O documento discute a memória como um direito humano fundamental para evitar a repetição de violações do passado e buscar justiça para as vítimas. Defende que esquecer as atrocidades do passado pode representar uma segunda injustiça e que a ausência de memória pode levar à perpetuação da violência. Também reflete sobre a necessidade de políticas de justiça de transição que reconheçam a memória e busquem responsabilizar os atos do passado para construir um futuro mais pacífico.