A reflexão filosófica que fazemos acerca 
da “política” contribui para a nossa educação 
enquanto cidadãos e nos fornece uma base para 
o próprio exercício que é a cidadania.
Filosofia 
Política é a 
reflexão 
filosófica de qual 
seria a melhor 
forma de organizar 
nossa vida 
coletiva. 
No âmbito de 
nossas 
instituições 
políticas, de 
nossas práticas 
sociais, do nosso 
sistema econômico.
Formas 
de 
Poder 
ou 
Poder 
Social 
• Poder econômico: Utiliza 
a posse de certos bens 
socialmente necessários 
para induzir aqueles que 
não os possuem. 
• Poder ideológico: Utiliza 
a posse de certas ideias, 
valores, doutrinas para 
influenciar a conduta 
alheia. 
• Poder político: Utiliza a 
posse dos meios de 
coerção social, isto é, o 
uso da força física 
considerada legal ou 
autorizada pelo direito 
vigente na sociedade.
Rei-filósofo para a justiça: Platão 
Para Platão, cada 
indivíduo possui três 
almas, que seria: a 
concupiscente, a irascível 
e a racional. 
Platão também faz uma 
analogia entre o indivíduo 
e a cidade dividindo assim 
esta mesma em três grupos 
sociais: os produtores, os 
guardiães e os governantes. 
A concepção política de 
Platão é Aristocrática , 
pois supõe que a grande 
massa de pessoas é incapaz 
de dirigir a cidade e que 
apenas uma pequena parcela 
de pessoas são aptas a 
exercer o poder político. 
Para Platão o filósofo é 
aquele que, saindo do mundo 
das trevas, da ilusão, 
alcança a verdade, o mundo 
das ideias. O rei-filósofo 
é aquele que pela 
contemplação das ideias, 
conheceu a essência da 
justiça, por isso deve 
governar a cidade.
O homem como animal político: Aristóteles 
Na filosofia 
aristotélica a política 
é o desdobramento 
natural da ética. Na 
verdade, as duas compõem 
a unidade do que 
Aristóteles chamava de 
filosofia prática. 
Se a ética está 
preocupada com a 
felicidade individual do 
homem, a política se 
preocupa com a 
felicidade coletiva da 
polis (cidade). 
Aristóteles 
afirmativa que ”o homem 
é um animal político”, 
ou seja, que ele é por 
natureza um ser social, 
pois para sobreviver, 
não pode ficar 
completamente isolado. 
Assim para 
Aristóteles, a política 
é uma continuidade da 
ética, ou a ética como 
uma parte da política.
Para Maquiavel havia uma 
distância entre a teoria e 
a prática política. 
Segundo Maquiavel, buscar 
o apaziguamento das lutas 
e tenções entre o povo e os 
poderosos é uma ilusão. 
Maquiavel: os fins justificam 
os meios 
O que Maquiavel se 
questiona é: como fazer 
reinar a ordem, como 
resolver o ciclo de 
estabilidade e caos? 
A sua conclusão seria a 
de que ordem deve de ser 
construída e que uma vez 
alcançada ela não é 
definitiva 
O foco para Maquiavel 
sempre foi o Estado, mas o 
Estado que é capaz de impor 
a ordem! 
O grande mérito de 
Maquiavel foi o de ter 
separado a reflexão 
política da moral e da 
religião. 
Assim, no campo da 
política, os fins 
justificam os meios. Já no 
campo da moral, não seria 
correto separar meios e 
fins, pois toda conduta 
deve ser julgada pelo todo 
de suas ações e 
consequências, o que 
engloba caminhos e metas.
Hobbes: a necessidade do 
Estado soberano 
Foi o primeiro dos 
filósofos chamados 
contratualistas. 
Hobbes descordava de 
Aristóteles no que diz 
respeito a 
sociabilidade natural 
do homem e de sua 
natural vocação para 
vida social. 
Nas palavras de 
Hobbes: “ o homem é o 
lobo do próprio homem 
”. 
Para Hobbes, cada 
homem sempre encara 
seu semelhante como um 
concorrente que 
precisa ser dominado. 
Onde não houver 
domínio de um homem 
sobre o outro, haverá 
uma competição intensa 
até que esse domínio 
seja alcançado.
Rousseau: a legitimação do 
Estado pela vontade geral 
Rousseau, assim como 
Hobbes, é um dos 
pensadores modernos 
que formulou uma 
teoria contratulista 
sobre a relação 
Estado-sociedade. 
Dizia que cada 
homem, como cidadão, 
somente deve 
obediência ao poder 
político se esse puder 
representar a vontade 
geral do povo ao qual 
pertence. O 
compromisso de cada 
cidadão seria com o 
seu povo.
Compreendem que a 
comunidade humana 
primitiva era uma 
sociedade sem classes 
e sem Estado. 
Segundo Engels, o 
Estado nasce no meio 
do conflito, e desde 
sempre, foi 
representado pela 
classe mais poderosa, 
com o intuito de 
reprimir a classe 
dominada. 
Assim, Marx e Engels 
diferenciaram-se de 
todos os outros autores 
anteriores, porque sua 
crítica ao Estado não 
visava atingir uma ou 
outra forma de Estado, 
mas a sua essência. 
Portanto, o Estado 
nasce da desigualdade 
para manter a 
desigualdade. 
Marx e Engels: o Estado como instrumento 
de dominação de classe
Componentes: Ane Caroline Sandrin 
Micheli Vitter 
Natália Vizzotto 
Rafael Lando 
Turma: 35TP 
Orientador: Alexandre Misturini 
COLÉGIO ESTADUAL VISCONDE DE 
BOM RETIRO

Política

  • 2.
    A reflexão filosóficaque fazemos acerca da “política” contribui para a nossa educação enquanto cidadãos e nos fornece uma base para o próprio exercício que é a cidadania.
  • 4.
    Filosofia Política éa reflexão filosófica de qual seria a melhor forma de organizar nossa vida coletiva. No âmbito de nossas instituições políticas, de nossas práticas sociais, do nosso sistema econômico.
  • 5.
    Formas de Poder ou Poder Social • Poder econômico: Utiliza a posse de certos bens socialmente necessários para induzir aqueles que não os possuem. • Poder ideológico: Utiliza a posse de certas ideias, valores, doutrinas para influenciar a conduta alheia. • Poder político: Utiliza a posse dos meios de coerção social, isto é, o uso da força física considerada legal ou autorizada pelo direito vigente na sociedade.
  • 6.
    Rei-filósofo para ajustiça: Platão Para Platão, cada indivíduo possui três almas, que seria: a concupiscente, a irascível e a racional. Platão também faz uma analogia entre o indivíduo e a cidade dividindo assim esta mesma em três grupos sociais: os produtores, os guardiães e os governantes. A concepção política de Platão é Aristocrática , pois supõe que a grande massa de pessoas é incapaz de dirigir a cidade e que apenas uma pequena parcela de pessoas são aptas a exercer o poder político. Para Platão o filósofo é aquele que, saindo do mundo das trevas, da ilusão, alcança a verdade, o mundo das ideias. O rei-filósofo é aquele que pela contemplação das ideias, conheceu a essência da justiça, por isso deve governar a cidade.
  • 8.
    O homem comoanimal político: Aristóteles Na filosofia aristotélica a política é o desdobramento natural da ética. Na verdade, as duas compõem a unidade do que Aristóteles chamava de filosofia prática. Se a ética está preocupada com a felicidade individual do homem, a política se preocupa com a felicidade coletiva da polis (cidade). Aristóteles afirmativa que ”o homem é um animal político”, ou seja, que ele é por natureza um ser social, pois para sobreviver, não pode ficar completamente isolado. Assim para Aristóteles, a política é uma continuidade da ética, ou a ética como uma parte da política.
  • 10.
    Para Maquiavel haviauma distância entre a teoria e a prática política. Segundo Maquiavel, buscar o apaziguamento das lutas e tenções entre o povo e os poderosos é uma ilusão. Maquiavel: os fins justificam os meios O que Maquiavel se questiona é: como fazer reinar a ordem, como resolver o ciclo de estabilidade e caos? A sua conclusão seria a de que ordem deve de ser construída e que uma vez alcançada ela não é definitiva O foco para Maquiavel sempre foi o Estado, mas o Estado que é capaz de impor a ordem! O grande mérito de Maquiavel foi o de ter separado a reflexão política da moral e da religião. Assim, no campo da política, os fins justificam os meios. Já no campo da moral, não seria correto separar meios e fins, pois toda conduta deve ser julgada pelo todo de suas ações e consequências, o que engloba caminhos e metas.
  • 12.
    Hobbes: a necessidadedo Estado soberano Foi o primeiro dos filósofos chamados contratualistas. Hobbes descordava de Aristóteles no que diz respeito a sociabilidade natural do homem e de sua natural vocação para vida social. Nas palavras de Hobbes: “ o homem é o lobo do próprio homem ”. Para Hobbes, cada homem sempre encara seu semelhante como um concorrente que precisa ser dominado. Onde não houver domínio de um homem sobre o outro, haverá uma competição intensa até que esse domínio seja alcançado.
  • 14.
    Rousseau: a legitimaçãodo Estado pela vontade geral Rousseau, assim como Hobbes, é um dos pensadores modernos que formulou uma teoria contratulista sobre a relação Estado-sociedade. Dizia que cada homem, como cidadão, somente deve obediência ao poder político se esse puder representar a vontade geral do povo ao qual pertence. O compromisso de cada cidadão seria com o seu povo.
  • 16.
    Compreendem que a comunidade humana primitiva era uma sociedade sem classes e sem Estado. Segundo Engels, o Estado nasce no meio do conflito, e desde sempre, foi representado pela classe mais poderosa, com o intuito de reprimir a classe dominada. Assim, Marx e Engels diferenciaram-se de todos os outros autores anteriores, porque sua crítica ao Estado não visava atingir uma ou outra forma de Estado, mas a sua essência. Portanto, o Estado nasce da desigualdade para manter a desigualdade. Marx e Engels: o Estado como instrumento de dominação de classe
  • 19.
    Componentes: Ane CarolineSandrin Micheli Vitter Natália Vizzotto Rafael Lando Turma: 35TP Orientador: Alexandre Misturini COLÉGIO ESTADUAL VISCONDE DE BOM RETIRO