O documento analisa a importância das instituições de saúde em Belém durante os períodos colonial e imperial, destacando seu valor histórico e arquitetônico. As rápidas mudanças nos métodos de tratamento médico comprometem a leitura arquitetônica dessas instituições, que refletem o urbanismo e as epidemias enfrentadas pela população no século XIX. A pesquisa discute o papel das políticas higienistas e a relação entre medicina acadêmica e popular em respostas a calamidades públicas.