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PRINCIPAIS COGUMELOS COMESTÍVEIS CULTIVADOS E NATIVOS DO ESTADO DE
SÃO PAULO
Noemia Kazue Ishikawa
Bióloga, Dra. Coord. Biodiversidade/INPA
noemia@inpa.gov.br
Ruby Vargas-Isla
Eng. Agrônoma, Dra. Coord. Biodiversidade/INPA
rubyvar9@gmail.com
Daniel Gomes
Eng. Agrônomo, Dr. PqC do Polo Regional Leste Paulista /APTA
daniel gomes@apta.sp.gov.br
Nelson Menolli Junior
Biólogo, Dr. Dep. Ciências da Natureza e Matemática – Biologia/IFSP
menollijr@yahoo.com.br
A fungicultura vem crescendo no Brasil e os cogumelos estão cada vez mais presentes nos
pratos dos brasileiros, desde pizzas, risotos e estrogonofe com cogumelos até refinados
pratos de restaurantes da alta gastronomia. A exemplo do restaurante D.O.M, em São
Paulo, do chef Alex Atala; do Moquém do Banzeiro, em Manaus, do chef Felipe Schaedler;
ou do Manu, em Curitiba, da chef Manu Buffara (Orestein, 2014).
O Estado de São Paulo concentra o maior número de produtores de cogumelos do Brasil.
Em um senso realizado, em 2016, foi levantado que 505 produtores estavam distribuídos em
93 municípios do estado e foram responsáveis por produzir um total de 1.062 toneladas de
cogumelos por mês, gerando em torno de 5.000 empregos diretos (Gomes et al., 2016).
Cerca de 10% dessa produção é comercializada na CEAGESP (Companhia de Entrepostos
e Armazéns Gerais de São Paulo) e o restante diretamente para supermercados,
restaurantes e consumidores.
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ISSN 2316-5146
Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017
A principal espécie comercializada no país é o Agaricus bisporus (também conhecida como
Champignon ou Portobello). As espécies do gênero Pleurotus (conhecidas como Shimeji,
Hiratake ou Eryngii) ocupam o segundo lugar em quantidade comercializada no Brasil;
seguidas pela espécie Lentinula edodes (conhecida como Shiitake).
A comercialização de cogumelos Shimeji e Shiitake na CEAGESP vem crescendo
gradativamente de 2007 a 2016 (Figura 1). Já a quantidade comercializada do Champignon
em conserva apresentou mudanças bruscas a partir de 2008, ano em que a entrada desse
produto na CEAGESP foi de 109 t, caindo para apenas quatro toneladas no ano seguinte
(2009) e hoje se mantém em 12 t (Figura 1). Por outro lado, a quantidade comercializada do
Champignon fresco (in natura) subiu de 222 t em 2008 para 534 t em 2016 (Figura 1). Isso
demonstra o efeito da mudança nas leis brasileiras em 2008, que possibilitou a entrada, no
mercado nacional, de cogumelos em conserva vindos principalmente da China.
Figura 1: Entrada dos cogumelos Champingnon fresco e em conserva, Shimeji (Pleurotus ostreatus) e Shiitake
na CEAGESP - Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, de 2007 a 2016.
Em 2016, o total de entrada na CEAGESP dos cogumelos apresentados na Figura 1 chegou
a 1.265,65 toneladas. Em supermercados como os do bairro da Liberdade, na capital do
estado, além dos cogumelos já citados, também é possível encontrar os cogumelos
Flammulina velutipes (conhecido como Enoki), Pholiota nameko (como Nameko), Auricularia
spp. (como Kikurague) e Hypsizygus marmoreus (como Bunapi).
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Os dados acima demonstram o aumento do consumo e o desenvolvendo no setor de
fungicultura no país com relação à produção desses principais gêneros de cogumelos
comestíveis. Entretanto, ainda é pouco discutida e explorada a possibilidade de cultivar
espécies de cogumelos comestíveis que sejam nativos ou de ocorrência natural nas matas e
entorno da região de São Paulo ou mesmo de outras regiões do país.
No Estado de São Paulo, apesar de não haver estudos recentes sobre a domesticação de
espécies de cogumelos nativos para o cultivo em escala comercial, é sabido, principalmente
no meio acadêmico, que em nas matas do estado também é encontrado espécies
comestíveis de gêneros como: Agaricus, Auricularia, Lentinula, Pholiota, Pleurotus.
Por outro lado, é frequente o questionamento dos chefs e da comunidade em geral: se
temos cogumelos comestíveis nativos do Brasil?. Em busca desta resposta, realizou-se
levantamento bibliográfico sobre as espécies de cogumelos relatadas para o Estado de São
Paulo e buscou-se referências sobre sua comestibilidade.
Até o momento foi encontrado registros de cerca de 90 espécies comestíveis relatadas para
o Estado de São Paulo. Dessas, está listado no Quadro 1, as espécies nativas dos gêneros
Agaricus, Auricularia, Lentinula, Pholiota e Pleurotus. Considerando que são essas as 12
espécies com potencial para os produtores testarem em suas condições locais de cultivo,
ma vez que já produzem espécies destes gêneros.
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Quadro 1 – Espécies de cogumelos comestíveis dos gêneros Agaricus, Auricularia,
Lentinula, Pholliota e Pleurotus registrados para o e Estado de São Paulo
Espécie
Referência de registro para
SP
Referência de comestibilidade
Agaricus campestris L. Spegazzini (1889 como A.
campester L.); Grandi et al. (1984);
Pegler (1997)
Guzmán (1977); Boa (2004); Imazeki et al.
(2011)
Agaricus silvaticus Schaeff. Pegler (1997) Guzmán (1977); Boa (2004)
Auricularia delicata (Mont. Ex
Fr.) Henn.
Teixeira (1945); Bononi e Capelari
(1984)
Guzmán (1977); Boa (2004); Maekawa et
al. (2013)
Auricularia fuscosuccinea
(Mont.) Henn.
Teixeira [1945 como A. fusco-
succinea (Mont.) Farlow]; Bononi et
al. (1981); Bononi (1984); Bononi e
Capelari (1984); Abrahão et al.
(2012)
Boa (2004); Franco-Molano et al. (2005)
Auricularia mesenterica
(Dicks.) Pers.
Teixeira [1945 como A. auricularis
(Gray) G.W. Martin]
Guzmán (1977); Boa (2004); Franco-
Molano et al. (2005); Maekawa et al.
(2013)
Auricularia nigricans (Sw.)
Birkebak, Looney & Sánchez-
García
Teixeira (1945); Bononi et al.
(1981); Bononi (1984); Abrahão et
al. (2012) – todos como A.
polytricha (Mont.) Sacc.
Boa (2004); Imazeki et al. (2011);
Maekawa et al. (2013)
Lentinula boryana (Berk. &
Mont.) Pegler
Pegler (1983 como Lentinus
puiggarii Speg.); Grandi et al. (1984
como Lentinus cubensis Berk. &
Curt.); Pegler (1988, 1997)
Pegler (1983); Mata e Guzmán (1989);
Boa (2004)
Lentinula raphanica (Murrill)
J.L. Mata R.H. Petersen
Capelari et al. (2010) Franco-Molano et al. (2005); Sanuma et al.
(2016)
Pholiota bicolor (Speg.)
Singer
Spegazzini (1889), Pegler (1997) Prance 1984; Boa 2004
Pleurotus albidus (Berk.)
Pegler
Spegazzini [1889 como Panus
laciniatocrenatus Speg., 1919 como
Pleurotus laciniatocrenatus (Speg.)
Speg.]; Pegler (1997); Menolli et al.
(2014)
Lechner et al. (2004); Lechner e Albertó
(2011); Sanuma et al. (2016)
Pleurotus djamor (Rumph. Ex.
Fr.) Boedijn
Pereira (1988*); Gugliotta e
Capelari (1995*); Pegler (1997);
Gugliotta e Bononi (1999*); Menolli
et al. (2014) – *como Pleurotus
ostreatoroseus Singer
Boa (2004); Maekawa et al. (2013);
Sanuma et al. (2016)
Pleurotus pulmonarius (Fr.)
Quél.
Spegazzini (1889); Menolli et al.
(2014)
Boa (2004); Imazeki et al. (2011)
Destaca-se mos que as informações sobre comestibilidade dos cogumelos nativos são
oriundas do etnoconhecimento de diversos povos, incluindo os povos indígenas das
Américas. Assim, os estudos colaborativos entre povos nativos, antropólogos, taxonomistas,
micólogos, produtores e chefs são essenciais para a viabilização do cultivo de diferentes
espécies de cogumelos comestíveis do Brasil e levá-los à mesa da população.
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Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017
Agradecimentos
À Seção do Centro de Qualidade Hortigranjeira da CEAGESP pelos dados de entrada de
cogumelos na CEAGESP. Ao INCT-CENBAM pelo apoio logístico para coleta de dados. A
FAPEAM e CAPES pelas bolsas de estudo para R.V-I e N.M.Jr respectivamente.
Referências
ABRAHÃO, M.C.; GUGLIOTTA, A.M.; BONONI, V.L.R. Xylophilous Agarycomycetes
(Brasidiomycota) of the Brazilian Cerrado. CheckList, v. 8, p. 1102–1116, 2012.
BOA, E. Wild edible fungi, a global overview of their use and importance to people. Roma:
FAO, 2004.
BONONI, V.L. Basidiomicetos do cerrado da Reserva Biológica de Moji-Guaçu, SP. Rickia,
v. 11, p. 1–25, 1984.
BONONI, V.L.; CAPELARI, M. Basidiomicetos do Parque Estadual da Ilha do Cardoso:
Tremellales. Rickia, v. 11, p. 109–114, 1984.
BONONI, V.L.R.; TRUFEM, S.F.B.; GRANDI, R.A.P. Fungos macroscópicos do Parque
Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, Brasil, depositados no Herbário do Instituto de
Botânica. Rickia, v. 9, p. 37–53, 1981.
CAPELARI, M.; ASAI, T.; ISHIKAWA, N.K. Ocurrence of Lentinula raphanica in Amazonas
State, Brazil. Mycotaxon, v. 113, p. 355–364, 2010.
FRANCO-MOLANO, A.E.; VASCO-PALACIOS, A.M.; LÓPEZ-QUINTERO, C.A.;
BOEKHOUT, T. Macrohongos de la Región del Medio Caquetá-Colombia. Guía de
campo. Medellín (Colombia), Multimpresos, 2005.
GOMES, D.; AKAMATSU, I.; SOUZA, E.; FIGUEIREDO, G.J.B. Censo paulista de produção
de cogumelos comestíveis e medicinais. Pesquisa & Tecnologia, v. 13, 2013.
GRANDI, R.A.P.; GUZMÁN, G.; BONONI, V.L. Adições às Agaricales (Basidiomycetes) do
Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Rickia, v. 11, p. 27–33,
1984.
www.aptaregional.sp.gov.br
ISSN 2316-5146
Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017
GUGLIOTTA, A.M.; BONONI, V.L.R. Polyporaceae do Parque Estadual da Ilha do Cardoso,
São Paulo, Brasil. Boletim do Instituto de Botânica, v. 12: 1–112, 1999.
GUGLIOTTA, A.M.; CAPELARI, M. Polyporaceae from Ilha do Cardoso, SP, Brazil.
Mycotaxon, v. 56, p. 107–113, 1995.
GUZMÁN, G. Identificación de los hongos comestibles, venenosos, alucinantes y
destructores de la madera. Mexico, LIMUSA, 1977.
IMAZEKI, R.; OTANI, Y.; HONGO, T. Fungi of Japan. Yama-Kei Publishers Co., Lta.;
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LECHNER, B.E.; ALBERTÓ, E. Search for new naturally occurring strains of Pleurotus to
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production. Revista Iberoamericana de Micología, v. 28, p. 148–154, 2011.
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MAEKAWA, N.; SHIROUZU, T.; PARADA, R.Y.J.; CASTILLO, B.E.A.; NAKAGIRI, A.
Hongos de El Salvador-Mushroomsof El Salvador. Japan, Tottori University and CENTA,
2013.
MATA, G.; GUZMÁN, G. Caracterización de cepas mexicanas del hongo
comestible Lentinus boryanus y determinación de supatrón de sexualidad. Revista
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MENOLLI JR., N.; BRETERNITZ, B.S.; CAPELARI, M. The genus Pleurotus in Brazil: a
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ORESTEIN, J. Cozinheiros começam a explorar diversidade de cogumelos nativos do
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comecam-a-explorar-diversidade-de-cogumelos-nativos-do-brasil,10000008717. Acesso em:
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PEGLER, D.N. Agaricales of Brazil described by M.J. Berkeley. Kew Bulletin, v. 43, p. 453–
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PEGLER, D.N. The agarics of São Paulo, Brazil. Royal Botanic Gardens: Kew, 1997.
www.aptaregional.sp.gov.br
ISSN 2316-5146
Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017
PEGLER, D.N. The genus Lentinus. Kew Bulletin Additional Series, v.10, p. 1–281, 1983.
PEREIRA, A.B. O gênero Pleurotus (Fr.) Kummer no Rio Grande do Sul, Brasil. Caderno de
Pesquisa, série Botânica, v.1, p. 19–45, 1988.
SANUMA, O.I.; TOKIMOTO, K.; SANUMA, C.; AUTUORI, J.; SANUMA, L.R.; SANUMA, M.;
MARTINS, M.S.; MENOLLI JR, N.; ISHIKAWA, N.K.; APIAMÖ, R.S. (Orgs.). Cogumelos –
Enciclopédia dos alimentos Yanomami (Sanöma). São Paulo: Instituto Socioambiental,
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SPEGAZZINI, C. Fungi Puiggariani. Pugillus I. Boletin de la Academia Nacional de
Ciencias de Córdoba, v. 11, p. 381–622, 1889.
SPEGAZZINI, C. Reliquia e mycologicae tropicae. Boletin de la Academia Nacional de
Ciencias de Córdoba, v. 23, p. 365–609, 1919 (1918).
TEIXEIRA, A.R. Himenomicetos brasileiros: Auriculariales e Dacrymycetales. Bragantia, v.
5, p. 153–180, 1945.

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  • 1. PRINCIPAIS COGUMELOS COMESTÍVEIS CULTIVADOS E NATIVOS DO ESTADO DE SÃO PAULO Noemia Kazue Ishikawa Bióloga, Dra. Coord. Biodiversidade/INPA noemia@inpa.gov.br Ruby Vargas-Isla Eng. Agrônoma, Dra. Coord. Biodiversidade/INPA rubyvar9@gmail.com Daniel Gomes Eng. Agrônomo, Dr. PqC do Polo Regional Leste Paulista /APTA daniel gomes@apta.sp.gov.br Nelson Menolli Junior Biólogo, Dr. Dep. Ciências da Natureza e Matemática – Biologia/IFSP menollijr@yahoo.com.br A fungicultura vem crescendo no Brasil e os cogumelos estão cada vez mais presentes nos pratos dos brasileiros, desde pizzas, risotos e estrogonofe com cogumelos até refinados pratos de restaurantes da alta gastronomia. A exemplo do restaurante D.O.M, em São Paulo, do chef Alex Atala; do Moquém do Banzeiro, em Manaus, do chef Felipe Schaedler; ou do Manu, em Curitiba, da chef Manu Buffara (Orestein, 2014). O Estado de São Paulo concentra o maior número de produtores de cogumelos do Brasil. Em um senso realizado, em 2016, foi levantado que 505 produtores estavam distribuídos em 93 municípios do estado e foram responsáveis por produzir um total de 1.062 toneladas de cogumelos por mês, gerando em torno de 5.000 empregos diretos (Gomes et al., 2016). Cerca de 10% dessa produção é comercializada na CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) e o restante diretamente para supermercados, restaurantes e consumidores.
  • 2. www.aptaregional.sp.gov.br ISSN 2316-5146 Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017 A principal espécie comercializada no país é o Agaricus bisporus (também conhecida como Champignon ou Portobello). As espécies do gênero Pleurotus (conhecidas como Shimeji, Hiratake ou Eryngii) ocupam o segundo lugar em quantidade comercializada no Brasil; seguidas pela espécie Lentinula edodes (conhecida como Shiitake). A comercialização de cogumelos Shimeji e Shiitake na CEAGESP vem crescendo gradativamente de 2007 a 2016 (Figura 1). Já a quantidade comercializada do Champignon em conserva apresentou mudanças bruscas a partir de 2008, ano em que a entrada desse produto na CEAGESP foi de 109 t, caindo para apenas quatro toneladas no ano seguinte (2009) e hoje se mantém em 12 t (Figura 1). Por outro lado, a quantidade comercializada do Champignon fresco (in natura) subiu de 222 t em 2008 para 534 t em 2016 (Figura 1). Isso demonstra o efeito da mudança nas leis brasileiras em 2008, que possibilitou a entrada, no mercado nacional, de cogumelos em conserva vindos principalmente da China. Figura 1: Entrada dos cogumelos Champingnon fresco e em conserva, Shimeji (Pleurotus ostreatus) e Shiitake na CEAGESP - Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, de 2007 a 2016. Em 2016, o total de entrada na CEAGESP dos cogumelos apresentados na Figura 1 chegou a 1.265,65 toneladas. Em supermercados como os do bairro da Liberdade, na capital do estado, além dos cogumelos já citados, também é possível encontrar os cogumelos Flammulina velutipes (conhecido como Enoki), Pholiota nameko (como Nameko), Auricularia spp. (como Kikurague) e Hypsizygus marmoreus (como Bunapi).
  • 3. www.aptaregional.sp.gov.br ISSN 2316-5146 Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017 Os dados acima demonstram o aumento do consumo e o desenvolvendo no setor de fungicultura no país com relação à produção desses principais gêneros de cogumelos comestíveis. Entretanto, ainda é pouco discutida e explorada a possibilidade de cultivar espécies de cogumelos comestíveis que sejam nativos ou de ocorrência natural nas matas e entorno da região de São Paulo ou mesmo de outras regiões do país. No Estado de São Paulo, apesar de não haver estudos recentes sobre a domesticação de espécies de cogumelos nativos para o cultivo em escala comercial, é sabido, principalmente no meio acadêmico, que em nas matas do estado também é encontrado espécies comestíveis de gêneros como: Agaricus, Auricularia, Lentinula, Pholiota, Pleurotus. Por outro lado, é frequente o questionamento dos chefs e da comunidade em geral: se temos cogumelos comestíveis nativos do Brasil?. Em busca desta resposta, realizou-se levantamento bibliográfico sobre as espécies de cogumelos relatadas para o Estado de São Paulo e buscou-se referências sobre sua comestibilidade. Até o momento foi encontrado registros de cerca de 90 espécies comestíveis relatadas para o Estado de São Paulo. Dessas, está listado no Quadro 1, as espécies nativas dos gêneros Agaricus, Auricularia, Lentinula, Pholiota e Pleurotus. Considerando que são essas as 12 espécies com potencial para os produtores testarem em suas condições locais de cultivo, ma vez que já produzem espécies destes gêneros.
  • 4. www.aptaregional.sp.gov.br ISSN 2316-5146 Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017 Quadro 1 – Espécies de cogumelos comestíveis dos gêneros Agaricus, Auricularia, Lentinula, Pholliota e Pleurotus registrados para o e Estado de São Paulo Espécie Referência de registro para SP Referência de comestibilidade Agaricus campestris L. Spegazzini (1889 como A. campester L.); Grandi et al. (1984); Pegler (1997) Guzmán (1977); Boa (2004); Imazeki et al. (2011) Agaricus silvaticus Schaeff. Pegler (1997) Guzmán (1977); Boa (2004) Auricularia delicata (Mont. Ex Fr.) Henn. Teixeira (1945); Bononi e Capelari (1984) Guzmán (1977); Boa (2004); Maekawa et al. (2013) Auricularia fuscosuccinea (Mont.) Henn. Teixeira [1945 como A. fusco- succinea (Mont.) Farlow]; Bononi et al. (1981); Bononi (1984); Bononi e Capelari (1984); Abrahão et al. (2012) Boa (2004); Franco-Molano et al. (2005) Auricularia mesenterica (Dicks.) Pers. Teixeira [1945 como A. auricularis (Gray) G.W. Martin] Guzmán (1977); Boa (2004); Franco- Molano et al. (2005); Maekawa et al. (2013) Auricularia nigricans (Sw.) Birkebak, Looney & Sánchez- García Teixeira (1945); Bononi et al. (1981); Bononi (1984); Abrahão et al. (2012) – todos como A. polytricha (Mont.) Sacc. Boa (2004); Imazeki et al. (2011); Maekawa et al. (2013) Lentinula boryana (Berk. & Mont.) Pegler Pegler (1983 como Lentinus puiggarii Speg.); Grandi et al. (1984 como Lentinus cubensis Berk. & Curt.); Pegler (1988, 1997) Pegler (1983); Mata e Guzmán (1989); Boa (2004) Lentinula raphanica (Murrill) J.L. Mata R.H. Petersen Capelari et al. (2010) Franco-Molano et al. (2005); Sanuma et al. (2016) Pholiota bicolor (Speg.) Singer Spegazzini (1889), Pegler (1997) Prance 1984; Boa 2004 Pleurotus albidus (Berk.) Pegler Spegazzini [1889 como Panus laciniatocrenatus Speg., 1919 como Pleurotus laciniatocrenatus (Speg.) Speg.]; Pegler (1997); Menolli et al. (2014) Lechner et al. (2004); Lechner e Albertó (2011); Sanuma et al. (2016) Pleurotus djamor (Rumph. Ex. Fr.) Boedijn Pereira (1988*); Gugliotta e Capelari (1995*); Pegler (1997); Gugliotta e Bononi (1999*); Menolli et al. (2014) – *como Pleurotus ostreatoroseus Singer Boa (2004); Maekawa et al. (2013); Sanuma et al. (2016) Pleurotus pulmonarius (Fr.) Quél. Spegazzini (1889); Menolli et al. (2014) Boa (2004); Imazeki et al. (2011) Destaca-se mos que as informações sobre comestibilidade dos cogumelos nativos são oriundas do etnoconhecimento de diversos povos, incluindo os povos indígenas das Américas. Assim, os estudos colaborativos entre povos nativos, antropólogos, taxonomistas, micólogos, produtores e chefs são essenciais para a viabilização do cultivo de diferentes espécies de cogumelos comestíveis do Brasil e levá-los à mesa da população.
  • 5. www.aptaregional.sp.gov.br ISSN 2316-5146 Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017 Agradecimentos À Seção do Centro de Qualidade Hortigranjeira da CEAGESP pelos dados de entrada de cogumelos na CEAGESP. Ao INCT-CENBAM pelo apoio logístico para coleta de dados. A FAPEAM e CAPES pelas bolsas de estudo para R.V-I e N.M.Jr respectivamente. Referências ABRAHÃO, M.C.; GUGLIOTTA, A.M.; BONONI, V.L.R. Xylophilous Agarycomycetes (Brasidiomycota) of the Brazilian Cerrado. CheckList, v. 8, p. 1102–1116, 2012. BOA, E. Wild edible fungi, a global overview of their use and importance to people. Roma: FAO, 2004. BONONI, V.L. Basidiomicetos do cerrado da Reserva Biológica de Moji-Guaçu, SP. Rickia, v. 11, p. 1–25, 1984. BONONI, V.L.; CAPELARI, M. Basidiomicetos do Parque Estadual da Ilha do Cardoso: Tremellales. Rickia, v. 11, p. 109–114, 1984. BONONI, V.L.R.; TRUFEM, S.F.B.; GRANDI, R.A.P. Fungos macroscópicos do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, Brasil, depositados no Herbário do Instituto de Botânica. Rickia, v. 9, p. 37–53, 1981. CAPELARI, M.; ASAI, T.; ISHIKAWA, N.K. Ocurrence of Lentinula raphanica in Amazonas State, Brazil. Mycotaxon, v. 113, p. 355–364, 2010. FRANCO-MOLANO, A.E.; VASCO-PALACIOS, A.M.; LÓPEZ-QUINTERO, C.A.; BOEKHOUT, T. Macrohongos de la Región del Medio Caquetá-Colombia. Guía de campo. Medellín (Colombia), Multimpresos, 2005. GOMES, D.; AKAMATSU, I.; SOUZA, E.; FIGUEIREDO, G.J.B. Censo paulista de produção de cogumelos comestíveis e medicinais. Pesquisa & Tecnologia, v. 13, 2013. GRANDI, R.A.P.; GUZMÁN, G.; BONONI, V.L. Adições às Agaricales (Basidiomycetes) do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Rickia, v. 11, p. 27–33, 1984.
  • 6. www.aptaregional.sp.gov.br ISSN 2316-5146 Pesquisa & Tecnologia, vol. 14, n. 2, Jul-Dez 2017 GUGLIOTTA, A.M.; BONONI, V.L.R. Polyporaceae do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, São Paulo, Brasil. Boletim do Instituto de Botânica, v. 12: 1–112, 1999. GUGLIOTTA, A.M.; CAPELARI, M. Polyporaceae from Ilha do Cardoso, SP, Brazil. Mycotaxon, v. 56, p. 107–113, 1995. GUZMÁN, G. Identificación de los hongos comestibles, venenosos, alucinantes y destructores de la madera. Mexico, LIMUSA, 1977. IMAZEKI, R.; OTANI, Y.; HONGO, T. Fungi of Japan. Yama-Kei Publishers Co., Lta.; Tokyo, 2011. LECHNER, B.E.; ALBERTÓ, E. Search for new naturally occurring strains of Pleurotus to improve yields. Pleurotus albidus as a novel proposed species for mushroom production. Revista Iberoamericana de Micología, v. 28, p. 148–154, 2011. LECHNER BE, WRIGHT JE, ALBERTÓ E. The genus Pleurotus in Argentina. Mycologia, v. 96, p. 845–858, 2004. MAEKAWA, N.; SHIROUZU, T.; PARADA, R.Y.J.; CASTILLO, B.E.A.; NAKAGIRI, A. Hongos de El Salvador-Mushroomsof El Salvador. Japan, Tottori University and CENTA, 2013. MATA, G.; GUZMÁN, G. Caracterización de cepas mexicanas del hongo comestible Lentinus boryanus y determinación de supatrón de sexualidad. Revista Mexicana de Micología, v. 5, p. 81–95, 1989. MENOLLI JR., N.; BRETERNITZ, B.S.; CAPELARI, M. The genus Pleurotus in Brazil: a molecular and taxonomic overview. Mycoscience, v. 55, 378–389, 2014. ORESTEIN, J. Cozinheiros começam a explorar diversidade de cogumelos nativos do Brasil. 2014. Disponível em http://paladar.estadao.com.br/noticias/comida,cozinheiros- comecam-a-explorar-diversidade-de-cogumelos-nativos-do-brasil,10000008717. Acesso em: 10 out. 2017. PEGLER, D.N. Agaricales of Brazil described by M.J. Berkeley. Kew Bulletin, v. 43, p. 453– 473, 1988. PEGLER, D.N. The agarics of São Paulo, Brazil. Royal Botanic Gardens: Kew, 1997.
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