Testemunhos gráficos
de cerca de dez a quinze
anos antes da nossa era
podem ser observados
nas cavernas
pré-históricas e
leva-nos a crer que
o homem primitivo
executava danças
coletivas nas quais
predominavam os
movimentos convulsivos
e desordenados
Quando o homem
passa a viver em
sociedade,
com a organização do
trabalho para a
sobrevivência comum,
- a caça, a trituração
de raízes, sementes,
folhas - tudo era feito
e regulado por
marcações rítmicas,
como pancadas
e gritos
No Egito havia Danças sacras
em homenagem a ÁPIS, o “touro
sagrado”, diante de HAT HOR a
deusa da dança e da música.
A linguagem gestual da Dança
diretamente ligada às marcações
rítmicas da música,
passou a ser denominada de
ritual. Mais adiante
o homem estabeleceu um código
de sinais, gestos e expressões
fisionômicas ao qual
imprimiu vários ritmos
A filha de Herodíades
apresentou-se
e pôs-se a dançar,
com grande satisfação
de Herodes
e dos seus convivas.
Disse o rei à moça:
“Pede-me o que
quiseres,
e eu to darei.”
(BÍBLIA SAGRADA,
2006, p. 1329,
Marcos, c 6 v 22)
A população em Roma era
basicamente de soldados.
Lá, a Dança era desprezada
por ser incompatível com o
espírito do povo conquistador.
Dança, poesia, escultura e
filosofia foram degradadas.
O povo surgia nas enormes
arenas, como o Coliseu e o
Circus Maximus, para ver
gladiadores lutando com
animais ferozes.
Isso sim era arte!
Guglielmo Ebreo, primeiro professor
da Dança da Itália, criou o ballet e a
coreografia. Realçou as qualidades
do dançarino: o ritmo pelo qual
segue a cadência; a memória dos
passos e suas combinações; o sentido
do espaço, compondo figuras num
enquadramento limitado; a leveza,
dominando a arte do salto e da
queda elegante; a "maneira“ - o estilo
de elegância e a coordenação dos
movimentos do corpo que se desloca
com graça e precisão.
Em França, na Corte de Luís
XIV o ballet subiu ao palco
transformando a sua técnica.
Os movimentos dos braços,
dos joelhos, os tempos saltados
e batidos e logo depois as
figuras de elevação, passam a
ser vistos de frente, horizontal
como uma Dança espetáculo.
Surge o equilíbrio entre
representações e passos
virtuosismo, mas que dão certo
encanto a estes ballets.
Realizou-se em 1550 por ocasião
da visita do rei Henrique II de
Valois e sua mulher, Catarina
de Medicis. Num ambiente que
devia representar a terra
selvagem, há pouco descoberta,
50 índios brasileiros, em
companhia de mais de 200
indivíduos, todos nus, pintados
e enfeitados à moda dos
primitivos habitantes do Brasil,
simularam uma luta entre
tupinambás e tabajaras.
A contribuição dos
africanos influencia
até os dias de hoje.
Suas Danças, às vezes
têm nome de
instrumento musical
que serve de
acompanhamento,
exemplo o caxambu,
outras ainda nome da
cerimônia na qual são
executadas, como o
maracatu e a congada.
O barco a remo que levava o
1º bailarino e chefe do coro do
dithyrambus, era a comemoração
da fertilidade do deus Dionísio,
sua morte e sua ressurreição.
Na era cristã, o carnaval passa       a
significar “carne vale” (adeus à carne)
pela aproximação da quaresma
que exige rigorosa abstinência.
Essas Danças, ao passarem do
domínio dos sacerdotes para o povo,
viraram
manifestações populares.
Dança
Dança
Dança
Dança
Dança
Dança
Dança
Dança
Dança

Dança

  • 3.
    Testemunhos gráficos de cercade dez a quinze anos antes da nossa era podem ser observados nas cavernas pré-históricas e leva-nos a crer que o homem primitivo executava danças coletivas nas quais predominavam os movimentos convulsivos e desordenados
  • 4.
    Quando o homem passaa viver em sociedade, com a organização do trabalho para a sobrevivência comum, - a caça, a trituração de raízes, sementes, folhas - tudo era feito e regulado por marcações rítmicas, como pancadas e gritos
  • 5.
    No Egito haviaDanças sacras em homenagem a ÁPIS, o “touro sagrado”, diante de HAT HOR a deusa da dança e da música. A linguagem gestual da Dança diretamente ligada às marcações rítmicas da música, passou a ser denominada de ritual. Mais adiante o homem estabeleceu um código de sinais, gestos e expressões fisionômicas ao qual imprimiu vários ritmos
  • 6.
    A filha deHerodíades apresentou-se e pôs-se a dançar, com grande satisfação de Herodes e dos seus convivas. Disse o rei à moça: “Pede-me o que quiseres, e eu to darei.” (BÍBLIA SAGRADA, 2006, p. 1329, Marcos, c 6 v 22)
  • 7.
    A população emRoma era basicamente de soldados. Lá, a Dança era desprezada por ser incompatível com o espírito do povo conquistador. Dança, poesia, escultura e filosofia foram degradadas. O povo surgia nas enormes arenas, como o Coliseu e o Circus Maximus, para ver gladiadores lutando com animais ferozes. Isso sim era arte!
  • 8.
    Guglielmo Ebreo, primeiroprofessor da Dança da Itália, criou o ballet e a coreografia. Realçou as qualidades do dançarino: o ritmo pelo qual segue a cadência; a memória dos passos e suas combinações; o sentido do espaço, compondo figuras num enquadramento limitado; a leveza, dominando a arte do salto e da queda elegante; a "maneira“ - o estilo de elegância e a coordenação dos movimentos do corpo que se desloca com graça e precisão.
  • 9.
    Em França, naCorte de Luís XIV o ballet subiu ao palco transformando a sua técnica. Os movimentos dos braços, dos joelhos, os tempos saltados e batidos e logo depois as figuras de elevação, passam a ser vistos de frente, horizontal como uma Dança espetáculo. Surge o equilíbrio entre representações e passos virtuosismo, mas que dão certo encanto a estes ballets.
  • 10.
    Realizou-se em 1550por ocasião da visita do rei Henrique II de Valois e sua mulher, Catarina de Medicis. Num ambiente que devia representar a terra selvagem, há pouco descoberta, 50 índios brasileiros, em companhia de mais de 200 indivíduos, todos nus, pintados e enfeitados à moda dos primitivos habitantes do Brasil, simularam uma luta entre tupinambás e tabajaras.
  • 11.
    A contribuição dos africanosinfluencia até os dias de hoje. Suas Danças, às vezes têm nome de instrumento musical que serve de acompanhamento, exemplo o caxambu, outras ainda nome da cerimônia na qual são executadas, como o maracatu e a congada.
  • 12.
    O barco aremo que levava o 1º bailarino e chefe do coro do dithyrambus, era a comemoração da fertilidade do deus Dionísio, sua morte e sua ressurreição. Na era cristã, o carnaval passa a significar “carne vale” (adeus à carne) pela aproximação da quaresma que exige rigorosa abstinência. Essas Danças, ao passarem do domínio dos sacerdotes para o povo, viraram manifestações populares.