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À RODA DA NOSSA
HISTÓRIA
REPÚBLICA:
Um passado…presente…
1- Monarquia e República
2- As Mulheres da República
3- Os direitos das mulheres
4- O papel de algumas professoras na República
5- A Liga Republicana de Mulheres Portuguesas –
ANA DE CASTRO OSÓRIO
6- MARIA VELEDA
7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO
8- ADELAIDE CABETE
Índice
1- Monarquia e República
O que é a Monarquia?
Monarquia é uma forma de governo em que um
indivíduo governa como chefe de Estado geralmente de
maneira vitalícia ou até sua abdicação.
A pessoa que encabeça uma Monarquia é
chamada de monarca.
1- Monarquia e República
O que é a República?
República é uma forma de governo, na qual um
representante, normalmente chamado presidente, é
escolhido pelo povo, para ser o chefe de um país.
A forma de eleição é normalmente realizada por
voto livre e secreto, em períodos regulares, variando
conforme o país.
Em Portugal, votamos de quatro em quatro anos.
1- Monarquia e República
Bandeira Monárquica
1- Monarquia e República
Bandeira Republicana
1- Monarquia e República
Significado da Bandeira Nacional Portuguesa
Vermelho – cor da força, coragem e alegria, que
representa o sangue derramado pelos
portugueses;
Verde – cor da esperança e do mar, foi escolhida
em honra de uma batalha onde esta cor deu a
vitória aos portugueses;
1- Monarquia e República
Significado da Bandeira Nacional Portuguesa
Esfera Armilar – símbolo escolhido por D. Manuel
I para representar as descobertas marítimas;
Escudo das Armas Nacionais
Branco – representa a paz;
Escudo – defesa do território;
Quinas – primeiras batalhas na conquista do país;
Castelos – castelos conquistados aos Mouros por
D. Afonso III.
1- Monarquia e República
Hino Monárquico
“Hino da Carta”
Viva, viva, viva ó Rei
Viva a Santa Religião
Vivam Lusos valorosos
A feliz Constituição
A feliz Constituição.
Ó com quanto desafogo
Na comum agitação
Dá vigor às almas todas
Divinal Constituição.
Ó Pátria, Ó Rei, Ó Povo,
Ama a tua Religião
Observa e guarda sempre
Divinal Constituição.
1- Monarquia e República
Viva, viva, viva ó Rei
Viva a Santa Religião
Vivam Lusos valorosos
A feliz Constituição
A feliz Constituição.
Venturosos nós seremos
Em perfeita união
Tendo sempre em vista todos
Divinal Constituição.
Viva, viva, viva ó Rei
Viva a Santa Religião
Vivam Lusos valorosos
A feliz Constituição
A feliz Constituição.
A verdade não se ofusca
O Rei não se engana, não,
Proclamemos Portugueses
Divinal Constituição.
1- Monarquia e República
Hino Republicano – “A Portuguesa”
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Letra de: Henrique Lopes de Mendonça
Música de: Alfredo Keil
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões
Marchar, marchar!
1- Monarquia e República
Países Monárquicos
Inglaterra Suécia Espanha
Mônaco Japão Jordânia
1- Monarquia e República
Países Republicanos
Portugal França Suíça
Brasil Ucrânia Alemanha
1- Monarquia e República
Inquirimos os nossos colegas da escola sobre se
gostariam de viver na Monarquia ou na República e o
resultado foi o seguinte:
Monarquia República
2- Mulheres da República
Ana
Osório
Maria
Veleda
Adelaide
Cabete
Carolina
Ângelo
2- Mulheres da República
Angelina Vidal
1853-1917
Professora; jornalista e
propagandista dos direitos
dos operários,
nomeadamente das
mulheres; republicana
assumida com intervenções
públicas de cariz social.
2- Mulheres da República
Virgínia Quaresma
1882-1973
Jornalista distinguida pelas
suas reportagens de teor
político e social,
nomeadamente em “O
Século” e “A Capital”.
Primeira mulher licenciada
pela Faculdade de Letras da
Universidade de Lisboa.
2- Mulheres da República
Carolina Michaëlis
de Vasconcelos
1851-1925
Romancista, destacou-se no
ensino, tendo sido a primeira
mulher admitida como
professora universitária na
Faculdade de Letras de
Coimbra.
2- Mulheres da República
Emília de Sousa
Costa
1877-1959
Escritora e defensora da
educação feminina,
contribuiu para a criação da
Caixa de Auxílio a Raparigas
Estudantes Pobres.
2- Mulheres da República
Regina
Quintanilha
Primeira mulher
licenciada em Direito.
3- Os direitos das mulheres
Com a implantação da República, as
mulheres portuguesas adquiriram, sem
dúvida, mais direitos cívicos.
- 1867: Primeiro Código Civil, que
melhorou a situação das mulheres em
relação aos direitos dos cônjuges, dos filhos,
dos bens e sua administração.
- 1890: Criação de escolas feministas.
- 1906: Criação do 1º Liceu Feminino.
3- Os direitos das mulheres
- 1910: Lei do Divórcio – as mulheres deixam de
dever obediência ao marido.
- 1911: aquisição do direito de trabalhar na
função pública.
- 1918: aquisição do direito de exercício de
advocacia.
- 1920: as raparigas são autorizadas a
frequentar liceus masculinos.
- 1926: as mulheres passam a poder leccionar
em liceus masculinos.
3- Os direitos das mulheres
- 1931: direito de voto às mulheres
diplomadas com cursos superiores ou
secundários.
- 1963: reforma das mulheres aos 62 anos.
- 1966: igualdade de remuneração de mão-
de-obra feminina e masculina para trabalho
de valor igual.
- 1969: a mulher casada pode transpor a
fronteira sem autorização do marido.
3- Os direitos das mulheres
- 1976: igualdade entre homens e
mulheres em todos os domínios.
- 1994: promoção da igualdade de
oportunidades para as mulheres.
Com o passar dos anos, as mulheres
foram adquirindo cada vez mais direitos.
4- O papel de algumas professoras na
República
As mulheres republicanas e a educação
Foi sobretudo a partir de 1906 que as
mulheres republicanas ganharam cada vez
mais destaque na imprensa que estava
associada ao partido republicano.
O ideal educativo republicano procurava
instruir, educar e formar cidadãos úteis à
família, à sociedade e à pátria.
4- O papel de algumas professoras na
República
As mulheres republicanas e a educação
Os professores eram considerados os:
1) «árbitros dos destinos morais da pátria»
2) «guias supremos da consciência dos
povos»
4- O papel de algumas professoras na
República
As mulheres republicanas e a educação
A 5 de Outubro de 1910, data da
Implantação da República, as mulheres
constituíam a maioria da classe dos professores,
não só dos Centros Escolares Republicanos, mas
também das escolas oficiais, pois desde a
reforma educativa de 1878 que se assistia a uma
frequente entrada das mulheres no ensino
primário.
4- O papel de algumas professoras na
República
As mulheres republicanas e a educação
Assim é notável a influência que as
mulheres vão exercer sobre as novas
gerações, através da instrução e educação
transmitida nas escolas liberais.
4- O papel de algumas professoras na
República
As mulheres republicanas e a educação
Num país com mais de 70% de
analfabetos, os Centros Escolares
Republicanos representavam em 1910 uma
fatia significativa da oferta educativa dirigida
aos mais desfavorecidos.
4- O papel de algumas professoras na
República
As mulheres republicanas e a educação
Foi nos centros escolares Republicanos que
se estabeleceu e fortaleceu o contacto, o
companheirismo e a cumplicidade entre os chefes
do Partido Republicano e as mulheres
professoras, escritoras, médicas, intelectuais,
empresárias e domésticas que aderiram aos
ideais da República. Muitas delas eram mães,
filhas, esposas ou irmãs de Republicanos.
4- O papel de algumas professoras na
República
As mulheres republicanas e a educação
Muitas das professoras republicanas não se
limitaram a aplicar o modelo educativo da
República, mas desenvolveram-no com ideais e
práticas inovadoras .
Também no âmbito da liga, criaram cursos
gratuitos da instrução primária de francês,
contabilidade, música e trabalhos manuais.
5- A Liga Republicana das Mulheres
Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO
5- A Liga Republicana das Mulheres
Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO
Nome: Ana de Castro Osório
Data de Nascimento: 18 de Junho de 1872
Naturalidade: Mangualde
Data de Falecimento: 23 de Março de 1935
Local de Falecimento: Setúbal
5- A Liga Republicana das Mulheres
Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO
Biografia
Ana de Castro Osório foi uma escritora
feminista, em especial de literatura infantil, que
publicou livros como:
- A comédia de Lili
- O Príncipe das Maçãs de Oiro
- A minha Pátria
- Mulher no Casamento e no Divórcio.
5- A Liga Republicana das Mulheres
Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO
Biografia (continuação)
O livro “Mulheres Portuguesas” foi o primeiro
manifesto feminista de Ana de Castro Osório,
pioneira em Portugal na luta pela igualdade de
direitos entre homem e mulher.
6- MARIA VELEDA
6- MARIA VELEDA
Nome: Maria Carolina Frederico Crispin
Data de Nascimento: 26 de Fevereiro de 1871
Naturalidade: Faro
Data de Falecimento: 1955
Local de Falecimento: Lisboa
6- MARIA VELEDA
Biografia
Seu pai, João Diogo Frederico Crispin, foi
ensaiador e animador da Sociedade Teatral
Farense e vice presidente da Câmara Municipal.
Maria Veleda estreou-se no jornal “Distrito de
Faro “e prosseguiu no “Pequeno em Tudo”, “O
Algarve e o Alentejo”, “Almanaque de S. Braz de
Alportel”, “O Algarve” e “O Cruzeiro do Sul”,
entre outros.
6- MARIA VELEDA
Biografia (continuação)
Em 1889, conhece o poeta Cândido
Guerreiro, por quem se apaixonou. Adopta uma
criança de14 meses, em 1891.
Em 1899, da sua relação com Cândido
Guerreiro, nasce o filho, Cândido Guerreira
Xavier da Franca. Destacou-se como escritora,
professora, feminista, republicana, livre-
pensadora e espiritualista.
7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO
7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO
Nome: Carolina Beatriz Ângelo
Data de Nascimento: 1877
Naturalidade: Guarda
Data de Falecimento: 1911
7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO
Biografia
Carolina Beatriz Ângelo nasceu no ano de
1877, na Guarda e morreu no ano de 1911.
Filha de Viriato António Ângelo e de Emília
Barreto Ângelo.
Em 1902, tirou o curso de Medicina, em
Lisboa, tendo sido a primeira mulher a operar
no Hospital de S. José.
7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO
Biografia (continuação)
Em 1911, Carolina foi a primeira mulher a
votar para a Assembleia Constituinte, uma vez
que era viúva. Foi um grande passo na luta
pelos direitos das mulheres em Portugal, pois
nessa altura só os homens podiam votar.
Em 1912, alteraram a lei para que só os
chefes de família do sexo masculino pudessem
votar.
8- ADELAIDE CABETE
8- ADELAIDE CABETE
Nome: Adelaide de Jesus Damas Brazão Cabete
Data de Nascimento: 25 de Janeiro de 1867
Naturalidade: Alcáçovas, Elvas
Data de Falecimento: 14 de Setembro de1935
Local de Falecimento: Lisboa
8- ADELAIDE CABETE
Biografia
A sua família era muito pobre e a sua
situação piorou porque cedo ficou órfã. Foi assim
obrigada, ainda pequena, a trabalhar a apanhar
ameixas e como criada em casas ricas, onde
aprendeu a ler e a escrever sozinha.
Casou com Manuel Cabete, que a incentivou
a estudar. Decidiu tornar-se médica, sendo a
primeira médica portuguesa.
8- ADELAIDE CABETE
Biografia (continuação)
Foi ela, com mais duas amigas que coseu e
bordou a primeira bandeira portuguesa.
Defendia o direito das mulheres, dos animais
e dos mais pobres.
Adelaide teve uma vida de luta a favor das
mulheres e do progresso do seu País. Lutou
contra o flagelo da mortalidade infantil, do
alcoolismo feminino e da prostituição.
Quase a terminar…
Não podíamos terminar sem antes darmos a nossa
opinião sobre todo este trabalho que construímos ao longo
do ano, por isso depois de muito conversarmos entre todos,
concluímos que com este projecto aprendemos muito.
Agrupámo-nos, pesquisámos, investigámos,
organizámos e o resultado do nosso trabalho foi este… 

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  • 1. À RODA DA NOSSA HISTÓRIA REPÚBLICA: Um passado…presente…
  • 2. 1- Monarquia e República 2- As Mulheres da República 3- Os direitos das mulheres 4- O papel de algumas professoras na República 5- A Liga Republicana de Mulheres Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO 6- MARIA VELEDA 7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO 8- ADELAIDE CABETE Índice
  • 3. 1- Monarquia e República O que é a Monarquia? Monarquia é uma forma de governo em que um indivíduo governa como chefe de Estado geralmente de maneira vitalícia ou até sua abdicação. A pessoa que encabeça uma Monarquia é chamada de monarca.
  • 4. 1- Monarquia e República O que é a República? República é uma forma de governo, na qual um representante, normalmente chamado presidente, é escolhido pelo povo, para ser o chefe de um país. A forma de eleição é normalmente realizada por voto livre e secreto, em períodos regulares, variando conforme o país. Em Portugal, votamos de quatro em quatro anos.
  • 5. 1- Monarquia e República Bandeira Monárquica
  • 6. 1- Monarquia e República Bandeira Republicana
  • 7. 1- Monarquia e República Significado da Bandeira Nacional Portuguesa Vermelho – cor da força, coragem e alegria, que representa o sangue derramado pelos portugueses; Verde – cor da esperança e do mar, foi escolhida em honra de uma batalha onde esta cor deu a vitória aos portugueses;
  • 8. 1- Monarquia e República Significado da Bandeira Nacional Portuguesa Esfera Armilar – símbolo escolhido por D. Manuel I para representar as descobertas marítimas; Escudo das Armas Nacionais Branco – representa a paz; Escudo – defesa do território; Quinas – primeiras batalhas na conquista do país; Castelos – castelos conquistados aos Mouros por D. Afonso III.
  • 9. 1- Monarquia e República Hino Monárquico “Hino da Carta” Viva, viva, viva ó Rei Viva a Santa Religião Vivam Lusos valorosos A feliz Constituição A feliz Constituição. Ó com quanto desafogo Na comum agitação Dá vigor às almas todas Divinal Constituição. Ó Pátria, Ó Rei, Ó Povo, Ama a tua Religião Observa e guarda sempre Divinal Constituição.
  • 10. 1- Monarquia e República Viva, viva, viva ó Rei Viva a Santa Religião Vivam Lusos valorosos A feliz Constituição A feliz Constituição. Venturosos nós seremos Em perfeita união Tendo sempre em vista todos Divinal Constituição. Viva, viva, viva ó Rei Viva a Santa Religião Vivam Lusos valorosos A feliz Constituição A feliz Constituição. A verdade não se ofusca O Rei não se engana, não, Proclamemos Portugueses Divinal Constituição.
  • 11. 1- Monarquia e República Hino Republicano – “A Portuguesa” Heróis do mar, nobre povo, Nação valente, imortal, Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, Ó Pátria sente-se a voz Dos teus egrégios avós, Que há-de guiar-te à vitória! Letra de: Henrique Lopes de Mendonça Música de: Alfredo Keil Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões Marchar, marchar!
  • 12. 1- Monarquia e República Países Monárquicos Inglaterra Suécia Espanha Mônaco Japão Jordânia
  • 13. 1- Monarquia e República Países Republicanos Portugal França Suíça Brasil Ucrânia Alemanha
  • 14. 1- Monarquia e República Inquirimos os nossos colegas da escola sobre se gostariam de viver na Monarquia ou na República e o resultado foi o seguinte: Monarquia República
  • 15. 2- Mulheres da República Ana Osório Maria Veleda Adelaide Cabete Carolina Ângelo
  • 16. 2- Mulheres da República Angelina Vidal 1853-1917 Professora; jornalista e propagandista dos direitos dos operários, nomeadamente das mulheres; republicana assumida com intervenções públicas de cariz social.
  • 17. 2- Mulheres da República Virgínia Quaresma 1882-1973 Jornalista distinguida pelas suas reportagens de teor político e social, nomeadamente em “O Século” e “A Capital”. Primeira mulher licenciada pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
  • 18. 2- Mulheres da República Carolina Michaëlis de Vasconcelos 1851-1925 Romancista, destacou-se no ensino, tendo sido a primeira mulher admitida como professora universitária na Faculdade de Letras de Coimbra.
  • 19. 2- Mulheres da República Emília de Sousa Costa 1877-1959 Escritora e defensora da educação feminina, contribuiu para a criação da Caixa de Auxílio a Raparigas Estudantes Pobres.
  • 20. 2- Mulheres da República Regina Quintanilha Primeira mulher licenciada em Direito.
  • 21. 3- Os direitos das mulheres Com a implantação da República, as mulheres portuguesas adquiriram, sem dúvida, mais direitos cívicos. - 1867: Primeiro Código Civil, que melhorou a situação das mulheres em relação aos direitos dos cônjuges, dos filhos, dos bens e sua administração. - 1890: Criação de escolas feministas. - 1906: Criação do 1º Liceu Feminino.
  • 22. 3- Os direitos das mulheres - 1910: Lei do Divórcio – as mulheres deixam de dever obediência ao marido. - 1911: aquisição do direito de trabalhar na função pública. - 1918: aquisição do direito de exercício de advocacia. - 1920: as raparigas são autorizadas a frequentar liceus masculinos. - 1926: as mulheres passam a poder leccionar em liceus masculinos.
  • 23. 3- Os direitos das mulheres - 1931: direito de voto às mulheres diplomadas com cursos superiores ou secundários. - 1963: reforma das mulheres aos 62 anos. - 1966: igualdade de remuneração de mão- de-obra feminina e masculina para trabalho de valor igual. - 1969: a mulher casada pode transpor a fronteira sem autorização do marido.
  • 24. 3- Os direitos das mulheres - 1976: igualdade entre homens e mulheres em todos os domínios. - 1994: promoção da igualdade de oportunidades para as mulheres. Com o passar dos anos, as mulheres foram adquirindo cada vez mais direitos.
  • 25. 4- O papel de algumas professoras na República As mulheres republicanas e a educação Foi sobretudo a partir de 1906 que as mulheres republicanas ganharam cada vez mais destaque na imprensa que estava associada ao partido republicano. O ideal educativo republicano procurava instruir, educar e formar cidadãos úteis à família, à sociedade e à pátria.
  • 26. 4- O papel de algumas professoras na República As mulheres republicanas e a educação Os professores eram considerados os: 1) «árbitros dos destinos morais da pátria» 2) «guias supremos da consciência dos povos»
  • 27. 4- O papel de algumas professoras na República As mulheres republicanas e a educação A 5 de Outubro de 1910, data da Implantação da República, as mulheres constituíam a maioria da classe dos professores, não só dos Centros Escolares Republicanos, mas também das escolas oficiais, pois desde a reforma educativa de 1878 que se assistia a uma frequente entrada das mulheres no ensino primário.
  • 28. 4- O papel de algumas professoras na República As mulheres republicanas e a educação Assim é notável a influência que as mulheres vão exercer sobre as novas gerações, através da instrução e educação transmitida nas escolas liberais.
  • 29. 4- O papel de algumas professoras na República As mulheres republicanas e a educação Num país com mais de 70% de analfabetos, os Centros Escolares Republicanos representavam em 1910 uma fatia significativa da oferta educativa dirigida aos mais desfavorecidos.
  • 30. 4- O papel de algumas professoras na República As mulheres republicanas e a educação Foi nos centros escolares Republicanos que se estabeleceu e fortaleceu o contacto, o companheirismo e a cumplicidade entre os chefes do Partido Republicano e as mulheres professoras, escritoras, médicas, intelectuais, empresárias e domésticas que aderiram aos ideais da República. Muitas delas eram mães, filhas, esposas ou irmãs de Republicanos.
  • 31. 4- O papel de algumas professoras na República As mulheres republicanas e a educação Muitas das professoras republicanas não se limitaram a aplicar o modelo educativo da República, mas desenvolveram-no com ideais e práticas inovadoras . Também no âmbito da liga, criaram cursos gratuitos da instrução primária de francês, contabilidade, música e trabalhos manuais.
  • 32. 5- A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO
  • 33. 5- A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO Nome: Ana de Castro Osório Data de Nascimento: 18 de Junho de 1872 Naturalidade: Mangualde Data de Falecimento: 23 de Março de 1935 Local de Falecimento: Setúbal
  • 34. 5- A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO Biografia Ana de Castro Osório foi uma escritora feminista, em especial de literatura infantil, que publicou livros como: - A comédia de Lili - O Príncipe das Maçãs de Oiro - A minha Pátria - Mulher no Casamento e no Divórcio.
  • 35. 5- A Liga Republicana das Mulheres Portuguesas – ANA DE CASTRO OSÓRIO Biografia (continuação) O livro “Mulheres Portuguesas” foi o primeiro manifesto feminista de Ana de Castro Osório, pioneira em Portugal na luta pela igualdade de direitos entre homem e mulher.
  • 37. 6- MARIA VELEDA Nome: Maria Carolina Frederico Crispin Data de Nascimento: 26 de Fevereiro de 1871 Naturalidade: Faro Data de Falecimento: 1955 Local de Falecimento: Lisboa
  • 38. 6- MARIA VELEDA Biografia Seu pai, João Diogo Frederico Crispin, foi ensaiador e animador da Sociedade Teatral Farense e vice presidente da Câmara Municipal. Maria Veleda estreou-se no jornal “Distrito de Faro “e prosseguiu no “Pequeno em Tudo”, “O Algarve e o Alentejo”, “Almanaque de S. Braz de Alportel”, “O Algarve” e “O Cruzeiro do Sul”, entre outros.
  • 39. 6- MARIA VELEDA Biografia (continuação) Em 1889, conhece o poeta Cândido Guerreiro, por quem se apaixonou. Adopta uma criança de14 meses, em 1891. Em 1899, da sua relação com Cândido Guerreiro, nasce o filho, Cândido Guerreira Xavier da Franca. Destacou-se como escritora, professora, feminista, republicana, livre- pensadora e espiritualista.
  • 41. 7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO Nome: Carolina Beatriz Ângelo Data de Nascimento: 1877 Naturalidade: Guarda Data de Falecimento: 1911
  • 42. 7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO Biografia Carolina Beatriz Ângelo nasceu no ano de 1877, na Guarda e morreu no ano de 1911. Filha de Viriato António Ângelo e de Emília Barreto Ângelo. Em 1902, tirou o curso de Medicina, em Lisboa, tendo sido a primeira mulher a operar no Hospital de S. José.
  • 43. 7- CAROLINA BEATRIZ ÂNGELO Biografia (continuação) Em 1911, Carolina foi a primeira mulher a votar para a Assembleia Constituinte, uma vez que era viúva. Foi um grande passo na luta pelos direitos das mulheres em Portugal, pois nessa altura só os homens podiam votar. Em 1912, alteraram a lei para que só os chefes de família do sexo masculino pudessem votar.
  • 45. 8- ADELAIDE CABETE Nome: Adelaide de Jesus Damas Brazão Cabete Data de Nascimento: 25 de Janeiro de 1867 Naturalidade: Alcáçovas, Elvas Data de Falecimento: 14 de Setembro de1935 Local de Falecimento: Lisboa
  • 46. 8- ADELAIDE CABETE Biografia A sua família era muito pobre e a sua situação piorou porque cedo ficou órfã. Foi assim obrigada, ainda pequena, a trabalhar a apanhar ameixas e como criada em casas ricas, onde aprendeu a ler e a escrever sozinha. Casou com Manuel Cabete, que a incentivou a estudar. Decidiu tornar-se médica, sendo a primeira médica portuguesa.
  • 47. 8- ADELAIDE CABETE Biografia (continuação) Foi ela, com mais duas amigas que coseu e bordou a primeira bandeira portuguesa. Defendia o direito das mulheres, dos animais e dos mais pobres. Adelaide teve uma vida de luta a favor das mulheres e do progresso do seu País. Lutou contra o flagelo da mortalidade infantil, do alcoolismo feminino e da prostituição.
  • 48. Quase a terminar… Não podíamos terminar sem antes darmos a nossa opinião sobre todo este trabalho que construímos ao longo do ano, por isso depois de muito conversarmos entre todos, concluímos que com este projecto aprendemos muito. Agrupámo-nos, pesquisámos, investigámos, organizámos e o resultado do nosso trabalho foi este… 