representação 
humana traduzida em arte, sobre as condições dadas à sua época, que 
reside a dimensão histórica da arquitetura e sua transcendência ao longo 
do tempo para gerações futuras. 
“ mi mayor interés está principalmente 
concentrado en el propósito de mostrar sus 
relaciones recíprocas con las actividades 
humanas y la semejanza de métodos que se 
emplean hoy día, lo mismo en construcción, 
pintura, urbanística y la ciencia.” 
Siegfried Giedion: Spacio, Tiempo y 
Arquitectura (1940/1966)
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CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues 
Bernardo Rosselini | Catedral de Santa Maria Assunta | (Pienza: séc. 1459 - 62)
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Il Campo (Siena)
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CARACAS | VENEZUELA
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RIO DE JANEIRO
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A CULTURA “MODERNA” 
_precedentes renascentistas 
Objeto do olhar | A Perspectiva 
Objeto de discurso | A Tratadística 
Objeto de intervenções | As Relações Cidade e Natureza/ A Utopia
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_a perspectiva 
Vittore Carpaccio |São Jorge e o Dragão: 1507 
Rafael Sanzio | Bodas da Virgem Maria: 1504
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_a perspectiva 
Giorgio Vasari - Palazzo degli Uffizi | |Florença: 1560)
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_a perspectiva
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_a perspectiva
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_a perspectiva
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_a perspectiva
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_a tratadística 
DE ARCHITECTURA 
O tratado De Architectura libri decem, escrito por Vitrúvio, é uma abrangente 
reflexão feita no século I a.C. sobre a disciplina da arquitetura e procura, através 
do seu estudo, requalificar a prática profissional em voga na Roma do Imperador 
César Augusto. 
O objetivo primeiro do tratado é registrar as matérias essenciais de cada gênero 
de edificação, detalhando questões de base sobre as diferentes tipologias e 
exemplificando-as. 
De forma sumária, os dez livros contemplam os seguintes conteúdos: 
Livro 1: Sobre os conhecimentos necessários à formação do arquiteto. 
Livro 2: Sobre os materiais e a arte da construção 
Livros 3 e 4: Sobre os edifícios religiosos. 
Livro 5: Sobre os edifícios públicos. 
Livro 6: Sobre os edifícios privados. 
Livro 7: Sobre os acabamentos 
Livro 8: Sobre hidráulica e distribuição da água 
Livro 9: Sobre gnomônica nas edificações. 
Livro 10: sobre mecânica e os princípios das máquinas 
ciência responsável por desenvolver teorias e reunir conhecimentos sobre a divisão do arco dia, ou 
trajectória do Sol acima do horizonte
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_a tratadística 
Gravuras posteriores
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_a tratadística 
De re aedificatoria 
L.B.Alberti 1456
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Alberti 
Presença criativa e sistematizadora em inúmeros campos de 
conhecimento, Leone Battista Alberti foi o grande teórico da 
arte renascentista e um dos mais notáveis representantes de 
sua arquitetura. 
Leon Battista Alberti nasceu em Gênova em 14 de fevereiro de 
1404, filho ilegítimo de um nobre florentino. Formou-se em 
direito em Bolonha, escrevendo nessa época uma comédia 
clássica, Philodoxeus, tomada por seus contemporâneos 
como uma antiga peça de teatro romano. 
Nomeado secretário do papa (1432), seguiu para Roma e, 
quando a família Colonna cercou a cidade, refugiou-se em 
Florença, sob a proteção de Eugênio IV.
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Alberti 
Como outros mestres de seu tempo, Alberti defendia a aplicação de princípios 
racionais e salientava a necessidade de uma formação integral, que conferisse 
sentido à obra do artista. 
Por isso escreveu Della famiglia (1437-1444; Sobre a família), De iciarchia (1470; 
Sobre o governo da casa), Religio (Religião), Virtus (Virtude), Patientia 
Paciência), Felicitas (Felicidade), Parsimonia (Parcimônia), Della tranquilità 
dell'animo (Sobre a tranqüilidade do espírito). 
Escreveu também sobre animais domésticos, mecânica, jurisprudência, além de 
fábulas, diálogos e poemas. Pioneiro no estudo da câmara escura, na 
agrimensura e no planejamento urbano, Leon Battista Alberti foi bem o chamado 
HOMEM UNIVERSAL DO RENASCIMENTO. Morreu em Roma em 25 de abril de 
1472.
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Alberti 
Entregou-se em seguida a sua maior obra, DE RE 
AEDIFICATORIA (1452; Sobre a edificação), em dez volumes 
e traduzida em 1565 para o italiano. Baseando-se em 
manuscritos de Vitrúvio, propõe uma estética de harmonia e 
proporção, que tivesse como ponto de partida as contribuições 
e técnicas já dominadas pelos gregos e romanos.
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Alberti | principais obras 
-ALBERTI: regularidade na superfície. Palazzo Rucelai. (Florença: 1453) 
Pouca semelhança entre essa fachada 
e qualquer ruína clássica. Entretanto, 
Alberti manteve-se fiel ao programa de 
Brunelleschi e usou formas clássicas 
para a decoração da superfície. 
Cobriu a casa com uma série de 
pilastras e cornijamentos planos que 
sugeriam uma ordem clássica sem 
alterar a estrutura. É fácil perceber 
onde Alberti aprendera esse princípio.
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Alberti | principais obras
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Alberti | principais obras
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Alberti | principais obras 
ALBERTI: regularidade na superfície. Templo Malatesta (Rimini: 1450 - 1462)
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Alberti | principais obras 
ALBERTI: métrica constante. Templo Malatesta (Rimini: 1450 - 1462)
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Alberti | principais obras 
ALBERTI: métrica constante. Sant’Andrea (Mântua: 1470)
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Alberti | principais obras 
ALBERTI: espaço conciso - unitário. Sant’Andrea (Mântua: 1470)
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a UTOPIA 
"Utopia", publicada aprox. de 1516. 
Criaou um reino-ilha imaginário cuja 
sociedade funcionava de modo justo e 
perfeito. 
Utopia tornou-se uma palavra comum do 
vocabulário universal para designar 
sociedades perfeitas ou ideais, embora 
impossíveis. 
Thomas Morus 
Utopia: 1516
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a UTOPIA 
Todos os cidadãos da ilha vivem em casas 
iguais, trabalham por períodos no campo e 
em seu tempo livre se dedicam a leitura e a 
arte. 
Toda a organização social da ilha aponta a 
dissolver as diferenças e a fomentar a 
igualdade. Por exemplo, que todas as 
cidades sejam geograficamente iguais. 
Na ilha impera uma paz total e uma 
harmonia de interesses que são resultado 
de sua organização social. 
Thomas Morus 
Utopia: 1516
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A CIDADE IDEAL PROJETADA 
ANTÔNIO AVERLINO FILARETE (Florença- nasce em 1400) concepção da 
cidade ideal em estrela, tratado redigido a serviço do Duque de Milão. 
SFORZINDA: a cidade radial estrelada. Dezesseis ruas principais se irradiam a 
partir da piazza central em direção aos oito portões da cidade e às oito torres 
situadas nas pontas da estrela. Na metade de seu percurso, oito dessas ruas 
atravessam uma praça aberta, nas outras oito uma igreja é situada no centro. 
Antonio Filarete 
Cidade Ideal (Sforzinda: 
1460 - 1464)
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A CIDADE IDEAL PROJETADA 
O traçado geométrico dessa cidade é localizado em um ameno “vale circundado 
por colinas através das quais o rio inda corre”, descrito por Filarete em seu 
segundo livro.
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A CIDADE IDEAL PROJETADA
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A CIDADE IDEAL PROJETADA 
Francesco di Giorgio :Cidade Poligonal 
atravessada por um rio. O curso do rio é 
direcionado para um canal estreito e linear, 
atravessado por pontes e intervalos regulares 
matematicamente determinados.
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Leonardo da Vinci – A cidade de 
Florença transformada em uma “cidade 
ideal”. Florença é remodelada segundo 
traçado em xadrez, e o rio Arno tornase 
retilíneo como a corda de um arco. 
HIPODAMUS DE MILETO 
MALHA RETICULADA - QUADRÍCULA
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A CIDADE IDEAL PROJETADA 
A prática efetiva da planificação urbana vai se dar no século XVI , com a 
criação de cidades novas, por razões militares ou de poder, onde se 
aplicam os princípios urbanísticos renascentistas. A dimensão militar 
conduz a estruturas em forma de estrela que permitem um melhor 
controle da cidade. Se reintroduz planos geométricos, radiais ou 
ortogonais. 
A partir do século XVII todas as realizações serão influenciadas pelo 
Renascimento. A Europa entra em definitivo numa nova era cultural e 
estética cujos princípios no campo urbanístico e arquitetônico só seriam 
definitivamente abandonados no século XX, com o movimento moderno.
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Alberti (Florença 1404): a cidade ideal é um octágono regular, com uma 
praça octagonal no centro de onde partem oito ruas cortadas por vias 
anulares concêntricas de traçado ortogonal. 
Francisco Giorgio Martini (1429)- Siena- Plano da cidade em função do sítio, 
cidade ideal é um octágono regular.
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FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada 
Sabbioneta, cidade 
italiana fundada em 1560.
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FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada 
as tendências geometrizantes estavam 
sendo adotadas em quase todas as 
experiências urbanísticas européias 
orientaria o urbanismo colonial posto em 
prática com a expansão européia. 
Damão e Baçaim (Índia).
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FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada 
Salvador - Bahia
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FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada 
Natal
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FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada 
Forte Príncipe da Beira. na margem direita do rio 
Guaporé, fronteira natural entre o Brasil e a Bolívia
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ELEMENTOS MORFOLÓGICOS 
a rua e a parede 
edifício (membrana) = serve à autonomia e à dependência do edifício 
Barcelona – Bairro Gótico uffizi
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ELEMENTOS MORFOLÓGICOS 
Michelangelo - Palazzo Farnese (Roma: 1546)
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ELEMENTOS MORFOLÓGICOS 
Michelangelo - Palazzo Farnese (Roma: 1546)
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ELEMENTOS MORFOLÓGICOS
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ELEMENTOS MORFOLÓGICOS
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ELEMENTOS MORFOLÓGICOS
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ELEMENTOS MORFOLÓGICOS

Hau2 aula03

  • 1.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues RENASCIMENTO AULA2_ CONTEXTO | PERSONAGENS | ASPECTOS DE DESENHO URBANO
  • 2.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A Região da Toscana CONTEXTUALIZAÇÃO
  • 3.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO Luciano Laureana | Palazzo Ducale (Urbino)
  • 4.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO NÃO EXISTE UMA CIDADE RENASCENTISTA. Existem cidades medievais (Siena) e cidades barrocas (Roma). O RENASCIMENTO é mais do que a simples retomada de valores clássicos. É um amplo e complexo processo de transformação cultural, social e religioso que se dá na Europa na formação de uma cultura humanista nos séculos XV e XVI.
  • 5.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO O Urbanismo no Renascimento se manifestará: Construção de sistemas de fortificação (expansões marítimas) Modificação de Zonas na cidade: Criação de espaços públicos, praças e ruas retilíneas. Reestruturação urbana com novas redes viárias, novos bairros. Expansão urbana (quadras regulares)
  • 6.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Il Campo (Siena)
  • 7.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Il Campo (Siena)
  • 8.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Coliseu | ROMA
  • 9.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CONTEXTUALIZAÇÃO • No fim do século XVI, seu aspecto é outro. A cidade é um ativo núcleo de FORÇAS EM CONTRASTE. A cidade é um núcleo de um jogo de interesses mais complexo. Há um poder real (famílias) acima de um poder municipal. • O advento da burguesia corresponde uma nova hierarquia entre artesãos das atividades mecânicas (manuais) e liberais (princípios filosóficos e conhecimento histórico). • Os artistas passam a ter convívio na corte. Os mais cultos, mais influentes e mais respeitados são os arquitetos. Participam das definições do poder na cidade. • Neste período surgem os primeiros tratados de arquitetura. Retomam-se os valores de VITRÚVIO e surgem as primeiras concepções do urbanismo.
  • 10.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Não existe uma história da arquitetura isolada da história da civilização, mas uma história da aventura humana que produz arte ao construir seu habitat. É neste ENTRELAÇAMENTO entre a produção material e a representação humana traduzida em arte, sobre as condições dadas à sua época, que reside a dimensão histórica da arquitetura e sua transcendência ao longo do tempo para gerações futuras. “ mi mayor interés está principalmente concentrado en el propósito de mostrar sus relaciones recíprocas con las actividades humanas y la semejanza de métodos que se emplean hoy día, lo mismo en construcción, pintura, urbanística y la ciencia.” Siegfried Giedion: Spacio, Tiempo y Arquitectura (1940/1966)
  • 11.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues
  • 12.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Bernardo Rosselini | Catedral de Santa Maria Assunta | (Pienza: séc. 1459 - 62)
  • 13.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Il Campo (Siena)
  • 14.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CARACAS | VENEZUELA
  • 15.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues RIO DE JANEIRO
  • 16.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A CULTURA “MODERNA” _precedentes renascentistas Objeto do olhar | A Perspectiva Objeto de discurso | A Tratadística Objeto de intervenções | As Relações Cidade e Natureza/ A Utopia
  • 17.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a perspectiva Vittore Carpaccio |São Jorge e o Dragão: 1507 Rafael Sanzio | Bodas da Virgem Maria: 1504
  • 18.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a perspectiva Giorgio Vasari - Palazzo degli Uffizi | |Florença: 1560)
  • 19.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a perspectiva
  • 20.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a perspectiva
  • 21.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a perspectiva
  • 22.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a perspectiva
  • 23.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a tratadística DE ARCHITECTURA O tratado De Architectura libri decem, escrito por Vitrúvio, é uma abrangente reflexão feita no século I a.C. sobre a disciplina da arquitetura e procura, através do seu estudo, requalificar a prática profissional em voga na Roma do Imperador César Augusto. O objetivo primeiro do tratado é registrar as matérias essenciais de cada gênero de edificação, detalhando questões de base sobre as diferentes tipologias e exemplificando-as. De forma sumária, os dez livros contemplam os seguintes conteúdos: Livro 1: Sobre os conhecimentos necessários à formação do arquiteto. Livro 2: Sobre os materiais e a arte da construção Livros 3 e 4: Sobre os edifícios religiosos. Livro 5: Sobre os edifícios públicos. Livro 6: Sobre os edifícios privados. Livro 7: Sobre os acabamentos Livro 8: Sobre hidráulica e distribuição da água Livro 9: Sobre gnomônica nas edificações. Livro 10: sobre mecânica e os princípios das máquinas ciência responsável por desenvolver teorias e reunir conhecimentos sobre a divisão do arco dia, ou trajectória do Sol acima do horizonte
  • 24.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a tratadística Gravuras posteriores
  • 25.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues _a tratadística De re aedificatoria L.B.Alberti 1456
  • 26.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti Presença criativa e sistematizadora em inúmeros campos de conhecimento, Leone Battista Alberti foi o grande teórico da arte renascentista e um dos mais notáveis representantes de sua arquitetura. Leon Battista Alberti nasceu em Gênova em 14 de fevereiro de 1404, filho ilegítimo de um nobre florentino. Formou-se em direito em Bolonha, escrevendo nessa época uma comédia clássica, Philodoxeus, tomada por seus contemporâneos como uma antiga peça de teatro romano. Nomeado secretário do papa (1432), seguiu para Roma e, quando a família Colonna cercou a cidade, refugiou-se em Florença, sob a proteção de Eugênio IV.
  • 27.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti Como outros mestres de seu tempo, Alberti defendia a aplicação de princípios racionais e salientava a necessidade de uma formação integral, que conferisse sentido à obra do artista. Por isso escreveu Della famiglia (1437-1444; Sobre a família), De iciarchia (1470; Sobre o governo da casa), Religio (Religião), Virtus (Virtude), Patientia Paciência), Felicitas (Felicidade), Parsimonia (Parcimônia), Della tranquilità dell'animo (Sobre a tranqüilidade do espírito). Escreveu também sobre animais domésticos, mecânica, jurisprudência, além de fábulas, diálogos e poemas. Pioneiro no estudo da câmara escura, na agrimensura e no planejamento urbano, Leon Battista Alberti foi bem o chamado HOMEM UNIVERSAL DO RENASCIMENTO. Morreu em Roma em 25 de abril de 1472.
  • 28.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti Entregou-se em seguida a sua maior obra, DE RE AEDIFICATORIA (1452; Sobre a edificação), em dez volumes e traduzida em 1565 para o italiano. Baseando-se em manuscritos de Vitrúvio, propõe uma estética de harmonia e proporção, que tivesse como ponto de partida as contribuições e técnicas já dominadas pelos gregos e romanos.
  • 29.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti | principais obras -ALBERTI: regularidade na superfície. Palazzo Rucelai. (Florença: 1453) Pouca semelhança entre essa fachada e qualquer ruína clássica. Entretanto, Alberti manteve-se fiel ao programa de Brunelleschi e usou formas clássicas para a decoração da superfície. Cobriu a casa com uma série de pilastras e cornijamentos planos que sugeriam uma ordem clássica sem alterar a estrutura. É fácil perceber onde Alberti aprendera esse princípio.
  • 30.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti | principais obras
  • 31.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti | principais obras
  • 32.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti | principais obras ALBERTI: regularidade na superfície. Templo Malatesta (Rimini: 1450 - 1462)
  • 33.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti | principais obras ALBERTI: métrica constante. Templo Malatesta (Rimini: 1450 - 1462)
  • 34.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti | principais obras ALBERTI: métrica constante. Sant’Andrea (Mântua: 1470)
  • 35.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti | principais obras ALBERTI: espaço conciso - unitário. Sant’Andrea (Mântua: 1470)
  • 36.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues a UTOPIA "Utopia", publicada aprox. de 1516. Criaou um reino-ilha imaginário cuja sociedade funcionava de modo justo e perfeito. Utopia tornou-se uma palavra comum do vocabulário universal para designar sociedades perfeitas ou ideais, embora impossíveis. Thomas Morus Utopia: 1516
  • 37.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues a UTOPIA Todos os cidadãos da ilha vivem em casas iguais, trabalham por períodos no campo e em seu tempo livre se dedicam a leitura e a arte. Toda a organização social da ilha aponta a dissolver as diferenças e a fomentar a igualdade. Por exemplo, que todas as cidades sejam geograficamente iguais. Na ilha impera uma paz total e uma harmonia de interesses que são resultado de sua organização social. Thomas Morus Utopia: 1516
  • 38.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A CIDADE IDEAL PROJETADA ANTÔNIO AVERLINO FILARETE (Florença- nasce em 1400) concepção da cidade ideal em estrela, tratado redigido a serviço do Duque de Milão. SFORZINDA: a cidade radial estrelada. Dezesseis ruas principais se irradiam a partir da piazza central em direção aos oito portões da cidade e às oito torres situadas nas pontas da estrela. Na metade de seu percurso, oito dessas ruas atravessam uma praça aberta, nas outras oito uma igreja é situada no centro. Antonio Filarete Cidade Ideal (Sforzinda: 1460 - 1464)
  • 39.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A CIDADE IDEAL PROJETADA O traçado geométrico dessa cidade é localizado em um ameno “vale circundado por colinas através das quais o rio inda corre”, descrito por Filarete em seu segundo livro.
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A CIDADE IDEAL PROJETADA
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A CIDADE IDEAL PROJETADA Francesco di Giorgio :Cidade Poligonal atravessada por um rio. O curso do rio é direcionado para um canal estreito e linear, atravessado por pontes e intervalos regulares matematicamente determinados.
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Leonardo da Vinci – A cidade de Florença transformada em uma “cidade ideal”. Florença é remodelada segundo traçado em xadrez, e o rio Arno tornase retilíneo como a corda de um arco. HIPODAMUS DE MILETO MALHA RETICULADA - QUADRÍCULA
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues A CIDADE IDEAL PROJETADA A prática efetiva da planificação urbana vai se dar no século XVI , com a criação de cidades novas, por razões militares ou de poder, onde se aplicam os princípios urbanísticos renascentistas. A dimensão militar conduz a estruturas em forma de estrela que permitem um melhor controle da cidade. Se reintroduz planos geométricos, radiais ou ortogonais. A partir do século XVII todas as realizações serão influenciadas pelo Renascimento. A Europa entra em definitivo numa nova era cultural e estética cujos princípios no campo urbanístico e arquitetônico só seriam definitivamente abandonados no século XX, com o movimento moderno.
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Alberti (Florença 1404): a cidade ideal é um octágono regular, com uma praça octagonal no centro de onde partem oito ruas cortadas por vias anulares concêntricas de traçado ortogonal. Francisco Giorgio Martini (1429)- Siena- Plano da cidade em função do sítio, cidade ideal é um octágono regular.
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada Sabbioneta, cidade italiana fundada em 1560.
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada as tendências geometrizantes estavam sendo adotadas em quase todas as experiências urbanísticas européias orientaria o urbanismo colonial posto em prática com a expansão européia. Damão e Baçaim (Índia).
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada Salvador - Bahia
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada Natal
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues FORTIFICAÇÕES | Reprodução figurada Forte Príncipe da Beira. na margem direita do rio Guaporé, fronteira natural entre o Brasil e a Bolívia
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ELEMENTOS MORFOLÓGICOS a rua e a parede edifício (membrana) = serve à autonomia e à dependência do edifício Barcelona – Bairro Gótico uffizi
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ELEMENTOS MORFOLÓGICOS Michelangelo - Palazzo Farnese (Roma: 1546)
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ELEMENTOS MORFOLÓGICOS Michelangelo - Palazzo Farnese (Roma: 1546)
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