Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BEReflexão Final<br />Formanda: Isabel da Silva Reis<br />Formadoras: Helena Araújo e Isabel Mendinhos<br />“ O caminho faz-se caminhando.” A nossa caminhada ainda agora começou! As nossas bibliotecas escolares, ou melhor, os meninos e meninas cujos olhinhos brilham e sorrisos se rasgam quando viajam pelo mundo mágico da leitura e do conhecimento, merecem o nosso investimento, o nosso empenho, no sentido de proporcionar a todos os que a valorizam uma biblioteca de qualidade. É nessa linha que se enquadra o Modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar, concebido para que seja “um instrumento de melhoria que permite aferir o trabalho e o valor acrescido da Biblioteca Escolar.”<br />Em primeiro lugar, gostaria de salientar que as leituras efectuadas contribuíram para um enriquecimento significativo. Algumas ideias e frases serão por mim retomadas em situações oportunas a fim de reforçar, junto dos que ainda não entenderam o novo papel da BE e as funções do professor bibliotecário, a valência que representa a Biblioteca Escolar, as oportunidades que ela proporciona e o contributo que ele pode dar para a melhoria das aprendizagens, se todos trabalharmos numa atitude colaborativa. Todos os dias, passo a mensagem de que a BE é de todos e para todos e que é, sobretudo, um espaço de aprendizagem, de construção do conhecimento. O trabalho da BE só faz sentido se a escola o conhecer e participar activamente nele.<br />Quanto ao MAABE em si, a permanente interacção com o documento e a exploração dos instrumentos a aplicar permitiu uma consciencialização dos pressupostos do mesmo e do caminho a seguir para a sua operacionalização. Retomando uma das reflexões feitas num dos relatórios de auto-avaliação, a avaliação pressupõe uma tomada de decisão consciente e fundamentada e, consequentemente, uma planificação rigorosa.<br />Reconheço igualmente a pertinência de todas as tarefas propostas que, mesmo nas semanas mais “preenchidas”, se revelaram verdadeiros e aliciantes desafios para a reflexão sobre a temática. Os documentos produzidos são encarados como recursos a serem revistos ao longo da implementação do processo de auto-avaliação.<br />Destaco também como extremamente positiva a partilha entre todas, formandas e formadoras, pois os contributos deixados nos fóruns constituíram-se, muitas vezes, como o farol que nos guiou até ao porto. As dúvidas foram muitas, mas a curiosidade e vontade de aprender também. É, afinal, assim que nasce a aprendizagem, de uma vontade de saber mais.<br />Por fim, considero o meu contributo uma mais-valia para a minha BE e para as acções que tenciono levar a cabo nos próximos tempos.<br />               Dezembro de 2010<br />  Isabel Reis<br />
Reflexão final

Reflexão final

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    Práticas e Modelosna Auto-Avaliação da BEReflexão Final<br />Formanda: Isabel da Silva Reis<br />Formadoras: Helena Araújo e Isabel Mendinhos<br />“ O caminho faz-se caminhando.” A nossa caminhada ainda agora começou! As nossas bibliotecas escolares, ou melhor, os meninos e meninas cujos olhinhos brilham e sorrisos se rasgam quando viajam pelo mundo mágico da leitura e do conhecimento, merecem o nosso investimento, o nosso empenho, no sentido de proporcionar a todos os que a valorizam uma biblioteca de qualidade. É nessa linha que se enquadra o Modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar, concebido para que seja “um instrumento de melhoria que permite aferir o trabalho e o valor acrescido da Biblioteca Escolar.”<br />Em primeiro lugar, gostaria de salientar que as leituras efectuadas contribuíram para um enriquecimento significativo. Algumas ideias e frases serão por mim retomadas em situações oportunas a fim de reforçar, junto dos que ainda não entenderam o novo papel da BE e as funções do professor bibliotecário, a valência que representa a Biblioteca Escolar, as oportunidades que ela proporciona e o contributo que ele pode dar para a melhoria das aprendizagens, se todos trabalharmos numa atitude colaborativa. Todos os dias, passo a mensagem de que a BE é de todos e para todos e que é, sobretudo, um espaço de aprendizagem, de construção do conhecimento. O trabalho da BE só faz sentido se a escola o conhecer e participar activamente nele.<br />Quanto ao MAABE em si, a permanente interacção com o documento e a exploração dos instrumentos a aplicar permitiu uma consciencialização dos pressupostos do mesmo e do caminho a seguir para a sua operacionalização. Retomando uma das reflexões feitas num dos relatórios de auto-avaliação, a avaliação pressupõe uma tomada de decisão consciente e fundamentada e, consequentemente, uma planificação rigorosa.<br />Reconheço igualmente a pertinência de todas as tarefas propostas que, mesmo nas semanas mais “preenchidas”, se revelaram verdadeiros e aliciantes desafios para a reflexão sobre a temática. Os documentos produzidos são encarados como recursos a serem revistos ao longo da implementação do processo de auto-avaliação.<br />Destaco também como extremamente positiva a partilha entre todas, formandas e formadoras, pois os contributos deixados nos fóruns constituíram-se, muitas vezes, como o farol que nos guiou até ao porto. As dúvidas foram muitas, mas a curiosidade e vontade de aprender também. É, afinal, assim que nasce a aprendizagem, de uma vontade de saber mais.<br />Por fim, considero o meu contributo uma mais-valia para a minha BE e para as acções que tenciono levar a cabo nos próximos tempos.<br /> Dezembro de 2010<br /> Isabel Reis<br />