A nível federal, tratou-se a respeito
da saúde da criança quando foi
criado Departamento Nacional da
Criança, na década de 1940.
O primeiro programa de proteção à
maternidade, à infância e à adolescência de
que se
tem notícia foi instituído durante o Estado
Novo (1937/1945).
LEGENDA
DNRC: Departamento Nacional da Criança
CPMI: Coordenação de Proteção Materno-Infantil
DINSAMI: Divisão Nacional de Saúde Materno-Infantil
PAISMC: Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher e
da Criança
PAISM: Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher
PAISC: Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança
CORSAMI: Coordenação de Saúde Materno-Infantil
ATSCAM: Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento
O Departamento tinha como foco:
Programa Alimentar, Programa
Educativo, Programa de Formação de
Pessoal e Programa de Imunização.
Assim, o DNCr coordenou a assistência
materno-infantil no Brasil até o ano
de 1969.
Com a extinção do DNCr, em
1969, foi criada,
em 1970, a Coordenação de
Proteção Materno Infantil
(CPMI)
Em 1975, foi criado o Programa
Nacional de Saúde Materno-
Infantil, cujo propósito era
contribuir para a redução da
morbidade e da mortalidade da
mulher e da criança. Que em 1976,
passou a chamar-se Divisão
Nacional de
Saúde Materno-Infantil (DINSAMI).
Em 1983, o Ministério da Saúde,
por meio
da DINSAMI, elaborou o Programa
de Assistência Integral à Saúde da
Mulher e da
Criança (PAISMC).
Em 1998, as coordenações
foram substituídas pelas atuais
Áreas Técnicas de Saúde da
Mulher,
Saúde da Criança e Saúde do
Adolescente e do Jovem.
Nos últimos 75 anos, importantes leis e
portarias foram publicadas no país, a fim
de assegurar
o direito da criança brasileira de 0 a 9 anos
à saúde. Hoje, a legislação brasileira trata
de uma
série de temas, como imunização,
aleitamento materno, atenção à saúde do
recém-nascido,
nutrição, prevenção de acidentes e
violências e muitos outros.
Princípios norteadores do cuidado na saúde da
criança
Deve ser entendido como o direito de toda
criança receber assistência de saúde e a
responsabilidade da unidade de saúde em receber
todos os que procuram a unidade, propiciando
uma escuta de suas demandas ou problemas de
saúde e avaliação qualificada de cada situação.
O atendimento á criança engloba a
sequencia de ações ou medidas
preventivas direcionadas desde antes
do nascimento, até 5 anos de idade,
com o objetivo de evitar que ela
adoeça.
A equipe assume o paciente e
estabelece compromisso e
responsabilidade sobre todas as suas
necessidades de saúde. A consulta
médica não deve ser a única proposta
de abordagem da criança e toda a
equipe deve participar da assistência e
resolução do problema do usuário,
potencializando-se a capacidade de
resposta e intervenção.
.
É a ciência médica que se dedica ao estudo dos
cuidados com o ser humano em desenvolvimento,
mais especificamente com o acompanhamento
do infantil.
A puericultura, como subespecialidade da pediatria,
preocupa-se com o acompanhamento integral do
processo de desenvolvimento da criança. É de
fundamental importância, uma vez que é por meio
dela que o pediatra tem condições de detectar
precocemente os mais diferentes distúrbios das
áreas do crescimento estrutural, da nutrição e do
desenvolvimento neuropsicomotor.( É o aspecto
psicológico que desenvolve a coordenação motora).
Puericultura
Vacinação
Pode-se dizer, hoje, que a imensa maioria das crianças
brasileiras recebe regularmente vacinas contra quase todas as
doenças graves.
As vacinas foram criadas para ensinar o sistema imunológico
a reconhecer agentes agressores que podem provocar doenças,
assim como para ensiná-lo a reagir produzindo anticorpos
capazes de combatê-los. Na preparação das vacinas, pode ser
utilizado um componente do agente agressor, ou seja, o
próprio agente agressor numa forma atenuada, ou morto, ou
outro agente que seja semelhante ao causador da doença.
Consulta pediátrica
A assistência global à criança deve ser feita de maneira
evolutiva, para acompanhar o crescimento e o
desenvolvimento do paciente. Assim, em cada consulta, a
entrevista deve incluir dados de desenvolvimento,
possíveis queixas ou dificuldades, e o exame físico deve
comprovar os progressos do desenvolvimento e registrar
os parâmetros de crescimento. A prescrição deve incluir
alimentação, vacinação e orientação. Toda consulta
pediátrica, independente da queixa, deve incluir a
Puericultura.
Comida e nutrientes são as matérias-primas que nos
permitem formar os dentes, ossos, músculos e tecidos e
mantê-los saudáveis. Uma boa dieta alimentar também
pode proteger de várias doenças. A dieta de uma criança
necessita de um planejamento especial - as necessidades
de energia e nutrientes fundamentais são elevadas, mas o
apetite é reduzido e os hábitos alimentares inconstantes.
A alimentação das crianças deve ser constituída por
refeições pequenas e frequentes, desde que ricas em
nutrientes.
Nutrição
Assistências e Benefícios do programa da criança
O programa da criança, preocupa-se em
abordar aspectos fundamentais para a
proteção da saúde da criança, entre eles como
preparar o “ninho” para melhor recebê-la, em
visitá-la, oferecer suporte a seus pais ou
cuidadores, estimular o fortalecimento de
vínculos – que serão importantes para toda a
sua vida.
Desejo que todas as crianças possam ouvir, ver, falar, sorrir,
crescer e desenvolver toda a sua potencialidade para
conhecer o mundo e viver.
Os princípios mais importantes da atenção
básica no Brasil são: integralidade (definir o que
deve ser atendido), qualidade (usado para
garantir na prática a igualdade na assistência a
todos os cidadãos) e a participação social
(participação da população para definir as
prioridades no atendimento e fiscalizar o
funcionamento do serviço).
Número de crianças acompanhadas pelo UBS
Do município de Capim Grosso
De 0 a 11 meses
De 12 a 23 meses
Janeiro
2015
Fevereiro
2015
Março
2015
0 a 11 meses 286 321 354
12ª 23 meses 311 331 334
Equipes de saúde
UBS (Unidade Básica de Saúde)
Médico responsável.
Técnico de enfermagem e 6
agentes comunitários, dentista e
auxiliar.
Cada equipe atende de 3000 a
4500 pessoas ou de 1000 família
Por meio da definição do número de
pessoas a serem atendidas (tecnicamente
chamada de adstrição da população), as
Equipes Saúde da Família estabelecem
ligação (denominada de vínculo) com a
população, possibilitando o compromisso e
a responsabilidade destes profissionais
com os usuários e a comunidade.
Até qual idade a amamentação é
necessária?
O leite materno é um alimento completo. Isso
significa que até os seis meses o bebê não
precisa de nenhum outro alimento, a partir dos
seis meses a alimentação deve ser
complementado com outros alimentos. É bom
que o bebê continue sendo amamentado até
dois anos ou mais.
Entrevistada:
Luzinete Alves de Almeida
Técnica de enfermagem
Quais os maiores cuidados com o recém-
nascido?
O bebê nunca deve dormir de barriga para
baixo (de bruços) e recomenda-se que ele
durma de barriga para cima. Cuide para
que a boca e o nariz não fiquem cobertos e
para aquecer é preferível agasalha-lo com
mais roupas do que cobrir com muitas
cobertas.
Qual o benefício da vacinação?
A vacina é essencial para manter a
criança saudável. Para vacinar procure
o centro de saúde ou uma equipe de
saúde que cuide da sua família.
Qual a importância do dente de leite e o desenvolvimento
deles?
Os dentes de leite são importantes para guardar o espaço e
preparar o caminho dos dentes permanentes.
A perda dos dentes de leite antes do tempo certo pode
prejudicar a criança que estar aprendendo a falar, além disso,
a criança poderá se sentir diferente do restante do grupo de
sua faixa etária, podendo causar algum problema
emocional/social.
Tabela:
5 a 6 meses >> quando começa a aparecer os dentes de leite
10 a 12 meses >> aparecem os dentes de trás
3 a 6 anos >> já se conta total de 20 dentes
6 a 18 anos >> nesse período inicia-se a troca de dentes de
leite pelos dentes permanentes. Aos 18 anos tem-se em
torno 32 dentes.
Como identificar a desidratação? Quais os
sintomas?
Olhos fundos, muita sede, pouca saliva,
choro sem lágrima, pele seca e pouca urina
são os sinais de desidratação.
Se apresentar vômitos e as fezes estiverem
muitos liquidas, deve-se oferecer soro oral
após cada evacuação e vômito.
BRASIL. Decreto nº 66.623, de 22 de maio de 1970. Disponível em:
<http://www6.senado.gov.
br/legislacao/ListaTextoIntegral.action?id=180519>. Acesso em: 12 jan. 2011.
BRASIL. Decreto-Lei nº 2.024, de 17 de fevereiro de 1940. Disponível em:
<http://www.ciespi.
org.br/base_legis/baselegis_view.php?id=148>. Acesso em: 12 jan. 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde. Instrumento gerencial da saúde da mulher, da criança e
do adolescente. Brasília, DF, 1995. v. 1.
BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório anual de avaliação: PPA 2000–2003 – Exercício
2002.
Brasília, DF, [2003?].
BRASIL. Ministério da Saúde. Aleitamento materno e orientação alimentar para o
desmame.
Brasília, DF,1986.
BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório de avaliação do Projeto de Assistência integral
à Saú-
de da Mulher e da Criança: primeira parte. Brasília, DF, 1986.
BRASIL. Ministério da Saúde. Divisão Nacional de Saúde Materno-Infantil. Relatório de

Programa de saúde da criança no brasil

  • 2.
    A nível federal,tratou-se a respeito da saúde da criança quando foi criado Departamento Nacional da Criança, na década de 1940. O primeiro programa de proteção à maternidade, à infância e à adolescência de que se tem notícia foi instituído durante o Estado Novo (1937/1945).
  • 3.
    LEGENDA DNRC: Departamento Nacionalda Criança CPMI: Coordenação de Proteção Materno-Infantil DINSAMI: Divisão Nacional de Saúde Materno-Infantil PAISMC: Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher e da Criança PAISM: Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher PAISC: Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança CORSAMI: Coordenação de Saúde Materno-Infantil ATSCAM: Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento
  • 4.
    O Departamento tinhacomo foco: Programa Alimentar, Programa Educativo, Programa de Formação de Pessoal e Programa de Imunização. Assim, o DNCr coordenou a assistência materno-infantil no Brasil até o ano de 1969.
  • 5.
    Com a extinçãodo DNCr, em 1969, foi criada, em 1970, a Coordenação de Proteção Materno Infantil (CPMI)
  • 6.
    Em 1975, foicriado o Programa Nacional de Saúde Materno- Infantil, cujo propósito era contribuir para a redução da morbidade e da mortalidade da mulher e da criança. Que em 1976, passou a chamar-se Divisão Nacional de Saúde Materno-Infantil (DINSAMI).
  • 7.
    Em 1983, oMinistério da Saúde, por meio da DINSAMI, elaborou o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher e da Criança (PAISMC).
  • 8.
    Em 1998, ascoordenações foram substituídas pelas atuais Áreas Técnicas de Saúde da Mulher, Saúde da Criança e Saúde do Adolescente e do Jovem.
  • 9.
    Nos últimos 75anos, importantes leis e portarias foram publicadas no país, a fim de assegurar o direito da criança brasileira de 0 a 9 anos à saúde. Hoje, a legislação brasileira trata de uma série de temas, como imunização, aleitamento materno, atenção à saúde do recém-nascido, nutrição, prevenção de acidentes e violências e muitos outros.
  • 10.
    Princípios norteadores docuidado na saúde da criança Deve ser entendido como o direito de toda criança receber assistência de saúde e a responsabilidade da unidade de saúde em receber todos os que procuram a unidade, propiciando uma escuta de suas demandas ou problemas de saúde e avaliação qualificada de cada situação.
  • 11.
    O atendimento ácriança engloba a sequencia de ações ou medidas preventivas direcionadas desde antes do nascimento, até 5 anos de idade, com o objetivo de evitar que ela adoeça.
  • 12.
    A equipe assumeo paciente e estabelece compromisso e responsabilidade sobre todas as suas necessidades de saúde. A consulta médica não deve ser a única proposta de abordagem da criança e toda a equipe deve participar da assistência e resolução do problema do usuário, potencializando-se a capacidade de resposta e intervenção.
  • 13.
    . É a ciênciamédica que se dedica ao estudo dos cuidados com o ser humano em desenvolvimento, mais especificamente com o acompanhamento do infantil. A puericultura, como subespecialidade da pediatria, preocupa-se com o acompanhamento integral do processo de desenvolvimento da criança. É de fundamental importância, uma vez que é por meio dela que o pediatra tem condições de detectar precocemente os mais diferentes distúrbios das áreas do crescimento estrutural, da nutrição e do desenvolvimento neuropsicomotor.( É o aspecto psicológico que desenvolve a coordenação motora). Puericultura
  • 14.
    Vacinação Pode-se dizer, hoje,que a imensa maioria das crianças brasileiras recebe regularmente vacinas contra quase todas as doenças graves. As vacinas foram criadas para ensinar o sistema imunológico a reconhecer agentes agressores que podem provocar doenças, assim como para ensiná-lo a reagir produzindo anticorpos capazes de combatê-los. Na preparação das vacinas, pode ser utilizado um componente do agente agressor, ou seja, o próprio agente agressor numa forma atenuada, ou morto, ou outro agente que seja semelhante ao causador da doença.
  • 15.
    Consulta pediátrica A assistênciaglobal à criança deve ser feita de maneira evolutiva, para acompanhar o crescimento e o desenvolvimento do paciente. Assim, em cada consulta, a entrevista deve incluir dados de desenvolvimento, possíveis queixas ou dificuldades, e o exame físico deve comprovar os progressos do desenvolvimento e registrar os parâmetros de crescimento. A prescrição deve incluir alimentação, vacinação e orientação. Toda consulta pediátrica, independente da queixa, deve incluir a Puericultura.
  • 16.
    Comida e nutrientessão as matérias-primas que nos permitem formar os dentes, ossos, músculos e tecidos e mantê-los saudáveis. Uma boa dieta alimentar também pode proteger de várias doenças. A dieta de uma criança necessita de um planejamento especial - as necessidades de energia e nutrientes fundamentais são elevadas, mas o apetite é reduzido e os hábitos alimentares inconstantes. A alimentação das crianças deve ser constituída por refeições pequenas e frequentes, desde que ricas em nutrientes. Nutrição
  • 17.
    Assistências e Benefíciosdo programa da criança O programa da criança, preocupa-se em abordar aspectos fundamentais para a proteção da saúde da criança, entre eles como preparar o “ninho” para melhor recebê-la, em visitá-la, oferecer suporte a seus pais ou cuidadores, estimular o fortalecimento de vínculos – que serão importantes para toda a sua vida.
  • 18.
    Desejo que todasas crianças possam ouvir, ver, falar, sorrir, crescer e desenvolver toda a sua potencialidade para conhecer o mundo e viver. Os princípios mais importantes da atenção básica no Brasil são: integralidade (definir o que deve ser atendido), qualidade (usado para garantir na prática a igualdade na assistência a todos os cidadãos) e a participação social (participação da população para definir as prioridades no atendimento e fiscalizar o funcionamento do serviço).
  • 19.
    Número de criançasacompanhadas pelo UBS Do município de Capim Grosso De 0 a 11 meses De 12 a 23 meses Janeiro 2015 Fevereiro 2015 Março 2015 0 a 11 meses 286 321 354 12ª 23 meses 311 331 334
  • 20.
    Equipes de saúde UBS(Unidade Básica de Saúde) Médico responsável. Técnico de enfermagem e 6 agentes comunitários, dentista e auxiliar. Cada equipe atende de 3000 a 4500 pessoas ou de 1000 família
  • 21.
    Por meio dadefinição do número de pessoas a serem atendidas (tecnicamente chamada de adstrição da população), as Equipes Saúde da Família estabelecem ligação (denominada de vínculo) com a população, possibilitando o compromisso e a responsabilidade destes profissionais com os usuários e a comunidade.
  • 22.
    Até qual idadea amamentação é necessária? O leite materno é um alimento completo. Isso significa que até os seis meses o bebê não precisa de nenhum outro alimento, a partir dos seis meses a alimentação deve ser complementado com outros alimentos. É bom que o bebê continue sendo amamentado até dois anos ou mais. Entrevistada: Luzinete Alves de Almeida Técnica de enfermagem
  • 23.
    Quais os maiorescuidados com o recém- nascido? O bebê nunca deve dormir de barriga para baixo (de bruços) e recomenda-se que ele durma de barriga para cima. Cuide para que a boca e o nariz não fiquem cobertos e para aquecer é preferível agasalha-lo com mais roupas do que cobrir com muitas cobertas.
  • 24.
    Qual o benefícioda vacinação? A vacina é essencial para manter a criança saudável. Para vacinar procure o centro de saúde ou uma equipe de saúde que cuide da sua família.
  • 25.
    Qual a importânciado dente de leite e o desenvolvimento deles? Os dentes de leite são importantes para guardar o espaço e preparar o caminho dos dentes permanentes. A perda dos dentes de leite antes do tempo certo pode prejudicar a criança que estar aprendendo a falar, além disso, a criança poderá se sentir diferente do restante do grupo de sua faixa etária, podendo causar algum problema emocional/social. Tabela: 5 a 6 meses >> quando começa a aparecer os dentes de leite 10 a 12 meses >> aparecem os dentes de trás 3 a 6 anos >> já se conta total de 20 dentes 6 a 18 anos >> nesse período inicia-se a troca de dentes de leite pelos dentes permanentes. Aos 18 anos tem-se em torno 32 dentes.
  • 26.
    Como identificar adesidratação? Quais os sintomas? Olhos fundos, muita sede, pouca saliva, choro sem lágrima, pele seca e pouca urina são os sinais de desidratação. Se apresentar vômitos e as fezes estiverem muitos liquidas, deve-se oferecer soro oral após cada evacuação e vômito.
  • 27.
    BRASIL. Decreto nº66.623, de 22 de maio de 1970. Disponível em: <http://www6.senado.gov. br/legislacao/ListaTextoIntegral.action?id=180519>. Acesso em: 12 jan. 2011. BRASIL. Decreto-Lei nº 2.024, de 17 de fevereiro de 1940. Disponível em: <http://www.ciespi. org.br/base_legis/baselegis_view.php?id=148>. Acesso em: 12 jan. 2011. BRASIL. Ministério da Saúde. Instrumento gerencial da saúde da mulher, da criança e do adolescente. Brasília, DF, 1995. v. 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório anual de avaliação: PPA 2000–2003 – Exercício 2002. Brasília, DF, [2003?]. BRASIL. Ministério da Saúde. Aleitamento materno e orientação alimentar para o desmame. Brasília, DF,1986. BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório de avaliação do Projeto de Assistência integral à Saú- de da Mulher e da Criança: primeira parte. Brasília, DF, 1986. BRASIL. Ministério da Saúde. Divisão Nacional de Saúde Materno-Infantil. Relatório de