NUNES, Laís S.C. ¹; SILVA, Caroline O. 2 e ANARUMA, Silvia Marina³ 
www.rc.unesp.br/proama 
1,2Estudantes de licenciatura em Ciências Biológicas ¹laiscorreianunes@gmail.com 2oliveirasalvas@yahoo.com.br ³Docente do Depto. de Educação – IB – Unesp Rio Claro (SP) smarina@rc.unesp.br 
PROAMA 
Projeto Amamentar 
UNESP 
Aprendendo sobre a alimentação de bebês numa escola de educação infantil 
INTRODUÇÃO Este trabalho surgiu a partir de uma experiência de pesquisa desenvolvida numa disciplina do curso de licenciatura em Ciências Biológicas da UNESP Rio Claro (SP), para a qual escolhemos estudar a alimentação infantil, especialmente o período da amamentação e introdução de alimentos complementares, fase essencial no desenvolvimento físico e mental das crianças; acreditando que estudos que visem o conhecimento deste tema e que promovam ações educativas contribuem para a promoção da alimentação saudável aos bebês tanto no ambiente familiar quanto escolar. 
OBJETIVO 
Investigar a amamentação e a alimentação complementar de crianças do Centro de Convivência Infantil da UNESP Rio Claro (CCI) levantando o conhecimento das mães a respeito. A partir dessas informações elaborar uma orientação. 
2. Recordatórios alimentares preenchidos por cinco dias pela pedagoga na escola e pelas mães em casa. 
RESULTADOS 
1. Entrevista com as mães 
A coleta de dados foi realizada no ano de 2011, com 4 bebês entre 11 e 13 meses de idade. 
O bebê foi amamentado no peito? 
Até quando a amamentação ocorreu de forma exclusiva? 
Se o bebê não foi amamentado, qual o motivo? 
O bebê ainda mama no peito? 
Até os 6 meses, mesmo mamando, houve a introdução de outros alimentos? 
Mamãe, você conhece os benefícios do aleitamento materno? Quais são na sua opinião? 
Mamãe, na sua opinião, até quando a criança deve ser amamentada no peito? 
A amamentação deveria ser mais valorizada tanto na escola quanto em casa. Somente uma mãe ia até a escola amamentar. 
Não obtivemos todas as informações necessárias para a análise da alimentação em casa. 
METODOLOGIA 
Duas das quatro crianças ainda eram amamentadas com leite materno. 
Água e chás foram introduzidos antes dos 4 meses na dieta de três crianças. 
Somente um bebê foi amamentado exclusivamente até os seis meses de idade. 
Um bebê seguia a dieta vegetariana, porém com acompanhamento de especialista e suplementação adequada de proteínas através de cereais e alimentos integrais. 
A alimentação na escola pode ser dita bem elaborada levando-se em conta os grupos de classificação dos alimentos. Os tipos de alimentos não variam muito a cada refeição e dia. 
Uma maquete de Pirâmide Alimentar para crianças de até dois anos de idade foi elaborada como forma de material didático e entregue às educadoras do CCI (Brasil, 2002). 
O trabalho completo por escrito foi entregue às famílias e à escola. 
As informações das mães sobre o assunto eram básicas, faltando um conhecimento mais ampliado sobre a importância do aleitamento materno e alimentação complementar. 
CONCLUSÃO 
Notamos com este estudo que o tema, embora pareça simples, pode causar certa resistência nas pessoas que estão envolvidas, principalmente porque implica em rever hábitos e mudanças que podem ser sentidas como ameaça. Acreditamos que este trabalho deva ser realizado em outras escolas e com mais crianças, pois a escola pode contribuir para a educação alimentar dos alunos e da família. Também verificamos que o material pedagógico pode ser um ótimo recurso para abordar o assunto com os educadores e as crianças. 
AGRADECIMENTOS 
Agradecemos a todas as mães e servidoras do Centro de Convivência Infantil da UNESP que contribuíram para nossa pesquisa. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Política de Saúde. Guia alimentar para crianças menores de 2 anos. Série A, Normas e Manuais Técnicos, n.107. Brasília, 2002, 154 p. 
ORIENTAÇÃO

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    NUNES, Laís S.C.¹; SILVA, Caroline O. 2 e ANARUMA, Silvia Marina³ www.rc.unesp.br/proama 1,2Estudantes de licenciatura em Ciências Biológicas ¹laiscorreianunes@gmail.com 2oliveirasalvas@yahoo.com.br ³Docente do Depto. de Educação – IB – Unesp Rio Claro (SP) smarina@rc.unesp.br PROAMA Projeto Amamentar UNESP Aprendendo sobre a alimentação de bebês numa escola de educação infantil INTRODUÇÃO Este trabalho surgiu a partir de uma experiência de pesquisa desenvolvida numa disciplina do curso de licenciatura em Ciências Biológicas da UNESP Rio Claro (SP), para a qual escolhemos estudar a alimentação infantil, especialmente o período da amamentação e introdução de alimentos complementares, fase essencial no desenvolvimento físico e mental das crianças; acreditando que estudos que visem o conhecimento deste tema e que promovam ações educativas contribuem para a promoção da alimentação saudável aos bebês tanto no ambiente familiar quanto escolar. OBJETIVO Investigar a amamentação e a alimentação complementar de crianças do Centro de Convivência Infantil da UNESP Rio Claro (CCI) levantando o conhecimento das mães a respeito. A partir dessas informações elaborar uma orientação. 2. Recordatórios alimentares preenchidos por cinco dias pela pedagoga na escola e pelas mães em casa. RESULTADOS 1. Entrevista com as mães A coleta de dados foi realizada no ano de 2011, com 4 bebês entre 11 e 13 meses de idade. O bebê foi amamentado no peito? Até quando a amamentação ocorreu de forma exclusiva? Se o bebê não foi amamentado, qual o motivo? O bebê ainda mama no peito? Até os 6 meses, mesmo mamando, houve a introdução de outros alimentos? Mamãe, você conhece os benefícios do aleitamento materno? Quais são na sua opinião? Mamãe, na sua opinião, até quando a criança deve ser amamentada no peito? A amamentação deveria ser mais valorizada tanto na escola quanto em casa. Somente uma mãe ia até a escola amamentar. Não obtivemos todas as informações necessárias para a análise da alimentação em casa. METODOLOGIA Duas das quatro crianças ainda eram amamentadas com leite materno. Água e chás foram introduzidos antes dos 4 meses na dieta de três crianças. Somente um bebê foi amamentado exclusivamente até os seis meses de idade. Um bebê seguia a dieta vegetariana, porém com acompanhamento de especialista e suplementação adequada de proteínas através de cereais e alimentos integrais. A alimentação na escola pode ser dita bem elaborada levando-se em conta os grupos de classificação dos alimentos. Os tipos de alimentos não variam muito a cada refeição e dia. Uma maquete de Pirâmide Alimentar para crianças de até dois anos de idade foi elaborada como forma de material didático e entregue às educadoras do CCI (Brasil, 2002). O trabalho completo por escrito foi entregue às famílias e à escola. As informações das mães sobre o assunto eram básicas, faltando um conhecimento mais ampliado sobre a importância do aleitamento materno e alimentação complementar. CONCLUSÃO Notamos com este estudo que o tema, embora pareça simples, pode causar certa resistência nas pessoas que estão envolvidas, principalmente porque implica em rever hábitos e mudanças que podem ser sentidas como ameaça. Acreditamos que este trabalho deva ser realizado em outras escolas e com mais crianças, pois a escola pode contribuir para a educação alimentar dos alunos e da família. Também verificamos que o material pedagógico pode ser um ótimo recurso para abordar o assunto com os educadores e as crianças. AGRADECIMENTOS Agradecemos a todas as mães e servidoras do Centro de Convivência Infantil da UNESP que contribuíram para nossa pesquisa. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Política de Saúde. Guia alimentar para crianças menores de 2 anos. Série A, Normas e Manuais Técnicos, n.107. Brasília, 2002, 154 p. ORIENTAÇÃO