O documento descreve o regicídio de 1908 em Portugal, no qual D. Carlos I e seu filho D. Luís Filipe foram assassinados. O atentado foi cometido por membros da Carbonária, uma sociedade secreta revolucionária, em meio a crescentes tensões políticas no país. A morte do rei chocou a Europa, mas internamente não gerou a reação esperada, contribuindo para o enfraquecimento da monarquia portuguesa.