Este documento discute a reconversão de edifícios singulares em novos usos, como equipamentos culturais, para preservar o património histórico e revitalizar o espaço urbano. Aborda casos de reconversão em Lisboa, como os Armazéns Frigoríficos de Alcântara que se tornaram no Museu do Oriente, e o Edifício Central Tejo que agora é o Museu da Electricidade. Defende que a reutilização destes edifícios contribui para a qualidade do espaço público e do desen