VIASDE ADMINIST
RAÇÃO DAS
MEDICAÇÕES
Prof: Jéssica Angelo
Administração de
medicamentos
▶ É o processo de preparo e introdução de
substância química no organismo humano, visando
a obtenção de efeito terapêutico
VIAS DE
ADMINISTRAÇÃO
DE
FÁRMACOS
Via Gastrointestinal: oral, sublingual,retal
Via parenteral :
endovenosa (EV) ou intravenosa(IV)
Intramuscular(IM) Subcutânea (SC)
Intradérmica (ID)
Via Cutânea
Via Respiratória
Via Ocular
Via Nasal
Via Auricular - orelha
Cada uma dessas vias possui características próprias, que
influenciam na absorção
Outras vias administração:
▶ Intratecal (intraraqueana) ou intraraquidiana,
▶ Intraperitoneal
▶ Intra-óssea
▶ Epidural
▶ Intra-cardíaca
▶ Endotraqueal
FORMAS PARA USO PARENTERAL
 Grandes volumes
(nutrição parenteral
prolongada)
▶ Pequenos volumes (ampolas,
injeções)
▶ Intramuscular
▶ Intravenoso
▶ Intraraquidiano
▶ Intradérmico (pellets)
implantes
▶ Subcutâneo
VIA ORAL E SUBLINGUAL
Vantagens:
• facilidade de administração
• menos dispendiosa
Contra-indicação:
• náuseas e vômitos
• Diarréias
• Dificuldadespara engolir
Exemplo: anti-hipertensivos, analgésicos (Toragesic), Rivotril, nitratos
(isorbina).
Absorção veias abaixo da língua –direto para o sangue.
Medidas Corretas –Via Oral
▶ 1 colher de chá- 5 ml
▶ 1 colher de sopa- 15 ml
▶ 1copo “de água”- 250 ml
▶ Seringa sem agulha (via oral –
crianças)
Cuidados Especiais:
• Interação com alimentos:
• Grandes quantidades (Dose)
• Alimentos (contra-indicados –
Interações)
• Ex: Tetraciclina X leite (Redução de
efeito ou Inativação)
• Respeitar Intervalo de Dose /
Horários / Tempo
Via Ocular
▶ O medicamento, aplicado diretamente na
mucosa ocular, são de dois tipos:
▶ Líquidos –Colírios;
▶ Semi-sólidos –Pomadasoculares.
▶ Finalidade
▶ Correção de disfunções dos músculos do
olho;
▶ Aplicação de anestésicos;
▶ Aplicação de antibióticos;
▶ Aplicação de anti-inflamatórios;
▶ Aplicação de anti-fúngicos;
▶ Aplicação de lubrificantes;
▶ Aplicação de dilatador de pupila –Ex:
Atropina
▶
▶ Antes da aplicação ocular é necessário limpar
os olhos com o intuito de remover secreções e
crostas;
▶ Aplicar com o paciente posicionado em
decúbito dorsal ou sentado, rosto voltado para
cima;
▶ O profissional deve expor a conjuntiva da
pálpebra inferior e orientaro paciente a olhar
para cima;
▶ Após aplicar o medicamento, solicitar ao
paciente que mova olhos para que espalhe a
medicação em toda a mucosa ocular.
▶ As mesmas orientações deverão ser dadas na
administração na pálpebra superior.
Via tópica –Otológica e Intranasal
Otólogica
▶ Orientações importantes:
▶ A posição mais adequada é a
de decúbito lateral;
▶ Para expor o canal auditivo em
adultos: O profissionaldeve
puxar delicadamente o
pavilhão auditivo externo para
cima e para trás;
▶ Para expor o canal auditivo em
crianças, puxar o pavilhão
auditivo para baixo e para trás
Intranasal
▶ Possibilita o tratamento local das
patologias do nariz e vias
respiratórias com medicamentos
líquidos que devem ser
administrados sob a forma de
gotas nasais , ou através de
spray ou nebulizador.
▶ Orientações
▶ Para instilação de medicamento
nas narinas, o paciente deve
sentar-se, inclinar a cabeça para
trás possibilitando que o
profissional introduza a ponta do
nebulizador no orifício nasal. Em
seguida acionar o nebulizador
até a dose prescrita.
Via Inalatória
▶ Nebulização é o processo de
transformação de um
medicamento na forma líquida
para a forma de gotassuspensas
de modo que permita a sua
absorção por meio da
respiração.
▶ O medicamento entra nos
pulmões através da inspiração e
lá é absorvido pelo sangue.
▶ A nebulização tem os seguintes
objetivos:
▶ Umidificarasviasaéreas;
▶ Fluidificarassecreçõesda
mucosa do trato respiratório;
▶ Administração de
medicamentospara tratar
doenças pulmonares.
▶ Indicações de Nebulização
▶ DPOC;
▶ Asma;
▶ Bronquite;
▶ Pneumonia;
▶ Fibrose pulmonar;
▶ Resfriadose outrasdoenças
pulmonares.
Via Vaginal
▶ Os medicamentosintravaginaistem
a forma de óvulos e cremes, que são
introduzidosatravésde um aplicador
de uso individual.
▶ Horário indicado para a
administração de
medicamentospor via vaginalé
à noite, ao deitar-se.
▶ Antes da aplicação, a paciente
deverá fazerhigienização
íntima;
▶ Para aplicação, o profissional
deverá estarutilizando luvas.
▶ Deve-se introduz o aplicador
com o creme (ou inserir o óvulo)
cerca de 7,5 cm de
profundidade e pressionaro
embolo para aplicar o
medicamento;
▶ Orientar a paciente para
permanecer deitada por cerca
de 5 minutos para evitaro
refluxo de medicamento.
VIA RETAL
Vantagens
Protege os fármacos suscetíveis da inativação gastrointestinal e
hepática, pois somente 50%do fluxo venoso retal tem acesso à
circulação porta.
Desvantagens
A absorção pode ser incompleta, especialmente em pacientes com
motilidade intestinal aumentada. Pode irritar a mucosa.
Indicações
Estados de coma, inconsciência, náuseas e vômitos.
Exemplos de fármacos
Diazepam, metronidazol, e alguns
antiinflamatórios e antieméticos.
POMADA (ANAL)CICAT
RIZ
ANT
E:
Qsp 30 g, Lidocaína 2%,Acetonido
Fluocinolona 0,025%,Subgalato
Bismuto 2%,Diltiazen Cloridrato 2%
(T
ratamento Hemorróidas)
Via Parenteral
-Intrasinovial.
Intradérmica (I.D.), Subcutânea (S.C), Intramuscular (I.M.), Intravenosa
ou Endovenosa (I.V. ou E.V.),
Ortras Vias Parenterais:
-Intra-arterial (I.A.) Ex:tratamento de carcinomas, drogas
vasodilatadoras e drogas trombolíticas (tratamento de
embolia).
- Intracardíaca (adrenalina)
-Intr-araquídea (via subaracnóidea – Intratecal).
-Intraperitoneal
-Intra-óssea,
-Intra-articular,
O termo parental provémdo grego “para” (ao lado) e “enteros” (tubo
digestivo),
significando a administração de medicamentos“ao lado do tubo digestivo”ou
sem utilizaro trato gastrointestinal.
Vantagens da via Parenteral
▶ Efeito imediato –O medicamento é injetado diretamente na
corrente sanguínea;
▶ Não apresenta efeito de primeira passagem no fígado –
Quando administrado por via oral, parte do medicamento
é metabolizado pelo fígado quando da sua absorção;
▶ Possibilita a auto-administração (o próprio paciente pode
tomar a medicação);
▶ Confortável e sem dor;
▶ Há a possibilidade de remover o medicamento –lavagem
gástrica;
▶ Pode produzirefeitos locais ou sistêmicos.
T
ipos de Agulha
▶ Agulha 13 x 4,5 =A agulha
apresenta calibre de 4,5
milímetrose comprimento
de 13 milímetros.Éutilizada
para asviasintradérmicase
subcutânea;
▶ Agulha 25 x 7 ou 25 x 8 =
Utilizadaspara asvias
endovenosa, subcutânea,
intramusculare endovenosa;
▶ Agulha 30 x 7 ou 30 x 8 =
Utilizadaspara asvias
endovenosa e intramuscular;
▶ Agulha 40 x 10 ou 40 x 12 =
Durante o preparo são
utilizadaspara a aspiração
dasmedicações;
Cateter de Longa Permanência
Troca deve ser realizada a cada
72 horas
Jelco 16 –Indicado quando
há a necessidade de
administração de grande
quantidade de líquidos em
adolescentes, adultos e
cirurgiasimportantes
importantes. Exige veia
calibrosa e a inserção é
dolorosa;
▶ Jelco 18 –Indicado para
administrarsangue,
hemoderivados e outras
infusõesviscosasem crianças
maisvelhas, adolescentese
adultos. Inserção é dolorosa e
▶ Jelco 20 –Indicado para
administrara maioria das
infusõesvenosas de sangue e
hemoderivados;
▶ Jelco 24 e 26 – Por apresentar
agulhas mais finas, os jelcos
de numeração 24 e 26 são
indicadaspara recém-
nascidos, crianças,
adolescentes e idosos.
▶ É adequado para a maioria
das infusões, no entanto,
a velocidade de infusão é
menor
. Ideal para veias
digitaisou internasdo braço
e antebraço de idosos.
Cateter Periférico
.
CATETER DE CURTA PERMANÊNCIA
▶ Conhecido popularmente
como “butterfly“, o scalp
tem a função de
administração imediata da
medicação.
▶ Possui vários tamanhos
▶ Podem ser usados para
coletarsangue.
Seringas
▶ 1 ml – Indicadaspara ser
utilizadasnasvias
intradérmica e subcutânea;
▶ 3 ml – Indicadaspara ser
utilizadasnasvias
subcutânea e intramuscular;
▶ 5 ml – Indicadaspara ser
utilizadasnasvias
intramusculare endovenosa
(medicações que não
podem ser diluídas);
▶ 10 ml –Indicadaspara ser
utilizadasna via
endovenosa;
▶ 20 ml –Indicadaspara ser
utilizadasna via
endovenosa;
Via Intradérmica
▶ Via muito restrita - Pequenos
volumes - de 0,1 a 0,5
mililitros
▶ Usada para reações de
hipersensibilidade
▶provas de ppd
(tuberculose), Schick
(difteria)
▶sensibilidade de algumas
alergias
▶ fazer desensibilização e
auto vacinas
▶aplicação de BCG (vacina
contra tuberculose) - na
inserção inferior do
músculo deltóide
▶ Utilizarseringa de 1 mg;
▶ Ângulo de aplicação: 15º;
▶ Aplicação com bisel
voltado para cima;
▶ Formação de pápula;
▶ Volumes esses, não
podem exceder 3
milímetros;
▶ Absorção lenta;
▶ Locais indicados: face
anterior do antebraço e
região subescapular
Via Subcutânea
▶ A medicação deverá ser
introduzida no tecido
subcutâneo ou hipoderme. A
absorção ocorre através dos
capilares, sendo lenta,
contínua e segura.
▶ Características:
▶ O volume aplicado não pode
exceder 3 milímetros;
▶ Permite uma absorção mais
lenta e gradativa;
▶ Menor traumatismo tecidual;
▶ São recomendadas soluções
aquosas e suspensões não
irritantes.
▶ Observações Importantes:
▶ As regiões da parede
abdominal, faces Antero-
lateral da coxa e face
externa do braço são mais
recomendadasdevido à
menor inervação e melhor
acesso;
▶ Para administrara
medicação no tecido
subcutâneo deve-se
utilizara agulha 13 x 4,5 e
utilizaruma angulação
de 90º;
▶ Deve-se evitar a aplicação
de várias injeções no
mesmo local de modo a
evitar a formação de
nódulos. REVEZAR OS
Via Intramuscular
▶ Absorção mais rápida em
comparação com a via
subcutânea , por apresentar
maior vascularização;
▶ Permite a administração
medicamentos irritantes. O
músculo profundo tem
quantidade menor de
terminações
nervosas;
▶ Absorção lenta e gradual
podendo ser de horas a vários
dias dependendo do tipo de
medicação (finalidade
terapêutica).
▶ Os locais mais
apropriados para a
aplicação são:
▶ Deltóide;
▶ Dorso glútea;
▶ Ventro glútea;
▶ Antero-lateral da coxa.
Volume a ser administrado
▶ O volume a ser administrado dependerá do volume
da massa muscular (crianças, adultos, idosos e estado
nutricional).
▶ Em adultos com índice de massa corporal dentro do
padrão recomendado, o volume a ser
administrado em cada músculo é de, no máximo:
▶ 2 ml no deltóide;
▶ 4 ml no glúteo;
▶ 4 ml na coxa.
Complicações
Complicações comum da
administração por via
intramuscular:
Formação de nódulos;
Abscessos;
Necrose;
Lesõesde nervo.
Para administração de
medicamentos porvia
intramuscularno adulto
eutrófico,asagulhas mais
apropriadas
são: 25 x 7, 25 x 8, 30 x 7 e 30
x 80. A posição da seringa
durante a aplicação
deverá serde 90º.
Complicações
Observações
Importantes
O músculo escolhido deve ter as seguintes características:
Músculo saudável;
Sem lesões ou ferimentos visíveis;
Não tenha recebido injeções recentemente.
No processo de sistematização da assistência, o enfermeiro deverá
prescrever:
Local da punção;
Modo de rodízio dos sítios de injeção.
Para a escolha do local de aplicação da Injeção intramuscular,
deve-se:
Identificar corretamente grupos de músculos por meio de
identificação anatômica;
Expor completamente o local selecionado para finsde avaliação
de sinais de inflamações, processos infecciosos e lesões de pele.
Vasto-lateral
▶ Localizado na região antero-lateral
da coxa, é a região de escolha
para a administração IM em:
lactentes(lactentes tem uma maior
massa muscular nessa área)para
imunizações;
adultos saudáveis.
▶ Características
Possui quantidade menor de nervos
e vasossanguíneos
Possibilita absorção rápida do
fármaco;
Frequentemente utilizada em
bebês e criançaspara imunizações
Região Ventroglútea
▶ Técnica de Aplicação:
▶ Coloca-se o dedo indicador
sobre a crista ilíaca antero-
superior;
▶ Com a palma da mão sobre a
cabeça do fêmur (trocanter);
▶ Em seguida, deslize o dedo
médio para para formar um V;
▶ Aplicar a injeção no centro do V.
▶ A região ventroglútea é área
maissegura para injeção na
região glútea, sendo mais
recomendada como local de
escolha para injeções IM,uma
vez que previne a punção
acidental de nervos e vasos
sanguíneos.
•Essa região apresenta algumas
vantagens:
•Região profunda e longe da
maioria dos nervos e vasos
sanguíneos;
•Em pacientescom diarreia,há
menor chance de
contaminação;
•Região facilmente identificada
por terestar próxima a uma
região óssea proeminente;
•Local ideal para administração
de medicaçõesque tem maior
volume, viscosos e irritantesem
bebês, crianças e adultos.
Região Dorso
glútea
▶ Orientarao paciente para
que coloque-se em posição
de decúbito ventral, com os
pés voltados para dentro –
Essa posição relaxa os
músculos glúteos. Caso não
seja possível, coloque o
paciente em posição de
decúbito lateral;
▶ Aplicar no quadrante
superior esquerdo da região
glútea;
▶ Administrar a injeção no
quadrante superior externo.
Região do
Deltoide
▶ Orientarao paciente manter
a posição sentada ou
deitada;
▶ Medir4 dedos abaixo do
ombro;
▶ Seguraro músculo durante a
introdução da agulha.
Administração Endovenosa
A VIA
ENDOVENOSA
POSSIBILITA
AÇÃO
I
MEDI
AT
A UMA
VEZQUE O
MEDI
CAMENTO
OU SOLUÇÃO É
ADMI
NIS
T
RADO
DIRETAMENTE
NA CORRENTE
SANGUÍNEA.
ASSOLUÇÕES
ADMINISTRADA
SPOR ES
S
A VI
A
DEVEM SER:
CRISTALIZADAS; NÃO-OLEOSAS
(ASOLEOSAS
DEVERÃO SER
ADMINISTRADA
SPOR VI
A
I
NTRAMUS
CULA
R POR SER
IRRITANTES);
SEM FLOCOS
EM
SUSPENSÃO.
PODEM SER
UT
I
LI
ZADOS NA
ADMINSTRAÇÃ
O DE
MEDI
CAMENTO
SI
NJET
ÁVEI
S
POR VI
A
ENDOVENOSA
O SCALP E A
JELCO.
LOCAISDE
PUNÇÃO
▶ A primeira escolha para a
punção venosa é a fossa
cubital porapresentarveias
periféricas de maior calibre e
melhor visualização;
▶ Região cefálica:bastante
utilizada em bebês.
LOCAISDE
PUNÇÃO
▶ Veia basílica:começa no
dorso da região radiocárpica,
cruza a margem medial do
antebraço em seu terço distal
e situa-se na face anterior
.
▶ Veia cefálica:é superficial e
corre lateralmente ao membro
superior (posição anatômica).
T
em uma comunicação com a
veia basílica;
▶ Dorso da mão:veias
superfíciais, que não suportam
grandes volumes de fluidos
TÉCNICA
▶ Leve a bandeja para o quarto do
paciente e coloque-a na mesa
auxiliar.
▶ Explique o procedimento ao
paciente.
▶ Higieniza as mãos
▶ Calce as luvas de procedimento
▶ Escolha o local de acesso venoso,
exponha a área de aplicação e
verifique as condições das veias.
▶ Garroteie o local a ser puncionado (
em adultos: a aproximadamente 5 a
10 cm do local da punção venosa), a
fim de propiciar a dilatação da veia.
▶ Faça a antissepsia do local com
algodão embebido em álcool 70%,
em movimentos circulares, do centro
para as extremidades.
▶ Tracione a pele para baixo, com o
polegar, abaixo do local a ser
puncionado.
▶ Introduza o cateter venoso na pele,
com o bisel voltado para cima, a um
ângulo aproximadamente de 30 a
45º.
▶ Uma vez introduzido na pele,
direcione o cateter e introduza-o na
veia.
▶ Abra o cateter e observe o refluxo
sanguíneo em seu interior.
▶ Solte o garrote.
TÉCNICA
▶ Observe se há sinais de
infiltração, extravasamento
do líquido infundido ou
hematoma no local da
punção, além de queixas de
dor ou desconforto;
▶ Fixe o dispositivo com
esparadrapo ou adesivo
hipoalergênico;
▶ Oriente o paciente sobre os
cuidados para manutenção
do cateter;
▶ Descarte o material perfuro
cortante em recipiente
adequado.
▶ Retire as luvas de
procedimento.
▶ Higienize as mãos.
▶ Faça as anotações de
enfermagem quanto à
punção, em impresso
próprio, especificando o
local da punção e o cateter
utilizado.
ATENÇÃO!!!!
Nunca realize a punção de acesso periférico
no braço no mesmo lado em que paciente
tenha realizado retirada de mama;
Nunca dê “batidinhas” nasveiasque as
mesmas fiquem mais salientes;
Nunca realize o procedimento com dúvidas;
Não insista mais do que três vezes na punção
da mesma veia;
Não realize o procedimento sem luvas.
Obrigada

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DAS MEDICAÇÕES.pdf

  • 1.
  • 2.
    Administração de medicamentos ▶ Éo processo de preparo e introdução de substância química no organismo humano, visando a obtenção de efeito terapêutico
  • 3.
    VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE FÁRMACOS Via Gastrointestinal:oral, sublingual,retal Via parenteral : endovenosa (EV) ou intravenosa(IV) Intramuscular(IM) Subcutânea (SC) Intradérmica (ID) Via Cutânea Via Respiratória Via Ocular Via Nasal Via Auricular - orelha Cada uma dessas vias possui características próprias, que influenciam na absorção
  • 4.
    Outras vias administração: ▶Intratecal (intraraqueana) ou intraraquidiana, ▶ Intraperitoneal ▶ Intra-óssea ▶ Epidural ▶ Intra-cardíaca ▶ Endotraqueal
  • 5.
    FORMAS PARA USOPARENTERAL  Grandes volumes (nutrição parenteral prolongada) ▶ Pequenos volumes (ampolas, injeções) ▶ Intramuscular ▶ Intravenoso ▶ Intraraquidiano ▶ Intradérmico (pellets) implantes ▶ Subcutâneo
  • 6.
    VIA ORAL ESUBLINGUAL Vantagens: • facilidade de administração • menos dispendiosa Contra-indicação: • náuseas e vômitos • Diarréias • Dificuldadespara engolir Exemplo: anti-hipertensivos, analgésicos (Toragesic), Rivotril, nitratos (isorbina). Absorção veias abaixo da língua –direto para o sangue.
  • 7.
    Medidas Corretas –ViaOral ▶ 1 colher de chá- 5 ml ▶ 1 colher de sopa- 15 ml ▶ 1copo “de água”- 250 ml ▶ Seringa sem agulha (via oral – crianças) Cuidados Especiais: • Interação com alimentos: • Grandes quantidades (Dose) • Alimentos (contra-indicados – Interações) • Ex: Tetraciclina X leite (Redução de efeito ou Inativação) • Respeitar Intervalo de Dose / Horários / Tempo
  • 8.
    Via Ocular ▶ Omedicamento, aplicado diretamente na mucosa ocular, são de dois tipos: ▶ Líquidos –Colírios; ▶ Semi-sólidos –Pomadasoculares. ▶ Finalidade ▶ Correção de disfunções dos músculos do olho; ▶ Aplicação de anestésicos; ▶ Aplicação de antibióticos; ▶ Aplicação de anti-inflamatórios; ▶ Aplicação de anti-fúngicos; ▶ Aplicação de lubrificantes; ▶ Aplicação de dilatador de pupila –Ex: Atropina ▶ ▶ Antes da aplicação ocular é necessário limpar os olhos com o intuito de remover secreções e crostas; ▶ Aplicar com o paciente posicionado em decúbito dorsal ou sentado, rosto voltado para cima; ▶ O profissional deve expor a conjuntiva da pálpebra inferior e orientaro paciente a olhar para cima; ▶ Após aplicar o medicamento, solicitar ao paciente que mova olhos para que espalhe a medicação em toda a mucosa ocular. ▶ As mesmas orientações deverão ser dadas na administração na pálpebra superior.
  • 9.
    Via tópica –Otológicae Intranasal Otólogica ▶ Orientações importantes: ▶ A posição mais adequada é a de decúbito lateral; ▶ Para expor o canal auditivo em adultos: O profissionaldeve puxar delicadamente o pavilhão auditivo externo para cima e para trás; ▶ Para expor o canal auditivo em crianças, puxar o pavilhão auditivo para baixo e para trás Intranasal ▶ Possibilita o tratamento local das patologias do nariz e vias respiratórias com medicamentos líquidos que devem ser administrados sob a forma de gotas nasais , ou através de spray ou nebulizador. ▶ Orientações ▶ Para instilação de medicamento nas narinas, o paciente deve sentar-se, inclinar a cabeça para trás possibilitando que o profissional introduza a ponta do nebulizador no orifício nasal. Em seguida acionar o nebulizador até a dose prescrita.
  • 10.
    Via Inalatória ▶ Nebulizaçãoé o processo de transformação de um medicamento na forma líquida para a forma de gotassuspensas de modo que permita a sua absorção por meio da respiração. ▶ O medicamento entra nos pulmões através da inspiração e lá é absorvido pelo sangue. ▶ A nebulização tem os seguintes objetivos: ▶ Umidificarasviasaéreas; ▶ Fluidificarassecreçõesda mucosa do trato respiratório; ▶ Administração de medicamentospara tratar doenças pulmonares. ▶ Indicações de Nebulização ▶ DPOC; ▶ Asma; ▶ Bronquite; ▶ Pneumonia; ▶ Fibrose pulmonar; ▶ Resfriadose outrasdoenças pulmonares.
  • 11.
    Via Vaginal ▶ Osmedicamentosintravaginaistem a forma de óvulos e cremes, que são introduzidosatravésde um aplicador de uso individual. ▶ Horário indicado para a administração de medicamentospor via vaginalé à noite, ao deitar-se. ▶ Antes da aplicação, a paciente deverá fazerhigienização íntima; ▶ Para aplicação, o profissional deverá estarutilizando luvas. ▶ Deve-se introduz o aplicador com o creme (ou inserir o óvulo) cerca de 7,5 cm de profundidade e pressionaro embolo para aplicar o medicamento; ▶ Orientar a paciente para permanecer deitada por cerca de 5 minutos para evitaro refluxo de medicamento.
  • 12.
    VIA RETAL Vantagens Protege osfármacos suscetíveis da inativação gastrointestinal e hepática, pois somente 50%do fluxo venoso retal tem acesso à circulação porta. Desvantagens A absorção pode ser incompleta, especialmente em pacientes com motilidade intestinal aumentada. Pode irritar a mucosa. Indicações Estados de coma, inconsciência, náuseas e vômitos. Exemplos de fármacos Diazepam, metronidazol, e alguns antiinflamatórios e antieméticos. POMADA (ANAL)CICAT RIZ ANT E: Qsp 30 g, Lidocaína 2%,Acetonido Fluocinolona 0,025%,Subgalato Bismuto 2%,Diltiazen Cloridrato 2% (T ratamento Hemorróidas)
  • 13.
    Via Parenteral -Intrasinovial. Intradérmica (I.D.),Subcutânea (S.C), Intramuscular (I.M.), Intravenosa ou Endovenosa (I.V. ou E.V.), Ortras Vias Parenterais: -Intra-arterial (I.A.) Ex:tratamento de carcinomas, drogas vasodilatadoras e drogas trombolíticas (tratamento de embolia). - Intracardíaca (adrenalina) -Intr-araquídea (via subaracnóidea – Intratecal). -Intraperitoneal -Intra-óssea, -Intra-articular, O termo parental provémdo grego “para” (ao lado) e “enteros” (tubo digestivo), significando a administração de medicamentos“ao lado do tubo digestivo”ou sem utilizaro trato gastrointestinal.
  • 14.
    Vantagens da viaParenteral ▶ Efeito imediato –O medicamento é injetado diretamente na corrente sanguínea; ▶ Não apresenta efeito de primeira passagem no fígado – Quando administrado por via oral, parte do medicamento é metabolizado pelo fígado quando da sua absorção; ▶ Possibilita a auto-administração (o próprio paciente pode tomar a medicação); ▶ Confortável e sem dor; ▶ Há a possibilidade de remover o medicamento –lavagem gástrica; ▶ Pode produzirefeitos locais ou sistêmicos.
  • 15.
    T ipos de Agulha ▶Agulha 13 x 4,5 =A agulha apresenta calibre de 4,5 milímetrose comprimento de 13 milímetros.Éutilizada para asviasintradérmicase subcutânea; ▶ Agulha 25 x 7 ou 25 x 8 = Utilizadaspara asvias endovenosa, subcutânea, intramusculare endovenosa; ▶ Agulha 30 x 7 ou 30 x 8 = Utilizadaspara asvias endovenosa e intramuscular; ▶ Agulha 40 x 10 ou 40 x 12 = Durante o preparo são utilizadaspara a aspiração dasmedicações;
  • 16.
    Cateter de LongaPermanência Troca deve ser realizada a cada 72 horas Jelco 16 –Indicado quando há a necessidade de administração de grande quantidade de líquidos em adolescentes, adultos e cirurgiasimportantes importantes. Exige veia calibrosa e a inserção é dolorosa; ▶ Jelco 18 –Indicado para administrarsangue, hemoderivados e outras infusõesviscosasem crianças maisvelhas, adolescentese adultos. Inserção é dolorosa e ▶ Jelco 20 –Indicado para administrara maioria das infusõesvenosas de sangue e hemoderivados; ▶ Jelco 24 e 26 – Por apresentar agulhas mais finas, os jelcos de numeração 24 e 26 são indicadaspara recém- nascidos, crianças, adolescentes e idosos. ▶ É adequado para a maioria das infusões, no entanto, a velocidade de infusão é menor . Ideal para veias digitaisou internasdo braço e antebraço de idosos.
  • 17.
  • 18.
    CATETER DE CURTAPERMANÊNCIA ▶ Conhecido popularmente como “butterfly“, o scalp tem a função de administração imediata da medicação. ▶ Possui vários tamanhos ▶ Podem ser usados para coletarsangue.
  • 19.
    Seringas ▶ 1 ml– Indicadaspara ser utilizadasnasvias intradérmica e subcutânea; ▶ 3 ml – Indicadaspara ser utilizadasnasvias subcutânea e intramuscular; ▶ 5 ml – Indicadaspara ser utilizadasnasvias intramusculare endovenosa (medicações que não podem ser diluídas); ▶ 10 ml –Indicadaspara ser utilizadasna via endovenosa; ▶ 20 ml –Indicadaspara ser utilizadasna via endovenosa;
  • 20.
    Via Intradérmica ▶ Viamuito restrita - Pequenos volumes - de 0,1 a 0,5 mililitros ▶ Usada para reações de hipersensibilidade ▶provas de ppd (tuberculose), Schick (difteria) ▶sensibilidade de algumas alergias ▶ fazer desensibilização e auto vacinas ▶aplicação de BCG (vacina contra tuberculose) - na inserção inferior do músculo deltóide ▶ Utilizarseringa de 1 mg; ▶ Ângulo de aplicação: 15º; ▶ Aplicação com bisel voltado para cima; ▶ Formação de pápula; ▶ Volumes esses, não podem exceder 3 milímetros; ▶ Absorção lenta; ▶ Locais indicados: face anterior do antebraço e região subescapular
  • 22.
    Via Subcutânea ▶ Amedicação deverá ser introduzida no tecido subcutâneo ou hipoderme. A absorção ocorre através dos capilares, sendo lenta, contínua e segura. ▶ Características: ▶ O volume aplicado não pode exceder 3 milímetros; ▶ Permite uma absorção mais lenta e gradativa; ▶ Menor traumatismo tecidual; ▶ São recomendadas soluções aquosas e suspensões não irritantes. ▶ Observações Importantes: ▶ As regiões da parede abdominal, faces Antero- lateral da coxa e face externa do braço são mais recomendadasdevido à menor inervação e melhor acesso; ▶ Para administrara medicação no tecido subcutâneo deve-se utilizara agulha 13 x 4,5 e utilizaruma angulação de 90º; ▶ Deve-se evitar a aplicação de várias injeções no mesmo local de modo a evitar a formação de nódulos. REVEZAR OS
  • 24.
    Via Intramuscular ▶ Absorçãomais rápida em comparação com a via subcutânea , por apresentar maior vascularização; ▶ Permite a administração medicamentos irritantes. O músculo profundo tem quantidade menor de terminações nervosas; ▶ Absorção lenta e gradual podendo ser de horas a vários dias dependendo do tipo de medicação (finalidade terapêutica). ▶ Os locais mais apropriados para a aplicação são: ▶ Deltóide; ▶ Dorso glútea; ▶ Ventro glútea; ▶ Antero-lateral da coxa.
  • 25.
    Volume a seradministrado ▶ O volume a ser administrado dependerá do volume da massa muscular (crianças, adultos, idosos e estado nutricional). ▶ Em adultos com índice de massa corporal dentro do padrão recomendado, o volume a ser administrado em cada músculo é de, no máximo: ▶ 2 ml no deltóide; ▶ 4 ml no glúteo; ▶ 4 ml na coxa.
  • 26.
    Complicações Complicações comum da administraçãopor via intramuscular: Formação de nódulos; Abscessos; Necrose; Lesõesde nervo. Para administração de medicamentos porvia intramuscularno adulto eutrófico,asagulhas mais apropriadas são: 25 x 7, 25 x 8, 30 x 7 e 30 x 80. A posição da seringa durante a aplicação deverá serde 90º.
  • 27.
  • 29.
    Observações Importantes O músculo escolhidodeve ter as seguintes características: Músculo saudável; Sem lesões ou ferimentos visíveis; Não tenha recebido injeções recentemente. No processo de sistematização da assistência, o enfermeiro deverá prescrever: Local da punção; Modo de rodízio dos sítios de injeção. Para a escolha do local de aplicação da Injeção intramuscular, deve-se: Identificar corretamente grupos de músculos por meio de identificação anatômica; Expor completamente o local selecionado para finsde avaliação de sinais de inflamações, processos infecciosos e lesões de pele.
  • 30.
    Vasto-lateral ▶ Localizado naregião antero-lateral da coxa, é a região de escolha para a administração IM em: lactentes(lactentes tem uma maior massa muscular nessa área)para imunizações; adultos saudáveis. ▶ Características Possui quantidade menor de nervos e vasossanguíneos Possibilita absorção rápida do fármaco; Frequentemente utilizada em bebês e criançaspara imunizações
  • 31.
    Região Ventroglútea ▶ Técnicade Aplicação: ▶ Coloca-se o dedo indicador sobre a crista ilíaca antero- superior; ▶ Com a palma da mão sobre a cabeça do fêmur (trocanter); ▶ Em seguida, deslize o dedo médio para para formar um V; ▶ Aplicar a injeção no centro do V. ▶ A região ventroglútea é área maissegura para injeção na região glútea, sendo mais recomendada como local de escolha para injeções IM,uma vez que previne a punção acidental de nervos e vasos sanguíneos. •Essa região apresenta algumas vantagens: •Região profunda e longe da maioria dos nervos e vasos sanguíneos; •Em pacientescom diarreia,há menor chance de contaminação; •Região facilmente identificada por terestar próxima a uma região óssea proeminente; •Local ideal para administração de medicaçõesque tem maior volume, viscosos e irritantesem bebês, crianças e adultos.
  • 33.
    Região Dorso glútea ▶ Orientaraopaciente para que coloque-se em posição de decúbito ventral, com os pés voltados para dentro – Essa posição relaxa os músculos glúteos. Caso não seja possível, coloque o paciente em posição de decúbito lateral; ▶ Aplicar no quadrante superior esquerdo da região glútea; ▶ Administrar a injeção no quadrante superior externo.
  • 35.
    Região do Deltoide ▶ Orientaraopaciente manter a posição sentada ou deitada; ▶ Medir4 dedos abaixo do ombro; ▶ Seguraro músculo durante a introdução da agulha.
  • 36.
    Administração Endovenosa A VIA ENDOVENOSA POSSIBILITA AÇÃO I MEDI AT AUMA VEZQUE O MEDI CAMENTO OU SOLUÇÃO É ADMI NIS T RADO DIRETAMENTE NA CORRENTE SANGUÍNEA. ASSOLUÇÕES ADMINISTRADA SPOR ES S A VI A DEVEM SER: CRISTALIZADAS; NÃO-OLEOSAS (ASOLEOSAS DEVERÃO SER ADMINISTRADA SPOR VI A I NTRAMUS CULA R POR SER IRRITANTES); SEM FLOCOS EM SUSPENSÃO. PODEM SER UT I LI ZADOS NA ADMINSTRAÇÃ O DE MEDI CAMENTO SI NJET ÁVEI S POR VI A ENDOVENOSA O SCALP E A JELCO.
  • 37.
    LOCAISDE PUNÇÃO ▶ A primeiraescolha para a punção venosa é a fossa cubital porapresentarveias periféricas de maior calibre e melhor visualização; ▶ Região cefálica:bastante utilizada em bebês.
  • 38.
    LOCAISDE PUNÇÃO ▶ Veia basílica:começano dorso da região radiocárpica, cruza a margem medial do antebraço em seu terço distal e situa-se na face anterior . ▶ Veia cefálica:é superficial e corre lateralmente ao membro superior (posição anatômica). T em uma comunicação com a veia basílica; ▶ Dorso da mão:veias superfíciais, que não suportam grandes volumes de fluidos
  • 39.
    TÉCNICA ▶ Leve abandeja para o quarto do paciente e coloque-a na mesa auxiliar. ▶ Explique o procedimento ao paciente. ▶ Higieniza as mãos ▶ Calce as luvas de procedimento ▶ Escolha o local de acesso venoso, exponha a área de aplicação e verifique as condições das veias. ▶ Garroteie o local a ser puncionado ( em adultos: a aproximadamente 5 a 10 cm do local da punção venosa), a fim de propiciar a dilatação da veia. ▶ Faça a antissepsia do local com algodão embebido em álcool 70%, em movimentos circulares, do centro para as extremidades. ▶ Tracione a pele para baixo, com o polegar, abaixo do local a ser puncionado. ▶ Introduza o cateter venoso na pele, com o bisel voltado para cima, a um ângulo aproximadamente de 30 a 45º. ▶ Uma vez introduzido na pele, direcione o cateter e introduza-o na veia. ▶ Abra o cateter e observe o refluxo sanguíneo em seu interior. ▶ Solte o garrote.
  • 40.
    TÉCNICA ▶ Observe sehá sinais de infiltração, extravasamento do líquido infundido ou hematoma no local da punção, além de queixas de dor ou desconforto; ▶ Fixe o dispositivo com esparadrapo ou adesivo hipoalergênico; ▶ Oriente o paciente sobre os cuidados para manutenção do cateter; ▶ Descarte o material perfuro cortante em recipiente adequado. ▶ Retire as luvas de procedimento. ▶ Higienize as mãos. ▶ Faça as anotações de enfermagem quanto à punção, em impresso próprio, especificando o local da punção e o cateter utilizado.
  • 43.
    ATENÇÃO!!!! Nunca realize apunção de acesso periférico no braço no mesmo lado em que paciente tenha realizado retirada de mama; Nunca dê “batidinhas” nasveiasque as mesmas fiquem mais salientes; Nunca realize o procedimento com dúvidas; Não insista mais do que três vezes na punção da mesma veia; Não realize o procedimento sem luvas.
  • 45.