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Disciplina: Sociologia aplicada à Saúde Farmácia 1° Semestre 2011 Turma: 180151 Alunas:Andressa Lopes Bruna Cristyen Fernanda Martins Fernanda Tavares Kélvia  Holanda Larissa Sousa Tamares Santos
Saúde Pública A arte e a ciência de prevenir a doença, prolongar a vida, promover a saúde e a eficiência física e mental mediante o esforço organizado da comunidade. Abrangendo o saneamento do meio, o controle das infecções, a educação dos indivíduos nos princípios de higiene pessoal, a organização de serviços médicos e de enfermagem para o diagnóstico precoce e pronto tratamento das doenças e o desenvolvimento de uma estrutura social que assegure a cada indivíduo na sociedade um padrão de vida adequado à manutenção da saúde.
Sanitarismo Sanitarismo se preocupa com o melhoramento das condições de vida e de trabalho da população . Sanitarismo é a consevação da Saúde Pública. Sanitarismo Campanhista: As campanhas sanitárias era sua principal estratégia (início do século XX até 1945
Sistemas de Saúde A teoria de sistemas feita por Ludwig von Bertalanffy, estuda, de modo interdisciplinar, a organização abstrata de fenômenos, independente de sua formação e configuração presente. Investiga todos os princípios comuns a todas as entidades complexas, e modelos que podem ser utilizados para a sua descrição. E sua difusão e aceitação se generalizam no final da Segunda Guerra Mundial.
Modelos de Reformas Sanitárias Modelo Bismarck ou Sistema de Seguridade Social: que se caracterizava como financiamento por cotas obrigatórias; Modelo Semashko ou Sistema Centralizado: se dava por financiamento estatal; Modelo Beveridge ou Sistema Nacional de Saúde caracterizava por um financiamento público por meio de impostos; Modelo Seguro Social caracterizava pela compra dos serviços de saúde por indivíduos.
Durante o século XX: Primeira geração viu o crescimento dos sistemas nacionais de saúde e o crescimento de sistemas de seguridade social para nações de renda média.  Segunda geração de reformas viu a inicialização da Atenção Primária à Saúde.  Terceira geração foi aplicada serviços de alta qualidade, definidos principalmente por critérios de custo-efetividade, para todos, mais do que os cuidados possíveis para toda a população ou cuidados mais simples e básicos para os pobres.
A dinâmica dos sistemas de saúdes no mundo Desde seu princípio, a Organização mundial da Saúde (OMS) tem tido presente a importância das repercussões econômicas da má-saúde e da doença, das limitações financeiras que tão amiúde se opõem à prestação ou à obtenção de assistência médica e sanitária adequadas e das dificuldades de avaliação dos benefícios resultantes dessa assistência, em termos monetários ou com relação a outros critérios
As reformas sanitárias contemporâneas resultam da crise da política de Estado de Bem-Estar, conhecido como Welfare State. E já não eram capazes de financiar, gerando um déficit público, o que leva à uma crise fiscal do Estado. O resultado é uma preocupação em cortar gastos do Estado-providência, e isso vai incidir no setor da saúde.
Dinâmica da saúde e forças expansivas Existe uma íntima relação entre o tipo de cobertura e o financiamento dos serviços.A cobertura em saúde deve dar lugar a tervenções abrangentes a todas as pessoas para ter anscendência social e, assim concebida, resultará de profunda natureza ética. A urbanização tem sido um fator determinante na mudança do perfil e da situação de saúde, especialmente nas grandes cidades.
Intervenção de alguém com conhecimentos e poderes que abrangessem aspectos culturais, religiosos e técnicos; Preocupação individual e ambiental pelos efeitos das doenças e das mortes se ampliou; Modelo capitalista: medicina individualista, ignorando a dimensão global,coletiva da sociedade.
Normatização do ensino e profissão médica Avaliação das epidemias em geral Ações médicas subordinadas a ações públicas
Inglaterra: controle da saúde do corpo das classes mais pobres, para torná-las mais aptas ao trabalho e menos perigosa as classes mais ricas; Medicina Assistencial destinada aos pobres,uma medicina administrativa fazendo vacinas e tratando epidemias e uma medicina privada que beneficiava quem tinha recursos para pagar.
Implantação de uma medicina urbana (Revolução de 1789); Preocupação com a saúde pública (Revolução Francesa); França: exemplo no fornecimento de água potável, entre outros; Surgimento da estatística sanitária (Gottfried Achenwall); Base do atendimento à saúde   instituições de caridade; Revolução Industrial transformou a vida social:  Conservação da saúde dos trabalhadores;  Início dos atendimentos coletivos;
Alemanha (1883 – Bismarck)   Instituída a ”Contribuição dos empregadores para a cobertura da saúde dos trabalhadores”. Dinamarca (1935)   90% da população estava coberta pelo seguro-saúde; 1940 a 1950   sistemas de saúde dos países mais ricos;
América do Norte Nos Estados Unidos, a medicina americana, na primeira metade do século XIX era profundamente deficiente, a guerra civil contribuiu para o declínio dos grandes centros do sul.  O rápido crescimento do país, com a ausência de uma legislação, deu origem a um comercio livre e descontrolado. A primeira organização oficial americana de saúde publica ocorreu em 1850, pó Simule Shatuk, que propôs a organização das juntas locais. A partir de 1910, Abraham Flexner, reformulou o ensino medico no continente, influenciou também a criação de escolas de Saúde Pública que, segundo ele, deveriam:
Trabalhar com uma nova ciência, a higiene; Voltar-se para os aspectos mais práticos e administrativos da saúde; Procurar os fatores determinantes da saúde e do bem-estar da população; Dedicar-se ao estudo das doenças mais freqüentes. Na década de 40, como conseqüência de processos esternos e internos ao campo da saúde, articula-se nos Estados Unidos a proposta de implantação de um sistema nacional de saúde.
A atenção primária á saúde nos Estados Unidos O conceito de níveis de atenção médica, ou seja, a atenção primária à saúde (APS), como primeiro contato dentro de um sistema de atenção médica. Duas escolas de pensamento surgiram sobre a APS: - a primeira com um paradigma biomédico, com foco em cuidados médicos para o individuo; - a outra tem como paradigma mais amplo, o biopsicossocial. Em 1952 realizou-se em Colorado uma reunião de representantes das principais escolas de medicina norte- americanas.
Nos anos 60 geraram um movimento de saúde comunitária, baseado na implantação de centros comunitários de saúde. Entanto os Estados Unidos é a única nação industrializada que ate hoje não dispõe de um sistema de assistência á saúde.  Lá os centros de controle e prevenção de doenças desenvolveram o índice chamado Qualidade de Vida Relacionada á saúde, com base nos dados do sistema de Vigilância de fatores de risco comportamentais.  Com isso os investigadores concluíram que 86,6% dos americanos adultos consideravam sua saúde boa ou excelente.
AMÉRICA LATINA Saúde pública em alguns países da  América latina: Chile México Cuba
Saúde publica no CHILE Na  America latina, o primeiro país a desenvolver cobertura de saúde dos trabalhadores foi o Chile. O país se destaca pela qualidade do seu sistema de saúde e pelas clinicas modernas. Os hospitais privados nas cidades do Chile são de alto nível. O sistema de saúde pública que o pais oferece está entre os melhores da America latina . O Chile é um país sem doenças como a malária, febre amarela ou cólera.
Saúde publica com gripe:  MÉXICO  A evolução da saúde publica mexicana foi gradual. Nos séculos XIX e XX  desenvolveu-se paralelamente as mudanças políticas e sociais do país. Na primeira metade do século XIX o cuidado com os doentes dependia parcialmente da caridade religiosa. Depois, institui-se a beneficência  publica , consolidada pelo presidente Benito Juarez.
A partir da revolução surgiu o principio de assistência publica como obrigação do estado para com a sociedade. Atualmente, a assistência a saúde, e a seguridade social conjugam-se  em um conceito de medicina institucional que compreende a investigação, o ensino e os serviços prestados a sociedade.  A gripe, ao que tudo indica, originou-se no México, contrariando as expectativas e a história de todas as epidemias anteriores. Devemos lembrar que a saúde pública no México está sendo privatizada e isto teve influência direta no surto de gripe . As máscaras que estão sendo usadas são simples panos sobre boca e nariz e o vírus é muito menor que os furos existentes.
Saúde publica em CUBA Aproximadamente em 1959 a expectativa de vida da população cubana  era inferior  a 60 anos. Com um quadro higiênico sanitário dominado por inferioridades infectocontagiosas e parasitarias, além de uma mortalidade infantil de 60 para cada 1000 nascidos. Com a implantação do Sistema Nacional de Saúde (SNS), fizeram-se patentes princípios básicos que se devem ao caráter social e profundamente humano de nossa revolução.  O modelo de saúde cubano transitou por diferentes etapas, segundo as necessidades e o processo de desenvolvimento em cada momento. Na década de 1960, criou-se o Serviço Médico Rural, por ser a população do campo a mais desprotegida na época do triunfo da revolução.
A concepção de nosso SNS está baseada nos elementos preventivos, tendo como guardião e principal pilar o médico e a enfermeira da família. De maneira integrada com outros níveis e estruturas do sistema e do resto da sociedade, eles formam um bloco monolítico para preservar a saúde, assim como para alcançar um diagnóstico e o tratamento oportuno em caso de doenças, e um sistema de reabilitação de alcance comunitário para doenças que deixem seqüelas transitórias ou permanentes.  DR° LUIS CURBELO AFONSO
1808 a cidade do Rio de Janeiro passa a ser alvo de atenções sanitárias com a vinda da Corte Real Portuguesa. 1829, cria-se a Imperial Academia de Medicina e a Junta de Higiene Pública, com inspeções às  embarcações suspeitas e com quarentena. Com a instituição da Republica, em 1889 definiu-se a medicina pública, medicina sanitária, a higiene ou simplesmente saúde pública. Entre 1890 e 1900, no Rio de Janeiro e nas grandes cidades, ocorreram epidemias de varíola, febre amarela, cólera e peste bubônica, levando o governo a contratar médicos para atuarem em saneamento e fiscalização sanitária.
Foi Oswaldo Cruz que, no inicio do século XX, como diretor do Departamento Nacional de Saúde Pública, iniciou a fiscalização das residências combatendo mosquitos e ratos, organizando campanhas sanitárias em estilo militar, o que provocou a conhecida  “Revolta da Vacina”  no Rio de Janeiro, quando a população se rebelou contra a obrigatoriedade da vacinação para prevenir a varíola. http://pt.wikipedia.org/wiki/Oswaldo_Cruz
O primeiro Ministério com ações na área da saúde foi criado em 1930 (Governo de Getulio Vargas) com o nome de  Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Publica . Em 1937 passou a se chamar  Ministério da Educação e Saúde . Em 25 de julho de 1953 fica como  Ministério da Saúde . http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/area.cfm?id_area=126
Evolução histórica da saúde no Brasil 1809 a Regência estabelece uma cadeira de Anatomia no Hospital Real Militar da Corte. Em 1816, é grande o número de boticas ou farmácias que vendem drogas. Pela lei de 9 de setembro de 1826, são criados os títulos de cirurgião e cirurgião formado, concebidos pelos cursos das Escolas de Cirurgia do Rio de Janeiro e da Bahia, sob o modelo de Paris. Os Jesuítas foram os primeiros boticários no país, manipulando e aviando drogas e medicamentos nos colégios que integram a Companhia de Jesus.
A Santa Casa, o Hospital dos Lázaros e pequenos centros hospitalares são os únicos recursos de que dispõe, por muito tempo. A população. Maria Josephina Mathilde Durecher, foi a primeira parteira diplomada pela Escola de Medicina do Rio de Janeiro. Para os cemitérios iam os escravos, a gente de cor, os pagãos e os protestantes. Os fidalgos e a gente senhoril eram sepultados nas igrejas. http://www.scielo.br
A varíola assolou a cidade em 1820.Posteriormente ( 1825, 1828, 1834, 1836 ), outras enfermidades de caráter epidêmico varrem a cidade. A escarlatina fez numerosas vítimas em 1837, em 1842-1843 e voltaria ainda em 1849. A iluminação, o policiamento, a saúde pública e o serviço de limpeza das ruas são fustigadas na redação dos jornais. Em 1851 houve um surto epidêmico de febre amarela causando dez óbitos por dia.  Em 1877, o Dr. José Rodrigues dos Santos enviou à Câmara Municipal do Rio de Janeiro uma solicitação bem-argumentada, para a criação de uma maternidade. 1880 a Câmara se pronunciou, instituindo a Maternidade Municipal de Santa Isabel que teve que funcionar por dois anos na Casa de Saúde Nossa Senhora da Ajuda.
Referencias Bibliográficas ZANCHI, T.M.; ZUGNO, L. P. Sociologia da Saúde. Caxias do Sul, RS: Educs, 2008. http://pt.wikipedia.org/wiki/Oswaldo_Cruz http://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_da_Sa%C3%BAde_(Brasil) www.apropucsp.org.br/revista/r22_r04.htm www.thisis chile .cl/Articles.aspx? www.scielosp.org/?lng=pt www.marxist.com 

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Aula 6 Políticas Públicas de Saúde
 

Saúde pública

  • 1. Disciplina: Sociologia aplicada à Saúde Farmácia 1° Semestre 2011 Turma: 180151 Alunas:Andressa Lopes Bruna Cristyen Fernanda Martins Fernanda Tavares Kélvia Holanda Larissa Sousa Tamares Santos
  • 2. Saúde Pública A arte e a ciência de prevenir a doença, prolongar a vida, promover a saúde e a eficiência física e mental mediante o esforço organizado da comunidade. Abrangendo o saneamento do meio, o controle das infecções, a educação dos indivíduos nos princípios de higiene pessoal, a organização de serviços médicos e de enfermagem para o diagnóstico precoce e pronto tratamento das doenças e o desenvolvimento de uma estrutura social que assegure a cada indivíduo na sociedade um padrão de vida adequado à manutenção da saúde.
  • 3. Sanitarismo Sanitarismo se preocupa com o melhoramento das condições de vida e de trabalho da população . Sanitarismo é a consevação da Saúde Pública. Sanitarismo Campanhista: As campanhas sanitárias era sua principal estratégia (início do século XX até 1945
  • 4. Sistemas de Saúde A teoria de sistemas feita por Ludwig von Bertalanffy, estuda, de modo interdisciplinar, a organização abstrata de fenômenos, independente de sua formação e configuração presente. Investiga todos os princípios comuns a todas as entidades complexas, e modelos que podem ser utilizados para a sua descrição. E sua difusão e aceitação se generalizam no final da Segunda Guerra Mundial.
  • 5. Modelos de Reformas Sanitárias Modelo Bismarck ou Sistema de Seguridade Social: que se caracterizava como financiamento por cotas obrigatórias; Modelo Semashko ou Sistema Centralizado: se dava por financiamento estatal; Modelo Beveridge ou Sistema Nacional de Saúde caracterizava por um financiamento público por meio de impostos; Modelo Seguro Social caracterizava pela compra dos serviços de saúde por indivíduos.
  • 6. Durante o século XX: Primeira geração viu o crescimento dos sistemas nacionais de saúde e o crescimento de sistemas de seguridade social para nações de renda média. Segunda geração de reformas viu a inicialização da Atenção Primária à Saúde. Terceira geração foi aplicada serviços de alta qualidade, definidos principalmente por critérios de custo-efetividade, para todos, mais do que os cuidados possíveis para toda a população ou cuidados mais simples e básicos para os pobres.
  • 7. A dinâmica dos sistemas de saúdes no mundo Desde seu princípio, a Organização mundial da Saúde (OMS) tem tido presente a importância das repercussões econômicas da má-saúde e da doença, das limitações financeiras que tão amiúde se opõem à prestação ou à obtenção de assistência médica e sanitária adequadas e das dificuldades de avaliação dos benefícios resultantes dessa assistência, em termos monetários ou com relação a outros critérios
  • 8. As reformas sanitárias contemporâneas resultam da crise da política de Estado de Bem-Estar, conhecido como Welfare State. E já não eram capazes de financiar, gerando um déficit público, o que leva à uma crise fiscal do Estado. O resultado é uma preocupação em cortar gastos do Estado-providência, e isso vai incidir no setor da saúde.
  • 9. Dinâmica da saúde e forças expansivas Existe uma íntima relação entre o tipo de cobertura e o financiamento dos serviços.A cobertura em saúde deve dar lugar a tervenções abrangentes a todas as pessoas para ter anscendência social e, assim concebida, resultará de profunda natureza ética. A urbanização tem sido um fator determinante na mudança do perfil e da situação de saúde, especialmente nas grandes cidades.
  • 10. Intervenção de alguém com conhecimentos e poderes que abrangessem aspectos culturais, religiosos e técnicos; Preocupação individual e ambiental pelos efeitos das doenças e das mortes se ampliou; Modelo capitalista: medicina individualista, ignorando a dimensão global,coletiva da sociedade.
  • 11. Normatização do ensino e profissão médica Avaliação das epidemias em geral Ações médicas subordinadas a ações públicas
  • 12. Inglaterra: controle da saúde do corpo das classes mais pobres, para torná-las mais aptas ao trabalho e menos perigosa as classes mais ricas; Medicina Assistencial destinada aos pobres,uma medicina administrativa fazendo vacinas e tratando epidemias e uma medicina privada que beneficiava quem tinha recursos para pagar.
  • 13. Implantação de uma medicina urbana (Revolução de 1789); Preocupação com a saúde pública (Revolução Francesa); França: exemplo no fornecimento de água potável, entre outros; Surgimento da estatística sanitária (Gottfried Achenwall); Base do atendimento à saúde  instituições de caridade; Revolução Industrial transformou a vida social:  Conservação da saúde dos trabalhadores;  Início dos atendimentos coletivos;
  • 14. Alemanha (1883 – Bismarck)  Instituída a ”Contribuição dos empregadores para a cobertura da saúde dos trabalhadores”. Dinamarca (1935)  90% da população estava coberta pelo seguro-saúde; 1940 a 1950  sistemas de saúde dos países mais ricos;
  • 15. América do Norte Nos Estados Unidos, a medicina americana, na primeira metade do século XIX era profundamente deficiente, a guerra civil contribuiu para o declínio dos grandes centros do sul. O rápido crescimento do país, com a ausência de uma legislação, deu origem a um comercio livre e descontrolado. A primeira organização oficial americana de saúde publica ocorreu em 1850, pó Simule Shatuk, que propôs a organização das juntas locais. A partir de 1910, Abraham Flexner, reformulou o ensino medico no continente, influenciou também a criação de escolas de Saúde Pública que, segundo ele, deveriam:
  • 16. Trabalhar com uma nova ciência, a higiene; Voltar-se para os aspectos mais práticos e administrativos da saúde; Procurar os fatores determinantes da saúde e do bem-estar da população; Dedicar-se ao estudo das doenças mais freqüentes. Na década de 40, como conseqüência de processos esternos e internos ao campo da saúde, articula-se nos Estados Unidos a proposta de implantação de um sistema nacional de saúde.
  • 17. A atenção primária á saúde nos Estados Unidos O conceito de níveis de atenção médica, ou seja, a atenção primária à saúde (APS), como primeiro contato dentro de um sistema de atenção médica. Duas escolas de pensamento surgiram sobre a APS: - a primeira com um paradigma biomédico, com foco em cuidados médicos para o individuo; - a outra tem como paradigma mais amplo, o biopsicossocial. Em 1952 realizou-se em Colorado uma reunião de representantes das principais escolas de medicina norte- americanas.
  • 18. Nos anos 60 geraram um movimento de saúde comunitária, baseado na implantação de centros comunitários de saúde. Entanto os Estados Unidos é a única nação industrializada que ate hoje não dispõe de um sistema de assistência á saúde. Lá os centros de controle e prevenção de doenças desenvolveram o índice chamado Qualidade de Vida Relacionada á saúde, com base nos dados do sistema de Vigilância de fatores de risco comportamentais. Com isso os investigadores concluíram que 86,6% dos americanos adultos consideravam sua saúde boa ou excelente.
  • 19. AMÉRICA LATINA Saúde pública em alguns países da América latina: Chile México Cuba
  • 20. Saúde publica no CHILE Na America latina, o primeiro país a desenvolver cobertura de saúde dos trabalhadores foi o Chile. O país se destaca pela qualidade do seu sistema de saúde e pelas clinicas modernas. Os hospitais privados nas cidades do Chile são de alto nível. O sistema de saúde pública que o pais oferece está entre os melhores da America latina . O Chile é um país sem doenças como a malária, febre amarela ou cólera.
  • 21. Saúde publica com gripe: MÉXICO A evolução da saúde publica mexicana foi gradual. Nos séculos XIX e XX desenvolveu-se paralelamente as mudanças políticas e sociais do país. Na primeira metade do século XIX o cuidado com os doentes dependia parcialmente da caridade religiosa. Depois, institui-se a beneficência publica , consolidada pelo presidente Benito Juarez.
  • 22. A partir da revolução surgiu o principio de assistência publica como obrigação do estado para com a sociedade. Atualmente, a assistência a saúde, e a seguridade social conjugam-se em um conceito de medicina institucional que compreende a investigação, o ensino e os serviços prestados a sociedade. A gripe, ao que tudo indica, originou-se no México, contrariando as expectativas e a história de todas as epidemias anteriores. Devemos lembrar que a saúde pública no México está sendo privatizada e isto teve influência direta no surto de gripe . As máscaras que estão sendo usadas são simples panos sobre boca e nariz e o vírus é muito menor que os furos existentes.
  • 23. Saúde publica em CUBA Aproximadamente em 1959 a expectativa de vida da população cubana era inferior a 60 anos. Com um quadro higiênico sanitário dominado por inferioridades infectocontagiosas e parasitarias, além de uma mortalidade infantil de 60 para cada 1000 nascidos. Com a implantação do Sistema Nacional de Saúde (SNS), fizeram-se patentes princípios básicos que se devem ao caráter social e profundamente humano de nossa revolução. O modelo de saúde cubano transitou por diferentes etapas, segundo as necessidades e o processo de desenvolvimento em cada momento. Na década de 1960, criou-se o Serviço Médico Rural, por ser a população do campo a mais desprotegida na época do triunfo da revolução.
  • 24. A concepção de nosso SNS está baseada nos elementos preventivos, tendo como guardião e principal pilar o médico e a enfermeira da família. De maneira integrada com outros níveis e estruturas do sistema e do resto da sociedade, eles formam um bloco monolítico para preservar a saúde, assim como para alcançar um diagnóstico e o tratamento oportuno em caso de doenças, e um sistema de reabilitação de alcance comunitário para doenças que deixem seqüelas transitórias ou permanentes. DR° LUIS CURBELO AFONSO
  • 25. 1808 a cidade do Rio de Janeiro passa a ser alvo de atenções sanitárias com a vinda da Corte Real Portuguesa. 1829, cria-se a Imperial Academia de Medicina e a Junta de Higiene Pública, com inspeções às embarcações suspeitas e com quarentena. Com a instituição da Republica, em 1889 definiu-se a medicina pública, medicina sanitária, a higiene ou simplesmente saúde pública. Entre 1890 e 1900, no Rio de Janeiro e nas grandes cidades, ocorreram epidemias de varíola, febre amarela, cólera e peste bubônica, levando o governo a contratar médicos para atuarem em saneamento e fiscalização sanitária.
  • 26. Foi Oswaldo Cruz que, no inicio do século XX, como diretor do Departamento Nacional de Saúde Pública, iniciou a fiscalização das residências combatendo mosquitos e ratos, organizando campanhas sanitárias em estilo militar, o que provocou a conhecida “Revolta da Vacina” no Rio de Janeiro, quando a população se rebelou contra a obrigatoriedade da vacinação para prevenir a varíola. http://pt.wikipedia.org/wiki/Oswaldo_Cruz
  • 27. O primeiro Ministério com ações na área da saúde foi criado em 1930 (Governo de Getulio Vargas) com o nome de  Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Publica . Em 1937 passou a se chamar  Ministério da Educação e Saúde . Em 25 de julho de 1953 fica como  Ministério da Saúde . http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/area.cfm?id_area=126
  • 28. Evolução histórica da saúde no Brasil 1809 a Regência estabelece uma cadeira de Anatomia no Hospital Real Militar da Corte. Em 1816, é grande o número de boticas ou farmácias que vendem drogas. Pela lei de 9 de setembro de 1826, são criados os títulos de cirurgião e cirurgião formado, concebidos pelos cursos das Escolas de Cirurgia do Rio de Janeiro e da Bahia, sob o modelo de Paris. Os Jesuítas foram os primeiros boticários no país, manipulando e aviando drogas e medicamentos nos colégios que integram a Companhia de Jesus.
  • 29. A Santa Casa, o Hospital dos Lázaros e pequenos centros hospitalares são os únicos recursos de que dispõe, por muito tempo. A população. Maria Josephina Mathilde Durecher, foi a primeira parteira diplomada pela Escola de Medicina do Rio de Janeiro. Para os cemitérios iam os escravos, a gente de cor, os pagãos e os protestantes. Os fidalgos e a gente senhoril eram sepultados nas igrejas. http://www.scielo.br
  • 30. A varíola assolou a cidade em 1820.Posteriormente ( 1825, 1828, 1834, 1836 ), outras enfermidades de caráter epidêmico varrem a cidade. A escarlatina fez numerosas vítimas em 1837, em 1842-1843 e voltaria ainda em 1849. A iluminação, o policiamento, a saúde pública e o serviço de limpeza das ruas são fustigadas na redação dos jornais. Em 1851 houve um surto epidêmico de febre amarela causando dez óbitos por dia. Em 1877, o Dr. José Rodrigues dos Santos enviou à Câmara Municipal do Rio de Janeiro uma solicitação bem-argumentada, para a criação de uma maternidade. 1880 a Câmara se pronunciou, instituindo a Maternidade Municipal de Santa Isabel que teve que funcionar por dois anos na Casa de Saúde Nossa Senhora da Ajuda.
  • 31. Referencias Bibliográficas ZANCHI, T.M.; ZUGNO, L. P. Sociologia da Saúde. Caxias do Sul, RS: Educs, 2008. http://pt.wikipedia.org/wiki/Oswaldo_Cruz http://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_da_Sa%C3%BAde_(Brasil) www.apropucsp.org.br/revista/r22_r04.htm www.thisis chile .cl/Articles.aspx? www.scielosp.org/?lng=pt www.marxist.com